Moebyus AMIGO 3D – Retouching Tool

15 04 2018

Muitas das vezes existe a necessidade de efetuar pequenos retoques nas impressões 3D, como retirar suportes, fundir plástico, eliminar imperfeições, perfurar, alisar ou cortar. Desenvolvido pela empresa Moebyus Machines, sediada em Madrid, o AMIGO 3D custa sensivelmente 35 Euros é uma ferramenta que permite efetuar todas essas operações de forma fácil.

 

O aparelho, que é bastante leve e ergonómico, traz 3 ponteiras que podem ser facilmente trocadas. Com o aquecimento, a temperaturas que permitem derreter plástico, as ponteiras permitem efetuar os mais diversos trabalhos de finalização. O AMIGO 3D tem ainda com um led que se mostra bastante útil em situações de menor luminosidade.

 

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A Moebyus Machines enviou-me um AMIGO 3D para análise.

O aparelho é muito robusto. O seu corpo é construído em plástico (área preta) e também numa borracha (área azul) que faz com que o AMIGO 3D não escorregue da mão enquanto está a ser utilizado. O AMIGO 3D cumpre a norma CE.

 

A utilização do AMIGO 3D é muito simples. Depois de colocar as pilhas e a ponteira desejada basta mover o botão preto, de OFF para ON, e posteriormente carregar no botão azul. São apenas necessários alguns segundos para que a ponteira tenha temperatura suficiente para a poder começar a utilizar. No final basta mover o botão para OFF, se não pretender utilizar mais o equipamento no imediato. A troca de ponteiras deve ser efetuada depois de estas arrefecerem. É fornecida um pequena peça para ajudar a retirar as ponteiras.

 

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Ao contrário de outros equipamentos semelhantes, como o MODIFI3D e o Retouch3D, o AMIGO 3D funciona com 3 pilhas alcalinas AA de 1.5 V (não incluídas), o que lhe confere bastante mobilidade.

 

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MEO-O seu tarifário sofreu um aumento durante o período do contrato de fidelização? Pode ser possível ser compensado por isso…

18 03 2019

facebook-meoHá alguns meses atrás publiquei o artigo NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros, onde descrevi que durante o processo de adesão a um tarifário de voz da NOWO, que implicava portar o meu número de telemóvel da UZO (que pertence à MEO), acabei por mudar para a MEO, que me propôs a adesão ao tarifário Unlimited L Light. Pelo valor de 5,99 EUR por mês, durante 24 meses, teria acesso a 4000 minutos, 4000 SMS’s, 500 MB de Internet e outras vantagens.  De facto é um tarifário com um custo/beneficio fora de série, que é (ou foi…) proposto a clientes, por um departamento de retenção, quando  estes ameaçam mudar de operador ou quando o processo de portabilidade de serviços já está em curso. A lógica deste departamento, na maior parte das vezes, é propor serviços com valores inferiores aos valores de mercado (normalmente através da atribuição de descontos), que são aplicados a novos clientes ou novos contratos, por forma a levar o cliente a mudar de intenções, retendo-o. A margem de lucro é afetada, no entanto, para estas empresas, mais vale “ganhar pouco” do que perder tudo.

 

Até ao momento estava muito satisfeito com o serviço, até receber a última fatura, com um valor superior, de 6,49 EUR. Questionei a MEO relativamente a este assunto, já que tinha a certeza não ter efetuado comunicações extra-plafond. A resposta chegou através de uma chamada telefónica, em que me foi explicado que este aumento estava previsto nos termos do contrato, e que fui informado, com possibilidade de rescisão, na fatura de Novembro de 2018. Segundo as informações que me foram transmitidas, este aumento, que está a ser aplicado a partir de 1 de Janeiro de 2019, está relacionado com a inflação, é variável de contrato para contrato e não foi aplicado a todos os clientes. Aumentos indexados à inflação são uma prática comum na economia, em empresas de telecomunicações e em outras empresas de outros sectores de atividade. Tenho um outro serviço contratualizado com a MEO, de TV, Internet e Voz, ainda dentro do período de fidelização, e o valor não sofreu alterações. Portanto, como a MEO considerou que pagava muito pouco por um serviço que em condições normais custa várias vezes mais, achou que deveria passar a pagar um valor superior. Aliciam o cliente com tarifários muito atrativos, para não o deixar partir para empresas concorrentes, e depois de o cliente aderir aumentam o valor e argumentam que este estava a usufruir de um desconto muito elevado! É uma técnica eficaz, quando funciona!

 

Por norma, os únicos dados que valido nas várias faturas que recebo, é o valor a pagar, à exceção de uma ou outra situação mais especifica. Como recebo as faturas da MEO em formato digital, por email, por vezes nem chego a abrir as mesmas, já que no corpo do email é indicado o valor a pagar. Foi o caso da fatura da MEO em que existia a informação relativa à alteração das condições. Não li esta mensagem, em que é dada a possibilidade de rescindir o contrato entre 01/12 e 15/12. É curioso que ainda tem que ser o cliente a ir à procura de informações sobre o novo valor que vai pagar.

 

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No caso da NOS, a informação transmitida a vários clientes foi:

“A 1/jan/2019, os preços dos serviços serão atualizados, conforme previsto na cláusula 5.3 das condições de serviço, em 1,4% que corresponde à última taxa de inflação anual (taxa de variação média do IPC) publicada pelo INE (disponível em nos.pt/INE). Consulte o detalhe em nos.pt/tlv.”

 

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Portanto, se a legislação permite este tipo de alterações (não me dei ao trabalho de ir confirmar), se a alteração me foi comunicada antecipadamente e se me foi dada a possibilidade de rescisão, sem custos, caso não concordasse com as condições (entretanto o prazo tinha expirado), não havia muito a fazer para reverter a situação. Desconhecia por completo que fosse possível alterar as condições de um contrato, nomeadamente o valor a pagar, durante a vigência do mesmo. Sempre pensei que este tipo de aumentos fossem aplicados apenas para novas adesões e contratos. Em momento algum, durante os vários contactos com a MEO, na fase de subscrição do serviço, me foi informado que o valor a pagar durante os 24 meses pudesse ser alterado. Este contrato foi efetuado verbalmente, através de contacto telefónico com a MEO, sem assinar qualquer documento. Claro que existe a possibilidade de a qualquer momento terminar o contrato antes do término do período de fidelização, mas isso tem um encargo por incumprimento, que ascende a várias dezenas (ou mesmo centenas) de Euros neste caso em concreto.

