Sorteio-Ganhe uma licença do Boonzi

23 10 2016

No próximo dia 31 de Outubro celebra-se o Dia Mundial da Poupança. Em parceria com a Futurespiral, empresa portuguesa que desenvolve o Boonzi, o blog tem para oferecer, após sorteio, uma licença de utilização da aplicação aos seus leitores.

 

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Boonzi 40

10 01 2015

Foi disponibilizada na semana passada a versão 40 do  Boonzi. Esta versão à muito aguardada pelos utilizadores, permite orçamentar e prever o futuro financeiro (MegaBudgets).

Todas as novidades aqui.

Para comprar o Boonzi com 10 EUR de desconto, carregue aqui.

 

Boonzi 40

 

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Boonzi no iPhone

23 02 2014

 

Está finalmente disponível na App Store da Apple, em vários países (em 22-02-2014 ainda não se encontrava na loja de Portugal) o Boonzi para iPhone. Pode agora registar as suas despesas e receitas no momento exato em que os movimentos ocorrem e sincronizar todos os dados com o Boonzi Desktop (Windows ou Mac OS X).

O Boonzi para iPhone funciona apenas em conjunto com o Boonzi Desktop e Boonzi Cloud. Não necessita de uma ligação constante à Internet, o que significa que poderá registar todas as transações e sincronizar mais tarde com a Boonzi Cloud assim que estiver conectado à rede.

A aplicação é gratuita, no entanto é necessária uma chave de ativação (a mesma chave utilizada para a ativação do Boonzi Desktop).

 

 

Algumas imagens do Boonzi para iPhone:

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Boonzi chegou à Cloud

7 01 2014

Excelentes noticias para os utilizadores da aplicação de gestão de finanças pessoais, made in Portugal, Boonzi. O inicio deste novo ano trouxe a integração do Boonzi com a Cloud, e isto significa que os dados da aplicação passam a estar disponíveis de forma centralizada para que todos os dispositivos do mesmo utilizador acedam à mesma informação. Este é um passo fundamental para as tão aguardadas apps móveis que vão permitir levar o Boonzi no nosso smartphone e inserir “em tempo real” todas as nossas despesas do dia a dia, por mais pequenas que sejam, sem que seja necessário ter que anotar algures para inserir mais tarde na aplicação.

 

Até agora o Boonzi tem utilizado como argumento principal, a possibilidade de importar dados para a aplicação, directamente através de um extracto bancário, no entanto, para muitos utilizadores, esta funcionalidade acaba por não ter assim tanta importância, porque a maioria, ou a quase totalidade das transcações, são efectuadas em dinheiro e logicamente não são registadas no extracto bancário. A Cloud, e por conseguinte as aplicações mobile vêm complementar todas as funcionalidades já existentes no Boonzi, fazendo dele um produto muito mais completo, útil e obrigatório.

 

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Passatempo Boonzi: Oferta de 1 licença no valor de 39.9 €

9 09 2013

 

O Boonzi é um projecto que tenho acompanhado, e que já mereceu destaque neste blogue por mais do que uma vez, nos artigos:

 

Nova versão do Boonzi (1.6) já disponível

Boonzi-Controle as suas finanças pessoais

 

Hoje, a equipa de desenvolvimento publicou no blog do Boonzi os planos para a inclusão de novas funcionalidades nas próximas actualizações ao produto, tal como “Forecast”, que permitirá ao utilizador ter uma previsão financeira a longo prazo, “Mega-Budgets” que possibilitará definir orçamentos com maior rigor e com um espaço temporal mais definido e “Cloud Sync” para poder sincronizar os dados entre diferentes dispositivos do mesmo utilizador, que será um primeiro passo para o desenvolvimento das apps mobile, tão desejadas. Mais detalhes sobre o road-map podem ser encontrados aqui.

 

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Nova versão do Boonzi (1.6) já disponível

31 07 2013

O Boonzi, já referenciado neste artigo, acaba de ser actualizado para a versão 1.6, com importantes melhorias.

