Apple Pay passou a estar disponível no ActivoBank

15 06 2020

O Apple Pay (AP) está timidamente a entrar em Portugal, com poucos bancos "tradicionais" a terem aderido até ao momento. Esta é a lista das entidades bancárias aderentes em Portugal:

 

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Nos últimos dias a novidade que o Millennium BCP passou a disponibilizar AP chegou, e por consequência, também o ActivoBank (AB), que pertence ao grupo do Millennium BCP, passou também a permitir a utilização do AP em todos os seus cartões, quer de débito quer de crédito. Apesar do AB não constar da lista, é possível adicionar cartões desta entidade bancária à Wallet, através da última opção: “Add a Different Card”. Segundo Rita Waite, diretora de Desenvolvimento, Negócio e Inovação do Millennium BCP, no futuro o AB irá figurar da lista de entidades aderentes ao AP, quer na App Wallet, quer no próprio site da Apple.

O Millennium BCP é assim um dos primeiros bancos tradicionais, a par do Crédito Agrícola, a aderir ao AP.

 

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Qual é a vantagem do AP e porque é tão aguardado? De uma forma muito resumida o AP é um meio de pagamento que funciona de forma nativa no iPhone, iPad, Apple Watch ou Mac, sem que seja necessário recorrer a aplicações de terceiros. Depois tem também a vantagem que não depende de uma ligação à Internet, como acontece com o MB Way (quanto utilizado em equipamento Apple), que é o meio de pagamento digital mais conhecido e utilizado em Portugal. Como a Apple restringe e limita a Apps de terceiros o acesso à tecnologia NFC presente nos seus equipamentos, o MB Way recorre a um método alternativo, que passa por ler um QR Code apresentado pelo terminal de pagamento. Pouco prático e demorado. O AP é muito mais rápido e seguro, para além de que pode ser utilizado em todo o mundo, ao contrário do MB Way que é suportado apenas em Portugal.

É ainda importante referir que ao contrário dos pagamentos com cartão físico contactless, que atualmente podem ser utilizados para pagamentos até 50 EUR (quando utilizada a tecnologia sem contacto), com o AP poderá efetuar pagamentos sem qualquer limite de valor.

 

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Apesar de alguns problemas iniciais, em que não era possível adicionar alguns cartões do AB ao AP, julgo que agora, quando já passaram alguns dias, esses problemas estejas resolvidos. Tenho 2 cartões deste banco e numa primeira fase só foi possível adicionar um deles, que era o mais antigo. Dias depois já consegui adicionar o segundo sem nenhum problema.

 

Conversas Activo – Apple Pay, com Rita Waite

 

O ActivoBank posiciona-se assim na linha da frente dos bancos mais digitais em Portugal, com uma grande vantagem que é o facto de ter passado a ser, desde há uns meses a esta parte, o único banco em Portugal que não cobra nem manutenção de conta, nem disponibilização cartões de débito e crédito. Isto depois de o Banco CTT ter passado a cobrar pela disponibilização de cartões, ainda que apenas em determinadas condições. Esta alteração de tarifário certamente deverá ter levado ao cancelamento massivo de contas e consequente migração para o ActivoBank, como foi o meu caso.

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O ecrã táctil do seu iPhone ou iPad não responde ao toque? Pretende enviar o equipamento para assistência sem os seus dados?

31 07 2019

Recentemente o meu iPhone ficou com um problema no ecrã que impedia qualquer interação com o equipamento. O ecrã táctil não respondia ao toque. O iPhone já não estava no período de garantia e por esse motivo, em vez de tratar do assunto diretamente com a Apple ou com um Centro de assistência autorizado deste fabricante, contactei uma empresa especializada que repara este tipo de equipamentos electrónicos.

 

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Na página Preparar o iPhone, iPad ou iPod touch para a assistência a Apple explica o que deve ser feito nos seus equipamentos antes de estes serem enviados para um centro de reparação. No entanto, a maior parte dos procedimentos implicam que o utilizador consiga aceder ao equipamento, o que, no meu caso, não era possível.

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Pretende manter ficheiros em modo offline num iPhone ou iPad?

