PRIMAVERA realiza webinar gratuito para esclarecer sobre as faturas sem papel

5 03 2019

A emissão de faturas electrónicas, até ao momento mais comum em empresas de serviços que emitem faturação regular, como distribuição de água, eletricidade, gás e comunicações, chega agora a outros sectores de atividade, como o retalho. As empresas deste sector, um dos mais representativos na nossa economia, certamente são recordistas no que diz respeito ao número de faturas emitidas por ano.

 

A recente alteração da legislação em vigor veio promover a desmaterialização de documentos e ao mesmo tempo uma redução na utilização do papel (e outros custos relacionados como tinteiros, tonners, envelopes, etc.). No sector do retalho, depois do Continente, também o Pingo Doce já permite que o cliente adira à fatura electrónica e passe a receber todas as faturas no e-mail. No caso do Continente, os documentos também podem ser acedidos através da aplicação “Cartão Continente”.

 

A faturação electrónica tem claros benefícios, principalmente em sectores como o retalho e restauração por exemplo. Por um lado permite reduzir os custos com o papel e por outro permite aumentar a rapidez no atendimento. O operador não terá que aguardar que a impressora termine de imprimir o documento para passar para o cliente seguinte. Por vezes, principalmente nos hipermercados, “perdem-se” segundos preciosos neste processo. Ou porque o talão é grande, ou porque é necessário imprimir mais do que uma via do mesmo documento, ou ainda quando a impressora ou o processo de impressão é lento.

 

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Se pretende ficar a conhecer mais sobre a faturação electrónica, assista ao Webinar gratuito “Faturas sem Papel”, promovido pela PrimaveraBSS. Esta sessão de esclarecimentos vai decorrer online, no próximo dia 8 de março, pelas 10:00 horas. Consulte os detalhes e faça a sua inscrição em baixo.

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Novas regras e obrigações fiscais

28 02 2019

A Wisedat, uma empresa nacional dedicada ao desenvolvimento de software empresarial, disponibilizou no seu Blog um excelente artigo que reúne um conjunto de novas regras e obrigações fiscais que se aplicam aos sujeitos passivos e demais contribuintes.

 

 

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Fonte: WISEDAT

18 Fevereiro, 2019 por Andreia Petornilho

 

Foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 28/2019 de 15 de fevereiro, que impõem um conjunto de alterações para os sujeitos passivos e demais contribuintes.

 

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São abordados diversos temas entre os quais destacamos:

  • A “fatura sem papel” e a fatura eletrónica;
  • Alterações/reajustamento nos Programas de faturação;
  • Conservação e o arquivo de documentos com relevância fiscal;
  • Novas regras e obrigações no contexto de fiscalização.

 

 

Combate à fraude

De forma a combater a economia informal, a fraude e a evasão fiscal, estão previstos os seguintes mecanismos:

  • Identificação do programa de faturação;
  • Estabelecimentos onde estão instalados terminais de faturação;
  • Obrigação de as faturas emitidas passarem a conter um código único de documento;
  • Identificação do local onde decorre a operação económica.

 

 

Obrigação de utilização de programa certificado

Estão obrigados a utilizar, exclusivamente programas informáticos certificados:

  • Tenham tido, no ano civil anterior, um volume de negócio superior a 75 000€ (em vigor durante o ano de 2019) e um volume de negócio superior a 50 000€ a partir do ano de 2020;
  • Utilizem programas informáticos de faturação;
  • Sejam obrigados a dispor de contabilidade organizada.

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E-fatura 2.0 – Nova data para SAF-T e alterações para 2019

26 12 2018

Fonte: InvoiceXpress

 

A aprovação do plano “e-fatura 2.0” dita novas regras para a facturação em 2019. Entre elas, está a nova data para o envio do SAF-T, que passa para o dia 15 de cada mês.

 

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Ano novo, regras novas. 2019 traz algumas mudanças nas regras da facturação, trata-se do pacote de medidas conhecido por “e-fatura 2.0”.

 

 

Nova data de envio do SAF-T

Comecemos pela alteração da data limite para o envio do SAF-T, uma vez que influencia o processo já em Fevereiro.

A comunicação do ficheiro SAF-T passa, assim, a ser feita até ao dia 15 de cada mês (desde 2017 que a data limite era o dia 20).

O envio do SAF-T é um dos 3 métodos de comunicação da facturação permitidos pela Autoridade Tributária. Portanto, se utiliza o InvoiceXpress e optar pelo método SAF-T para comunicar os seus documentos de facturação à AT, em 2019, tenha em conta que a data de envio passa para o dia 15.

