EnergyOT HAN WiFi-Monitorize os consumos energéticos

23 09 2020

Os contadores de eletricidade inteligentes (também denominados de Smart Meter ou Energy Box/EDP Box no caso da EDP), muito comuns nos dias de hoje, para além de terem a função de ler os consumos, que são comunicados automaticamente ao fornecedor de energia (se tiver a funcionalidade de telecontagem estiver a ser utilizada), permitem uma série de outras operações remotas como alteração de potência, configurações de tarifário e ligação e desligação do serviço.

Alguns destes contadores disponibilizam ainda uma porta denominada de HAN (Home Area Network). Este interface de comunicação permite que possa ligar um equipamento de monitorização dos consumos energéticos.

 

“O que tenho de fazer para ter um contador inteligente?

Atualmente ainda não é possível pedir a instalação de um contador inteligente. No entanto, o operador de rede de distribuição está a instalar estes novos contadores por todo o país. Em 2020 espera-se que 60% dos contadores em Portugal sejam inteligentes.”

Fonte: EDP

 

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Se já tem um contador inteligente, para ter acesso à porta HAN primeiramente deverá solicitar ao seu fornecedor de energia a disponibilização dessa porta. No meu caso, que sou cliente da EDP, o primeiro passo, após certificar que tinha um contador inteligente, foi verificar se o mesmo disponibilizava a porta HAN. O meu contador é um SAGEM CX 1000-6 S, que consta da lista de contadores compatíveis. O custo da disponibilização da referida porta (correspondente aos encargos com a selagem e desselagem do equipamento) é de 17,22 EUR (com IVA) sendo que esse valor é cobrado na fatura mensal. Após preencher um formulário (este documento tem os procedimentos), fui contactado pela EDP para agendar a deslocação do técnico. Nesta fase nem tudo correu bem. Na primeira deslocação o técnico ligou a adiar a intervenção porque tinha que pedir um cabo à EDP. Na segunda intervenção vieram 2 técnicos mas também não traziam o cabo necessário. Só à terceira é que o cabo foi instalado e a porta ficou finalmente disponível.

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Carista-Elimine erros e faça alteração de configurações no seu carro

24 09 2019

É muito comum que durante as intervenções realizadas pelas oficinas nos nossos veículos, algumas configurações sejam alteradas. Isto acontece porque a análise, diagnóstico e resolução de certos problemas podem implicar que os eletricistas e mecânicos tenham que efetuar alterações ou repor definições com as ferramentas de diagnóstico e configuração OBD2. Na maior parte das vezes, quando as oficinas fazem alterações às definições existentes, ou reposição das definições “de fabrica”, não têm a preocupação de voltar a configurar o sistema para que as configurações fiquem como estavam antes das alterações. Desta forma, quando o proprietário de uma viatura intervencionada começa a utilizar a mesma, poderá reparar que foram efetuadas alterações que muitas das vezes não são desejadas. Pessoalmente esta situação já aconteceu comigo uma série de vezes em diferentes oficinas.

 

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Após uma deslocação recente do meu Volkswagen Golf 5 a uma oficina, para tratar de várias situações, reparei, ainda nas instalações da mesma, que ao rodar a chave da ignição era mostrado um aviso de falha do Airbag. Segundo a oficina, que supostamente ainda não tinha reparado neste aviso, a origem do mesmo estaria no facto de ter sido necessário desligar temporariamente alguns cabos. Depois disso o sistema identificou uma anomalia no Airbag, que não desapareceu mesmo depois de os cabos terem sido religados. Seria necessário voltar posteriormente à oficina (e tal situação não era viável nos dias seguintes), uma vez que devido à hora tardia já não era possível tratar daquela questão naquele momento. Ao mesmo tempo também não pretendia deixar lá o carro, já que isso provavelmente implicaria ficar lá todo o fim de semana. Como ia precisar do carro no dia seguinte (sábado), quis trazê-lo para casa, sabendo à partida que o Carista poderia resolver a situação. Tratando-se essencialmente de uma questão de segurança, uma vez que não tinha a certeza que o Airbag, no caso de ser necessário, fosse funcionar, tinha urgência na resolução deste problema, até porque no dia seguinte iria utilizar a viatura para fazer uma viagem em autoestrada. Também ao nível da inspeção periódica obrigatória (vulgarmente conhecida pela sigla IPO), que no caso do meu carro é realizada em outubro, poderiam eventualmente existir problemas.

 

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O ecrã táctil do seu iPhone ou iPad não responde ao toque? Pretende enviar o equipamento para assistência sem os seus dados?

31 07 2019

Recentemente o meu iPhone ficou com um problema no ecrã que impedia qualquer interação com o equipamento. O ecrã táctil não respondia ao toque. O iPhone já não estava no período de garantia e por esse motivo, em vez de tratar do assunto diretamente com a Apple ou com um Centro de assistência autorizado deste fabricante, contactei uma empresa especializada que repara este tipo de equipamentos electrónicos.

 

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Na página Preparar o iPhone, iPad ou iPod touch para a assistência a Apple explica o que deve ser feito nos seus equipamentos antes de estes serem enviados para um centro de reparação. No entanto, a maior parte dos procedimentos implicam que o utilizador consiga aceder ao equipamento, o que, no meu caso, não era possível.

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INVOXIA-Localizador GPS de nova geração

16 06 2019

Não é todos os dias que surgem no mercado produtos tão inovadores e diferentes como o localizador GPS da Invoxia. Localizadores GPS existem há muito tempo e são utilizados nas mais diversas situações, como por exemplo em carros e motas, animais, carteiras, pessoas, etc. A diferença entre o localizador da Invoxia e os localizadores “comuns” é que este não requer um cartão SIM porque não se liga às redes celulares dos operadores tradicionais como a MEO, Vodafone e NOS, por exemplo, no caso de Portugal.

 

O GPS tracker da Invoxia, desenvolvido por uma empresa francesa com o mesmo nome, não se liga diretamente à Internet, mas sim à rede Sigfox (no caso de Portugal). Em outros países poderá ligar-se à rede Sigfox ou à rede LoRa (conforme o caso) para comunicar a localização GPS. Estes dados são posteriormente transmitidos ao utilizador, via Internet, através de uma App, existente para iOS e Android. Estas redes de baixo débito e baixa potencia, também designadas de 0G, foram projetadas e desenvolvidas para comunicação de dispositivos que necessitam de muito baixa largura de banda e consumo energético, como o caso de dispositivos IoT. Estas redes, denominadas de LPWAN (low-power wide-area network), estão ainda em desenvolvimento e é portanto muito importante que o utilizador verifique a cobertura do serviço nas áreas onde pretende utilizar dispositivos que utilizem estas redes, antes de proceder à aquisição do equipamento e subscrição dos serviços, se for o caso.  Como resultado desta tecnologia, a autonomia deste localizador GPS é bastante alargada, podendo chegar a vários meses.

