Fisco foi a 1.500 empresas fazer controlo de inventários

11 03 2017

Fonte: www.jornaleconomico.sapo.pt

 

Na mira da Autoridade Tributária estão empresas que falharam o envio dos inventários ou indiciam comportamentos de risco.

 

A Autoridade Tributária (AT) desencadeou, em fevereiro, um raide nacional, de norte a sul do país, para fiscalizar 1.500 empresas de variados setores de atividade que não comunicaram inventários ou onde foram identificados indícios de comportamento de risco nesta matéria. Em causa estão sinais de empolamento de stocks e inventários e de subfaturação que poderão levar à perda de receita fiscal (IRC e IVA). No terreno estiveram 1.025 inspetores tributários, numa ação que surgiu de um mês depois de ter terminado o prazo para as empresas comunicarem os inventários, até 31 de janeiro.

 

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“No final do mês de fevereiro, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) desencadeou uma ação nacional que incidiu essencialmente sobre os sujeitos passivos que não comunicaram inventários ou onde foram identificados indícios de comportamento de risco nesta matéria”, avança o Ministério das Finanças em comunicado.

A obrigatoriedade de comunicação de inventários foi estabelecida no Orçamento do Estado para 2015, que entrou em vigor em janeiro desse ano. São as empresas com um volume de negócios superior a 100 mil euros que têm de fazer a comunicação eletrónica dos inventários apurados no final do exercício, discriminando as respetivas quantidades e a remeter toda esta informação à AT até 31 de janeiro de cada ano.

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Restauração “apaga” legalmente mais de 500 milhões de IVA

4 03 2017

Fonte: Expresso

(clique nas imagens para abrir em tamanho maior)

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Novo livro da LIDEL-"Prática de Contabilidade Analítica e de Gestão”

17 01 2017

Fonte: Lidel

 

LIDEL explica “Prática de Contabilidade Analítica e de Gestão” . Um manual essencial à compreensão da evolução da contabilidade e sua importância para o apuramento de custos e inventários finais de cada empresa

A LIDEL apresenta o livro “Prática de Contabilidade Analítica e de Gestão” da autoria dos especialistas na área Carlos Nabais e Francisco Nabais.

Designada como a ciência que põe em prática as funções de orientação, controlo e registo financeiro, a Contabilidade Financeira representa, mais que um suporte de informação, um sistema natural que permite apurar os resultados de atividade externa de cada Entidade.

No entanto, com vista a permitir a cada empresa o conhecimento do registo de atividade interna, desenvolveu-se um ramo do sistema contabilístico designado por Contabilidade de Custos ou Contabilidade Analítica de Gestão.

 

Capa Prática de Contabilidade Analitica e de Gestão_29.95 euros

 

Com o objetivo de proporcionar informação mais pormenorizada e orientada para o conhecimento da realidade económica e financeira de cada uma das atividades desenvolvidas internamente, este livro visa, de forma clara e prática, através dos mais de 100 exemplos presentes na obra, dar resposta à necessidade enfrentada por diversos gestores no que diz respeito à obtenção atempada de informações relevantes e oportunas, importantes para a tomada de decisões e aumento dos resultados.

Distribuído em nove capítulos e incluindo um glossário de termos correspondentes em Português Europeu e Português do Brasil, o novo livro da LIDEL, dirigido essencialmente a Pequenos e Médios Empresários mas também Contabilistas Certificados, Revisores Oficiais de Contas e Estudantes, pretende ser uma ferramenta útil no controlo de gestão, englobando no seu conteúdo exercícios práticos resolvidos que permitem complementar, ainda mais, a informação já existente sobre contabilidade financeira.

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SAF-T: novo prazo de envio em 2017!

16 01 2017

Fonte: www.sydfact.com

Entre as várias alterações legais impostas pelo orçamento de estado de 2017, está a alteração da data de envio do ficheiro SAF-T.

 

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Até 2016 este ficheiro devia ser submetido obrigatoriamente até dia 25 do mês seguinte ao mês da emissão das faturas. Com a nova alteração, o ficheiro SAF-T passa a ser de envio obrigatório até dia 20 do mês seguinte ao mês da emissão das faturas.

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Passatempo LIDEL-Ganhe o livro Cálculo e Processamento Salarial (4.ª Edição Atualizada)

10 11 2016

Fonte: www.lidel.pt

 

A atualização de conhecimentos na legislação fiscal e laboral obriga os técnicos da área administrativa e processual a atualizar continuamente as suas competências. Desde a última edição desta obra, importantes alterações ao enquadramento legal ocorreram, com implicações no cálculo e processamento salarial. Neste sentido, esta obra procura dar a conhecer os requisitos e critérios de fundamentação das principais práticas na área da compensação e os benefícios em vigor com as alterações introduzidas na parentalidade inicial, nos FCT/FGCT, nos critérios da extinção de posto de trabalho, nas regras e critérios das pensões e em resultado da entrada em vigor do OE 2016.

Nesta 4.ª edição atualizada é dada especial atenção à relação das empresas com a Segurança Social e às principais propostas no âmbito da proteção social (reformas nos sectores público e privado). Após a entrada em vigor destes e de outros diplomas, tivemos o cuidado de elaborar novos casos práticos, através dos quais seja possível conhecer as reais implicações destas mudanças na gestão da política salarial das empresas.

