E-fatura 2.0 – Nova data para SAF-T e alterações para 2019

26 12 2018

Fonte: InvoiceXpress

 

A aprovação do plano “e-fatura 2.0” dita novas regras para a facturação em 2019. Entre elas, está a nova data para o envio do SAF-T, que passa para o dia 15 de cada mês.

 

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Ano novo, regras novas. 2019 traz algumas mudanças nas regras da facturação, trata-se do pacote de medidas conhecido por “e-fatura 2.0”.

 

 

Nova data de envio do SAF-T

Comecemos pela alteração da data limite para o envio do SAF-T, uma vez que influencia o processo já em Fevereiro.

A comunicação do ficheiro SAF-T passa, assim, a ser feita até ao dia 15 de cada mês (desde 2017 que a data limite era o dia 20).

O envio do SAF-T é um dos 3 métodos de comunicação da facturação permitidos pela Autoridade Tributária. Portanto, se utiliza o InvoiceXpress e optar pelo método SAF-T para comunicar os seus documentos de facturação à AT, em 2019, tenha em conta que a data de envio passa para o dia 15.

Se preferir, lembre-se de que poderá ainda automatizar o envio do ficheiro SAF-T para o seu contabilista através da funcionalidade de agendamento.

 

 

“Fim” da factura em papel e QR codes

Nos últimos meses, alguns títulos fatalistas foram anunciando o fim da factura em papel. Não é bem assim.

O plano fiscal “e-fatura 2.0” para 2019 delega aos comerciantes a escolha da não emissão de facturas em formato papel.

Para tal, os empresários que desejem adoptar a nova medida devem possuir um software como o InvoiceXpress, que cumpra as regras da comunicação das facturas em tempo real à AT.

Ou seja, o “fim” da factura em papel será apenas para aqueles que optarem por tal.

Importa ainda referir que, caso o cliente solicite a sua factura em papel, o comerciante deve garantir a emissão do documento nesse formato.

A inclusão de um QR Code nas facturas é outra medida que está a dar que falar.

Este tipo de código permite que os consumidores submetam as suas facturas directamente à plataforma e-fatura sem que seja necessário referir o número de contribuinte ao comerciante.

Esta medida entra em vigor mais tarde, na segunda metade de 2019, dado que exige alterações informáticas nos softwares de facturação.
Nota: estas alterações foram aprovadas, porém, aguarda-se, agora, a sua promulgação.

A equipa InvoiceXpress ficará atenta a quaisquer novidades ou adaptações das medidas no plano e-fatura 2.0. Subscreva a newsletter do InvoiceXpress e receba as últimas notícias sobre o tema e novidades sobre a AT.

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Ações

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4 responses

26 12 2018
António Costa

Cheira-me a publicidade encapotadamente descarada.
Podiam ser mais sublimes.

27 12 2018
XpecialGUEST

Poderia ser, mas neste caso até nem é.
Achei que este artigo tinha, em poucas palavras, o essencial das alterações previstas. Por isso partilhei. O artigo não foi escrito por mim. Se reparar tem a fonte logo no inicio.

27 12 2018
Bruno Gonçalves

sim não repetiram nadinha o nome do programa… seja como for obrigado pela informação do que ai vem, cabe agora a cada um actualizar o programa que utiliza pois todos os soft. certificados vão ter que ter as mesmas funcionalidades que o programa dado como exemplo terá.

27 12 2018
Vale e Azevedo

A data de envio do SAF-t já era esperada, pois a proposta inicial sugeria até dia 8 de cada mês, data muito dificil de cumprir uma vez que os senhores Guarda Livros geralmente submetem o ficheiro ás 17:00 do dia 20.

Faturas sem papel; isso sim uma grande ideia! pois os senhores comerciantes já teem muita relutancia em imprimir as faturas por razões ecológicas, dai a vulgarização das contas no tablet/smartphone e nos -de repente muito populares- ecrans de publicidade,precisamente para evitar o gasto de papel, abate de arvores e o envio de #todo# o papel moeda para o senhor Centeno do valor do IVA/IRC/IRS.

O QR code só será acessivel a grandes comerciantes para evitar o gasto de tempo ao empregado a perguntar “quer fatura com contribuinte” a escrever e a re-escrever o NIF porque o cliente enganou-se num digito ou o empregado percebeu mal.
O pequenos negocios -alguns nem tão pequenos como isso- não vão aderir ainda por cima podendo não imprimir a factura.
Há tambem os custos da infra estrutura na AT e das alterações necessárias aos programas, não estou a ver dois sócios que fazem um programa com tudo o que o cliente “deseja” a gastarem recursos para implementarem funcionalidades que vão criar -como o estado pretende e bem- duvida se a factura vai “aparecer” na AT ou não!

Do V/ sincero fugitivo.

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