Se preferir, lembre-se de que poderá ainda automatizar o envio do ficheiro SAF-T para o seu contabilista através da funcionalidade de agendamento.

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Valida frequentemente os movimentos na sua conta bancária? Devia…

6 10 2018

Recentemente, numa compra num hipermercado, apesar do valor a pagar ser de cerca de 3 Euros, efetuei o pagamento através de cartão de débito porque não tinha numerário suficiente. Algumas horas mais tarde reparei que o valor que paguei tinha sido retirado da minha conta duas vezes, em dois movimentos diferentes. Contactei o meu Banco através da linha de apoio, onde me informaram que teria que tratar este assunto diretamente com o comerciante em causa.

 

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Aparentemente a origem do problema estaria na empresa que efetuou o débito ou na entidade que processa o pagamento e não “do lado” do Banco. No dia seguinte reparei que foi feito um movimento inverso do valor que foi cobrado indevidamente, ou seja, foi-me creditado o valor de 3,09 Euros. Sem eu ter que tratar do assunto com o hipermercado, o problema foi resolvido porque certamente existirá algum automatismo que deteta estas situações e regulariza-as automaticamente. Mas, se também este automatismo falhar? Nenhum sistema, por mais avançado e testado que seja, é imune a falhas.

 

Muito provavelmente o que aconteceu com o valor de 3,09 EUR poderia muito bem ter acontecido num pagamento de valor superior.

 

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Webinar Primavera – Contabilidade Automatizada

5 10 2018

Assista à gravação do Webinar Primavera, subordinado ao tema “Contabilidade Automatizada”, que decorreu no passado dia 3 de Outubro.

 

Neste Webinar ficará a conhecer como o PRIMAVERA Accounting Automation (PAA) permite uma maior produtividade através da importação para o ERP Primavera de documentos provenientes do SAF-T, e-fatura, e Primavera Jasmin.

 

Webinar Contabilidade Automatizada

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SIMPLEX+2018: Impacto nos sistemas de faturação

11 06 2018

Apresentado recentemente, o SIMPLEX+2018 vem trazer mais novidades nas operações das organizações no que diz respeito à emissão de documentos de venda  e comunicação dos mesmos à Autoridade Tributária.

 

As 3 alterações estão relacionadas com a dispensa de impressão de faturas em papel, a utilização de um QR Code para a identificação dos documentos e a alteração do prazo de comunicação de faturas ao fisco. Em baixo poderá ler um excerto do artigo publicado pelo Dinheiro Vivo e pelo Expresso.

 

Fotografia: MIGUEL A. LOPES/LUSA

 

Farto de ter de indicar o seu NIF e de guardar as faturas até verificar se elas entraram no Portal do e-fatura? O Simplex + promete acabar com esta relação em papel dos contribuintes com as faturas, sem que estes percam qualquer dedução no IRS.

 

A nova versão da relação entre os contribuintes e o fisco com as faturas (fatura 2.0) também vai mudar, já que o Simplex +, em resposta às sugestões que empresas e particulares lhe fizeram chegar, inclui uma medida (para ser ainda regulamentada) que prevê a dispensa da impressão as faturas em papel. O direito à dedução por parte do contribuinte não se perde uma vez que, através do seu telemóvel, poderá guardar a fatura. Só que em vez de esta ter o seu NIF será identificada por QR Code, o que lhe permitirá mais tarde verificar se foi devidamente comunicada. As empresas também terão a vida facilitada no processo de envio das faturas ao fisco (ainda que deixem de poder usar o NIF dos consumidores para avaliar se têm ou não qualquer hipótese de apagar uma fatura do sistema) e o prazo para o fazerem deverá, de novo, reduzir-se.

 

As faturas vão passar a ter um QR Code que permite o seu envio direto para o e-fatura. Objetivo: evita a cedência de dados pessoais e cria incerteza ao comerciante sobre quais as faturas que chegam ao Fisco. Prazos para a comunicação dos ficheiros com a faturação das empresas também vão encurtar.

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Faturas com descrição “prato do dia” vão dar multa do Fisco

22 05 2018

Fonte: expresso.sapo.pt

 

Este esclarecimento do Fisco surge na sequência de um pedido de um restaurante/bar inspecionado em julho do ano passado e a quem foi aberto um processo de contraordenação

 

 

Fisco considera incorreto, e com motivo para multas, a emissão de faturas simplificadas com a descrição ‘prato do dia’, ‘fruta do dia’ ou ‘sobremesa do dia’, revela uma informação vinculativa da Autoridade Tributária (AT).