 

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Fonte: Boonzi

É com prazer que anunciamos que já está disponível a versão 1.6 do Boonzi. Esta versão traz algumas melhorias muito solicitadas na importação e uma nova funcionalidade que permite anexar facturas e outros documentos às transacções utilizando a Webcam.

Novidades na importação

Melhoramos o último passo da importação, que agora permite:

  • Indicar que uma transacção é uma transferência entre contas
  • Apagar uma transacção da lista a importar

Para utilizar as operações acima, basta clicar sobre a pequena seta que agora aparece à esquerda quando se passa o rato em cima de uma transacção e escolher a opção pretendida (veja abaixo).

 

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Ao escolher a opção “Marcar como transferência“, aparecerá a janela abaixo que lhe permite indicar as contas de origem e de destino da transferência. Torna-se assim muito mais simples definir as transferências durante a importação.

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Utilizar a Webcam para anexar documentos

Muitas pessoas utilizam o Boonzi como o seu dossier fiscal, anexando a cada transacção a factura correspondente. Para facilitar este processo, o Boonzi tem agora uma nova funcionalidade que permite utilizar a Webcam para tirar uma foto à factura. Basta escolher a transacção que se pretende editar, e na zona de “Ficheiros” clicar sobre o novo botão “Tirar foto”.
Será exibida a janela abaixo, que lhe permitirá usar a Webcam para tirar uma foto à factura.

 

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Bastará aproximar a factura da Webcam e carregar na tecla “Space”. Aparecerá um contador que tira a foto no espaço de 3 segundos. Poderá diminuir o tempo de disparo clicando no ícone em baixo à direita.
Para que as facturas fiquem legíveis, certifique-se que possui uma Webcam de alta-definição e boa iluminação.

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Boonzi-Controle as suas finanças pessoais

9 02 2013

imageQuanto dinheiro gasta mensalmente em café, em transportes, em almoços fora de casa, ou em combustível? Certamente nos tempos que correm já fez essa pergunta e não obteve uma resposta concreta.

 

O Boonzi, recentemente lançado pela empresa portuguesa Webfuel  pode ajudar na tarefa de controlar e monitorizar as despesas e programar o orçamento, mantendo a todo o momento uma visão integrada de todas as contas sejam elas de qualquer tipo como depósitos à ordem e a prazo, crédito e dinheiro.

 

Ao bom estilo das aplicações Microsoft Money (já descontinuado), e Quicken, o Boonzi tem a vantagem de ter “apenas” as funcionalidades essenciais e isso faz com que o processo de aprendizagem seja muito curto pois a aplicação tem assistentes que tornam intuitiva a sua utilização. O recurso a gráficos para apresentar a informação é uma constante tornado a utilização do Boonzi uma tarefa agradável.

 

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Se alguma vez experimentou o Money ou o Quicken, ou outra aplicações de finanças pessoais, certamente passou por duas fazes. A primeira, de alguma frustração por achar que necessitava de algo menos avançado e menos complexo, e a segunda de, passados alguns dias/semanas/meses desistir de introduzir despesas e receitas por ser uma tarefa ingrata e trabalhosa, quando comparado com o beneficio de olhar para um amontoado de números e não conseguir em poucos segundos perceber para onde foi o dinheiro gasto e se está a cumprir com os objectivos estipulados.

 

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Valida frequentemente os movimentos na sua conta bancária? Devia…

6 10 2018

Recentemente, numa compra num hipermercado, apesar do valor a pagar ser de cerca de 3 Euros, efetuei o pagamento através de cartão de débito porque não tinha numerário suficiente. Algumas horas mais tarde reparei que o valor que paguei tinha sido retirado da minha conta duas vezes, em dois movimentos diferentes. Contactei o meu Banco através da linha de apoio, onde me informaram que teria que tratar este assunto diretamente com o comerciante em causa.

 

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Aparentemente a origem do problema estaria na empresa que efetuou o débito ou na entidade que processa o pagamento e não “do lado” do Banco. No dia seguinte reparei que foi feito um movimento inverso do valor que foi cobrado indevidamente, ou seja, foi-me creditado o valor de 3,09 Euros. Sem eu ter que tratar do assunto com o hipermercado, o problema foi resolvido porque certamente existirá algum automatismo que deteta estas situações e regulariza-as automaticamente. Mas, se também este automatismo falhar? Nenhum sistema, por mais avançado e testado que seja, é imune a falhas.