25 05 2019

… Pode ser uma tarefa complicada se utilizar o iCloud.

 

A Apple é uma das empresas tecnológicas mais inovadoras e de maior sucesso em todo o mundo. No entanto também é conhecida por motivos menos bons, nomeadamente por manter limitações demasiado básicas nos seus produtos, que nem sempre são facilmente compreendidas pelos seus utilizadores, mais ainda quando as funcionalidades pretendidas pelos utilizadores existem muitas das vezes há vários anos em produtos concorrentes.

 

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Recentemente tive necessidade de manter vários ficheiros guardados localmente no meu iPad e iPhone, nomeadamente ficheiros PDF, para consulta numa formação, em que não tinha conectividade com a Internet, nem via rede WiFi nem via dados móveis. Sim, ainda existem muitas situações em que não é possível ou pretendido estar constantemente ligado à Internet, nem que seja por uma questão de poupar bateria, mantendo as ligações WiFi e dados móveis desativadas, por uma questão de custo ou tarifário, ou simplesmente porque existem locais sem redes WiFi por perto e ao mesmo tempo ligações a dados móveis lentas e instáveis.

 

Inicialmente comecei por guardar esses ficheiros na App Files, da Apple, no entanto facilmente encontrei dois “problemas”. O primeiro é que esta App é um simples gestor de ficheiros que, embora tenha a pasta “On My iPhone”, que guarda dados localmente no dispositivo sem os sincronizar com a cloud, não permite que o utilizador crie as suas próprias pastas na raiz da pasta em questão. O utilizador apenas pode colocar os seus dados dentro das pastas que eventualmente tenham sido criadas por Aplicações. Poderá não ser boa ideia porque pode levar a que quando a App que criou a pasta for removida, eventualmente todas as pastas e ficheiros criados pelo utilizador possam ser removidos sem aviso prévio. Depois, porque a App Files, embora abra ficheiros PDF, não permite efetuar pesquisas e anotações nos ficheiros, algo muito comum em documentos de texto.

 

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Posteriormente procurei uma alternativa, sem recorrer a aplicações de terceiros. Rapidamente cheguei à App Books, ou Livros, em Português, também da Apple. Esta App permite ler e ouvir audiolivros (pagos ou gratuitos), que podem ser descarregados numa loja própria da Apple e ser organizados na Biblioteca da App. Também tem como objetivo ser um repositório de ficheiros PDF que o utilizador queira colocar dentro da App para consulta posterior. Pensava ter encontrado aqui a solução para o meu problema, no entanto após algumas horas de utilização rapidamente percebi que existem vários problemas. Ficheiros que descarreguei pensando que ficariam disponíveis para acesso mesmo quando não estivesse ligado à Internet, sem razão aparente e sem que se perceba muito bem porquê, deixam de ficar disponíveis localmente, quer no iPad, quer no iPhone.

 

Nas imagens em baixo (da esquerda para a direita) é possível verificar que com o passar do tempo, alguns dias para ser mais preciso, os 12 ficheiros que descarreguei na App Books, no iPhone, foram desaparecendo inexplicavelmente da pasta Downloaded.

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Apple iOS-Erro ao ligar a um Hotspot pessoal?

19 04 2019

A funcionalidade Hotspot Pessoal do iOS permite partilhar uma ligação de dados móveis do iPhone ou iPad (apenas algumas versões) com outros dispositivos que não tenham acesso a uma rede Wi-Fi ou ligação a dados móveis. Imagine que se encontra numa zona rural, distante, em que não existem redes Wi-Fi por perto, e necessita de partilhar a ligação à Internet, que tem no iPhone, com outros equipamentos, como por exemplo um iPad. Com o Hotspot, o iPhone, que está ligado à Internet através do operador de telecomunicações (dados móveis), partilha, via Wi-Fi, a ligação com outros dispositivos. É como se o iPhone fosse um router, ou um access point, com a vantagem de ambos os equipamentos poderem utilizar a ligação simultaneamente. Quando um iPhone ou iPad tem o hotspot ativado, está a disponibilizar a ligação a outros equipamentos e existem ligações ativas, não é possível ligar-se a uma rede Wi-Fi sem desconectar os utilizadores do hotspot. No caso de um Mac, PC, ou outros equipamentos de terceiros, também é possível aceder a um Hotspot pessoal através de uma conexão Bluetooth. A ligação via cabo USB também pode ser utilizada, mas apenas com Mac e PC. Mais detalhes aqui.