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Parrot Disco FPV–Primeiros voos (parte 2)

19 01 2019

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Após os primeiros voos e algumas semanas a explorar o Parrot Disco, pretendo partilhar neste artigo mais algumas informações sobre este drone de asa fixa. O Disco continua a surpreender a cada voo, não só pela sua performance, mas também pela sua robustez, que é colocada à prova a cada aterragem.

 

 

Numero de Série

O numero de série que deve ser utilizado para o preenchimento de pedidos de autorização de voo deve ser o numero de série que é mostrado pela aplicação. O numero de série que é mostrado na caixa é o numero de série do pack (drone + comando + carregador + restantes acessórios) e por isso não deverá ser utilizado no preenchimento da documentação da ANAC, AAN e afins.

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Google Flights-A melhor forma de pesquisar e encontrar voos

25 09 2018

Viajar desde o Porto até à Polónia por 40 Euros? Sim, é possível e este é apenas um pequeno exemplo do que é possível encontrar no Google Flights.

 

Disponibilizado pela Google há vários anos, só mais recentemente o serviço Google Flights, um serviço gratuito, ficou disponível em Portugal. A diferença entre utilizar este serviço para pesquisar voos e utilizar o serviço de pesquisa de cada companhia aérea é que o Google Flights faz uma pesquisa em todas as companhias aéreas ao mesmo tempo. É muito mais rápido e desta forma poderá fazer comparações de forma simplificada. Não só comparar preços, mas também horários entre outras características dos voos. Por exemplo, se pretender voar do Porto para Madrid, numa determinada data, primeiramente teria que saber que companhias operam neste trajeto e depois teria que aceder ao site de cada uma para fazer a pesquisa. O Google Flights simplifica tudo isto, de forma brilhante.

 

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Com o Google Flights poderá encontrar voos muito baratos. A pesquisa tem em conta uma série de fatores que podem ser alterados. Se mesmo assim não encontrar o que procura, pelo menos ao valor que está disponível a pagar, ative as notificações e aguarde a eventualidade de o preço baixar ao longo do tempo.

 

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Comparativamente a outros motores de busca de voos, o Google Flights não tem como objetivo vender voos (ainda que possa ter uma comissão junto das companhias aéreas). Quando seleciona um voo e pretende avançar para a reserva, a Google irá derirecciona-lo para o site da companhia aérea, diretamente para a página que já tem todos os dados do voo em questão.

 

DHL avisa que impasse no terminal no aeroporto de Lisboa pode custar investimento de 10 milhões

 

O Google Flights foi renovado à vários meses. Agora tem um interface melhorado e uma série de novidades. Neste artigo vou demonstrar algumas das funcionalidades que considero mais interessantes.

 

 

 

Pesquisa de voos

As pesquisas no Google Flights permitem ao utilizador a definição de uma série de condições. Neste caso defini que quero voos de ida e volta, para 1 passageiro, em classe económica. Em baixo, para além de definir a origem, o destino e as datas, defini também que apenas quero voos diretos, sem escalas. Quanto ao valor, indiquei que apenas quero visualizar resultados cujo total (ida e volta) seja inferior a 200 Euros. Adicionalmente indiquei que quero partir entre as 00:00 e as 10:00 e regressar entre as 17:00 e as 00:00.

 

Os resultados da pesquisa podem ser apresentados de várias formas, para facilitar a análise. Por vezes basta antecipar ou adiar uma viagem um ou dois dias e os valores passam a ser inferiores.

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Instantaneamente foram mostrados todos os resultados que satisfazem os critérios. Neste caso existem 3 voos de 3 companhias diferentes.

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Se escolher cada um dos voos, carregando em cima dos mesmos, poderá visualizar os detalhes do voo de regresso.

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Filamento de Impressão 3D Moebyus-Análise

27 08 2018

Moebyus Machines, S.L.A Moebyus, fabricante espanhol de Impressoras 3D, acessórios, componentes e filamento, enviou-me 1 bobina de 500 gramas de filamento PLA (1,75 mm de diâmetro), cor Dark Orange. Utilizei este filamento numa impressora Blocks Zero. O preço deste filamento é de 14,50 EUR. Os portes de envio para Portugal tem o custo de 6,5 EUR.

 

Para além de PLA, o material mais utilizado na Impressão 3D doméstica, a Moebyus também produz filamento de outros materiais como ABS, HIPS, PETG, PVA, TPE, TPU e Wood. Quanto ao diâmetro a Moebyus disponibiliza 1,75mm e 3mm.

 

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O embalamento do filamento, como é habitual, é efetuado a vácuo, com uma saqueta de sílica para absorver humidade.

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O processo de utilizar um novo filamento funciona normalmente pelo método de tentativa e erro até encontrar os parâmetros ideais, como temperatura, velocidade, etc. O intervalo de temperaturas indicadas pelos fabricantes é por norma bastante alargado. Neste caso a Moebyus indica que este filamento deve ser utilizado entre 190º e 230º. No meu caso, entre 235 e 240º verifiquei que a qualidade era satisfatória para mim, por isso imprimi quase sempre neste intervalo de temperaturas, apesar de anteriormente ter tentado outras temperaturas inferiores, com resultados menos positivos. Ao nível da velocidade imprimi quase sempre, em média, a 40mm/s.

 

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Na impressão deste barco, denominado de 3DBenchy e utilizado normalmente para aferir a qualidade da impressão, utilizei primeiramente um outro filamento roxo, e só depois o filamento cor de laranja.

 

O enrolamento do filamento na bobina, apesar de não ser tão perfeito como por exemplo nas bobinas BQ Easy Go, não revelou problema algum e nenhuma impressão das várias dezenas que fiz foi interrompida por problemas desta ordem.

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Blocks Zero–Perfil para o Simplify3D

6 08 2018

IMG_2833O objetivo deste artigo é partilhar um perfil do software de Impressão 3D Simplify3D (S3D) que preparei para utilizar com impressora Blocks Zero.

 

A Blocks Technology disponibiliza vários perfis de impressão no seu site, todos para a versão 15.02.1 do Cura. Atualmente este é o único software que é oficialmente suportado. Apesar de ser uma versão muito antiga, tendo em conta que o Cura já vai na versão 3.2.1 (neste caso a versão 3.2.1 é mais recente que a 15.02.1), funciona muito bem. Esta versão do Cura também é utilizada para fazer atualizações do firmware da Blocks Zero. Neste momento a última versão do firmware é a 1.3. Consulte aqui as melhorias e como proceder para efetuar o update se achar que tal é necessário tendo em conta as alterações.

 

Os utilizadores que já tiveram experiencia com vários softwares de slicing facilmente verificam que o Cura 15.02.1 é muito limitado em termos de funcionalidades. É suficiente para utilizadores novatos e menos exigentes no entanto deixa muito a desejar para utilizadores mais avançados ou para profissionais.