 

Muito provavelmente o que aconteceu com o valor de 3,09 EUR poderia muito bem ter acontecido num pagamento de valor superior.

 

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Banco CTT

18 10 2017

Existem a operar no mercado português uma série de entidades bancárias para todos os gostos e feitios. Uns são mais direcionados e focados no retalho (clientes particulares), outros no segmento empresarial e outros em investimento. O Banco CTT que terá sido o último, ou um dos últimos a entrar em cena, promete ser um banco simples, descomplicado, e com custos muito reduzidos para os seus clientes.

 

“Os cinco maiores bancos nacionais cobram aos clientes, em média, 5,28 euros por mês, despesa que pode ser reduzida mediante o cumprimento de algumas condições, como a domiciliação do salário ou elevado património financeiro, o que varia de banco para banco. ”

in www.sabado.pt

 

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Todos sabemos que os Bancos são empresas e que têm como objetivo o lucro. Também sabemos que este tipo de organizações têm custos operacionais gigantescos maioritariamente originados pelos custos de manutenção das agências e custos com remuneração de colaboradores. Para manter estas máquinas complexas em laboração os Bancos necessitam de receitas, receitas essas que certamente têm como origem, em parte,  nas comissões bancárias, taxas, despesas “disto e daquilo”, seguros, cartões e 1001 outros serviços :) Muitos clientes dos mais diversos Bancos não pagam por serviços bancários porque normalmente têm X produtos ou serviços associados, ou seja, grosso modo “não pagam o serviço X mas pagam o serviço Y”. O exemplo típico é a isenção de pagamento de anuidade de um determinado cartão de crédito/débito se forem efetuadas compras/pagamentos de um determinado montante. Mesmo na tipologia “conta ordenado”, em que o Banco isentava ou diminuía certos custos pelo facto de manter o cliente fidelizado (por este depositar todos os meses o seu salário) e por esta via obter maior liquidez nos seus cofres, começam a ser agora aplicados ou aumentados os custos associados a estas contas.

 

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Grande parte dos custos que são imputados pelos Bancos aos seus clientes passam muitas das vezes despercebidos, principalmente porque são quantias relativamente pequenas, às vezes de cêntimos e outras de maiores montantes, relacionadas com anuidades de cartões de débito e/ou crédito, despesas de manutenção da conta, etc. Apenas clientes mais atentos que verificam extratos periodicamente, que ativam alertas por SMS e/ou email sempre que é efetuado um débito/crédito ou utilizam aplicações de gestão de finanças pessoais como o Boonzi (já referido várias vezes neste blog) conseguem detetar e contabilizar estes custos. Por razões óbvias os Bancos não evidenciam essa informação claramente junto dos clientes, para que estes não se “assustem” com os montantes pagos durante meses/anos/décadas, façam 1001 questões e ponderem mudar para outros Bancos. Basicamente é uma máquina de faturar que atua de forma silenciosa e muito discreta :)

 

Atenção também ao facto de os Bancos e outras entidades financeiras estarem a utilizar uma técnica que permite que estas empresas atribuam outras designações operações que estamos habituados a conhecer por determinados nomes. Um exemplo é um Banco atrair a atenção de um potencial cliente e informar que não cobra comissões de manutenção. “Ótimo!” – pensa o cliente. Isto até que finalmente percebe que não cobra aquela comissão, mas cobra outra com um nome mais bonito: “comissões de gestão”.