 

Em determinadas circunstâncias poderá ser mostrado um erro que impede a conexão de um dispositivo (neste exemplo um iPad) a um hotspot que foi configurado num iPhone ou iPad. Neste caso o meu iPad estava a tentar aceder ao hotspot que tinha configurado no iPhone.

 

Remote Hotspot Failure

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WorkOutDoors-Uma excelente App para monitorizar atividade física no Apple Watch

10 02 2019

xrWebDdX_400x400Apesar do Apple Watch ser um smartwatch caro, direcionado para o segmento mais alto deste mercado, a verdade é que deixa a desejar em alguns aspetos, nomeadamente ao nível de software. Algumas das aplicações da Apple são muito limitadas nas suas funções. Estas falhas são colmatadas muitas das vezes por aplicações de terceiros.

 

É o caso da App WorkOutDoors, uma aplicação (disponível apenas para iOS) para registar exercício físico, que tem a particularidade de ser a única App que utiliza um mapa (do mundo inteiro). Este mapa, ou melhor, uma parte dele, pode ser descarregado para o Apple Watch, o que faz com que a aplicação não dependa nem de uma ligação à Internet, nem do iPhone por perto. A App funciona com todos os modelos do Apple Watch, embora no S0 e S1, como não têm GPS, dependem do iPhone.

 

Outra das funcionalidades mais interessantes desta aplicação é a sua capacidade de personalização. Conforme o tipo de exercício que o utilizador pretende fazer, poderá configurar a informação mostrada pelo relógio, utilizando para isso métricas, gráficos e botões. Os mapas são baseados no OpenStreetMap. O preço da App, 5,49 EUR, inclui o acesso a todas as zonas do globo, não existindo nenhuma funcionalidade dentro da App que seja paga.

 

 

Imagens da App no iPhone

A App Workouts é utilizada apenas para analisar os dados das atividades físicas, configurar os ecrãs da App do relógio, importar rotas e descarregar mapas para o relógio. 

No primeiro ecrã da App, em Workouts, é mostrada a lista de sessões de atividade física. Ao selecionar uma sessão de exercício é possível aceder aos seus detalhes (imagem à direita). Neste exemplo, uma caminhada, é  possível visualizar todos os detalhes, como o percurso realizado, a velocidade, elevação, calorias, passos, etc..

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Apesar de não ter testado, a App permite a exportação e  importação de ficheiros em formato GPX. Estes ficheiros são utilizados para a transferência de dados entre aplicações e dispositivos GPS e guardam rotas, percursos, trilhas e waypoints. Se já participou em provas de BTT, ou outras provas que impliquem algum tipo de orientação, provavelmente estará familiarizado com estes ficheiros. É muito comum os organizadores de uma determinada prova de desporto, de BTT por exemplo, disponibilizarem este ficheiro com o percurso que os participantes devem seguir. A App também permite fazer o upload de dados para o Strava, uma das Apps mais populares para o registo de atividades fisicas.

Na opção Screens são mostrados todos os ecrãs que podem ser utilizados nos vários tipos de exercícios (imagem à esquerda). Estes ecrãs são totalmente configuráveis pelo utilizador. Esta é uma das grandes vantagens desta App. Tudo, ou quase tudo, é personalizável. Desde o layout e tamanho do texto, até à escolha das métricas, que são mais de 160, que são mostradas em cada ecrã (imagem maior).

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Na opção Map Downloads o utilizador pode selecionar uma área no mapa que será descarregada para o relógio (primeira imagem). A vantagem é poder ter acesso ao mapa, no relógio, sem depender de Internet e de uma ligação ao iPhone. Simplesmente pode sair para fazer exercício físico apenas com o Apple Watch.