 

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Apesar de não conhecer ainda a última versão do Cura, que tem evoluído muito nos últimos tempos, posso afirmar que o S3D é sem dúvida alguma uma aplicação muito completa e ao mesmo tempo complexa. Ao contrário do Cura, que é gratuito, o Simplify3D tem um custo de 149 dólares (USD), algo que ronda os 120 Euros à taxa de cambio atual. Este custo não é por acaso e é justificado com todo o potencial deste software, que é enorme, especialmente numa utilização mais profissional da Impressão 3D, quando é desejado imprimir modelos mais complexos com outro nível de qualidade e características.

 

O S3D está disponível para Windows, Linux e macOS. Infelizmente não existe a possibilidade de testar a aplicação antes de a comprar. Existe sim a possibilidade de devolução do valor pago, no caso de querer apenas testar, ou no caso de efetivamente não estar satisfeito.

 

 

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Entre muitas outras funcionalidades, o S3D permite definir vários padrões diferentes a aplicar no infill, temperaturas e cooling diferentes a partir de determinadas camadas, controlar os vários eixos da impressora, definir que a impressão termina a determinada altura, calculo do peso e custo do modelo (depois de definir preço por KG de filamento), colocação manual de suportes apenas onde o utilizador pretender, settings diferentes para a mesma peça, etc..

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Retouch3D–Análise

27 07 2018

Artigo relacionado: Moebyus AMIGO 3D – Retouching Tool

 

Muitas das vezes existe a necessidade de efetuar pequenos retoques nas impressões 3D, como retirar suportes, fundir plástico, eliminar imperfeições, perfurar, alisar ou cortar. Desenvolvido pela empresa 3D 2.0 Ltd, sediada no Reino Unido, o Retouch3D custa 135 Euros e é uma ferramenta que permite efetuar todas essas operações de forma fácil e rápida.

 

O aparelho traz consigo 5 ponteiras que podem ser fácil e rapidamente trocadas. Com o aquecimento, a temperaturas que permitem derreter plástico, as ponteiras permitem efetuar os mais diversos trabalhos de finalização. A grande diferença entre este aparelho e outros do género, como o AMIGO 3D e o MODIFI3D, é que o Retouch3D permite ao utilizador escolher a intensidade do aquecimento, através de 2 botões e de um pequeno display. Além disso, este equipamento também se diferencia dos restantes que anteriormente referi porque se liga diretamente a uma tomada eléctrica e tem um maior numero de ponteiras.

 

A 3D 2.0 Ltd enviou-me uma unidade do equipamento para análise no Blog.

 

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Pelo preço do equipamento, quase a custar tanto como uma impressora 3D low cost (como por exemplo a Anet A8) seria espectável ficar surpreendido com o produto, a todos os níveis. O equipamento vem muito bem embalado numa caixa retangular, muito cuidada. Para além do equipamento propriamente dito, vem também incluído um manual, muito bem detalhado e em várias línguas (português não faz parte) com as especificações do produto, instruções de operação e manutenção, etc.

 

Além do Retouch3D também está incluída uma peça para ajudar a trocar as ponteiras e uma base de apoio. Se pretender uma outra base, para acomodar as ponteiras, o  Retouch3D e o acessório de troca de ponteiras, poderá descarregar e imprimir este ficheiro, que foi modelado por Mark Durham e está disponível no repositório www.myminifactory.com.

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O transformador pode ser utilizado em várias regiões, nomeadamente Europa, Reino Unido e América, já que tem 3 fichas diferentes que podem ser facilmente trocadas.

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Para além do PLA, que é o material mais utilizado na Impressão 3D, o Retouch3D pode ser também utilizado com outros materiais como ABS, materiais baseados em resinas e entre outros. O facto de o utilizador poder definir a intensidade da temperatura, entre 10 níveis diferentes, permite utilizar o aparelho num leque muito alargado de materiais, até mesmo em outras áreas que não a Impressão 3D.

 

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Comparativamente ao AMIGO 3D e ao MODIFI3D, o Retouch3D é mais robusto,  consistente e ergonómico. A grande vantagem está mesmo na possibilidade de definir a intensidade da temperatura das ponteiras, para além de ter a possibilidade de ligar diretamente à corrente elétrica e assim não depender nem de pilhas nem de uma porta USB. Comparativamente aos seus concorrentes, que custam várias vezes menos (quer o AMIGO 3D quer o MODIFI3D custam cerca de 30 Euros), o Retouch3D tem, na minha opinião, um preço algo exagerado. Apesar das suas claras vantagens face aos outros dois produtos concorrentes que já testei, o Retouch3D deveria ser mais barato.

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O Retouch3D pesa 100g e tem as dimensões de 170mm X 43mm X 32mm.

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NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros

19 07 2018

De todas as operadoras de telecomunicações presentes em Portugal a NOWO (lê-se “novo”) será certamente a menos conhecida. Não só por ter uma oferta e uma quota de mercado menores, mas também por ter uma área de abrangência mais reduzida, quando comparada com a MEO, Vodafone e NOS. Nascida da Cabovisão, a NOWO existe desde 2016 e oferece os serviços de Televisão, Internet, Voz e Móvel.

 

Recentemente a NOWO deu a conhecer novos serviços de comunicações móveis, mais concretamente tarifários pré e pós-pagos, que podem ser subscritos por clientes que não tenham aderido a nenhum outro serviço da NOWO.

 

A campanha publicitária, que tem o Nilton como protagonista, destaca o valor da mensalidade do serviço móvel. É sem dúvida um valor bastante interessante face ao que toda a concorrência oferece, nomeadamente a MEO, Vodafone e NOS, mas também os operadores low cost como a UZO, Lycamobile, Phone-ix, entre outros.

 

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Muitas pessoas não necessitam de pacotes de telecomunicações com muitas comunicações incluídas nem muito complexos. Privilegiam o facto de não existirem fidelizações, contratos, carregamentos obrigatórios, e sobretudo a simplicidade de saberem que pagam sempre o mesmo valor se telefonarem ou enviarem um SMS para qualquer rede, e em qualquer dia e hora da semana. Por outro lado, não valorizam muito a conectividade à Internet e têm como objetivo pagar o mínimo possível, porque na realidade, não fazem muitas chamadas.

 

Qualquer um dos vários operadores em Portugal disponibiliza estes tarifários simplificados, sendo que a UZO, que é um Operador Móvel Virtual (MVNO) que utiliza a infra-estrutura  da MEO, ganha, na minha opinião, vantagem sobre os restantes.