 

 

A Banca Tradicional Está a Subir As Comissões

Numa primeira análise (e rápida) é fácil perceber que a banca tradicional está constantemente a aumentar as comissões praticadas. Desde a última comparação, assistimos a um aumento das comissões de manutenção (que alguns bancos habilidosamente chamam de comissões de gestão) e ao aumento das comissões dos cartões de débito (que todos temos de utilizar).

in www.reorganiza.pt

 

A questão é que os Bancos não nos estão a “roubar nada”…estão simplesmente a cumprir os tarifários em vigor e as condições que contratualizaram com os clientes (exceção feita para erros e débitos indevidos, acontecimentos raros pela minha experiencia). Nada mais simples. Os seus tarifários estão, por imposição do regulador do sector (Banco de Portugal), afixados nos balcões e disponíveis na Internet. Nunca esquecer que por norma as pessoas não leem o que assinam, nomeadamente condições contratuais e muito menos as “letrinhas pequeninas”, e têm como resultado surpresas normalmente desagradáveis.

 

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O Banco CTT

O Banco CTT surgiu “recentemente” no mercado com condições muito boas face aos restantes Bancos tradicionais e também Bancos que atuam maioritariamente online ao não cobrarem comissões de manutenção de contas nem anuidades dos cartões de débito e crédito. Também as transferências nacionais  online não têm custos. Em outros Bancos, como por exemplo a Caixa Geral de Depósitos e o Santander Totta  (outros mais farão igual ou semelhante) cobram uma série de serviços e comissões por tudo e por nada. Para o cliente não pagar, ou pagar valores inferiores, tem que subscrever outros serviços, efetuar outras operações, ter o seguro Y, ter um património de X valor, etc. Complicado e burocrático na maior parte das vezes para grande parte dos clientes. Claro está que estou a falar na generalidade dos casos já que o que os Bancos cobram aos clientes depende, como disse anteriormente, de vários factores nomeadamente dos produtos que os clientes têm, das condições contratuais assumidas, da própria legislação em vigor (exemplo do Imposto de Selo que o banco cobra em determinadas operações mas que posteriormente terá que entregar ao Estado), etc.

 

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O Simplex definitivamente ainda não passou pela Banca tradicional nem por muitos dos produtos que comercializam! Após abrir conta no Banco CTT desloquei-me novamente ao balcão do Santander Totta (já o tinha feito à alguns meses atrás), onde está sediada a minha conta, para tentar novamente perceber se existiria forma de reduzir os custos anuais que tenho com a anuidade de 2 cartões (quase 40 EUR) assim como para me isentarem do custo das transferências interbancárias (cerca de 1,30 EUR por cada transferência para outro banco) . Resposta negativa. A colaboradora que me atendeu remeteu novamente para o produto Mundo 123. Pelo que percebi a ideia é encaminhar os clientes (novos e atuais) para este novo Mundo :) Na prática (segundo o Banco) este produto tem como objetivo o cliente poupar no dia-a-dia e tem vários benefícios. Quanto custam todas estas maravilhas? Pois bem, uma mensalidade que pode chegar aos 5,75 EUR em determinadas circunstâncias. As poupanças (reembolsos) estão dependentes de compras com o cartão, utilização da Via Verde, Combustíveis Repsol, IMI, eletricidade, água, gás e comunicações com X regras e limites. O simulador está disponível aqui. Basta aceder e verificar que para quem pretende algo simples, não é de todo a melhor opção. Quase que é necessário contratar um Contabilista para gerir e garantir que no Mundo 123 tudo está a decorrer como é suposto, tais são condições, cálculos e regras impostas por este produto.

 

É o que se costuma dizer em bom português “dar com uma mão e tirar com a outra”. Afinal de contas a grande maioria das pessoas, principalmente aquelas mais jovens, com pouco património e que não são investidores nem têm crédito à habitação apenas pretendem ter uma conta à ordem e um cartão de débito. Nada mais! Porquê optar por produtos mais complexos, mais burocráticos e com custos superiores? Na prática, e com o argumento real de que todos os Bancos começam cada vez mais a cobrar uma “espécie” de mensalidade, o Banco propõe-se a, em troco dessa mensalidade, dar alguns benefícios para de certa forma justificar este pagamento mensal. Exemplo pático sem qualquer rigor: o cliente paga 5 EUROS para usar X serviços, e em troco o banco isenta esses serviços de um custo e ainda reembolsa 1 EURO se o cliente cumprir N condições que o banco define. É um negócio muito bem calculado em que, em qualquer circunstância o Banco fica sempre a ganhar :)

 

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Certo é que já existem vários Bancos a operar quase em exclusivo no canal online, como o Banco Best, Banco Big, entre outros, que já isentam os clientes de encargos relacionados com manutenção das contas, mas continuam normalmente a cobrar por cartões (exceção feita para o ActivoBank que é, pela minha análise, o que mais de aproxima do Banco CTT).