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Imagens da App no Apple Watch

Nas 2 imagens seguintes podemos visualizar a App no Apple Watch. Na imagem à esquerda é mostrado o ecrã da caminhada. Na imagem da direita é mostrado o mapa, sem nenhuma outra informação, para quando o utilizador quer visualizar o mapa sem iniciar nenhum exercício. Para aceder a esta funcionalidade basta escolher a primeira opção da App: “Map – just a map – no workout”.

O mapa vai rodando automaticamente à medida do percurso. Esta é uma funcionalidade muito importante para o utilizador conseguir interpretar o mesmo de forma rápida e clara. Uma vez que a App utiliza um mapa vetorial, o utilizador pode mover o mapa, com um só dedo no ecrã e fazer zoom, com a coroa do relógio.

Não foram esquecidos os indicadores da percentagem da bateria e do sinal GPS (5 barras na parte superior do ecrã), que até disponibiliza a precisão, em metros, conforme o sinal detetado a cada momento.

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Problemas com a App do Apple Watch após as mais recentes atualizações do iOS e watchOS?

13 10 2018

A App Watch é a aplicação que permite configurar o relógio da Apple, o Apple Watch. Em determinadas circunstâncias esta App pode informar o utilizador que não se encontra ligado à Internet. Este aviso pode ser mostrado ao procurar por atualizações do watchOS ou ao aceder à App Store, dentro da App Watch.

 

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No meu caso este problema passou a acontecer depois de ter atualizado o iOS para  a versão 12.0.1 e o watchOS para a versão 5.0.1. Logicamente que o iPhone estava conectado à Internet. Apenas esta App em concreto estava a reportar que não havia conectividade. Todas as tentativas de desligar o interface WiFi e voltar a ligar, ou ligar a uma rede diferente, eram infrutíferas.

 

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“Unable to Check for Update

Checking for a software update failed because you are not connected to the Internet.”

 

Apesar de parecer óbvio para qualquer utilizador de tecnologia, o simples desligar e voltar a ligar um equipamento numa primeira tentativa de resolução de um problema, pode ser das últimas coisas que um utilizador dos dispositivos da Apple se lembra de fazer. Isto pode ter uma razão de ser. É que o hardware e o software da Apple estão de tal forma optimizados um para o outro, que é muito raro existirem problemas que são resolvidos desta forma. Aliás, reiniciar o iPhone (ou qualquer outro equipamento Apple) para muitos utilizadores é um procedimento executado raramente. Por norma o equipamento é desligado apenas quando fica sem bateria.

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Offload App-Uma funcionalidade dos equipamentos da Apple que pode ser perigosa

19 09 2018

A funcionalidade Offload App, que surgiu com o iOS 11 em 2017, introduziu a possibilidade de desinstalar uma aplicação mantendo os seus dados para uma eventual reinstalação futura. De facto esta funcionalidade é extremamente útil para libertar espaço nos dispositivos da Apple. No meu caso, que tenho um iPhone SE com 16GB, existe uma luta constante contra a falta de espaço, o que obriga a utilizar a funcionalidade Offload App constantemente.

 

A grande diferença entre desinstalar uma app e colocar a mesma em  modo Offload é que se desinstalar uma aplicação, ela é eliminada ao mesmo tempo que são eliminados todos os dados do utilizador, preferências e configurações. O ícone da app também é removido. Colocar uma app em offload apaga somente a app e mantem os dados desta no dispositivo, com o intuito de o utilizador reinstalar posteriormente a aplicação. O ícone da app permanece no sistema, porém é colocado o símbolo de uma nuvem atrás da descrição da App precisamente para distinguir estas apps das que estão efetivamente instaladas. Quando o utilizador carrega no ícone de uma app que está em modo offload, ela é descarregada naquele momento e passa a ficar sempre disponível a não ser que o utilizador volte a colocar a app novamente em modo offload.