“Tem de separar os pratos das bebidas, e a descrição do serviço prestado aos clientes tem de ser de ser suficientemente precisa para se poder determinar, nomeadamente em sede de inspeção, qual a taxa de IVA aplicável”, explica a AT, numa informação vinculativa divulgada na quarta-feira.

Este esclarecimento do Fisco surge na sequência de um pedido de um restaurante/bar inspecionado em julho do ano passado e a quem foi aberto um processo de contraordenação, com direito a multa, por estarem incorretas faturas que continham a designação ‘prato do dia’, e a respetiva taxa de 13% de IVA (Impostos sobre o Valor Acrescentado), sendo as bebidas e sobremesas faturadas à parte.

A AT alegou tratar-se de uma infração à lei, nomeadamente por omissões ou inexatidões de elementos obrigatórios, que devem constar na fatura, e o restaurante pagou a multa, pedindo de seguida esclarecimentos ao Fisco.

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Formação Gratuita em Contabilidade – Vila Real

11 05 2018

A C.A.E.N – Consultores Agro-Económicos do Norte está a promover uma ação de formação em Contabilidade, que irá decorrer na cidade de Vila Real. Detalhes em baixo.

 

Início: Maio 2018

 

Carga horária: 100 H

UFCD 0605 – Fluxos de Gestão Financeira

UFCD 0673 – Controlo de Tesouraria

UFCD 7493 – Auditoria Fiscal

UFCD 7854 – Plano de negócios – Criação de Micronegócios

 

 

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FormCBL

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SVAT-Certificação dos programas de contabilidade

6 11 2017

Fonte: Jornal de Negócios | Jorge Carrapiço | 10 de outubro de 2017 às 20:10

  

Jorge CarrapiçoA prestação de contas das empresas vai ter uma revolução para o período em curso (2017), a cumprir já durante o envio das declarações no próximo ano.

Esta alteração foi promovida pelo legislador no âmbito do Programa Simplex+ 2016. Tendo várias vertentes, foi realizada com vista, essencialmente, à obtenção de informação contabilística e fiscal de uma forma automática e normalizada, mediante a utilização do ficheiro SAF-T (PT).

Em primeiro lugar, a partir do período de tributação de 2017, passou a ser obrigatório que a contabilidade das empresas seja efetuada através de programas informáticos que tenham a capacidade de gerar o referido ficheiro de auditoria fiscal.

A implementação desta obrigação teve como principal propósito obrigar a que as empresas com contabilidade organizada, nomeadamente sociedades comerciais e empresários em nome individual, passem a efetuar o preenchimento dos anexos A e I da IES, automaticamente, mediante a submissão à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) do ficheiro SAF-T (PT) gerado a partir do programa informático da contabilidade.

 

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Para que fosse possível essa autonomização com o pré-preenchimento dos anexos A e I da IES, através da mera submissão do referido ficheiro de auditoria fiscal, foram criados os Códigos de Taxonomias, a associar ao Plano de Contas da contabilidade das empresas.

Essas taxonomias permitem uma codificação específica dos valores das operações e factos patrimoniais da empresa, que irão ser imputados a cada rubrica das demonstrações financeiras da prestação de contas.

A realização com sucesso da prestação de contas das empresas para o período em curso está, assim, também dependente da correta extração e informação constante do ficheiro SAF-T (PT) da contabilidade, além da necessidade do cumprimento dos normativos contabilísticos e fiscais.

 

 

Validação não obrigatória

Esta importância acrescida do referido ficheiro de auditoria fiscal, nomeadamente para a prestação de contas, motivou o legislador a criar um procedimento de certificação, ou antes, de validação dos programas informáticos de contabilidade.

Esta validação visa principalmente a verificação de que cada programa de contabilidade extrai o ficheiro SAF-T (PT) com a qualidade necessária e com os elementos previstos para as diferentes necessidades, nomeadamente para o pré-preenchimento dos anexos A e I da IES.

A referida validação dos programas de contabilidade não é obrigatória, podendo ser requerida pelas empresas produtoras desses softwares, sendo-lhe atribuído um Selo de Validação AT (SVAT).

