Como utilizar o serviço IPTV numa Smart TV Samsung

5 07 2018

As televisões modernas são autênticos computadores. Ligam-se diretamente à Internet, têm uma loja de aplicações, têm um navegador web, ligações WiFi, Bluetooth e Ethernet, entre outras tecnologias e interfaces. Para a sua função principal, transmitir canais de televisão, algumas Smart TVs, para além do interface HDMI (que permite a habitual conexão de uma tradicional BOX de um operador assim como de outros equipamentos), têm outros interfaces, para ligar por exemplo, um cabo coaxial que permite também visualizar alguns canais que são disponibilizados para clientes sem uma BOX.

 

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Algumas Smart TVs de alguns fabricantes, nomeadamente da Samsung e LG, permitem ainda, sem a necessidade de utilizar equipamentos adicionais, aceder a serviços de IPTV (Internet Protocol Television-Televisão por IP), através de uma aplicação instalada na TV. Basta apenas ligar a TV à Internet e configurar a mesma para o efeito. Estes serviços disponibilizam normalmente centenas de canais televisivos, muitos deles não disponíveis na oferta dos vários operadores em Portugal, como a NOS, MEO, Vodafone e NOWO. Dependendo do serviço, podem ser disponibilizados canais dos mais variados países como USA, Espanha, França, Alemanha, Itália, Canadá, Iraque, Arábia Saudita, Ucrânia, Macedónia,  Nepal, Malásia, Coreia do Sul, Malta, Israel, Indonésia, Finlândia, Estónia, Singapura, Suriname, Lituânia, China, Eslovénia, Inglaterra, Cabo Verde, Angola, Bélgica, Rússia, entre outros.

 

Embora seja possível aceder a conteúdos IPTV de forma gratuita, em sites que disponibilizam listas de canais televisivos e outros conteúdos, muitos dos serviços e conteúdos IPTV de qualidade são pagos. Nestes serviços pagos estão normalmente incluídos canais premium, como canais desportivos, caça e pesca, entretenimento, cinema, entre outros. Além disso, muitos fornecedores de serviços IPTV garantem níveis mínimos de disponibilidade e qualidade, e para além de canais televisivos, incluem também rádios e video on demand (VOD), em que é possível ter acesso a filmes e séries. Tal como nos serviços oferecidos pelos operadores, são normalmente disponibilizados canais televisivos em várias resoluções, SD, HD, Ultra HD (4K).

 

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A vantagem de utilizar um serviço IPTV diretamente numa aplicação de uma Smart TV, é que não é necessário comprar nenhum outro equipamento, como uma BOX por exemplo, para o efeito. Desta forma é menos um equipamento a consumir energia, menos um comando (uma vez que o comando da TV irá controlar o serviço IPTV) e logicamente menos complexidade. Por depender apenas de uma ligação à Internet, que deve ser suficientemente rápida e estável, os serviços de IPTV podem também ser acedidos em outros equipamentos com Android e iOS como tablets, smartphones e Box’s, computadores, equipamentos dedicados, Raspberry Pi, etc..

 

Nas Smart TVs da Samsung pode ser utilizada a aplicação Smart IPTV (desconheço se existem outras). Esta aplicação, que também está disponível para outras plataformas, permite a utilização gratuita durante 7 dias. Depois disso obriga ao pagamento de 5,49 Euros para continuar a funcionar. Se a App não estiver instalada, procure na loja de aplicações da TV e instale. Em televisões Samsung esta aplicação só está disponível para determinados modelos. Segundo a página da mesma:  “… The application works only on TVs starting from E series. It doesn’t work on C or D series TVs …” No caso da minha TV, modelo UE49MU6505 está disponível.

 

O pagamento  da aplicação poderá ser efetuado dentro da App, após fornecer os dados do cartão de pagamento. Existe outra forma de efetuar o pagamento, através desta página. No meu caso fiz o pagamento diretamente na App e correu tudo bem. É mais fácil e rápido.

 

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A aplicação e o interface são muito simples. Esta inclui apenas alguns canais de teste. O pagamento da aplicação serve apenas para continuar a utilizar a mesma após os 7 dias. Não é disponibilizado qualquer serviço IPTV nem canais adicionais após o pagamento.

 

Através da página siptv.eu é possível enviar as listas de canais para a TV, especificando o MAC address da mesma (que é único para cada TV) que é mostrado na App, em diversos locais. Esta operação pode ser efetuada remotamente pelo prestador do serviço (após o utilizador indicar o endereço MAC da TV ao prestador do serviço), ou pelo próprio utilizador, especificando um ficheiro ou um URL. Neste exemplo enviei para a minha TV um ficheiro de teste.