 

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Este equipamento tem o custo aproximado de 99 EUR, já com 3 anos de contrato de comunicações incluído. Posteriormente, após o terceiro ano, o custo é de 9,99 EUR por ano. Comparativamente a outros localizadores GPS existentes no mercado, considero que o preço deste equipamento é bastante acessível, mais ainda quando inclui 3 anos de comunicação de dados.

 

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Para além da tecnologia que permite enviar dados através das redes LoRa e Sigfox (868mHz/915mHz), está também disponível conectividade Bluetooth (BLE 4.0), para configuração do localizador, atualização do firmware e localização a curta distancia, WPS (Wi-Fi Positioning System) para localização indoor e sensores que detetam movimento e inclinação. Em relação à bateria, esta pode ser carregada via USB (cabo incluído). A tecnologia que este equipamento incorpora é bastante alargada, conforme se pode verificar.

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Apple iOS-Erro ao ligar a um Hotspot pessoal?

19 04 2019

A funcionalidade Hotspot Pessoal do iOS permite partilhar uma ligação de dados móveis do iPhone ou iPad (apenas algumas versões) com outros dispositivos que não tenham acesso a uma rede Wi-Fi ou ligação a dados móveis. Imagine que se encontra numa zona rural, distante, em que não existem redes Wi-Fi por perto, e necessita de partilhar a ligação à Internet, que tem no iPhone, com outros equipamentos, como por exemplo um iPad. Com o Hotspot, o iPhone, que está ligado à Internet através do operador de telecomunicações (dados móveis), partilha, via Wi-Fi, a ligação com outros dispositivos. É como se o iPhone fosse um router, ou um access point, com a vantagem de ambos os equipamentos poderem utilizar a ligação simultaneamente. Quando um iPhone ou iPad tem o hotspot ativado, está a disponibilizar a ligação a outros equipamentos e existem ligações ativas, não é possível ligar-se a uma rede Wi-Fi sem desconectar os utilizadores do hotspot. No caso de um Mac, PC, ou outros equipamentos de terceiros, também é possível aceder a um Hotspot pessoal através de uma conexão Bluetooth. A ligação via cabo USB também pode ser utilizada, mas apenas com Mac e PC. Mais detalhes aqui.

 

Em determinadas circunstâncias poderá ser mostrado um erro que impede a conexão de um dispositivo (neste exemplo um iPad) a um hotspot que foi configurado num iPhone ou iPad. Neste caso o meu iPad estava a tentar aceder ao hotspot que tinha configurado no iPhone.

 

Remote Hotspot Failure

Unable to start personal hotspot “nome_do_hotspot”

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Oracle VM VirtualBox-Erro ao iniciar uma máquina virtual

23 02 2019

Recentemente tive necessidade de criar uma máquina virtual com o Primavera Express e outras aplicações de gestão, para copiar para vários computadores, no contexto de uma formação relacionada com aplicações de faturação. Existem várias aplicações para virtualização de sistemas operativos, algumas gratuitas, como o VMware Workstation Player e o VirtualBox, da Oracle. Optei por este último, já que, para além de ser gratuito, é muito simples de utilizar.

 

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Após ter instalado o VirtualBox (versão 6.0.4) e copiado a máquina virtual para todos os computadores de todos os formandos, ao iniciar a mesma em alguns computadores, era mostrado um erro relacionado com o facto de o suporte à virtualização estar desativado.

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Error:

"VT-x/AMD-V hardware acceleration is not available on your system. Your 64-bit guest will fail to detect a 64-bit CPU and will not be able to boot."

 

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Error:

“Failed to open a session for the virtual machine “X”.

Details: Not in a hypervisor partition (HVP=0) (VERR_NEM_NOT_AVAILABLE).

VT-X is Disabled in the Bios for All CPU Modes.

(VERR_VMX_MSR_ALL_VMX_DISABLED).

…”

 

Estes erros estão relacionados com o facto de sistemas operativos 64 bits, como o caso do Windows 7 Professional da máquina virtual que criei, exigirem recursos de virtualização por hardware. VT-x no caso de processadores Intel e AMD-V para processadores AMD. Se o sistema operativo da máquina virtual for 32 bits, então, embora não tenha testado, presumo que possa iniciar a máquina virtual mesmo que o computador físico não tenha tecnologia de virtualização ou esta esteja desativada.

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GPS Week Number Rollover-O seu sistema GPS poderá deixar de funcionar em Abril

16 02 2019

No próximo dia 6 de abril de 2019 irá ser efetuada uma reinicialização no sistema GPS, denominada de GPS Week Number Rollover. Este evento, que ocorre a cada 19 anos (o anterior ocorreu em 21 de Agosto de 1999), poderá ter impacto nos equipamentos que utilizem esta tecnologia norte-americana de posicionamento global. Outras tecnologias, como GLONASS (Rússia), Galileo (União Europeia), QZSS (Japão), Beidou (China) e NAVIC (Índia) não serão afetadas.

 

Alguns fabricantes de equipamentos de navegação, como a TomTom e a Garmin por exemplo, já têm informações nos seus sites sobre o assunto. Verifique junto do fabricante, principalmente se o seu equipamento de navegação for mais antigo, se este irá ser afetado. Em alguns equipamentos poderá ser necessário efetuar uma atualização do firmware.

 

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Como exemplo de um equipamento que terá de ser atualizado, para continuar a funcionar normalmente após 6 de abril de 2019, temos o R-LINK Evolution. Este sistema de navegação e multimédia, que está presente em várias viaturas da RENAULT e que incorpora tecnologia da TomTom, irá deixar de funcionar normalmente se não for atualizado. O relógio irá deixar de ser apresentado e vários serviços como TomTom Traffic, Radares de trânsito, Meteorologia e Pesquisa deixarão de funcionar. A RENAULT disponibiliza uma atualização gratuita para que o equipamento de navegação continue a funcionar em pleno após o dia 6 de abril.

 

Clique na imagem seguinte para ler o comunicado do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

GPS

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Moloni-Integração com Terminais de Pagamento Automático (TPA)

15 02 2019

imageO software de faturação na cloud Moloni passou a permitir a integração de terminais de pagamento automático (TPA) no módulo Ponto de Venda (POS). Esta nova funcionalidade, que funciona apenas com terminais da Ingenico, permite reduzir a margem de erro do operador, já que o Moloni e o TPA comunicam entre si e deixa de ser necessário definir o valor manualmente no terminal de pagamento.