 

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Até aqui tudo bem. A ideia é excelente e tudo funciona na perfeição. Até mesmo quando existe uma versão mais recente na App Store comparativamente à que estava instalada. Neste caso é descarregada a versão que estava instalada e não a última. O problema é quando a empresa ou o programador que desenvolveu a app decide retirar a mesma da App Store ou existe alguma outra situação que provoque que isso aconteça. Quando o utilizador pressionar o ícone da app vai ser informado que a app deixou de estar disponível para download. Sim, mesmo que tenha pago a mesma ou que tenha feito uma compra dentro da aplicação (inapp purchase). Se isto poderá não ser particularmente grave em aplicações que não guardam dados do utilizador, poderá passar a ser extremamente critico quando a app em questão permitia o acesso a dados que se encontram no equipamento e não existe aplicação alternativa para abrir esses dados que se podem encontrar num formato “proprietário”.

 

Foi precisamente isto que me aconteceu. Para conseguir instalar o iOS 12, que foi recentemente disponibilizado, devido à quantidade de espaço livre necessário para o processo vi-me obrigado a colocar todas as apps em modo offload, incluindo uma app que tinha instalado antes de Março de 2017. Nessa altura fiz uma compra dentro da app para desbloquear funcionalidades. Ainda assim, como o processo de update do iOS não estava a ser completado e era mostrado um erro, suspeitei que a origem do erro estivesse relacionada com o espaço disponível e acabei por instalar o iTunes e fazer o update através do computador. Já depois de ter o iOS 12 instalado, ao carregar em todas as aplicações que estavam em modo offload e que queria reinstalar, recebi uma mensagem a informar que não era possível instalar a aplicação em causa já que esta não estava mais disponível na App Store. Tinha sido a primeira vez que tinha colocado esta app em modo offload.

 

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“Unable To Install “Photo Vault” The app is no longer available in the App Store.”

“Não foi possível instalar “iVault” A aplicação deixou de estar disponível na App Store.”

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Apple Watch – Bracelete de elos

3 02 2018

imageO Apple Watch é um relógio fantástico, não só por toda a tecnologia que incorpora, mas também pelas várias possibilidades de personalização que permitem alterar o seu visual, de mais desportivo a mais clássico, em poucos segundos. A combinação entre mostradores e braceletes permite ter um relógio diferente todos os dias.

 

A Apple dispõe de uma oferta muito alargada de braceletes, ao nível das cores, formatos e materiais. A mais barata, de tecido de nylon, tem o custo de 59 EUR e as mais caras, de elos,  custam 509 e 609 EUR, conforme a cor escolhida. Não questionando a qualidade e a sofisticação das mesmas, pagar mais de 500 EUR por uma bracelete, mais até que o preço do próprio relógio, leva certamente os utilizadores a pensar 2 vezes.

 

Pela sua sofisticação, design, e por fazer aproximar um smartwatch a um relógio “normal”, a bracelete de elos é objeto de desejo para muitos possuidores do relógio da Apple. Felizmente muitos outros fabricantes têm vindo a criar braceletes diferentes e também imitações das originais, sendo certamente as braceletes de elos uma das imitações mais difíceis de conseguir, pelo menos com qualidade aceitável. Afinal não é por acaso que estas braceletes custam mais de 500 Euros.

 

Construída com liga de aço inoxidável, uma bracelete de elos (original) tem mais de 100 componentes e durante o seu processo de fabrico, segundo a Apple, são necessárias mais de 9 horas apenas para cortar os elos de forma extremamente precisa. Esta bracelete conta ainda com um fecho em borboleta e com um mecanismo, presente em alguns elos, que permite adicionar ou remover os mesmos sem recorrer a qualquer relojoaria ou a qualquer ferramenta especial. Se tiver um pulso muito largo, que exceda os 205 mm, a Apple disponibiliza ainda um pack de 6 elos que aumentam em 40 mm esta bracelete.

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Falha de segurança no Mac OS X: CVE-2015-5833

26 10 2015

O que acontece quando se descobre uma falha de segurança (relativamente grave) no OS X, se reporta à Apple, e esta reconhece essa falha?

 

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Sim, o nosso nome fica associado à falha/vulnerabilidade encontrada, e é publicado no site da Apple assim que é disponibilizado um Security Update, como o que foi publicado à algumas semanas atrás, aquando da disponibilização do OS X El Capitan (10.11).