 

Um dos novos tarifários da NOWO é o pré-pago de 5 EUR por mês que inclui 250 MB de dados e 500 minutos/SMS para qualquer rede nacional. Bastante interessante tendo em conta que por exemplo na UZO o carregamento mínimo de 7,5 EUR permite efetuar comunicações para qualquer rede por 0,099 EUR (9,9 cêntimos) por minuto/SMS. Fazendo os cálculos necessários dá precisamente 75,75 minutos/SMS, um valor bastante inferior face aos 500 minutos/SMS da NOWO. Quanto à Internet, a UZO disponibiliza atualmente em cada carregamento 500 MB de Internet.

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Sakata3D – Análise ao filamento PLA CHROMA-850 e PLA 850

28 05 2018

No seguimento do artigo Sakata3D – Filamento para Impressão 3D (que deve ler como introdução a este artigo), testei o filamento PLA que a Sakata3D me enviou, que foi utilizado para a impressão de algumas dezenas de modelos. Cada uma das 2 bobinas, PLA CHROMA-850 e PLA 850, tem o peso de 1 Kg e o filamento tem 1,75 mm de diâmetro (este poderá variar +/- 0,03mm).

 

O PLA é o material mais utilizado na impressão 3D doméstica que utiliza tecnologia FDM. É seguro porque tem como base materiais orgânicos renováveis, não produz odores e está disponível numa variedade muito alargada de cores. O grau de dificuldade na sua utilização é muito reduzido. Não é necessária plataforma de impressão aquecida e o warping (deformação/contração) é mais reduzido comparativamente a outros materiais. Também o baixo custo, comparativamente a outros materiais mais avançados, é uma vantagem do PLA. Este material também tem a vantagem de ser amigo do ambiente, já que é biodegradável (em determinadas condições de compostagem) tendo assim um baixo impacto ambiental.

 

O PLA da Sakata3D, baseado na matéria prima Ingeo PLA 3D850, é um PLA avançado, com melhores propriedades térmicas e mecânicas, comparativamente ao PLA standard.

 

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Nas 2 bobinas não encontrei nenhum problema relacionado com o enrolamento do filamento. Nenhuma das impressões foi abortada por problemas relacionados com esta questão.

 

No que diz respeito à aderência do filamento à plataforma de impressão e ao warping, mais uma vez nada a registar. A minha impressora, uma Blocks Zero, não tem plataforma de impressão aquecida e todas as impressões foram efetuadas sem problemas. Embora não seja obrigatório quando estamos a utilizar PLA, uma plataforma de impressão aquecida pode ser útil em determinadas situações, nomeadamente em modelos com dimensões maiores onde existe tendência para warping nas extremidades. Assim, se a sua impressora possuir uma mesa aquecida e se a pretender utilizar com este filamento, a temperatura desta deverá situar-se entre os 50°C e 70°C.

 

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Apesar deste filamento poder ser utilizado até velocidades na ordem dos 200mm/s, quase sempre imprimo, em média, a 40mm/s, o que também aconteceu com este filamento. A aderência das camadas entre si é perfeita. A quase totalidade das impressões foram efetuadas com layer de 0,2mm.

 

Quanto à temperatura do extrusor, a Sakata3D recomenda que esta se situe entre 190ºC e 230ºC. Escolhi a temperatura de 225ºC que me pareceu ser a mais adequada e que aparentemente permitiu obter melhores resultados. Apesar de não ter efetuado qualquer teste com rigor científico, fiquei com a sensação que o PLA que testei é bastante rígido.

 

 

 

 

Algumas fotos dos artigos que imprimi com o filamento PLA CHROMA-850

Relativamente a esta bobina importa referir que a minha impressora tem uma área de impressão relativamente reduzida (12cm x 14cm x 12cm) e que por esse motivo pode ser difícil de “acertar“ nas impressões escolhidas para ver o resultado em que a cor transita de uma para outra na mesma impressão. O cenário perfeito para utilizar este filamento seria utilizar uma impressora com uma grande área de impressão, nomeadamente em altura (eixo Z), e imprimir modelos suficientemente altos para utilizar várias tonalidades do filamento.

 

Nesta imagem poderá visualizar a diferença de tonalidades das cores, entre as várias camadas da bobina.

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Business Intelligence no SQL Server

7 02 2018

Do autor Alberto Magalhães, este livro da Editora FCA é uma introdução do Business Intelligence no SQL Server.

Gostaria de ganhar este livro? Juntamente com a FCA, o Blog tem um livro para oferecer. Consulte as regras do passatempo no final deste artigo.

 

“O recurso mais valioso do mundo já não é petróleo, mas dados“

 

 Fonte: FCA.PT

No mundo dos negócios, as bases de dados, por si só, não são a ferramenta ideal como suporte à tomada de decisões, sejam estas táticas, estratégicas ou operacionais. Todas as decisões necessitam dos dados certos, à hora certa e no formato certo. Ao processo de preparação, interpretação e apresentação desses dados dá-se o nome de Business Intelligence e o SQL Server é uma das tecnologias que permite, através de um vasto conjunto de ferramentas que o compõem, o desenvolvimento e o suporte de aplicações ao Business Intelligence.

 

Capa Business Intelligence no SQL Server_22.20 euros

  
Longe de ser um manual exaustivo, este livro é uma introdução ao Business Intelligence no SQL Server. Baseado na versão mais recente do SQL Server, a 2016, apresenta um conjunto de ferramentas tecnológicas da Microsoft que permitem transformar grandes quantidades de dados brutos em informação útil para a tomada de decisões estratégicas.

  
Trata-se, assim, de uma obra fundamental para todos aqueles que estejam a iniciar-se no Business Intelligence, especialmente através do Analysis Services do SQL Server, e também para quem já tenha conhecimentos de Business Intelligence, mas queira aprender a utilizar as ferramentas oferecidas pelo SQL Server e necessite de um guia para o fazer.

 

  

O que pode encontrar neste livro?

  • Uma introdução e visão geral acerca do Data Warehouse;
  • O Analysis Services como uma ferramenta de processamento de dados e subsequente análise;
  • A modelação e análise de dados feita através de programas externos como o Excel, o Power View e o Power BI;
  • O Data Analysis Expressions (DAX) como linguagem de fórmulas que permite a criação de cálculos básicos para resolver problemas de análise de dados;
  • O Integration Services como ferramenta de extração e transformação de dados;
  • O Reporting Services como gerador de relatórios.

 

 

PUBLICO ALVO

  • Iniciantes no estudo de Business Intelligence;
  • Profissionais com conhecimento de Business Intelligence que queiram usar as ferramentas do SQL Server.

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Blocks Zero–1 ano a imprimir

13 01 2018

Faz precisamente um ano que comprei a Impressora Blocks Zero, da Blocks Technology. Se ainda não conhece esta Impressora 3D, leia este artigo.