 

Esta integração funciona não só para documentos de venda, como faturas, mas também para documentos de devolução, como notas de crédito, em que, por norma, o reembolso do valor pago é efetuado no mesmo meio de pagamento utilizado no momento da venda.

 

 

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Fonte: www.moloni.pt

 

Receba pagamentos no Ponto de Venda (POS) com cartões de débito ou crédito e até mesmo MB WAY, de uma forma cómoda e sem intervenção do operador.

Os pagamentos passam a ser totalmente automáticos, desde o momento em que fecha uma compra, até à altura em que o cliente insere o PIN.

Os terminais suportados pelo Moloni são os modelos iCT250 e iCT220 da marca Ingenico, que podem ser solicitados ao seu banco na altura de subscrever o serviço, ou caso já tenha um terminal, poder solicitar a sua troca.

Para beneficiar desta funcionalidade, deverá fazer parte dos Planos Flex ou Pro.

 

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Primavera Pssst! e Tlim-Lista de equipamentos compatíveis e certificados

16 01 2019

Qualquer sistema de ponto de venda necessita de um conjunto de recursos de software e hardware para funcionar e cumprir as suas funções. Ao nível de software existe o sistema operativo, normalmente Windows ou Linux, o software de faturação de ponto de venda, como por exemplo Primavera, XD, Wintouch, PHC, Zone Soft ou WinREST, e controladores, que fazem a ponte entre os dispositivos e o restante sistema.

 

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Ao nível de hardware e periféricos, a lista de dispositivos que podem fazer parte de um sistema POS pode ser imensa. O mais usual, para além do próprio POS, que é normalmente um computador que incorpora um ecrã táctil, é uma impressora de talões, uma gaveta de dinheiro e um visor de cliente. Existem no entanto muitos outros equipamentos que podem integrar um sistema de ponto de venda, como balanças, etiquetadoras, leitores de códigos de barras, sistemas de videovigilância, leitores de cartões magnéticos e terminais de pagamento, entre outros.

 

Os terminais de contagem de dinheiro são outro equipamento que começa a ser cada vez mais utilizado nos pontos de venda, nomeadamente quando existem muitos colaboradores e muitas transações em numerário. Embora tenha um custo considerável, comparativamente a todo o restante sistema, este equipamento garante o controlo do saldo de caixa, já que evita o manuseamento do dinheiro “em caixa” por parte dos colaboradores, minimizando ou eliminado assim o risco de fraude e desvios. Ao mesmo tempo valida a autenticidade das notas e moedas, elimina erros nos trocos e reduz o tempo necessário para mudanças de turno.

 

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Neste artigo pretendo partilhar a lista de equipamentos nos quais foi testada a compatibilidade com o Pssst! e Tlim, com relevância para os equipamentos certificados pela Primavera. Esta lista permite ao implementador, ou ao cliente final, conhecer a lista de equipamentos onde existe a certeza relativamente à sua compatibilidade com o Pssst! e Tlim. Acontece muitas vezes o utilizador, ou vendedor/parceiro, ter dúvidas sobre os equipamentos a adquirir para funcionarem em conjunto com determinado software, mais ainda quando a aplicação de faturação vai ser instalada em ambiente Linux. A compra de um equipamento ou periférico, sem a prévia análise sobre a sua compatibilidade com o restante sistema, pode levar a perdas, não só de tempo, mas também perdas financeiras.

 

 

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Fonte: Primavera Business Software Solutions

 

Lista de equipamentos certificados e compatíveis com Pssst! e Tlim

Os seguintes equipamentos são compatíveis com os produtos Pssst! e Tlim. Os equipamentos certificados pela PRIMAVERA BSS encontram-se assinalados com um "*".

Os detalhes sobre a configuração destes equipamentos certificados podem ser conhecidos no documento: Equipamentos compatíveis e certificados.

 

Equipamentos Pontos de Venda

  • Asus All-in-one PC – ET1611PUT

  • BIRCH CZAR

  • BIRCH PP7000D-T15

  • Bleep TS-915

  • Carisma PT7000D  *

  • Desire POS

  • Dynamic POS

  • Elitepad Tablet 1000 G2

  • ELO ESY15E1 (Apenas em ambiente Linux) *

  • EPS Alpha/Cubee

  • EPS Aures Galeo/Odysse

  • EPS IT-400

  • EPS OTEKsys OP15A

  • EPS Protech 6620

  • Equilibra MiniPOS

  • Equilibra Panel PC K785

  • Equilibra Panel PC K786

  • Equilibra POS 360

  • Equilibra POS 460

  • Equilibra\Libra 1100

  • ErgosTek K-8000 (Apenas em ambiente Linux) *

  • ErgosTek K-1050  *

  • ErgosTek K-1500

  • FEC PP9635A  *

  • FEC PP9635B

  • FEC Retail Smart MP-2410

  • Flytech POS335 (Apenas em ambiente Linux) *

  • Genérico Tablet PC – Linux *

  • Genérico Tablet PC 10” Atom N2600 – Windows 8

  • Genius WP-55

  • Go Infinity POS-3520

  • Hanasis HS-FLS10

  • HP POS RP2

  • HP POS RP78 (C2R94EA) (Apenas em ambiente Windows) *

  • Marques BM-500

  • maXtron POS-6620

  • maXtron PS3100

  • maXtron XPOS72

  • Mega POS MP-3435  *

  • OKPOS I-1500

  • OKPOS OPTIMUS

  • Partner PT-5705

  • Partner PT-5910

  • Partner PT-6210

  • Partner PT-6212

  • Partner PT-8800

  • POOSH POS SYSTEM (Apenas em ambiente Windows) *  

  • Protech PS3100 (Apenas em ambiente Linux) *

  • Protech PS3120

  • Sam4S SPT-4000

  • Sam4S SPT-4700 *

  • Sinocan F06-15

  • Toshiba ST-A10

  • Toshiba ST-C10

  • Toshiba WILLPOS C10

  • TSI15CEA

  • TYSSO POS-9000

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Como configurar o seu carro para trancar automaticamente todas as portas ao arrancar

30 11 2018

 

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Carista-Faça diagnósticos e alterações no seu carro

 

Em alguns países, como no Brasil por exemplo, a incidência de assaltos em carros parados nos semáforos (e em outros locais propícios para os criminosos atuarem) é bastante alta. Tão alta que é prática comum os condutores e motociclistas não pararem nos semáforos em determinadas situações, principalmente de noite e em zonas menos movimentadas das cidades. Embora aqui em Portugal o cenário não seja nem de perto nem de longe tão critico, existem alguns registos de situações de assaltos e carjacking em zonas com semáforos, mesmo fora dos grandes centros urbanos, em cidades mais pequenas do interior.