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Projecto Colibri – v10

14 12 2014

Foi disponibilizada a versão 10 da aplicação de faturação Projecto Colibri. Esta aplicação de faturação, multiplataforma (Windows, Linux e OS X), desenvolvida em Portugal, é certificada pela AT e está adaptada à nossa realidade e exigências fiscais, nomeadamente comunicação de Documentos de Transporte, Inventário e SAFT à AT (Autoridade Tributária) .

 

É uma das únicas aplicações neste segmento, em que a edição gratuita não tem limitações nem no volume de faturação, nem no numero de documentos.

 

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Novidades:

VERSÃO PROFISSIONAL
– Novo módulo WEB (Fase 1: POS).
– Exportação de tabelas em formato CSV.
– Preços de ARTIGO por UNIDADE de MEDIDA.
– Suporte para CÓDIGOS de BARRAS no BIRT.
– Emissão de relatórios nas vistas de REGISTO.
– Inventário de Existências (para comunicação à AT).

VERSÃO LICENCIADA
– RIC (Regime IVA de CAIXA).

TODAS AS VERSÕES
– Exportação de RECIBOS no SAFT.
– Gestão de VIATURAS nos documentos.
– Revisão do método de VERIFICAÇÃO de AVISOS.
– Revisão à forma de cálculo de TOTAIS nos RECIBOS.
– Suporte para IDENTIFICAÇÃO por CORES nas GRELHAS.
– Emissão de relatórios em vistas DETACHED (parametrizável).
– Suporte para PREÇO de CÂMBIO nas linhas dos documentos de entidades.
– Revisão ao separador EXPEDIÇÃO de documentos (melhoria na gestão do local de carga e descarga)
– Definição de propriedades da base de dados (possibilidade de parametrização extra na ligação).
– BACKUPS MANUAIS da base de dados (a partir do ECRÃ de LOGIN – EMPRESAS).
– Sugestão de utilizador de login (será sempre sugerido o ULTIMO user logado).

 

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PRIMAVERA Revoluciona Serviço na Restauração com Pssst! ExperienceTM

8 08 2014

Fonte: itchannel.pt

 

A tecnológica portuguesa PRIMAVERA BSS, multinacional especializada no desenvolvimento de soluções de gestão para o mercado global, acaba de anunciar que já se encontra disponível a nova solução Pssst! ExperienceTM que vai revolucionar o serviço na restauração ao substituir os menus tradicionais por tablets e smartphones e promover uma maior interatividade com o cliente final.

 

Com a nova solução, compatível com os sistemas operativos iOS (smartphones) e Android (tablets e smartphones), os restaurantes passam a disponibilizar a sua oferta através de tablets próprios ou dos dispositivos móveis dos clientes, mediante uma app de acesso gratuito, possibilitando a seleção de menus e a realização de pedidos, a configuração de sugestões de entradas, vinhos ou sobremesas, o acesso às recomendações do chefe, entre outras informações, tudo de forma online, já no restaurante ou a caminho.

 

App gratuita oferece serviço interativo de self-order a partir de dispositivos móveis

 

Os estabelecimentos de restauração, utilizadores do software de gestão Pssst!TM da PRIMAVERA, com esta solução podem agora comunicar com os seus clientes através de uma app e disponibilizar um serviço interativo de self-order a partir de dispositivos móveis.

 

Os clientes só têm que descarregar gratuitamente a app Pssst! ExperienceTM, na App Store ou no Google Play, e aceder a informação sobre os restaurantes aderentes, localização ou promoções. Esta app disponibiliza ainda moradas e direções para o estabelecimento e permite efetuar reservas ou consultar menus. Já no restaurante, o cliente pode, após a leitura de um QR Code, fazer os seus pedidos a partir do menu disponível. Com acesso a toda a informação sobre a oferta do estabelecimento, o cliente pode navegar livremente.