Após todo este tempo a imprimir, seguramente a máquina já terá acumuladas mais de 1000 horas de funcionamento (a uma média de 3 horas por dia) e já imprimiu algumas centenas  que demoraram de modelos, desde simples,apenas alguns minutos, até modelos mais complexos que demoraram várias horas para serem completados. Foram utilizados vários tipos de filamento, desde PLA “normal”, até madeira, filamento flexível, fluorescente, cobre, entre outros.

É impressionante a fiabilidade que uma impressora com um custo tão reduzido, de aproximadamente 350 Euros, consegue ter. Passado um ano esta impressora ainda continua a ser uma excelente opção a ter em conta. Primeiro pela sua fiabilidade, mas também pela relação qualidade/preço, que é imbatível.

 

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Apesar de ter sido maioritariamente pensada para o universo dos makers, já que normalmente é vendida em KIT para ser posteriormente montada pelo utilizador, se este não estiver familiarizado com projetos DIY (Do It Yourself/Faça você mesmo), recomendo fortemente que questione a Blocks Technology se pode enviar a impressora já montada. Penso que no meu caso, que comprei a impressora já montada por não estar assim tão interessado no processo de montagem, foi o segredo do sucesso. Apesar de o processo de montagem estar muito bem documentado e ser aparentemente rápido e fácil, a verdade é que muitos utilizadores não estão propriamente interessados nele. Querem apenas começar a imprimir com a melhor qualidade possível, logo depois de tirar a impressora da caixa.

Por acompanhar vários grupos do Facebook relacionados com impressão 3D, noto que muitos utilizadores, principalmente com as impressoras em KIT, passam mais tempo no processo de montar/desmontar, afinar e trocar componentes, do que propriamente a imprimir. Pelo menos com esta impressora isso não acontece. Imprime (bem) logo ao sair da caixa (no caso de comprar montada), e a qualidade de impressão é constante ao longo do tempo.

 

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Devido ao facto de a Blocks Technology ter muito pouca expressão no mercado, nomeadamente no mercado mundial, a comunidade de utilizadores é muito reduzida e daí resulta que não exista interação e partilha de recursos. Veja-se o caso da impressora Monoprice MP Select Mini 3D Printer, muito popular nos EUA devido à sua relação qualidade/preço imbatível. Esta impressora (versão 2), que custa pouco mais de 200 Dólares (178 Euros sensivelmente), vem completamente montada e pronta e utilizar. Possui muita tecnologia que vai desde mesa aquecida, WiFi e até um ecrã a cores. A gigantesca comunidade de utilizadores partilham recursos e criam vários grupos de entreajuda no Facebook e outras páginas como esta que possui de tudo um pouco, desde manuais, melhorias, firmware, tutoriais, resolução de problemas, perfis para software de slicing, ente outros.

 

Após 1 ano a impressora continua tão precisa e consistente como inicialmente. Nunca tive sequer que apertar um parafuso ou fazer qualquer tipo de alteração à impressora. Em baixo, fruto da minha experiencia com esta impressora, evidencio alguns aspectos positivos e menos positivos, sugestões de melhoria, assim como alguns problemas enfrentados.

 

 

Aspectos positivos

  • Só foi necessário calibrar a impressora uma ou duas vezes durante todo este tempo. Mesmo após transportar a impressora ou mover a mesma de sitio, não foi necessário logo naquele momento calibrar a plataforma de impressão.
  • A fiabilidade e precisão continua impecável, depois de todo este tempo.
  • Existiram pelo menos três atualizações de firmware, que optimizaram o processo de load/unload do filamento entre outras melhorias, assim como corrigiram alguns problemas. Detalhes aqui.
  • Muito raramente a impressora teve comportamentos erráticos. Desligar a impressora, voltar a ligar e repetir a impressão resolveram o problema.

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Impressão 3D–Lista de recursos

7 12 2017

Neste artigo pretendo reunir e centralizar um conjunto de vários recursos relacionados com a Impressão 3D, desde fabricantes de impressoras e filamentos, sites para descarregar modelos e para modelar, feiras, workshops, entre outros. Principalmente para iniciantes neste mundo que é a impressão 3D este artigo é de leitura obrigatória uma vez que pretende dar a conhecer tudo o que é necessário para a iniciação nesta tecnologia e para potenciar a sua utilização.

 

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Esta lista não tem por objetivo ser extensa, mas sim uma lista minimalista que procura principalmente divulgar alguns dos recursos com os quais já tive contacto, nomeadamente fabricantes, produtos, feiras, workshops, software, sites, etc..

 

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Os recursos aqui disponibilizados estão relacionados principalmente com a tecnologia de impressão 3D mais comum, FFF (Fused Filament Fabrication), em que é depositado plástico fundido, camada sobre camada, para formar um objeto tridimensional.

 

 

 

O que é a impressão 3D?

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Expresso – Impressão 3D: faça você mesmo

CODI – Impressão 3D

Observador – Vai uma impressão 3D neste Natal?

Wikipédia – Impressão 3D

 

 

 

Fabricantes de impressoras

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BEEVERYCREATIVE – Fabricante português que desenvolve a premiada impressora BEETHEFIRST, assim como outros modelos que surgiram depois desta. Leia um review à BEETHEFIRST neste artigo.

Blocks Technology – Outro fabricante português que desenvolve impressoras de baixo custo como a BLOCKS ZERO e BLOCKS ONE. Desenvolve ainda impressoras à medida, assim como presta serviços de consultoria. Leia este artigo relacionado com a BLOCKS ZERO.

BQ – A Espanhola BQ foi um dos primeiros fabricantes do mundo a conceber, desenvolver, produzir e comercializar impressoras 3D em larga escala. Atualmente tem disponíveis 4 modelos de impressoras.

MakerBot – Fabricante norte americano que faz parte dos líderes do sector a nível mundial.

Ultimaker – Fabricante holandês que faz parte dos líderes do sector a nível mundial.

Poly! – Sediada em Itália, a Poly ainda não tem um produto no mercado mas espera vir a ter em breve após a campanha de financiamento coletivo que decorre no Kickstarter. A micro impressora destaca-se pelas suas várias facetas que vão para além da impressão 3D. Mais informações aqui.

Anet – Este fabricante asiático é atualmente muito popular entre os entusiastas da impressão 3D, nomeadamente iniciados nesta tecnologia, uma vez que disponibiliza no mercado impressoras com uma impressionante relação qualidade preço. É o caso do modelo Anet A8, uma impressora que “em peças” que o utilizador tem que montar. É possível comprar esta impressora em várias lojas online como na Gearbest, por valores que se sitiam habitualmente entre os 100 e os 150 Euros (com custos de envio reduzidos ou inexistentes). Tem uma área de impressão de 220 x 220 x 240 mm, mesa aquecida, LCD entre outras características normalmente presentes em impressoras mais caras. Mais informações aqui e aqui.