 

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Por outro lado, esta obra vem dar resposta a modificações estruturais, como a crescente mobilidade funcional e geográfica dos trabalhadores, com introdução de novas formas de subsidiação à contratação de trabalhadores fora da sua área geográfica de residência, bem como de novas formas de regulamentação do trabalho no regime de adaptabilidade, horários concentrados e utilização do banco de horas em substituição do pagamento do trabalho extraordinário, e os incentivos à formação dos ativos – cheque formação.

Pelos conteúdos que aborda, esta obra é dirigida a um público bastante vasto, no qual se incluem diretores, responsáveis e técnicos de recursos humanos, técnicos de gestão de pessoal, administrativos, assim como todos os interessados em aprofundar conhecimentos nas práticas administrativas e processuais de trabalho.

 

 

Apresentação:

Página do Livro: www.lidel.pt

Autor: Paulo Reis

Edição: 2016

ISBN: 978-989-752-202-4

Editora: LIDEL

Preço Fixo:Sim

Coleção: Manual Prático

Páginas: 352

Formato: 17×24 cm

Idioma: Português

 

 

Público-Alvo:

  • Diretores, Responsáveis e Técnicos de Recursos Humanos;
  • Técnicos de Gestão de Pessoal;
  • Administrativos;
  • Grande público.

 

 

Autores:

Paulo Reis
Licenciado em Ciências Sociais e pós-graduado em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pela Universidade Católica.
Foi Chefe de Departamento de Pessoal em várias empresas. Foi também Chefe de Departamento de Recursos Humanos no Grupo Sonae, nas empresas INTEGRUM e NOVIS. Atualmente, é formador e consultor de várias empresas nas áreas de Gestão Administrativa de Pessoal, Gestão de Tempo, Processamento Salarial e Segurança Social, Gestão de Carreiras, Direito Laboral, entre outras. Gerente da empresa Paulo J. S. Reis – Consultoria e Formação, Lda.

 

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“Preços Impossíveis” nas aplicações de faturação

3 09 2016

 

Em determinadas circunstâncias, nas aplicações de faturação e ERPs, o valor total dos documentos de venda pode divergir, em cêntimos, do valor espectável. Esta situação pode ocorrer como resultado de um conjunto de configurações existentes, nomeadamente quando o documento e/ou a série estão configurados para não incluir o IVA.

 

Por norma, em determinados sectores de atividade onde são utilizadas aplicações  de faturação orientadas para ponto de venda (POS), são utilizados preços com IVA incluído como preço de referencia, já que maioritariamente os clientes são “consumidores finais” e é o preço com IVA que é relevante, não existindo para este tipo de clientes grande interesse em conhecer o preço sem IVA. Desta forma, independentemente da taxa de IVA associada ao artigo, o seu PVP é sempre o mesmo. No entanto, em outras áreas de negócio, principalmente quando são utilizadas aplicações de back-office, é muito comum utilizarem-se preços sem IVA incluído. A utilização de um método ou de outro não altera de forma nenhuma o preço dos artigos (na sua ficha), no entanto pode fazer com que o total do documento possa divergir como resultado dos cálculos efetuados pelas aplicações e das configurações existentes.

 

 

Exemplos:

Artigo A

  • PVP = 25,00
  • IVA = 23%
  • Base = 25/1,23 = round(20,325, 2) <=> 20,33
  • PVP = 20,33*1,23 = round(25,005, 2) <=> 25,01

 

Artigo B

  • PVP = 0,88
  • IVA =  23%
  • Base = 0,88/1,23 = round(0,715, 2) <=> 0,72
  • PVP = 0,72*1,23 = round(0,885, 2) <=> 0,89

 

Artigo C

  • PVP = 1,52
  • IVA =  23%
  • Base = 1,52/1,23 = round(1,235, 2) <=> 1,24
  • PVP = 1,24*1,23 = round(1,525, 2) <=> 1,53

 

 

Nos 3 exemplos existe 1 cêntimo de diferença quando se calcula o valor base e multiplica novamente pela taxa de IVA. Por norma esta situação não constitui um erro nem uma anomalia, uma vez que se prende com o método de cálculo do IVA utilizado (Ofício-Circulado 53314, de 09/06/1988 – Direcção de Serviços do IVA). No mesmo sistema, se existir essa funcionalidade, podem existir documentos/séries configurados de uma forma (IVA incluído), por exemplo para utilização num sistema de POS, e outros configurados de outra forma (IVA excluído), para faturação em back-office.

 

 

 

Exemplos práticos (Documento/Série sem IVA incluído):

Primavera Pssst ao facturar um artigo em que o PVP foi definido como 25 Euros, utilizando um documento configurado com a opção “Considerar IVA não incluído” ativada.

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ERP Wintouch, no editor de Vendas do Comercial.

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Ordem dos Contabilistas perde para fabricantes de software

2 08 2016

Fonte: www.computerworld.com.pt

Um tribunal de Lisboa obriga a organização a revelar o processo de decisão de fornecimento do software TOConline e AFE. O caso está a ser acompanhado por comissão parlamentar.

 

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O Tribunal Administrativo de Lisboa obrigou a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) a conceder as informações a um grupo de 28 fabricantes de software de gestão, sobre o processo de decisão de fornecer aos membros da organização profissional o software TOConline e AFE. Estes foram desenvolvidos pela OCC, mas os fabricante alegam que ela está legalmente impedida de comercializar produtos.

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