Consultor da Ordem dos Contabilistas Certificados

Artigo está em conformidade com o novo Acordo Ortográfico

 

 

 

Páginas relacionadas:

http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/SAF_T_PT/SVAT.htm

https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/108238712/details/maximized?p_p_auth=X7le9ksB

http://pt.eticadata.com/noticias/SVAT

http://www.pontualsoftware.com/pt/selo-validacao-at-svat/

http://ceteconta.pt/geral/novo-selo-de-certificacao-para-programas-de-contabilidade.olv/

https://ind.millenniumbcp.pt/pt/geral/fiscalidade/Pages/atualidades_legais/2017/10/Atribuicao-de-Selo-de-Validacao.aspx

http://mrg-sroc.com/homepage-pt/criacao-do-selo-validacao-autoridade-tributaria-svat/

http://www.mindafil.pt/updates/812-selo-de-validacao-at-svat

http://www.virtual.pt/noticia?id=7798

http://clubedostoc.blogspot.pt/2017/10/svat-selo-de-validacao-at-vai.html





Banco CTT

18 10 2017

Existem a operar no mercado português uma série de entidades bancárias para todos os gostos e feitios. Uns são mais direcionados e focados no retalho (clientes particulares), outros no segmento empresarial e outros em investimento. O Banco CTT que terá sido o último, ou um dos últimos a entrar em cena, promete ser um banco simples, descomplicado, e com custos muito reduzidos para os seus clientes.

 

“Os cinco maiores bancos nacionais cobram aos clientes, em média, 5,28 euros por mês, despesa que pode ser reduzida mediante o cumprimento de algumas condições, como a domiciliação do salário ou elevado património financeiro, o que varia de banco para banco. ”

in www.sabado.pt

 

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Todos sabemos que os Bancos são empresas e que têm como objetivo o lucro. Também sabemos que este tipo de organizações têm custos operacionais gigantescos maioritariamente originados pelos custos de manutenção das agências e custos com remuneração de colaboradores. Para manter estas máquinas complexas em laboração os Bancos necessitam de receitas, receitas essas que certamente têm como origem, em parte,  nas comissões bancárias, taxas, despesas “disto e daquilo”, seguros, cartões e 1001 outros serviços :) Muitos clientes dos mais diversos Bancos não pagam por serviços bancários porque normalmente têm X produtos ou serviços associados, ou seja, grosso modo “não pagam o serviço X mas pagam o serviço Y”. O exemplo típico é a isenção de pagamento de anuidade de um determinado cartão de crédito/débito se forem efetuadas compras/pagamentos de um determinado montante. Mesmo na tipologia “conta ordenado”, em que o Banco isentava ou diminuía certos custos pelo facto de manter o cliente fidelizado (por este depositar todos os meses o seu salário) e por esta via obter maior liquidez nos seus cofres, começam a ser agora aplicados ou aumentados os custos associados a estas contas.

 

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Grande parte dos custos que são imputados pelos Bancos aos seus clientes passam muitas das vezes despercebidos, principalmente porque são quantias relativamente pequenas, às vezes de cêntimos e outras de maiores montantes, relacionadas com anuidades de cartões de débito e/ou crédito, despesas de manutenção da conta, etc. Apenas clientes mais atentos que verificam extratos periodicamente, que ativam alertas por SMS e/ou email sempre que é efetuado um débito/crédito ou utilizam aplicações de gestão de finanças pessoais como o Boonzi (já referido várias vezes neste blog) conseguem detetar e contabilizar estes custos. Por razões óbvias os Bancos não evidenciam essa informação claramente junto dos clientes, para que estes não se “assustem” com os montantes pagos durante meses/anos/décadas, façam 1001 questões e ponderem mudar para outros Bancos. Basicamente é uma máquina de faturar que atua de forma silenciosa e muito discreta :)

 

Atenção também ao facto de os Bancos e outras entidades financeiras estarem a utilizar uma técnica que permite que estas empresas atribuam outras designações operações que estamos habituados a conhecer por determinados nomes. Um exemplo é um Banco atrair a atenção de um potencial cliente e informar que não cobra comissões de manutenção. “Ótimo!” – pensa o cliente. Isto até que finalmente percebe que não cobra aquela comissão, mas cobra outra com um nome mais bonito: “comissões de gestão”.

 

 

A Banca Tradicional Está a Subir As Comissões

Numa primeira análise (e rápida) é fácil perceber que a banca tradicional está constantemente a aumentar as comissões praticadas. Desde a última comparação, assistimos a um aumento das comissões de manutenção (que alguns bancos habilidosamente chamam de comissões de gestão) e ao aumento das comissões dos cartões de débito (que todos temos de utilizar).

in www.reorganiza.pt

 

A questão é que os Bancos não nos estão a “roubar nada”…estão simplesmente a cumprir os tarifários em vigor e as condições que contratualizaram com os clientes (exceção feita para erros e débitos indevidos, acontecimentos raros pela minha experiencia). Nada mais simples. Os seus tarifários estão, por imposição do regulador do sector (Banco de Portugal), afixados nos balcões e disponíveis na Internet. Nunca esquecer que por norma as pessoas não leem o que assinam, nomeadamente condições contratuais e muito menos as “letrinhas pequeninas”, e têm como resultado surpresas normalmente desagradáveis.