Este excelente guia da 3D Hubs, atualizado frequentemente, organiza várias impressoras em várias categorias, num ranking baseado em vários critérios. Consulta obrigatória que obriga a escolher o modelo ideal com base no que pretende e no orçamento disponível.

 

 

 

Slicing software

Cura – Software gratuito que acompanha as impressoras de alguns fabricantes. Pode ser descarregado no site da Ultimaker.

Simplify3D – Software pago (149 USD) de qualidade excepcional. O numero de configurações impressiona pela positiva. O problema é que nem todos os fabricantes de impressoras disponibilizam perfis (configurações) para este software, o que dificulta ou impossibilita a utilização com impressoras menos conhecidas no mercado. A lista de impressoras compatíveis pode ser consultada aqui.

 

 

 

Fabricantes de filamento

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BQ – Fabricante espanhol. Apenas fabrica filamento PLA de 1,75 mm em bobinas de 1KG e 300 gramas.

BEEVERYCREATIVE – Fabricante português. Comercializa PLA, Nylon, PETG e TPU-Flex. Apenas disponibiliza filamentos com diâmetro de 1,75 mm.

EUMAKERS – Este fabricante italiano tem a maior variedade de materiais, cores e diâmetros, quando comparado com os 2 anteriores. A oferta de cores e materiais é enorme. Leia este artigo de opinião sobre a Eumakers.

 

 

 

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Build a Little 3D Printer

17 01 2017

Fonte: mill.pt

 

RepRap é a família de impressoras 3D que conseguem imprimir as peças plásticas de si próprias. São impressoras 3D completamente open source, desenvolvidas por uma comunidade muito activa. Durante o fim-de-semana do workshop, vais construir a tua impressora 3D a partir de um kit. Vais aprender de A a Z como funciona a impressora, como ajustá-la, como usá-la. A impressora que vais construir é a Blocks ZERO.

 

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  • Nós fornecemos todas as peças, tu trazes as tuas ferramentas (abaixo especificadas). Vamos guiar-te através do processo de construção, passo a passo.
  • Vamos fazer os ajustes e afinações mecânicas dos movimentos para uma precisão milimétrica, aspecto muito importante para uma boa impressão. Vamos ajustar as configurações no software para obter os melhores resultados na impressão .
  • Vais compreender o fluxo de trabalho de um modelo a ser impresso. Vamos introduzir-te na comunidade RepRap e mostrar-te onde encontrar mais informações.

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Visitar Londres em 2 dias (modo low cost)

3 01 2017

Londres é uma mega cidade com quase 10 milhões de habitantes. Com muitas surpresas e atrações espalhadas por esta metrópole, este é um destino de eleição, principalmente para quem gosta de agitação, cidades cosmopolitas e principalmente para quem gosta do contraste e diversidade de culturas e estilos.

Desde o Parlamento e Big Ben aos muitos museus e parques citadinos, Londres oferece uma infinidade de locais de interesse para todos os gostos. A agitação da cidade e ao mesmo tempo a sua organização são dignos de registo. A segurança é outro ponto positivo. Existe muita policia por toda a cidade e muito dificilmente um turista se sente ameaçado.

 

 

Logicamente que em 2 dias apenas vai conseguir ver uma pequeníssima parte de Londres. Se o orçamento não for um problema para si, nem o tempo disponível, fique pelo menos uma semana para desfrutar ao máximo e ver tudo com muita calma. Mesmo que planeie ficar um mês em Londres vai achar estranho pois não vai conseguir ver tudo o que a cidade tem para oferecer. Só em alguns museus pode facilmente passar um dia inteiro e mesmo assim dificilmente conseguirá ver tudo.

Tenha sempre em conta que por vezes ficar mais dias pode ser compensador no que respeita ao custo do bilhete e alojamento. Por exemplo, admitindo que o bilhete (ida e volta) para 2 dias seguidos custa 100 EUR, na eventualidade de aumentar um dia no voo de regresso (ficando 3 dias em Londres), poderá conseguir uma redução de preço em cerca de 50 EUR, poupança essa que se pode revelar compensadora por ser o equivalente a pagar por uma segunda noite de alojamento.

 

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O clima é normalmente frio, com alguma chuva. Talvez uma das melhores alturas para visitar Londres seja em Dezembro. Nessa época do ano existem imensas feiras de Natal espalhadas pela cidade. Talvez a maior feira seja no famoso Hyde Park. É simplesmente fantástica pois tem muitas atrações, principalmente para crianças. A entrada nesta feira é grátis e irá poder comprovar que é muito bem organizada.

 

Neste artigo vou referir algumas sugestões de como planear e organizar uma viagem a Londres com tempo e orçamento reduzido. Ao contrário de outras publicações sobre o mesmo tema, que facilmente encontra na Internet, esta é mais focada na logística e organização de uma curta viagem a Londres, e não tanto nas atrações da cidade. Este artigo baseia-se na experiencia de viajar para Londres a partir do aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto), nomeadamente na minha última viagem a Londres.

 

 

 

Moeda

Em Inglaterra a moeda é a Libra esterlina (em inglês pound sterling, símbolo £). Poderá converter Euros em Libras quer em Portugal, quer quando já estiver em território inglês. No aeroporto do Porto poderá converter Euros em Libras, na NovaCâmbios por exemplo.

Em muito do comércio existente em Londres, mesmo o comércio de rua, existe a possibilidade de pagar com cartões como Visa, MasterCard, etc. No entanto desaconselho porque poderá implicar custos por cada transação.

Ao entregar cerca de 200 EUR para converter em Libras, foram cobrados cerca de 0,20 EUR de imposto de selo e perto de 5 EUR de comissões. No final fiquei com cerca de 150 GBP (176 EUR).

Poderá utilizar o site www.xe.com para conhecer a cotação de cada moeda e converter EUR em GBP.

Custos de transação de moeda: comissões + imposto de selo

 

 

 

Estacionamento

Se optar por ir de carro até ao aeroporto do Porto, pode optar por um dos vários parques low cost, nomeadamente P9 da ANA, em que o valor, dependendo de alguns fatores, pode começar nos 3 EUR por dia. Neste parque a reserva terá que ser efetuada obrigatoriamente através da Internet. Após pagar e imprimir o voucher e na entrada do parque basta mostrar o QR Code que está no voucher, que a cancela abre e todo o processo é automático. À entrada poderá ser mostrada a indicação que o parque está cheio (mesmo que verifique que existem lugares por ocupar), no entanto conseguirá entrar na mesma porque esta indicação tem em conta as reservas anteriormente efetuadas. É impresso um ticket que tem que ser mostrado à saída. O P9 é ao ar livre e a pé demora entre 5 e 10 minutos até ao aeroporto.