 

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Existem algumas medidas de segurança que podem ser importantes para minimizar o risco de ser alvo destas ameaças. Circular com o veículo trancado é uma das melhores formas de se proteger. Embora muitos veículos tenham um botão que ao ser pressionado tranca todas as portas, se não existir um automatismo que execute esta operação automaticamente, dificilmente o condutor o irá fazer todas as vezes que iniciar a utilização do carro. Muitas viaturas têm uma funcionalidade para trancar todas as portas quanto o veiculo entra em andamento, após atingir uma determinada velocidade. É o caso do Volkswagen Golf V, o meu carro. Muitos outros veículos têm esta funcionalidade, embora possa estar desativada.

 

Se pretender ativar este sistema de segurança, deve primeiramente tentar saber se o seu carro tem esta funcionalidade. Por vezes a consulta do manual do fabricante não é suficiente para obter a resposta, já que esta funcionalidade, assim como muitas outras, podem não estar documentadas nos manuais do cliente. Após ter a certeza que existe essa possibilidade, verifique se é possível ativar através dos menus do computador de bordo, menus do display do painel de instrumentos, sistema de infoentretenimento, ou através de outra qualquer forma (alguns veículos permitem ativar esta funcionalidade após pressionar durante X segundos no botão de trancar as portas). Outras viaturas vão ainda mais longe ao permitir definir a velocidade à qual todas as portas são automaticamente trancadas.

 

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Sistemas de Navegação por Satélite

15 11 2018

Ainda que utilizemos o acrónimo GPS, que significa Global Positioning System (em português Sistema de Posicionamento Global), para descrever qualquer dispositivo, funcionalidade ou software que permita obter coordenadas e posicionar-nos num mapa, na realidade o GPS, desenvolvido e operado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, é apenas uma das tecnologias de localização existentes. Outros sistemas de posicionamento por satélite (Global Navigation Satellite System-GNSS) existem, como o GLONASS, Galileo, entre outros.

 

Galileo

 

Drones, smartphones, carros autónomos, câmaras fotográficas, trackers para animais e objetos são apenas alguns dos equipamentos que utilizamos todos os dias que incorporam tecnologia de geolocalização. Cada vez mais estes equipamentos são capazes de obter dados de localização provenientes de diferentes tecnologias. Esta possibilidade cria uma complementaridade que permite aumentar a precisão da localização, ainda que, como sabemos, a imprecisão de alguns sistemas (como o GPS) possa ser deliberada para utilização civil. Falo em concreto do sistema norte-americano, em que a precisão máxima está reservada para fins militares.

 

Clique na imagem seguinte para abrir em tamanho maior o infográfico que explica o que é o GPS.

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Este artigo tem como objetivo evidenciar as diferenças entre os vários sistemas existentes atualmente, sem entrar em detalhes técnicos. Muitos países optam por ter o seu próprio sistema, não ficando assim dependentes de outros países neste domínio. Para o utilizador existem vantagens nesta competição. Não nos podemos esquecer que, se em certas situações ter uma margem de erro de 5 ou 10 metros pode não representar problema algum, noutras circunstâncias, em que é exigida mais precisão, uma margem de erro menor pode ser muito importante. Estou a referir-me à condução autónoma por exemplo, cada vez mais uma realidade na qual a industria automóvel está a apostar. Saber se um veiculo está dentro da faixa de rodagem é algo que exige uma precisão muito maior, comparativamente à navegação turn-by-turn que todos utilizamos no dia a dia para ir de um local para outro, em que uma precisão menor não compromete na maior parte dos casos a funcionalidade à qual se destina um equipamento de GPS comum.
 

 

Sistemas de navegação por satélite:

GPS USA

GLONASS Rússia

Galileo União Europeia

QZSS Japão

BeidouChina

NAVICÍndia

 

 

Na imagem seguinte, retirada da Wikipedia, poderá visualizar uma tabela comparativa dos vários sistemas. Clique na imagem para a abrir em tamanho maior.

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Power Bank Solar–Análise

7 09 2018

Devido ao facto de os nossos equipamentos digitais dependerem constantemente de energia para funcionar poderá ser importante garantir que os conseguimos carregar em qualquer lugar. Com um power bank poderá carregar, por exemplo, aparelhos mp3 e mp4, maquinas fotográficas, tablets, smartphones, equipamentos de GPS, entre outros.

 

Os power banks são cada vez mais um complemento aos nossos equipamentos digitais que todos os dias transportamos connosco. Existem modelos para todos os gostos e são cada vez mais baratos. É possível encontrar power banks desde por poucos Euros, até algumas dezenas de Euros. A diferença varia normalmente no design, no numero de interfaces, na capacidade e logicamente no volume e peso. De resto, pouco ou nenhumas diferenças existem. Muitos têm uma luz led, para servir de lanterna. Quase todos têm um botão para ligar o power bank, visualizar o estado da bateria e ligar/desligar a luz LED. Claro que existem modelos mais avançados, com mais funcionalidades, como por exemplo um mostrador numérico que permite ao utilizador saber exatamente a percentagem restante de carga, suporte para carregamento sem fios para carregar o Apple Watch, etc..

 

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O que é que este power bank solar tem de especial? A relação qualidade/preço/funcionalidades. Por um preço tão baixo dificilmente será possível encontrar melhor (pelo menos em lojas nacionais). A funcionalidade de carregamento através da luz solar é para ser utilizada em circunstâncias especificas, por exemplo se vai acampar, fazer longas caminhadas, ou em outras situações em que pode não ser possível carregar através de uma porta USB e da energia eléctrica. Mesmo sabendo que comparativamente ao carregamento convencional o carregamento através da energia solar é muito mais lento, esta funcionalidade é bastante interessante. Este power bank que testei, embora não tenha uma qualidade de construção muito boa, tem algumas partes em borracha, nomeadamente nas portas USB. Proteções pensadas para uma utilização fora de casa, em ambientes mais agressivos. .

 

No mercado existem alguns painéis solares portáteis com uma ou mais portas USB que não têm bateria, isto é, não têm forma de acumular a energia gerada. Para não “desperdiçar” energia pode ser necessário ligar um power bank a esses painéis. A vantagem dos power banks solares é que têm as 2 funcionalidades num só equipamento. A desvantagem comparativamente aos painéis solares, que normalmente têm dimensões maiores, é que estes, derivado das suas dimensões, têm uma maior capacidade para gerar energia.

