“Preços Impossíveis” nas aplicações de faturação

3 09 2016

 

Em determinadas circunstâncias, nas aplicações de faturação e ERPs, o valor total dos documentos de venda pode divergir, em cêntimos, do valor espectável. Esta situação pode ocorrer como resultado de um conjunto de configurações existentes, nomeadamente quando o documento e/ou a série estão configurados para não incluir o IVA.

 

Por norma, em determinados sectores de atividade onde são utilizadas aplicações  de faturação orientadas para ponto de venda (POS), são utilizados preços com IVA incluído como preço de referencia, já que maioritariamente os clientes são “consumidores finais” e é o preço com IVA que é relevante, não existindo para este tipo de clientes grande interesse em conhecer o preço sem IVA. Desta forma, independentemente da taxa de IVA associada ao artigo, o seu PVP é sempre o mesmo. No entanto, em outras áreas de negócio, principalmente quando são utilizadas aplicações de back-office, é muito comum utilizarem-se preços sem IVA incluído. A utilização de um método ou de outro não altera de forma nenhuma o preço dos artigos (na sua ficha), no entanto pode fazer com que o total do documento possa divergir como resultado dos cálculos efetuados pelas aplicações e das configurações existentes.

 

 

Exemplos:

Artigo A

  • PVP = 25,00
  • IVA = 23%
  • Base = 25/1,23 = round(20,325, 2) <=> 20,33
  • PVP = 20,33*1,23 = round(25,005, 2) <=> 25,01

 

Artigo B

  • PVP = 0,88
  • IVA =  23%
  • Base = 0,88/1,23 = round(0,715, 2) <=> 0,72
  • PVP = 0,72*1,23 = round(0,885, 2) <=> 0,89

 

Artigo C

  • PVP = 1,52
  • IVA =  23%
  • Base = 1,52/1,23 = round(1,235, 2) <=> 1,24
  • PVP = 1,24*1,23 = round(1,525, 2) <=> 1,53

 

 

Nos 3 exemplos existe 1 cêntimo de diferença quando se calcula o valor base e multiplica novamente pela taxa de IVA. Por norma esta situação não constitui um erro nem uma anomalia, uma vez que se prende com o método de cálculo do IVA utilizado (Ofício-Circulado 53314, de 09/06/1988 – Direcção de Serviços do IVA). No mesmo sistema, se existir essa funcionalidade, podem existir documentos/séries configurados de uma forma (IVA incluído), por exemplo para utilização num sistema de POS, e outros configurados de outra forma (IVA excluído), para faturação em back-office.

 

 

 

Exemplos práticos (Documento/Série sem IVA incluído):

Primavera Pssst ao facturar um artigo em que o PVP foi definido como 25 Euros, utilizando um documento configurado com a opção “Considerar IVA não incluído” ativada.

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ERP Wintouch, no editor de Vendas do Comercial.

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Ordem dos Contabilistas perde para fabricantes de software

2 08 2016

Fonte: www.computerworld.com.pt

Um tribunal de Lisboa obriga a organização a revelar o processo de decisão de fornecimento do software TOConline e AFE. O caso está a ser acompanhado por comissão parlamentar.

 

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O Tribunal Administrativo de Lisboa obrigou a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) a conceder as informações a um grupo de 28 fabricantes de software de gestão, sobre o processo de decisão de fornecer aos membros da organização profissional o software TOConline e AFE. Estes foram desenvolvidos pela OCC, mas os fabricante alegam que ela está legalmente impedida de comercializar produtos.

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Finanças bloqueiam software de faturação do Grupo PIE por fuga ao fisco

1 08 2016

Fonte: http://tek.sapo.pt

 

A Autoridade Tributária comunicou que revogou a licença dos programas de faturação “CR Mais” e “WinPlus”, depois de ter identificado um mecanismo que permitia eliminar as faturas já emitidas.

 

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ebook Primavera – Guia Prático IVA da Restauração

1 07 2016

 

Fonte: PrimaveraBSS

 

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IVA da Restauração-Alteração em 01/07/2016

22 06 2016

Este artigo tem como objetivo reunir informação diversa relativamente à alteração do IVA da Restauração, que vai entrar em vigor em 01/07/2016.

 

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Última edição do artigo: 04/07/2016

 

 

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Fonte: Gestão de Restaurantes

Infografia – O que precisa saber sobre o novo IVA da Restauração

Tags Infografia, Inovação, IVA Restauração, Negócio, Restaurante, Software Faturação, Taxa de IVA21 Junho, 2016   

O Orçamento do Estado para 2016 introduziu uma redução da taxa de IVA na restauração de 23% para 13%, com entrada em vigor a 1 de julho de 2016. O seu restaurante já está preparado para cumprir com a nova legislação e tirar o máximo partido desta alteração?
Nesta infografia, veja tudo o que precisa saber para responder às alterações do IVA da Restauração!

 

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Para além de saber o que muda, é muito importante garantir que o seu software de faturação também está pronto para refletir estas alterações. Sabia que há soluções que garantem o acompanhamento automático das alterações legais e fiscais?

 

 

 

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Restauração às voltas com aplicação do IVA

16 06 2016

Fonte: Correio da Manhã

 

(clique na imagem para a abrir em tamanho maior)

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Orçamento de Estado para 2016 (OE2016)–Alterações no IVA

10 05 2016

 

Fonte: www.oje.pt

Limitação das bebidas na taxa de IVA da restauração: 13 ou 23%?

Limitação das bebidas na taxa de 13% aplicável à restauração não se aplica ao take away e às entregas ao domicílio.

A proposta do Orçamento do Estado para 2016 reintroduz a aplicação da taxa de 13% aos serviços de alimentação e bebidas. Contudo, por constrangimentos orçamentais, o Governo acabou por ter que limitar a sua proposta, mantendo a aplicação da taxa normal às bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias, quando servidas em restaurantes ou estabelecimentos similares.

Simultaneamente, propõe o Governo fazer regressar à taxa de 13% o usualmente denominado “take away” e as entregas de refeições ao domicílio.

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Sucede que nestes últimos casos não se exceciona a aplicação da taxa às bebidas, pelo que, sendo a proposta aprovada nestes termos, se um consumidor consumir uma pizza e um refrigerante num restaurante terá que suportar IVA a 13% na pizza e a 23% no refrigerante, mas, se os levar para casa, suportará 13% de IVA sobre o conjunto.

Admitimos que se trate de um lapso, ainda a tempo de ser corrigido. Ainda assim, ilustra bem a complexidade que se irá introduzir na aplicação desta solução à área da restauração, com inúmeras situações que, por certo, escapam neste momento à conceção do legislador.

 

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