 

“A app Pssst! ExperienceTM proporciona aos estabelecimentos de restauração uma imagem de sofisticação e de modernidade que irá traduzir-se num serviço diferenciador”, afirma David Afonso, Senior Vice President da PRIMAVERA BSS. “Com esta app, os clientes podem dar feedback sobre o serviço prestado, uma vantagem competitiva de grande valor acrescentado para os estabelecimentos ajustarem a sua oferta e serviço aos desejos dos clientes, e aumentarem a fidelização e a atração de mais clientes”.

 

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Rússia quer códigos-fonte da Apple e SAP por suspeitas de espionagem

2 08 2014

Fonte: www.publico.pt

 

Proposta de Moscovo surge após revelações de Snowden e de casos de espionagem pela NSA.

 

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A Rússia propôs que a Apple e a SAP permitam o acesso aos seus códigos-fonte para o governo de Moscovo se assegurar que os produtos das duas empresas amplamente usados no país não são ferramentas para espiar instituições do Estado.

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KENU AirFrame

22 03 2014

 

Desenvolvido pela KENU, o AirFrame é um inovador suporte para smartphones, para o carro.

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Com um design minimalista, este suporte é extremamente leve (23 gramas) e portátil. A sua simplicidade reside em que se adapta facilmente à maioria dos ventiladores de qualquer viatura, e ao mesmo, tempo adapta-se a quase todos os smartphones no mercado com dimensões de ecrã até 4.8 polegadas, incluindo todos os modelos da Apple, Samsung Galaxy, BlackBerry.

 

Tem um mecanismo que permite colocar o smartphone quer na horizontal, quer na vertical. O seu design permite colocar o smartphone no suporte com a capa e cabos, sem nenhuma limitação. Os materiais utilizados são de extrema qualidade, o que justifica o preço do suporte.

 

Durante vários dias testei este suporte em diversas viaturas, como VW Golf, Renault Clio, Citroën C4, Opel Corsa, e em todos eles o AirFrame se adaptou sem nenhum problema aos ventiladores, com maior firmeza em alguns ventiladores, quando comparado com outros como é normal. Nos modelos onde o AirFrame não se adapta tão bem, poderá ser necessário segurar no smartphone enquanto utiliza algumas funcionalidades, como pressionar o botão home no iPhone, ou segurar no AirFrame para retirar o telefone do suporte. Mesmo em estradas que provocam maior trepidação no habitáculo, o nem o smartphone nem o próprio AirFrame nunca estiveram em risco de caírem.

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Boonzi no iPhone

23 02 2014

 

Está finalmente disponível na App Store da Apple, em vários países (em 22-02-2014 ainda não se encontrava na loja de Portugal) o Boonzi para iPhone. Pode agora registar as suas despesas e receitas no momento exato em que os movimentos ocorrem e sincronizar todos os dados com o Boonzi Desktop (Windows ou Mac OS X).

O Boonzi para iPhone funciona apenas em conjunto com o Boonzi Desktop e Boonzi Cloud. Não necessita de uma ligação constante à Internet, o que significa que poderá registar todas as transações e sincronizar mais tarde com a Boonzi Cloud assim que estiver conectado à rede.

A aplicação é gratuita, no entanto é necessária uma chave de ativação (a mesma chave utilizada para a ativação do Boonzi Desktop).

 

 

Algumas imagens do Boonzi para iPhone:

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Projecto Colibri 9.4.2

30 01 2014

 

Foi disponibilizada no passado dia 28, a versão 9.4.2 do Projecto Colibri.

 

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Melhorias e novidades:

 

LICENÇA PROFISSIONAL

  • Novo separador MOVIMENTOS em DOCUMENTOS: Passam a ser apresentados os MOVIMENTOS aos quais o documento DEU ORIGEM.

 

TODAS AS LICENÇAS

  • Actualização do driver JDBC MySQL.
  • Revisão interna e de metodos da API.
  • Revisão do processo de backup em MAC.
  • Correcção das datas de EXPEDIÇÃO.
  • Melhoria na exportação SAFT.
  • Correcção na exportação SAFT.
  • Facturação de guias globais.
  • Importação de códigos postais.
  • Controle de artigos inactivos. Passa a não ser possível gravar um documento que contenha ARTIGOS INACTIVOS.
  • Controle de entidades inactivas.Passa a não ser possível um gravar documento que contenha uma ENTIDADE INACTIVA.
  • Novas funcionalidades do POS: Foram feitas alterações importantes no funcionamento do POS, para além de uma revisão interna.

