Prontos para o IPv6? – Evento Rumos

9 05 2012
 
 
imageA Rumos, está a promover um evento gratuito sobre o IPv6 que terá lugar em Lisboa e no Porto, durante o mês de Maio.
 
 
O IPv6 é a última versão do protocolo IP (a versão 4 é a que está em utilização neste momento, e a versão 5 foi uma versão de testes), protocolo que é responsável pela quase totalidade das comunicações entre dispositivos em rede.
 
 
 
 
 
 
Data:
- Lisboa: Hotel Villa Rica-Entrecampos – 22 de Maio
 
- Porto: Novotel Porto-Gaia – 24 de Maio
 
Das 9.00 – 13.00
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agenda:
09:00 – Welcome Coffee
 
9:15 – Abertura do evento “Apresentação institucional Rumos”, Jorge Lopes (Coordenador Comercial Lisboa)/ Paula Magalhães (Coordenadora Comercial Porto)
 
09:30 – "Estado atual do IPv6 na Europa", Carlos Friaças, FCCN
 
10:15 – "Implementação do IPv6 nos sistemas e nas aplicações", Nuno Brandão & Ruben Oliveira, Rumos
 
11:00 – Coffee Break11:15 – "Implementação do IPv6 na infra-estrutura e nos serviços de rede, Paulo Baptista & Nuno Brandão, Rumos
 
12:00 – Case Study

12:45 – Perguntas e Respostas

13:00 – Fecho do Evento





Microsoft Loopback Adapter

1 01 2012

 

Windows 7 Network Basic Network Commands and their Usage [Introduction]O adaptador de rede Microsoft Loopback é um adaptador de rede virtual, que permite simular um adaptador de rede real e com isso uma ligação de rede. Este é um recurso muito interessante para utilizar em cenários de virtualização onde é necessária comunicação entre uma máquina real e uma virtual, ambientes de testes e estudo, ou mesmo quando alguma aplicação ou serviço, necessita de encontrar uma ligação de rede, activa, no processo de instalação ou para  seu normal funcionamento.

 

 

Como instalar o Microsoft Loopback Adapter?

No Windows 7 para iniciar o assistente de instalação de novo hardware execute o comando: hdwwiz na caixa de pesquisa do Menu Iniciar

 

No Windows XP: Menu Iniciar > Definições > Painel de Controlo > Adicionar hardware.

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CISCO IOS–Emuladores, simuladores, terminais e outros

6 11 2011

 

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Neste artigo pretendo reunir algum software fundamental para o estudo, simulação e até para apoio à administração de redes CISCO e do  sistema operativo IOS ( Internetwork Operating System).

 

 

Devido ao seu custo e complexidade, os equipamentos de rede da CISCO não são de fácil acesso, e quando estão implementados numa organização, normalmente já se encontram em produção de modo que é complicado utilizar os mesmos para testes. Nesse sentido existem disponíveis uma série de aplicações que permitem projectar e simular redes, de modo a que, com toda a comodidade possa no seu computador montar cenários complexos de rede e fazer toda a administração tal como num ambiente real.

 

De todas as aplicações disponíveis um especial destaque para o GNS3 que é um emulador. Ao contrário de outras aplicações como o Packet Tracer que será de longe o mais utilizado, também listado neste artigo, um emulador “corre” o sistema operativo propriamente dito, ou seja, o código real na integra. Isto significa que todos os comandos e funcionalidades estão disponíveis e o sistema comporta-se tal e qual como do sistema real se tratasse. Por sua vez o simulador Packet Tracer, embora seja produzido pela CISCO não tem todos os comandos e funcionalidades disponíveis num IOS real, tendo no entanto outras características que o GNS3 não possui, daí que são complementares.

 

Todas as aplicações aqui referidas são gratuitas. Existem no entanto outras disponíveis, algumas delas com custos de aquisição.

 

Emuladores e Simuladores

 

GNS3 (Windows, Linux e Mac OS X)

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Ambiente de trabalho do GNS3

 

  • Permite correr IOS’s reais da CISCO (é necessário fornecer as imagens do sistema operativo).
  • Não emula Switchs.
  • Utiliza bastantes recursos do sistema operativo.
  • Permite correr sistemas de outros fabricantes como Juniper.

 

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Windows-Alterar o MAC Address de um adaptador de rede

29 03 2011

O MAC Address (Media Access Control address) é um endereço único, gravado no próprio hardware, presente em cada adaptador de rede, que permite identificar um computador ou outro dispositivo, numa rede, possibilitando desta forma que ele possa enviar e receber pacotes de dados.