 

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O Banco CTT

O Banco CTT surgiu “recentemente” no mercado com condições muito boas face aos restantes Bancos tradicionais e também Bancos que atuam maioritariamente online ao não cobrarem comissões de manutenção de contas nem anuidades dos cartões de débito e crédito. Também as transferências nacionais  online não têm custos. Em outros Bancos, como por exemplo a Caixa Geral de Depósitos e o Santander Totta  (outros mais farão igual ou semelhante) cobram uma série de serviços e comissões por tudo e por nada. Para o cliente não pagar, ou pagar valores inferiores, tem que subscrever outros serviços, efetuar outras operações, ter o seguro Y, ter um património de X valor, etc. Complicado e burocrático na maior parte das vezes para grande parte dos clientes. Claro está que estou a falar na generalidade dos casos já que o que os Bancos cobram aos clientes depende, como disse anteriormente, de vários factores nomeadamente dos produtos que os clientes têm, das condições contratuais assumidas, da própria legislação em vigor (exemplo do Imposto de Selo que o banco cobra em determinadas operações mas que posteriormente terá que entregar ao Estado), etc.

 

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O Simplex definitivamente ainda não passou pela Banca tradicional nem por muitos dos produtos que comercializam! Após abrir conta no Banco CTT desloquei-me novamente ao balcão do Santander Totta (já o tinha feito à alguns meses atrás), onde está sediada a minha conta, para tentar novamente perceber se existiria forma de reduzir os custos anuais que tenho com a anuidade de 2 cartões (quase 40 EUR) assim como para me isentarem do custo das transferências interbancárias (cerca de 1,30 EUR por cada transferência para outro banco) . Resposta negativa. A colaboradora que me atendeu remeteu novamente para o produto Mundo 123. Pelo que percebi a ideia é encaminhar os clientes (novos e atuais) para este novo Mundo :) Na prática (segundo o Banco) este produto tem como objetivo o cliente poupar no dia-a-dia e tem vários benefícios. Quanto custam todas estas maravilhas? Pois bem, uma mensalidade que pode chegar aos 5,75 EUR em determinadas circunstâncias. As poupanças (reembolsos) estão dependentes de compras com o cartão, utilização da Via Verde, Combustíveis Repsol, IMI, eletricidade, água, gás e comunicações com X regras e limites. O simulador está disponível aqui. Basta aceder e verificar que para quem pretende algo simples, não é de todo a melhor opção. Quase que é necessário contratar um Contabilista para gerir e garantir que no Mundo 123 tudo está a decorrer como é suposto, tais são condições, cálculos e regras impostas por este produto.

 

É o que se costuma dizer em bom português “dar com uma mão e tirar com a outra”. Afinal de contas a grande maioria das pessoas, principalmente aquelas mais jovens, com pouco património e que não são investidores nem têm crédito à habitação apenas pretendem ter uma conta à ordem e um cartão de débito. Nada mais! Porquê optar por produtos mais complexos, mais burocráticos e com custos superiores? Na prática, e com o argumento real de que todos os Bancos começam cada vez mais a cobrar uma “espécie” de mensalidade, o Banco propõe-se a, em troco dessa mensalidade, dar alguns benefícios para de certa forma justificar este pagamento mensal. Exemplo pático sem qualquer rigor: o cliente paga 5 EUROS para usar X serviços, e em troco o banco isenta esses serviços de um custo e ainda reembolsa 1 EURO se o cliente cumprir N condições que o banco define. É um negócio muito bem calculado em que, em qualquer circunstância o Banco fica sempre a ganhar :)

 

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Certo é que já existem vários Bancos a operar quase em exclusivo no canal online, como o Banco Best, Banco Big, entre outros, que já isentam os clientes de encargos relacionados com manutenção das contas, mas continuam normalmente a cobrar por cartões (exceção feita para o ActivoBank que é, pela minha análise, o que mais de aproxima do Banco CTT).

 

Como o Banco CTT consegue ter estas condições que está a oferecer? Primeiramente porque é um banco novo e certamente quer ganhar quota de mercado para se começar a afirmar. Depois porque certamente tem uma estrutura de custos mais baixa quando comparada com os Bancos concorrentes. Afinal de contas não teve que abrir balcões novos (com todos os custos associados que isso implica) e porque os colaboradores deste Banco, maioritariamente são colaboradores que já se encontravam nos CTT em outras funções como atendimento no balcão (basta ver que sempre que os Bancos querem reduzir custos para além de outras operações começam sempre por fechar balcões e dispensar colaboradores).