 

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Controle vários equipamentos ligados à sua Smart TV apenas com um comando

9 08 2018

Através de diferentes tecnologias é possível utilizar apenas um comando, o da TV, para controlar diversos equipamentos conectados à Televisão. Neste artigo vou explicar como controlar quer a MEOBox quer o Raspberry Pi  com o comando de uma Smart TV Samsung. Designado de Samsung One Remote, pela pouca informação técnica que consegui apurar, este possui várias tecnologias de comunicação, como infravermelhos (IR), radiofrequência (RF) e/ou Bluetooth (BT). Em relação ao Bluetooth consulte informações adicionais no final deste artigo.

 

Através do sistema Samsung Universal Remote e do HDMI-CEC, 2 tecnologias distintas, é possível controlar os dispositivos que estejam conectados à televisão. Com o One Remote, também designado por Smart Remote ou Smart Control, controlo não só a TV, mas também a MEOBox e o Raspberry Pi, um mini computador que está a correr o PiPplware, um sistema operativo para o Raspberry Pi baseado em Linux que inclui software de entretenimento como o KODI. Desta forma passei a utilizar um só comando para a TV, para a BOX da MEO e para o Raspberry Pi. É muito prático.

 

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Para este artigo foram utilizados os seguintes equipamentos:

  • MEOBox (modelo ARRIS VIP2262 V2)
  • Smart TV Samsung (modelo UE49MU6505U)
  • Comando da TV Samsung (modelo RMCSPM1AP1)
  • RaspBerry Pi 2 (modelo B)

 

 

O comando, que é bastante ergonómico, minimalista e prático, inclui um microfone para o utilizador, após pressionar um botão, dar instruções de voz para a TV como mudar de canal, alterar o volume, play, pause, alterar o source, etc.. Suponho que a não seja possível comunicar grandes quantidades de dados, nomeadamente voz, por infravermelhos, e provavelmente por causa disso o comando também utiliza tecnologia de radiofrequência. Outra vantagem da utilização da radiofrequência é que ao contrário da comunicação por infravermelhos, não tem que existir contacto visual entre o comando e a TV, para além do raio de ação ser maior.

 

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Com o One Remote não é possível efetuar todas as operações que são são possíveis com o comando da MEO, no entanto, tem as funcionalidades que utilizamos na maior parte das vezes, como mudar de canal, alterar o volume, aceder às gravações e ao guia da TV. Conseguirá até mesmo ligar a BOX da MEO com o comando da TV.

 

 

 

 

Configuração do sistema Universal Remote na Smart TV Samsung

Aparentemente, pelo que pude apurar em pesquisas, as BOXs da MEO não suportam HDMI-CEC. O sistema Samsung Universal Remote não utiliza o HDMI-CEC, mas sim o próprio emissor de infravermelhos do comando, no caso de comunicação com a MEO Box. Assim, este sistema é compatível com receptores de TV, DVD e Blu-ray Players, sistemas de Home Theatre, Apple TV, Google Chromcast, XBOX, PlayStation, etc.. Alguns dispositivos externos podem não suportar esta funcionalidade.

Para iniciar o assistente de configuração selecione na TV o dispositivo que pretende controlar com o comando da TV e escolha, carregando  no botão para cima no teclado direcional (roda), a opção Universal Remote.

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Carregue em Start.

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Adaptador OBD2 Carista (Bluetooth)

25 04 2018

Artigo relacionado: Carista-Faça diagnósticos e alterações no seu carro

 

Existe no mercado uma variedade enorme de adaptadores OBD2 e por esse motivo nem sempre é fácil escolher o melhor adaptador para as nossas necessidades. Estas podem estar relacionadas com o sistema operativo e com as aplicações que pretendemos utilizar ou com outras necessidades. O problema de existir muita oferta é que muitos adaptadores, alguns deles baseados no standard de comunicação ELM327, são “falsificados” e não implementam corretamente este standard na sua totalidade, podendo causar problemas, nomeadamente ao nível da comunicação. Por essa razão é muito importante escolher um adaptador de qualidade, ainda que possa ter um custo superior, para assim ter uma melhor experiencia de utilização.

 

A Prizmos, LLC, empresa que desenvolve o Carista, enviou-me um adaptador OBD2 para testes. Este adaptador é baseado em ELM327 – versão 1.4, que é a versão mínima necessária para a aplicação Carista funcionar.

 

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Na pequena caixa vem apenas o adaptador, muito bem protegido por espuma. A caixa tem códigos QR para acesso direto ao Google Play e App Store para descarregar a App Carista.

 

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O adaptador Carista é compatível tanto com o sistema operativo iOS (versão 8 ou superior) assim como Android (versão 2.3 ou superior). Para além de ser compatível com a App Carista (já examinada neste artigo), o adaptador também funciona com outras aplicações de terceiros, desde que estas sejam compatíveis com o standard ELM327 (desenvolvido pela Elm Electronics). Na imagem em baixo poderá consultar a lista de aplicações compatíveis, para iOS e Android. Ao carregar na imagem irá abrir uma página que especifica os procedimentos de conexão para cada App (algumas são pagas), assim como terá acesso aos links para os desenvolvedores de cada uma das Apps.

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Torne a experiência de ver TV mais imersiva e menos cansativa para os olhos com uma fita LED

20 04 2018

Cada vez mais existe uma preocupação crescente por parte dos fabricantes de dispositivos com ecrãs para os tornar menos “agressivos” para os nossos olhos. Um dos vários exemplos é o ajuste automático do brilho do ecrã nos dispositivos iPhone e iPad, que recorre a um sensor de luz ambiente para determinar os níveis de brilho ideais. Mais recentemente a Apple disponibilizou também o Night Shift para os dispositivos com iOS, que ajusta automaticamente as cores do ecrã, tendo em conta a hora do pôr do sol,  para cores mais quentes. Estas funcionalidades têm como objetivo proteger e minimizar o impacto negativo na nossa visão e ao mesmo tempo poupar bateria já que o brilho no máximo é um factor determinante para o consumo energético.