 

Como o Banco CTT consegue ter estas condições que está a oferecer? Primeiramente porque é um banco novo e certamente quer ganhar quota de mercado para se começar a afirmar. Depois porque certamente tem uma estrutura de custos mais baixa quando comparada com os Bancos concorrentes. Afinal de contas não teve que abrir balcões novos (com todos os custos associados que isso implica) e porque os colaboradores deste Banco, maioritariamente são colaboradores que já se encontravam nos CTT em outras funções como atendimento no balcão (basta ver que sempre que os Bancos querem reduzir custos para além de outras operações começam sempre por fechar balcões e dispensar colaboradores).

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Convite para evento: Aprenda a preparar o seu orçamento familiar para o dia de amanhã

13 01 2015

Fonte: www.boonzi.pt

 

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É com muito gosto que o convidamos a estar presente no evento “Como Preparar o Futuro Financeiro dos Portugueses – Aprenda a preparar o seu orçamento familiar para o dia de amanhã”.

No dia 21 de Janeiro vai ocorrer o evento “Como Preparar o Futuro Financeiro dos Portugueses” em Lisboa, organização a cargo do Boonzi, com a presença do Contas Connosco/Cofidis, Caritas/Novo Banco e do Doutor Finanças.

 

Este evento surge para contrariar a notável falta de optimismo em Portugal relativamente ao futuro financeiro. Segundo o índice de Segurança Financeira da Genworth*, Portugal ocupa o 2º lugar mais baixo da Europa, onde apenas 1 em 10 pessoas acredita numa melhoria da sua situação financeira nos próximos 12 meses.

 

Objectivando ajudar a preparar o orçamento familiar para o dia de amanhã, serão apresentadas estratégias, serviços e ferramentas para ajudar os portugueses a sair de situações de endividamento, a melhorar as suas poupanças e a construir um orçamento familiar que assegure um futuro equilibrado.

 

Neste evento serão apresentados os seguintes temas:

  • “Como planear o futuro financeiro”
    Bárbara Barroso (convidada pelo Contas Connosco)
  • “Como construir o futuro financeiro com o Boonzi”
    João Saleiro (Boonzi)
  • “Como acabar com as dividas”
    Rui Bairrada (Doutor Finanças)
  • “Como gerir o orçamento com pouco dinheiro”
    Pedro Torres (Novo Banco)

 

Para ajudar quem mais precisa, serão oferecidas 40 licenças do Boonzi à Cáritas para distribuir por famílias que necessitem de um controlo rigoroso do orçamento familiar. Esta oferta contará com a presença dos comediantes António Raminhos, Pedro Fernandes e Luís Filipe Borges.

 

Este evento é gratuito e está aberto ao público geral. Serão ainda sorteadas 5 licenças do Boonzi para oferecer aos presentes.

 

Gostaríamos de contar com a sua presença e divulgação deste evento que terá lugar no dia 21 de Janeiro, às 16h no Auditório da Lispolis, em Telheiras.
Confirme, por favor, a sua presença até dia 20 de Janeiro em http://futuro-financeiro.eventbrite.pt

 

CONFIRMAR PRESENÇA





Ferramenta gratuita de gestão de Orçamento Familiar no Excel

20 08 2014

 

Fonte: www.boonzi.pt

 

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Neste artigo disponibilizamos uma ferramenta gratuita que lhe vai permitir gerir o seu orçamento familiar no Excel.

 

Decidimos construir e disponibilizar gratuitamente esta folha em Excel de gestão do orçamento mensal para ajudar todas as pessoas que querem gerir o seu orçamento mas não têm possibilidades para adquirir o Boonzi. É também uma boa forma de divulgarmos o nosso trabalho – se gostou da iniciativa, dê-nos uma ajudinha partilhando este artigo no Facebook.

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