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Autoliquidação de IVA – O que é e quando se aplica?

27 05 2017

Fonte: www.vendus.pt

A Autoliquidação do IVA tem lugar quando existe a inversão do sujeito passivo, ou seja, quando a pessoa que adquire os serviços ou produtos é a responsável pela liquidação do IVA.

 

Autoliquidação de IVA - O que é e quando se aplica?

 

Quando Autoliquidar IVA?

Terá de autoliquidar o imposto de IVA quando for sujeito passivo de IVA em território nacional e adquira bens ou serviços nas seguintes áreas:

  • Construção civil (Artigo 2.º n.º 1 alínea j do CIVA);
  • Desperdícios, resíduos e sucatas (Artigo 2.º n.º 1 alínea i do CIVA);
  • Emissões de gases com efeito de estufa (Artigo 2.º n.º 1 alínea l do CIVA);
  • Aquisição de bens em Estados membros (Artigo 8º do RITI);
  • Transmissão de bens imóveis (Decreto-Lei n.º 21/2007, de 29 de janeiro);
  • Ouro para investimento (Decreto-Lei n.º 362/99, de 16 de Setembro).

Nota: Se o adquirente dos bens ou serviços apenas for sujeito ao abrigo do artº 9º ou artº 53º não há inversão do sujeito passivo, portanto não autoliquida IVA.

 

Como Faturar?

Quem transmite os bens ou presta os serviços deve emitir as faturas sem a liquidação de IVA. Deve mencionar na fatura a expressão "Autoliquidação de IVA".
Por sua vez quem adquire os produtos ou serviços deve realizar a autoliquidação do imposto dentro dos respetivos prazos.

Quando ocorre a autoliquidação de IVA (inversão de sujeito passivo) quem transmite e quem adquire os bens/serviços terá de preencher os respetivos campos do Quadro 06 da declaração periódica de IVA.

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Taxonomias-Guia para uma correta adaptação da contabilidade às novas regras

11 04 2017

    Fonte: PrimaveraBSS

     

    No dia 1 de julho, a comunicação do ficheiro SAF-T (PT) à Autoridade Tributária já deve cumprir as novas regras das Taxonomias. Faça download deste Ebook gratuito e fique a par de todas as mudanças.

    Saiba como adaptar o Plano de Contas da sua empresa e conheça a nova estrutura do ficheiro SAF-T (PT).

    Neste ebook gratuito saiba como preparar a sua empresa para responder às novas regras fiscais.

     

    Carregue na imagem para descarregar o PDF (password: ifl9988)

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Fisco foi a 1.500 empresas fazer controlo de inventários

11 03 2017

Fonte: www.jornaleconomico.sapo.pt

 

Na mira da Autoridade Tributária estão empresas que falharam o envio dos inventários ou indiciam comportamentos de risco.

 

A Autoridade Tributária (AT) desencadeou, em fevereiro, um raide nacional, de norte a sul do país, para fiscalizar 1.500 empresas de variados setores de atividade que não comunicaram inventários ou onde foram identificados indícios de comportamento de risco nesta matéria. Em causa estão sinais de empolamento de stocks e inventários e de subfaturação que poderão levar à perda de receita fiscal (IRC e IVA). No terreno estiveram 1.025 inspetores tributários, numa ação que surgiu de um mês depois de ter terminado o prazo para as empresas comunicarem os inventários, até 31 de janeiro.

 

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“No final do mês de fevereiro, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) desencadeou uma ação nacional que incidiu essencialmente sobre os sujeitos passivos que não comunicaram inventários ou onde foram identificados indícios de comportamento de risco nesta matéria”, avança o Ministério das Finanças em comunicado.

A obrigatoriedade de comunicação de inventários foi estabelecida no Orçamento do Estado para 2015, que entrou em vigor em janeiro desse ano. São as empresas com um volume de negócios superior a 100 mil euros que têm de fazer a comunicação eletrónica dos inventários apurados no final do exercício, discriminando as respetivas quantidades e a remeter toda esta informação à AT até 31 de janeiro de cada ano.

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Restauração “apaga” legalmente mais de 500 milhões de IVA

4 03 2017

Fonte: Expresso

(clique nas imagens para abrir em tamanho maior)

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Novo livro da LIDEL-"Prática de Contabilidade Analítica e de Gestão”

17 01 2017

Fonte: Lidel

 

LIDEL explica “Prática de Contabilidade Analítica e de Gestão” . Um manual essencial à compreensão da evolução da contabilidade e sua importância para o apuramento de custos e inventários finais de cada empresa

A LIDEL apresenta o livro “Prática de Contabilidade Analítica e de Gestão” da autoria dos especialistas na área Carlos Nabais e Francisco Nabais.