 

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Segundo o que tenho lido, ver TV completamente às escuras não é muito confortável  nem é o ideal para a nossa visão, podendo criar um impacto negativo, principalmente quando o brilho da televisão está configurado no máximo. Algumas televisões têm um sensor de luminosidade que adapta o brilho conforme o meio envolvente. Outras TVs, como alguns modelos da Philips por exemplo, vão ainda mais longe e possuem iluminação embutida na parte traseira da TV. Se não é o caso da sua televisão poderá comprar uma fita LED e colar na parte de trás do equipamento. Irá poder verificar que ver TV com iluminação traseira tornar-se-á numa experiencia mais imersiva, para além de diminuir o cansaço e fadiga dos olhos. Claro que isto só fará sentido se a TV estiver junto a uma parede, onde a iluminação LED se irá “espalhar”. Estas fitas podem ser colocadas em outros locais, como escadas, prateleiras, móveis, etc..

 

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Moebyus AMIGO 3D – Retouching Tool

15 04 2018

Muitas das vezes existe a necessidade de efetuar pequenos retoques nas impressões 3D, como retirar suportes, fundir plástico, eliminar imperfeições, perfurar, alisar ou cortar. Desenvolvido pela empresa Moebyus Machines, sediada em Madrid, o AMIGO 3D custa sensivelmente 35 Euros é uma ferramenta que permite efetuar todas essas operações de forma fácil.

 

O aparelho, que é bastante leve e ergonómico, traz 3 ponteiras que podem ser facilmente trocadas. Com o aquecimento, a temperaturas que permitem derreter plástico, as ponteiras permitem efetuar os mais diversos trabalhos de finalização. O AMIGO 3D tem ainda com um led que se mostra bastante útil em situações de menor luminosidade.

 

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A Moebyus Machines enviou-me um AMIGO 3D para análise.

O aparelho é muito robusto. O seu corpo é construído em plástico (área preta) e também numa borracha (área azul) que faz com que o AMIGO 3D não escorregue da mão enquanto está a ser utilizado. O AMIGO 3D cumpre a norma CE.

 

A utilização do AMIGO 3D é muito simples. Depois de colocar as pilhas e a ponteira desejada basta mover o botão preto, de OFF para ON, e posteriormente carregar no botão azul. São apenas necessários alguns segundos para que a ponteira tenha temperatura suficiente para a poder começar a utilizar. No final basta mover o botão para OFF, se não pretender utilizar mais o equipamento no imediato. A troca de ponteiras deve ser efetuada depois de estas arrefecerem. É fornecida um pequena peça para ajudar a retirar as ponteiras.

 

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Ao contrário de outros equipamentos semelhantes, como o MODIFI3D e o Retouch3D, o AMIGO 3D funciona com 3 pilhas alcalinas AA de 1.5 V (não incluídas), o que lhe confere bastante mobilidade.

 

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E-reader BQ Cervantes 4-Análise

6 04 2018

Com a massificação dos tablets não é muito comum encontrar e-readers à venda nem alguém que utilize este tipo de equipamentos. Embora sejam parecidos fisicamente com os tablets, os e-readers têm a especificidade de estarem orientados para a leitura de livros digitais (e-books) e outros conteúdos relacionados, apesar de muitos e-readers irem além destas funções. A grande diferença entre um tablet e um e-reader está na tecnologia do ecrã (e-ink) que simula o papel e também na autonomia que vai muito para além da autonomia de um tablet.

 

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Comparativamente a um tablet, o principal objetivo de um e-reader é que o utilizador não fique com a vista cansada em leituras mais prolongadas, como na leitura de um livro por exemplo. Olhar para um tablet sob a luz direta do sol pode ser uma tarefa complicada e desconfortável. É por esta razão e por outras que muitas pessoas preferem comprar livros em papel, apesar de já existirem livros em formatos digitais, normalmente com custo inferior.

Nos e-readers, derivado à tecnologia que utilizam, a leitura de um livro não causa tanto impacto negativo na visão, nomeadamente fadiga ocular.

 

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No mercado existem vários fabricantes a produzir e-readers, sendo os mais comuns, pelo menos no mercado Ibérico, a BQ com o Cervantes, o Kindle da Amazon e o KOBO da FNAC. Muitos outros e-readers existentes pelo mundo fora são muitas vezes comercializados por grandes livrarias online, sendo um canal privilegiado para venderem os seus conteúdos  digitais.

O Cervantes, tal como grande parte ou mesmo a totalidade dos produtos da BQ, é desenvolvido internamente por este fabricante, tanto ao nível de hardware como de software. Embora seja mais conhecida pelos seus smartphones e impressoras 3D,  a BQ detém uma vasta experiencia em e-readers. Para este review a BQ enviou-me o Cervantes 4 para análise.

 

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EGG PowerStation-Análise

2 04 2018

Muitos dos problemas que enfrentamos no dia a dia têm muitas das vezes soluções simples e ao mesmo tempo elegantes. É o caso da EGG PowerStation, um produto projetado e produzido em Portugal pela startup portuguesa EGG Electronics, que visa eliminar duas das características do comum bloco de tomadas que todos conhecemos – o seu aspecto deselegante e o facto de em determinadas situações não ser possível tirar total proveito de todas as tomadas. Algumas fichas e transformadores por vezes podem bloquear a utilização das tomadas do lado.

O Blog recebeu uma unidade deste revolucionário produto para ser analisado.

 

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De design personalizável (patenteado) através das capas que podem ser trocadas pelo utilizador de forma rápida e fácil (sem parafusos), a EGG PowerStation permite que sejam ligados 15 dispositivos em simultâneo, em qualquer direção (horizontal e vertical), desde que possuam ficha Europlug tipo C. Este tipo de ficha é normalmente utilizada em dispositivos de baixo consumo energético como carregadores de smartphones e tablets, portáteis mais recentes, power banks, smartwatches, entre outros equipamentos semelhantes. As fichas Europlug tipo E e F, usualmente presentes em equipamentos que necessitam de muita energia, como aquecedores, micro-ondas, portáteis mais antigos e outros equipamentos semelhantes, não são suportados.

A EGG PowerStation conta ainda com 2 portas USB para carregar equipamentos por esta via (saída máxima 10 Watts).

 

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Com um custo a rondar os 40 Euros sem capa personalizada ou cerca de 50 Euros com capa personalizada, a EGG PowerStation é um objeto que agora, em vez de querermos esconder devido ao seu aspecto, queremos que fique bem visível, fruto do seu design inovador e atraente. Facilmente se enquadra em cima de uma secretária ou mesa de apoio na sala de estar. As capas podem ser adquiridas individualmente pelo valor aproximado de 12 Euros.