 

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Boonzi chegou à Cloud

7 01 2014

Excelentes noticias para os utilizadores da aplicação de gestão de finanças pessoais, made in Portugal, Boonzi. O inicio deste novo ano trouxe a integração do Boonzi com a Cloud, e isto significa que os dados da aplicação passam a estar disponíveis de forma centralizada para que todos os dispositivos do mesmo utilizador acedam à mesma informação. Este é um passo fundamental para as tão aguardadas apps móveis que vão permitir levar o Boonzi no nosso smartphone e inserir “em tempo real” todas as nossas despesas do dia a dia, por mais pequenas que sejam, sem que seja necessário ter que anotar algures para inserir mais tarde na aplicação.

 

Até agora o Boonzi tem utilizado como argumento principal, a possibilidade de importar dados para a aplicação, directamente através de um extracto bancário, no entanto, para muitos utilizadores, esta funcionalidade acaba por não ter assim tanta importância, porque a maioria, ou a quase totalidade das transcações, são efectuadas em dinheiro e logicamente não são registadas no extracto bancário. A Cloud, e por conseguinte as aplicações mobile vêm complementar todas as funcionalidades já existentes no Boonzi, fazendo dele um produto muito mais completo, útil e obrigatório.

 

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Standard Accounts 7.2 PRT – 7.2.190000

6 01 2014

Foi disponibilizada recentemente uma nova actualização para a aplicação de facturação gratuita Standard Accounts, para a plataforma OS X.

 

Novidades da versão 7.2.190000:

  • Alterações conforme portaria 340/2013
  • SAFT de acordo com formato portaria 274/2013 de 21 de Agosto
  • Parâmetros para 2014
  • Pequenas correções

 

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Kit de ligação de câmara para iPad-Nenhuma fotografia para importar

28 12 2013

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O Kit de ligação de câmara para iPad permite importar fotografias e vídeos para o iPad, a partir de uma câmara com coneção USB, ou a partir de um cartão de memória SD.

 

 

 

 

Em determinadas circunstâncias, ao utilizar este kit, poderá ser erradamente mostrada a seguinte mensagem “Nenhuma fotografia para importar” / “No photos to import”.

 

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Standard Accounts 7.2 para OSX actualizado para a nova versão do ficheiro SAFT

17 12 2013

No passado dia 13 de Dezembro, foi disponibilizada na Mac App Store a versão 7.2.170001 do Standard Accounts. Esta actualização, para além das habituais pequenas correções, dá suporte à nova versão 1.03 do ficheiro SAFT (Portaria 243/2013).

 

Esta aplicação, desenvolvida pela HansaWorld, é gratuita e está disponível para o sistema operativo OS X, da Apple. É de resto uma das poucas aplicações de facturação disponíveis para este sistema, que estão de acordo com a realidade fiscal Portuguesa, no que diz respeito à certificação de software e emissão do ficheiro SAFT.

 

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Passatempo Boonzi: Oferta de 1 licença no valor de 39.9 €

9 09 2013

 

O Boonzi é um projecto que tenho acompanhado, e que já mereceu destaque neste blogue por mais do que uma vez, nos artigos:

 

Nova versão do Boonzi (1.6) já disponível

Boonzi-Controle as suas finanças pessoais

 

Hoje, a equipa de desenvolvimento publicou no blog do Boonzi os planos para a inclusão de novas funcionalidades nas próximas actualizações ao produto, tal como “Forecast”, que permitirá ao utilizador ter uma previsão financeira a longo prazo, “Mega-Budgets” que possibilitará definir orçamentos com maior rigor e com um espaço temporal mais definido e “Cloud Sync” para poder sincronizar os dados entre diferentes dispositivos do mesmo utilizador, que será um primeiro passo para o desenvolvimento das apps mobile, tão desejadas. Mais detalhes sobre o road-map podem ser encontrados aqui.

 

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