Designada como a ciência que põe em prática as funções de orientação, controlo e registo financeiro, a Contabilidade Financeira representa, mais que um suporte de informação, um sistema natural que permite apurar os resultados de atividade externa de cada Entidade.

No entanto, com vista a permitir a cada empresa o conhecimento do registo de atividade interna, desenvolveu-se um ramo do sistema contabilístico designado por Contabilidade de Custos ou Contabilidade Analítica de Gestão.

 

Capa Prática de Contabilidade Analitica e de Gestão_29.95 euros

 

Com o objetivo de proporcionar informação mais pormenorizada e orientada para o conhecimento da realidade económica e financeira de cada uma das atividades desenvolvidas internamente, este livro visa, de forma clara e prática, através dos mais de 100 exemplos presentes na obra, dar resposta à necessidade enfrentada por diversos gestores no que diz respeito à obtenção atempada de informações relevantes e oportunas, importantes para a tomada de decisões e aumento dos resultados.

Distribuído em nove capítulos e incluindo um glossário de termos correspondentes em Português Europeu e Português do Brasil, o novo livro da LIDEL, dirigido essencialmente a Pequenos e Médios Empresários mas também Contabilistas Certificados, Revisores Oficiais de Contas e Estudantes, pretende ser uma ferramenta útil no controlo de gestão, englobando no seu conteúdo exercícios práticos resolvidos que permitem complementar, ainda mais, a informação já existente sobre contabilidade financeira.

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SAF-T: novo prazo de envio em 2017!

16 01 2017

Fonte: www.sydfact.com

Entre as várias alterações legais impostas pelo orçamento de estado de 2017, está a alteração da data de envio do ficheiro SAF-T.

 

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Até 2016 este ficheiro devia ser submetido obrigatoriamente até dia 25 do mês seguinte ao mês da emissão das faturas. Com a nova alteração, o ficheiro SAF-T passa a ser de envio obrigatório até dia 20 do mês seguinte ao mês da emissão das faturas.

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Passatempo LIDEL-Ganhe o livro Cálculo e Processamento Salarial (4.ª Edição Atualizada)

10 11 2016

Fonte: www.lidel.pt

 

A atualização de conhecimentos na legislação fiscal e laboral obriga os técnicos da área administrativa e processual a atualizar continuamente as suas competências. Desde a última edição desta obra, importantes alterações ao enquadramento legal ocorreram, com implicações no cálculo e processamento salarial. Neste sentido, esta obra procura dar a conhecer os requisitos e critérios de fundamentação das principais práticas na área da compensação e os benefícios em vigor com as alterações introduzidas na parentalidade inicial, nos FCT/FGCT, nos critérios da extinção de posto de trabalho, nas regras e critérios das pensões e em resultado da entrada em vigor do OE 2016.

Nesta 4.ª edição atualizada é dada especial atenção à relação das empresas com a Segurança Social e às principais propostas no âmbito da proteção social (reformas nos sectores público e privado). Após a entrada em vigor destes e de outros diplomas, tivemos o cuidado de elaborar novos casos práticos, através dos quais seja possível conhecer as reais implicações destas mudanças na gestão da política salarial das empresas.

 

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Por outro lado, esta obra vem dar resposta a modificações estruturais, como a crescente mobilidade funcional e geográfica dos trabalhadores, com introdução de novas formas de subsidiação à contratação de trabalhadores fora da sua área geográfica de residência, bem como de novas formas de regulamentação do trabalho no regime de adaptabilidade, horários concentrados e utilização do banco de horas em substituição do pagamento do trabalho extraordinário, e os incentivos à formação dos ativos – cheque formação.

Pelos conteúdos que aborda, esta obra é dirigida a um público bastante vasto, no qual se incluem diretores, responsáveis e técnicos de recursos humanos, técnicos de gestão de pessoal, administrativos, assim como todos os interessados em aprofundar conhecimentos nas práticas administrativas e processuais de trabalho.

 

 

Apresentação:

Página do Livro: www.lidel.pt

Autor: Paulo Reis

Edição: 2016

ISBN: 978-989-752-202-4

Editora: LIDEL

Preço Fixo:Sim

Coleção: Manual Prático

Páginas: 352

Formato: 17×24 cm

Idioma: Português

 

 

Público-Alvo:

  • Diretores, Responsáveis e Técnicos de Recursos Humanos;
  • Técnicos de Gestão de Pessoal;
  • Administrativos;
  • Grande público.