 

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Em condições normais, não há necessidade de alterar este endereço, a não ser para efeitos de teste, ou para resolver algum problema de ligação.

 

Por alguma razão desconhecida, ou porque simplesmente alguém bloqueou o nosso MAC Address num Router ou Access Point, pode acontecer que em determinado momento deixemos de nos conseguir ligar a uma rede/Internet, de forma permanente. Isto é muito comum em cafés, bibliotecas, etc. É aqui que surge a possibilidade de alterar o MAC, para ultrapassar este problema.

 

 

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Cisco IOS-Comandos mais utilizados no CCNA (PARTE II)

28 10 2010

 

Na sequencia do 1º post sobre o CISCO IOS, surge a 2ª parte, com mais alguns dos comandos utilizados no CCNA.

 

write memory

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Sempre que alterar qualquer configuração corrente, deverá guardar a mesma no ficheiro de configuração do equipamento, utilizando o comando write memory. Caso não o faça, todas as configurações não guardadas na NVRAM, serão perdidas da próxima vez que o equipamento for reiniciado. Este comando é equivalente ao copy running-config nvram:startup-config.

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Cisco IOS-Comandos mais utilizados no CCNA (PARTE I)

27 10 2010

imageO IOS (Internetwork Operating System),  é o sistema operativo da maioria dos equipamentos da CISCO, como Routers e Switches. Este assunto é abordado no percurso do CCNA (Cisco Certified Network Associate), que é a base do programa de formação e certificação da CISCO.

 

 

O IOS, tal como qualquer outro sistema operativo, tem as suas especificidades. Ao contrário dos equipamentos direcionados para o mercado domestico e pequenos escritórios (SOHO – small office/home office), os equipamentos da CISCO não têm interface de configuração em modo gráfico, o que implica que o utilizador tenha obrigatoriamente que estar por dentro desta tecnologia para poder efectuar a sua configuração através do interface linha de comandos (CLI).

 

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Windows–Colocar o Windows a gerir redes Wireless

15 10 2010

 

 

Muitos dos adaptadores de rede Wireless, possuem o seu próprio software para gerir as ligações WiFi, uma vez que podem explorar melhor as capacidades e funcionalidades do adaptador. No entanto, para muitos utilizadores, a configuração de rede passa a ser mais complicada, quando comparada com a simplicidade do Windows.

 

 

Aplicação da SMC para gerir adaptadores da mesma marca, activo.

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Gestor de ligações Wireless do Windows desativado.

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Como Actualizar o Firmware de um Router

4 08 2010

image A actualização do firmware de um router é um procedimento que deve ser levado em conta quando existe algum problema que impede o normal funcionamento do mesmo ou de alguma das suas funcionalidades, ou simplesmente quando o router é novo e como ainda não entrou “em produção”, a actualização vem permitir que sejam evitados problemas futuros entretanto já resolvidos, e com isso que seja tirado o máximo de rendimento do equipamento.

 

Por esse motivo é altamente recomendado, que, caso de justifique, pondere fazer essa actualização. É um procedimento na maior parte das vezes, extremamente simples de executar. Caso não se sinta propriamente a vontade para o fazer, consulte um especialista na área.

 

Neste exemplo foi utilizado um SMC, modelo SMC7904WBRA2 EU. Os procedimentos variam conforme a marca / modelo.

 

 

 

Como fazer?

Procure obter o máximo de informação sobre o seu equipamento. O firmware na maior parte das vezes é diferente de marca para marca e de modelo para modelo. Dados como o modelo, part-number, versão, e numero de série são essenciais para identificar a actualização correcta.

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Academia CISCO – UTAD

13 05 2010

 

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UTAD abriu Academia CISCO a não estudantes.

 

Academia CISCO


imageUma Academia Cisco é um centro técnico de formação especializado em redes de computadores. Esta formação tem uma forte componente prática, sendo suportada na teórica por um extensivo programa de e-learning que disponibiliza aos alunos a capacidade de compreenderem as tecnologias da Internet, essenciais numa economia global.

 

A Academia Cisco da Escola de Ciências e Tecnologia da UTAD, faz parte do Cisco Networking Academy que é um programa lançado pela empresa Cisco com o objectivo de fomentar o ensino de redes de computador, nomeadamente desenhar, construir, resolver problemas das redes de computadores e torná-las seguras de forma a aumentar as oportunidades de acesso a carreiras em comunidades por todo o mundo.

 

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DNS – Como Limpar a Cache Local de DNS Para Resolver Problemas de Ligação de Rede.