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Parque na Parking ANA: 8 EUR (2 dias: 4 EUR por dia)

Pode efetuar a sua reserva em www.aeroportoporto.pt

 

 

 

Avião

Através de companhias low cost como a Ryanair, dependendo das datas, é possível viajar por um valor relativamente baixo. A Ryanair voa para o Aeroporto de Stansted que fica a cerca de uma hora e meia do centro de Londres. O facto de muitas das companhias, principalmente as low cost, voarem para aeroportos secundários, afastados do centro, traduz-se em bilhetes mais baratos. Ao reservar tenha sempre em conta que podem existir vários voos por dia para Londres e que logicamente deverá reservar o voo que parte mais cedo. A Ryanair voa para Londres a partir do Porto, 2 vezes por dia, sendo o primeiro de madrugada. Se voar para Londres por volta das 18:00 só chegará ao centro de Londres muito perto da meia-noite e a essa hora certamente não vai “passear”. Este aviso também se aplica no voo de regresso ao Porto. Opte pelo voo mais tardio, que parte de Londres perto das 21:00.

Exemplo de reserva de voo

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Bilhete de avião na Ryanair: 65 EUR (ida e volta)

 

 

 

Transfer (do aeroporto para o centro da cidade e do centro da cidade para o aeroporto):

Após aterrar em Londres, será necessário passar por um controlo de segurança adicional. Embora seja um processo rápido (implica apenas mostrar documentação), a fila poderá ser enorme e poderá ter que aguardar algum tempo até sair do aeroporto.

Pode optar por viajar de comboio ou de autocarro. De autocarro o valor situa-se por norma nos 12 EUR (10 GBP), dependendo da empresa, do método de reserva (online tem por norma um valor inferior) do horário do trajeto e de comprar (ou não) ida e volta ao mesmo tempo. A viagem dura aproximadamente uma hora e meia. Uma dessas empresas é a Stansted Citylink que viaja do aeroporto de Stansted para Kings Cross/St Pancras. Existem autocarros a partir com bastante frequência ao longo do dia (durante grande parte do dia de meia em meia hora).

Transfer na Stansted Citylink: 21 EUR (18 GBP) bilhete de ida e volta adquirido no local.

 

 

 

Alojamento

Os valores do alojamento dependem sempre de uma série de fatores, como a localização, a tipologia do hotel, a época, etc. É possível reservar um quarto muito perto do centro de Londres por um valor baixo (tendo em conta os valores médios praticados). Na Booking existem centenas de alojamentos disponíveis. Aplique vários filtros até encontrar o que pretende.

Não caia na tentação de reservar alojamento mais afastado do centro da cidade só porque tem um valor mais baixo. O custo assim como o tempo necessários para chegar ao centro de Londres podem não justificar esta opção. Embora no mapa possa parecer que a distancia para o centro é pequena, uma vez no terreno poderá comprovar que não é assim tão próximo.

Uma dessas opções é o SO Kings Cross, localizado muito perto da estação de Kings Cross-St Pancras. Por um valor muito baixo (tendo em conta a realidade de Londres), foi possível reservar um quarto double com casa de banho privativa, TV e outras comodidades. Se estiver a viajar sozinho ou com amigos poderá optar por um alojamento partilhado, ou com menos comodidades e o valor poderá ser muito mais baixo.

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Alojamento no SO Kings Cross: 56 EUR por 1 noite (reserva efetuada e paga no mesmo momento). Quarto com TV, casa de banho privada, WiFi gratuito, recepção 24/7, entre outras comodidades. O valor que paguei não incluía pequeno almoço.

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Passatempo-Ganhe uma Lapa

21 12 2016

Cansado de perder tempo à procura da chave do carro, do comando da televisão, da carteira?

 

Criado pela startup Portuguesa Lapa Studio, a Lapa é um tracker que pode ser colocado em objetos, pessoas ou animais. Através da aplicação (disponível para Android e iOS), é possível comunicar com a Lapa para, por exemplo, encontrar objetos perdidos, ser alertado quando nos afastamos de determinado objeto ou ainda consultar num mapa a última localização onde determinada Lapa foi “vista”.

 

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Desafiar as leis do mercado da impressão 3D com a Blocks Zero

5 12 2016

Fonte: futurebehind.com

Fomos ao mercado de São Domingos de Benfica, em Lisboa, mas não foi para comprar fruta. Fomos à procura de uma mini-impressora 3D, mais concretamente da Blocks Zero. Estamos de olho nela desde a Maker Faire. Num dos espaços contíguos ao mercado está sediada a Blocks, uma empresa portuguesa que produz impressoras 3D.

Agora são seis os elementos da Blocks e estão num espaço próprio que lhes permite produzir, embalar e expedir as impressoras 3D, assim como realizar projetos de desenvolvimento e prototipagem para outras empresas. Mas nem sempre foi assim.

 

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Há menos de dois anos eram apenas três os elementos: Duarte Vasconcelos, Alexandre Guerreiro e Tiago Rocha, os fundadores. Em janeiro de 2015 tão pouco tinham uma sede, trabalhavam a partir da casa de Alexandre. Dinheiro? Também não abonava muito, foi preciso meter mãos à obra para ganhar alguma tração.

“A única hipótese que tínhamos para entrar no mercado era termos um produto estupidamente bom, estupidamente acessível. Lançámos a pré-venda da Blocks One que dentro dos meios que nós tínhamos e pessoas que conhecíamos, conseguimos vender logo três, o que nos financiou para fazer mais três. Depois ao vender aquelas três conseguimos vender mais dez. E ao vender dez comprámos material para mais 20. Este mês [novembro de 2016] vendemos nove impressoras. Só este mês”.

A explicação é de Duarte Vasconcelos, o atual diretor executivo da Blocks. Foi também por causa de uma situação vivida por Duarte que o projeto acabou por arrancar.

“Isto tudo começou porque comprei uma impressora para um outro projeto e estava completamente descontente. Dei-me muito bem com o Alexandre, ajudou-me imenso a tentar pôr a impressora a funcionar, que era uma Prusa, a mais simples de todas, mas estava a dar em maluco com aquilo, literalmente. Depois em conversa ele disse-me ‘Olha, tenho uma ideia para fazer uma impressora, tenho alguns protótipos com mais um amigo meu”.