 

 

Autores:

Paulo Reis
Licenciado em Ciências Sociais e pós-graduado em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pela Universidade Católica.
Foi Chefe de Departamento de Pessoal em várias empresas. Foi também Chefe de Departamento de Recursos Humanos no Grupo Sonae, nas empresas INTEGRUM e NOVIS. Atualmente, é formador e consultor de várias empresas nas áreas de Gestão Administrativa de Pessoal, Gestão de Tempo, Processamento Salarial e Segurança Social, Gestão de Carreiras, Direito Laboral, entre outras. Gerente da empresa Paulo J. S. Reis – Consultoria e Formação, Lda.

 

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“Preços Impossíveis” nas aplicações de faturação

3 09 2016

 

Em determinadas circunstâncias, nas aplicações de faturação e ERPs, o valor total dos documentos de venda pode divergir, em cêntimos, do valor espectável. Esta situação pode ocorrer como resultado de um conjunto de configurações existentes, nomeadamente quando o documento e/ou a série estão configurados para não incluir o IVA.

 

Por norma, em determinados sectores de atividade onde são utilizadas aplicações  de faturação orientadas para ponto de venda (POS), são utilizados preços com IVA incluído como preço de referencia, já que maioritariamente os clientes são “consumidores finais” e é o preço com IVA que é relevante, não existindo para este tipo de clientes grande interesse em conhecer o preço sem IVA. Desta forma, independentemente da taxa de IVA associada ao artigo, o seu PVP é sempre o mesmo. No entanto, em outras áreas de negócio, principalmente quando são utilizadas aplicações de back-office, é muito comum utilizarem-se preços sem IVA incluído. A utilização de um método ou de outro não altera de forma nenhuma o preço dos artigos (na sua ficha), no entanto pode fazer com que o total do documento possa divergir como resultado dos cálculos efetuados pelas aplicações e das configurações existentes.

 

 

Exemplos:

Artigo A

  • PVP = 25,00
  • IVA = 23%
  • Base = 25/1,23 = round(20,325, 2) <=> 20,33
  • PVP = 20,33*1,23 = round(25,005, 2) <=> 25,01

 

Artigo B

  • PVP = 0,88
  • IVA =  23%
  • Base = 0,88/1,23 = round(0,715, 2) <=> 0,72
  • PVP = 0,72*1,23 = round(0,885, 2) <=> 0,89

 

Artigo C

  • PVP = 1,52
  • IVA =  23%
  • Base = 1,52/1,23 = round(1,235, 2) <=> 1,24
  • PVP = 1,24*1,23 = round(1,525, 2) <=> 1,53

 

 

Nos 3 exemplos existe 1 cêntimo de diferença quando se calcula o valor base e multiplica novamente pela taxa de IVA. Por norma esta situação não constitui um erro nem uma anomalia, uma vez que se prende com o método de cálculo do IVA utilizado (Ofício-Circulado 53314, de 09/06/1988 – Direcção de Serviços do IVA). No mesmo sistema, se existir essa funcionalidade, podem existir documentos/séries configurados de uma forma (IVA incluído), por exemplo para utilização num sistema de POS, e outros configurados de outra forma (IVA excluído), para faturação em back-office.

 

 

 

Exemplos práticos (Documento/Série sem IVA incluído):

Primavera Pssst ao facturar um artigo em que o PVP foi definido como 25 Euros, utilizando um documento configurado com a opção “Considerar IVA não incluído” ativada.

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ERP Wintouch, no editor de Vendas do Comercial.

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Ordem dos Contabilistas perde para fabricantes de software

2 08 2016

Fonte: www.computerworld.com.pt

Um tribunal de Lisboa obriga a organização a revelar o processo de decisão de fornecimento do software TOConline e AFE. O caso está a ser acompanhado por comissão parlamentar.

 

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O Tribunal Administrativo de Lisboa obrigou a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) a conceder as informações a um grupo de 28 fabricantes de software de gestão, sobre o processo de decisão de fornecer aos membros da organização profissional o software TOConline e AFE. Estes foram desenvolvidos pela OCC, mas os fabricante alegam que ela está legalmente impedida de comercializar produtos.

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Finanças bloqueiam software de faturação do Grupo PIE por fuga ao fisco

1 08 2016

Fonte: http://tek.sapo.pt

 

A Autoridade Tributária comunicou que revogou a licença dos programas de faturação “CR Mais” e “WinPlus”, depois de ter identificado um mecanismo que permitia eliminar as faturas já emitidas.

 

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