1 04 2010

image Problema: Ao fazer uma conexão a um servidor utilizando o nome, ou o nome de domínio,  a ligação não tem sucesso, mas apenas em alguns computadores. Partindo do principio que existe ligação à rede, e que as configurações são semelhantes em todos os sistemas operativos e configurações de rede, o problema obviamente estará não do lado do servidor, mas sim no computador local do qual o acesso está a ser efectuado.

 

 

Uma das primeiras configurações a verificar é efectuar um ping ao servidor e ver qual é o respectivo IP. No caso deste exemplo, um ping para o endereço XXXX.gotdns.com devolvia, na máquina local o IP 62.48.212.6. No servidor, o IP era o 83.240.48.111, e portanto a razão para a falha estava precisamente aqui. Está a ser tentada uma conexão com um IP que já não é o da máquina onde queremos ligar.

 

 

Este é um problema relacionado com o DNS (Domain Name System). Toda a estrutura de uma rede, incluindo a Internet, assenta basicamente em endereçamentos IP (Internet Protocol), que funcionam como identificadores únicos, e é com base nesses IP’s que os equipamentos comunicam entre si. O objectivo do DNS é converter esses IP’s, em nomes, para que o utilizador comum não tenha de decorar cada endereço IP, até porque eles podem ser alterados, mas sim o nome do recurso, por exemplo de um site, ou de um computador. Simplificando, o DNS é como uma tabela que tem uma relação directa entre um nome e um IP de um recurso de rede. Essas tabelas são dinâmicas por forma a contemplar todas as actualizações e inserções dos recursos.

 

  • www.sapo.pt <> 213.13.146.140
  • Servidor1 <> 192.168.1.254
  • Impressora2 <> 10.0.0.1

 

Estes registos podem ser armazenados em vários locais numa estrutura de rede, como por exemplo no próprio servidor de DNS de uma empresa, no fornecedor de serviços à Internet, e localmente no nosso próprio sistema operativo. Todas as vezes que acedemos a um site por exemplo, o Windows vai construindo uma tabela que relaciona os nomes com os endereços. Esses registos vão sendo eliminados automaticamente de acordo com o seu tempo de vida (time to live ou TTL), que define o tempo a manter esses mesmos registos, até serem eliminados. Este tempo de vida tem por objectivo permitir que as informações de cada registo não se tornem desactualizadas em relação a uma possível actualização na fonte.

 

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O problema descrito acima,  poderá ter origem na própria cache de DNS do sistema operativo que guardava um IP desactualizado, de uma ligação feita anteriormente.

 

Para resolver este problema, que poderá acontecer com alguma frequência quando ligamos a servidores, ou outros recursos de rede que não têm IP fixo, utilizando para tal o seu endereço de domínio, ou o nome, como por exemplo XXXX.gotdns.com é necessário limpar a cache DNS do sistema operativo, para que, na próxima ligação, o sistema operativo, como já não tem esse registo guardado localmente, seja forçado a consultar qual o IP do endereço utilizado,  num outro servidor de DNS.

 

 

Como fazer?

Menu Iniciar > Executar > CMD > OK

Na linha de comando escrever: ipconfig /flushdns 

Sem título

É exibida a mensagem “Cache de resolução DNS limpa com sucesso” quando o processo for finalizado. Se for feito um ping novamente ao endereço original podemos verificar que o endereço IP é agora outro, ou seja, o actual e o correcto.

 

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Fibra Óptica–O Futuro em nossas casas

23 02 2009

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Clix, ZON e TVTel são alguns dos operadores que já têm uma oferta TriplePlay (Internet, Voz, Televisão) assente em Fibra Óptica, para o mercado residencial.

A anunciarem velocidades máximas  até 100Mbps de download, inicialmente este tipo de ligações começa por estar apenas disponível nos grandes centros urbanos numa espécie de fase experimental. Os preços são bastante competitivos tendo em conta a velocidade apresentada. Porem, como qualquer tecnologia “de massas” a tendência é baixar progressivamente.

Muitas outras intuições começaram à muito a antecipar-se e criar elas próprias a sua rede. É o caso de muitas Universidades e Instituições de Ensino Superior que se encontram interligadas entre si por fibra. Recentemente um novo projecto, a Rede Comunitária de Banda Larga da Terra Quente Transmontana vai permitir interligar a alta velocidade os municípios de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Vila Flor, quer a nível de empresas, entidades públicas, e particulares. A Fibra Óptica é também utilizada para a interligação das infra-estruturas  de comunicação dos operadores, porem até agora nunca chegava directamente a casa do cliente final.

Numa fase em que convergência é a palavra de ordem no que toca a comunicações, o aumento da largura de banda é essencial para trazer novos e melhores serviços. A rede de cobre está a atingir os

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