 

Embora possa parecer um valor algo exagerado, o valor de 40 ou 50 Euros pode ser facilmente justificado pelo facto de ser necessário comprar vários blocos de tomadas comuns, que se encontram em qualquer loja e superfície comercial, para permitir 15 tomadas em simultâneo. Por exemplo, se comprar-mos 2 blocos de 6 tomadas sem portas USB, mais um bloco de 6 tomadas com 2 portas USB e sabendo que das 18 tomadas vão ser utilizadas 2 para ligar os blocos entre si, sobram 16 tomadas livres. Se tivermos em conta que um bloco de 6 tomadas sem portas USB poderá custar, em média, entre 5 e 10 Euros (das mais baratas em que por vezes a qualidade é questionável) e que um bloco de 6 tomadas com 2 portas USB pode custar à volta de 20 Euros,  estamos a falar de, no mínimo dos mínimos, 30 Euros no total. Embora seja um valor inferior ao valor da EGG, e mesmo sabendo que esta apenas é compatível com algumas fichas (Europlug tipo C) o impacto visual que é causado por 3 blocos ligados em cascata é grande, se estes estiverem à vista.

 

EGG PowerStation HD / Meet the EGG

 

As portas USB são extremamente úteis nos dias de hoje, até porque muitos equipamentos electrónicos modernos são carregados por esta via e muitas das vezes apenas é fornecido pelo fabricante um cabo USB sem o carregador.

A EGG PowerStation tem um cabo com 1,5 metros de comprimento que permite colocar este dispositivo num lugar conveniente. Tem ainda um sistema de proteção contra sobrecargas de energia que permite que o utilizador fique mais descansado relativamente a esta questão. Sempre que a potencia máxima for atingida a EGG fica inativa. Para a reativar basta inserir um clip num pequeno orifício lateral e pressionar um botão. Na parte frontal do equipamento existem 2 discretos indicadores luminosos de cor azul e a base tem 4 úteis “borrachas” para ajudar a imobilizar a PowerStation em qualquer superfície.

Quando se trata de equipamentos elétricos,  nem sempre é boa ideia comprar “o mais barato possível”, dado os riscos que um equipamento que poderá não ser seguro o suficiente e não estar de acordo com as certificações e normas poderá comportar.

 

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Ainda relativamente às capas que dão vida a este dispositivo, existe a possibilidade de criar novas capas personalizadas para criar equipamentos únicos de merchandising por exemplo. Já existem capas personalizadas do ACP, Vitória SC, EDP, hotéis, entre outras entidades.

 

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Carista-Faça diagnósticos e alterações no seu carro

27 03 2018

Muitos dos veículos que atualmente circulam nas estradas têm um conector, denominado de OBD2, que permite comunicar com os vários módulos de uma viatura, quer para recolher e visualizar dados em tempo real, com base nos sensores, mas também para efetuar diagnósticos e alterações ao nível de comportamento dos vários equipamentos.

 

Qualquer oficina minimamente moderna dispõe atualmente de aparelhos de diagnóstico, normalmente complexos e caros, que se conectam a este sistema, que é standard da industria e é comum a várias marcas.

 

 

Através de “simples” adaptadores OBD que estão disponíveis no mercado a um custo normalmente muito reduzido (na maior parte dos casos 20 Euros ou menos) e com determinadas aplicações existentes para dispositivos móveis como smartphones e tablets é possível utilizar utilizar o sistema OBD de forma simplificada.

 

Ainda que estes adaptadores possam não ter tantas funcionalidades nem serem compatíveis com tantas marcas e modelos  comparativamente com os aparelhos utilizados nas oficinas,  esta poderá ser uma ótima opção já que poderá permitir poupar tempo e dinheiro. Existe muita oferta destes adaptadores. A grande diferença entre entre eles normalmente está no tipo de comunicação de dados (WiFi, Bluetooth, USB), protocolo de comunicação e compatibilidade com os vários sistemas operativos.  Os mais utilizados são os adaptadores genéricos ELM327 que são compatíveis com muitas aplicações, nomeadamente com a Carista (tenha em mente que existem adaptadores contrafeitos que podem criar alguns problemas).

 

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A Carista é compatível com vários modelos das marcas Toyota, BMW, Lexus, Mini, Scion, Subaru, SEAT, Skoda, Volkswagen e Audi (pode verificar aqui se o seu veiculo é suportado e que funcionalidades são compatíveis com ele) e distingue-se das demais aplicações (pelo menos das várias que testei) porque não apresenta dados em tempo real (como por exemplo consumos, temperaturas, velocidade, etc..). Em contrapartida a Carista permite efetuar alterações ao comportamento de vários equipamentos de uma viatura como às luzes, fecho central, vidros, etc. Esta App permite ainda “limpar” erros e avisos ativos no painel de bordo como o aviso de revisão e óleo.

 

No meu caso, que tenho um Volkswagen Golf 5, consigo configurar a possibilidade de o carro trancar todas as portas depois de começar a andar, desbloquear todas as portas automaticamente depois de retirar a chave da ignição, abrir/fechar os vidros através de toques prolongados nos botões do comando, alterar a língua do painel de instrumentos entre outras configurações. Claro está que tudo vai depender também dos extras que o carro tem. Por exemplo, como o meu carro não tem sensores de estacionamento, não vou conseguir configurar opções relacionadas.

 

How to use the Carista app to personalize your car and check for faults

 

 

A Carista (disponível em Inglês, Alemão, Russo e Espanhol) está disponível para iOS (iPhone e iPad) e sistemas Android. Embora seja uma aplicação gratuita, tem funcionalidades pagas. Gratuitamente estão apenas disponíveis diagnósticos e serviço básicos. Alterações, diagnósticos  e serviços avançados têm um custo de 10,99 Euros para uma semana ou 44,99 Euros para um ano. Embora tenha um valor que poderá ser difícil de justificar para muitos dos utilizadores, para outros poderá ser um valor mais do que aceitável, principalmente tendo em conta o valor normalmente cobrado pelas oficinas para efetuar o que esta aplicação faz. Convém referir que a subscrição do serviço que tem todas as funcionalidades não é comum às plataformas iOS e Android, o que significa que se pretender utilizar o Carista nos 2 sistemas terá que pagar duas vezes.

 

A aplicação funciona quer com o adaptador da Carista (que custa 19,99 Euros), mas também com qualquer outro adaptador desde que seja compatível com ELM327 (v1.4). No caso de optar pelo adaptador da Carista, tem a vantagem de ter 1 mês de oferta para a utilização de todas as funcionalidades pagas. Este adaptador é compatível quer com sistemas Android quer com iOS e pode ser utilizado com outras aplicações de terceiros, disponíveis na Google Play e App Store, que têm funcionalidades que o Carista não tem, como ler dados em tempo real.