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Passatempo LIDEL-Ganhe o livro Cálculo e Processamento Salarial (4.ª Edição Atualizada)

10 11 2016

Fonte: www.lidel.pt

 

A atualização de conhecimentos na legislação fiscal e laboral obriga os técnicos da área administrativa e processual a atualizar continuamente as suas competências. Desde a última edição desta obra, importantes alterações ao enquadramento legal ocorreram, com implicações no cálculo e processamento salarial. Neste sentido, esta obra procura dar a conhecer os requisitos e critérios de fundamentação das principais práticas na área da compensação e os benefícios em vigor com as alterações introduzidas na parentalidade inicial, nos FCT/FGCT, nos critérios da extinção de posto de trabalho, nas regras e critérios das pensões e em resultado da entrada em vigor do OE 2016.

Nesta 4.ª edição atualizada é dada especial atenção à relação das empresas com a Segurança Social e às principais propostas no âmbito da proteção social (reformas nos sectores público e privado). Após a entrada em vigor destes e de outros diplomas, tivemos o cuidado de elaborar novos casos práticos, através dos quais seja possível conhecer as reais implicações destas mudanças na gestão da política salarial das empresas.

 

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Por outro lado, esta obra vem dar resposta a modificações estruturais, como a crescente mobilidade funcional e geográfica dos trabalhadores, com introdução de novas formas de subsidiação à contratação de trabalhadores fora da sua área geográfica de residência, bem como de novas formas de regulamentação do trabalho no regime de adaptabilidade, horários concentrados e utilização do banco de horas em substituição do pagamento do trabalho extraordinário, e os incentivos à formação dos ativos – cheque formação.

Pelos conteúdos que aborda, esta obra é dirigida a um público bastante vasto, no qual se incluem diretores, responsáveis e técnicos de recursos humanos, técnicos de gestão de pessoal, administrativos, assim como todos os interessados em aprofundar conhecimentos nas práticas administrativas e processuais de trabalho.

 

 

Apresentação:

Página do Livro: www.lidel.pt

Autor: Paulo Reis

Edição: 2016

ISBN: 978-989-752-202-4

Editora: LIDEL

Preço Fixo:Sim

Coleção: Manual Prático

Páginas: 352

Formato: 17×24 cm

Idioma: Português

 

 

Público-Alvo:

  • Diretores, Responsáveis e Técnicos de Recursos Humanos;
  • Técnicos de Gestão de Pessoal;
  • Administrativos;
  • Grande público.

 

 

Autores:

Paulo Reis
Licenciado em Ciências Sociais e pós-graduado em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pela Universidade Católica.
Foi Chefe de Departamento de Pessoal em várias empresas. Foi também Chefe de Departamento de Recursos Humanos no Grupo Sonae, nas empresas INTEGRUM e NOVIS. Atualmente, é formador e consultor de várias empresas nas áreas de Gestão Administrativa de Pessoal, Gestão de Tempo, Processamento Salarial e Segurança Social, Gestão de Carreiras, Direito Laboral, entre outras. Gerente da empresa Paulo J. S. Reis – Consultoria e Formação, Lda.

 

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Passatempo-Ganhe um kit de merchandising da PRIMAVERA BSS

4 11 2016

 

Por cortesia da PRIMAVERA BSS, o blog tem 9 kits de merchandising para oferecer a 9 visitantes.

 

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Constituição do kit:

  • 1 Tapete rato.
  • 1 Pen USB 8GB.
  • 1 Caneta.
  • 1 Fita.
  • 1 Caderno.

 

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Sorteio-Ganhe uma licença do Boonzi

23 10 2016

No próximo dia 31 de Outubro celebra-se o Dia Mundial da Poupança. Em parceria com a Futurespiral, empresa portuguesa que desenvolve o Boonzi, o blog tem para oferecer, após sorteio, uma licença de utilização da aplicação aos seus leitores.

 

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Lapa 2 – Review

22 01 2016

Artigo relacionado: Lapa 2

 

No final deste artigo existe um passatempo para oferta de uma Lapa 2.

 

Desenvolvida pela startup portuense, Lapa Studio, a Lapa é um pequeno e discreto dispositivo Bluetooth, muito útil, que nos permite evitar perder os nossos objetos, como  a carteira, a chave de casa, o guarda-chuva, o comando da televisão, etc. A segunda versão da Lapa, recentemente lançada, traz uma série de melhorias e uma funcionalidade interessante, que é a possibilidade de encontrar o smartphone, pressionando um botão existente na Lapa.

 

Existem no mercado vários Bluetooth trackers, no entanto a Lapa destaca-se por várias razões. Primeiro porque é desenhada e desenvolvida em Portugal, e em segundo lugar pelas suas funcionalidades, nomeadamente a possibilidade de trocar a pilha e o facto de possuir um led que ajuda a encontrar a Lapa em ambientes com pouca iluminação.

 

O custo de cada Lapa 2 é aproximadamente 26 Euros (já inclui portes de envio). Ao comprar um pack de 3 ou 9 Lapas, o valor unitário é inferior. Existem 3 cores disponíveis: branco, preto e azul.

 

 

A caixa é pequena e pode conter até 3 Lapas 2. Vem acompanhada de um manual em papel, assim como com um adesivo, de alta qualidade e resistência, que permite colar a Lapa 2 a um objeto.

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A nova versão da Lapa (a que está colada à carteira) é sensivelmente maior que a anterior (chaves), e mais robusta. É à prova de água até 3 metros, e segundo as especificações do produto, o sinal sonoro é mais audível quando comparado com a Lapa 1 (algo que não é totalmente perceptível após a comparação).

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O raio de ação (60 metros em campo aberto) é superior à versão 1, e aqui sim, são notórias as diferenças entre as 2 versões.

 

 

A grande novidade da Lapa 2 é um botão “invisível” que fica no centro do dispositivo (sensivelmente em baixo do “p”), que, quando pressionado, despoleta um alerta sonoro no smartphone, para o encontrar, mesmo que o equipamento esteja “em silencio”.

Comparativo entre a Lapa 1 e Lapa 2

 

A aplicação está disponível, gratuitamente, para os sistemas operativos Android e iOS. Não existe versão para Windows Phone.

 

Podem ser associadas à aplicação várias Lapas (não existe um limite), de várias versões. Cada Lapa pode ter um nome e uma imagem, para melhor identificar a mesma. Existe um ícone que pode ser mostrado (apenas na Lapa 2), que informa o utilizador se a bateria estiver a um nível mínimo (a bateria dura cerca de 1 ano), sendo que nesse caso deve ser trocada (é utilizada uma comum pilha CR1632 que facilmente é encontrada em supermercados, ourivesarias, etc.).

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