Carista OBD2 Adapter

 

No meu caso comprei um adaptador com WiFi no OLX (ainda não conhecia a Carista), por cerca de 14 Euros, que é compatível com sistema iOS. Pela análise que fiz, apenas são compatíveis com iOS os adaptadores com WiFi, ao contrário do sistema Android que aceita adaptadores com WiFi ou Bluetooth. Por este motivo tenha atenção no momento da escolha de um adaptador.

 

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A utilização do Carista e de outras aplicações do mesmo género é muito semelhante. Normalmente basta ligar o adaptador ao carro, na porta OBD (que se situa em muitos modelos, algures debaixo do volante), colocar a chave na ignição do carro, ligar o interface WiFi (o adaptador cria uma rede WiFi) ou Bluetooth do equipamento que vai utilizar para conectar ao adaptador (tablet, smartphone, PC), conforme o caso, e estabelecer a conexão ao adaptador. Depois resta abrir a aplicação e seguir as instruções no caso de a conexão não ser efetuada automaticamente.

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BQ Witbox Go!–Análise

13 02 2018

A BQ, experiente na área de impressão 3D, anunciou há alguns meses a nova impressora Witbox Go!. Esta impressora, que chegou recentemente ao mercado, promete simplificar esta tecnologia elevando a experiencia de utilização a outro patamar. A BQ enviou-me uma Witbox Go!, completamente nova, para ser analisada no Blog. Agradeço à BQ e à Sandra Coelho do departamento de Marketing.

 

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O que acrescenta esta nova impressora ao mercado? Bem, muitas coisas. A começar pelo seu design extremamente apelativo com traços minimalistas. Nada de cabos à vista, ventoinhas, parafusos, transformadores, motores e correias. Esta impressora é muito atraente. Apenas tem um botão e um led que muda de cor conforme a operação que está em curso. Encaixa bem em qualquer sala de estar ou escritório transmitindo uma imagem moderna e inovadora. Prova do seu design é o premio internacional de design Red Dot, que lhe foi atribuído.

 

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Facilmente se perceberá, até porque a BQ tem outras impressoras disponíveis no mercado, que a Witbox Go! é uma impressora focada num determinado segmento de mercado e não entra em guerra direta com outros modelos orientados para outro tipo de utilizadores. A BQ Witbox Go! não é de todo focada no universo de makers. Esta impressora é fechada a modificações e por isso foca-se essencialmente a quem privilegia o design, a simplicidade de utilização e não se incomoda com as suas características e limitações.

 

Esta impressora provavelmente será uma das impressoras mais simples que atualmente existirá no mercado. Vem completamente montada e o objetivo é que em poucos minutos o utilizador possa começar a imprimir sem grandes complicações.

 

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A Witbox Go! é pequena e leve, pesando apenas 5 Kg. Incorpora Android como sistema operativo/firmware, o que permitiu à BQ melhorar e simplificar a experiencia de utilização. As novidades não se ficam por aqui. A impressora liga-se à rede domestica, via WiFi e possui tecnologia NFC para identificar as bobinas que são colocadas na impressora e a quantidade de filamento disponível. Tudo, claro está, para facilitar a sua utilização. Apesar de não encontrar evidenciado no site da BQ, a impressora também tem um interface Bluetooth que, pelo que pude perceber, é utilizado apenas para a configuração inicial da impressora, através de um smartphone ou tablet com Android, quando esta ainda não está ligada à rede Wi-Fi.

 

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Embalamento e conteúdo da caixa

O embalamento da impressora é exemplar sendo notória a atenção que a BQ dedica a esta questão. É fácil retirar a impressora e os acessórios da caixa. A impressora vem devidamente protegida, com o modo de transporte ativado, para evitar problemas durante o transporte. Na caixa tudo está no no seu devido lugar. Juntamente com a máquina e plataforma de impressão vem um cabo USB para ligar a impressora ao computador, uma bobina de filamento, um modelo 3D exemplo (um barco que é utilizado como benchmark), um guia de iniciação, documentação sobre a garantia, uma espátula e um adaptador para tomadas dos EUA. O processo inverso, de colocar a impressora e todos os restantes itens dentro da caixa, também é muito simples e rápido, sendo necessário previamente voltar a colocar a impressora no modo de transporte. Neste modo a plataforma sobe totalmente e por baixo dela é colocada a caixa que contém tudo o resto.

 

 

 

Software – Instalação, inicialização da impressora e utilização

A BQ produziu internamente uma aplicação, denominada de Zetup, para Windows, Linux e Android. Não existe, pelo menos por agora, aplicação para iOS, o que dificulta a vida a quem utilizar equipamentos Apple, que é o meu caso. Como não tenho nenhum equipamento com Android, comecei inicialmente por utilizar o Windows. A experiencia com o software não foi das melhores, principalmente em Windows e Linux. Isso explica o porquê de ter imprimido vários barquinhos iguais, que é possível ver nas várias imagens deste artigo. Nas primeiras horas, sem ter a possibilidade de enviar para a impressora novos modelos, apenas conseguia imprimir o barco, já que este é o único modelo que vem na memória da impressora.

 

Após descarregar o Zetup do site da BQ, o processo de instalação não foi pacifico já que o instalador não passava dos 88%, mesmo após aguardar bastante tempo. Repeti o processo mais de uma vez e, por mais tempo que esperasse, não era concluído. Para tentar ultrapassar, tentei alguns procedimentos como executar o instalador com outro utilizador do Windows, renomear a pasta criada pelo instalador, executar o instalador “como Administrador”, alterar permissões na pasta. Não sei exatamente qual era o problema, mas após tentar novamente, o instalador acabou por avançar até aos 100%. Problemas resolvidos … pensava eu :) Posteriormente, após executar a aplicação foi mostrado o assistente que permite configurar a impressora para posteriormente adicionar a mesma à rede WiFi. Este assistente necessita que exista uma conexão por cabo USB, com a impressora. Aqui também não correu muito bem. A impressora não era detetada no Windows. O gestor de dispositivos mostrava um dispositivo com problemas. Não culpando o software da BQ, até porque muitas das vezes o problema está na instabilidade e especificações do sistema do utilizador (no meu caso utilizo Windows 7 que para além de não estar inicialmente atualizado ao máximo estava algo instável derivado da instalação ter vários anos), a impressora acabou de ser detetada após instalar os drivers ADB (que também estão disponíveis no site da BQ) e o “habitual“ ligar e desligar o equipamento, trocar de porta USB, etc.. Não sei se era obrigatório instalar os drivers ou se era suposto o software Zetup tratar deste passo. O que é certo é que mais este problema foi ultrapassado. A impressora passou a ser detetada via cabo USB.

 

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