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Adaptador OBD2 Carista (Bluetooth)

25 04 2018

Artigo relacionado: Carista-Faça diagnósticos e alterações no seu carro

 

Existe no mercado uma variedade enorme de adaptadores OBD2 e por esse motivo nem sempre é fácil escolher o melhor adaptador para as nossas necessidades. Estas podem estar relacionadas com o sistema operativo e com as aplicações que pretendemos utilizar ou com outras necessidades. O problema de existir muita oferta é que muitos adaptadores, alguns deles baseados no standard de comunicação ELM327, são “falsificados” e não implementam corretamente este standard na sua totalidade, podendo causar problemas, nomeadamente ao nível da comunicação. Por essa razão é muito importante escolher um adaptador de qualidade, ainda que possa ter um custo superior, para assim ter uma melhor experiencia de utilização.

 

A Prizmos, LLC, empresa que desenvolve o Carista, enviou-me um adaptador OBD2 para testes. Este adaptador é baseado em ELM327 – versão 1.4, que é a versão mínima necessária para a aplicação Carista funcionar.

 

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Na pequena caixa vem apenas o adaptador, muito bem protegido por espuma. A caixa tem códigos QR para acesso direto ao Google Play e App Store para descarregar a App Carista.

 

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O adaptador Carista é compatível tanto com o sistema operativo iOS (versão 8 ou superior) assim como Android (versão 2.3 ou superior). Para além de ser compatível com a App Carista (já examinada neste artigo), o adaptador também funciona com outras aplicações de terceiros, desde que estas sejam compatíveis com o standard ELM327 (desenvolvido pela Elm Electronics). Na imagem em baixo poderá consultar a lista de aplicações compatíveis, para iOS e Android. Ao carregar na imagem irá abrir uma página que especifica os procedimentos de conexão para cada App (algumas são pagas), assim como terá acesso aos links para os desenvolvedores de cada uma das Apps.

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Torne a experiência de ver TV mais imersiva e menos cansativa para os olhos com uma fita LED

20 04 2018

Cada vez mais existe uma preocupação crescente por parte dos fabricantes de dispositivos com ecrãs para os tornar menos “agressivos” para os nossos olhos. Um dos vários exemplos é o ajuste automático do brilho do ecrã nos dispositivos iPhone e iPad, que recorre a um sensor de luz ambiente para determinar os níveis de brilho ideais. Mais recentemente a Apple disponibilizou também o Night Shift para os dispositivos com iOS, que ajusta automaticamente as cores do ecrã, tendo em conta a hora do pôr do sol,  para cores mais quentes. Estas funcionalidades têm como objetivo proteger e minimizar o impacto negativo na nossa visão e ao mesmo tempo poupar bateria já que o brilho no máximo é um factor determinante para o consumo energético.

 

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Segundo o que tenho lido, ver TV completamente às escuras não é muito confortável  nem é o ideal para a nossa visão, podendo criar um impacto negativo, principalmente quando o brilho da televisão está configurado no máximo. Algumas televisões têm um sensor de luminosidade que adapta o brilho conforme o meio envolvente. Outras TVs, como alguns modelos da Philips por exemplo, vão ainda mais longe e possuem iluminação embutida na parte traseira da TV. Se não é o caso da sua televisão poderá comprar uma fita LED e colar na parte de trás do equipamento. Irá poder verificar que ver TV com iluminação traseira tornar-se-á numa experiencia mais imersiva, para além de diminuir o cansaço e fadiga dos olhos. Claro que isto só fará sentido se a TV estiver junto a uma parede, onde a iluminação LED se irá “espalhar”. Estas fitas podem ser colocadas em outros locais, como escadas, prateleiras, móveis, etc..

 

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Moebyus AMIGO 3D – Retouching Tool

15 04 2018

Muitas das vezes existe a necessidade de efetuar pequenos retoques nas impressões 3D, como retirar suportes, fundir plástico, eliminar imperfeições, perfurar, alisar ou cortar. Desenvolvido pela empresa Moebyus Machines, sediada em Madrid, o AMIGO 3D custa sensivelmente 35 Euros é uma ferramenta que permite efetuar todas essas operações de forma fácil.

 

O aparelho, que é bastante leve e ergonómico, traz 3 ponteiras que podem ser facilmente trocadas. Com o aquecimento, a temperaturas que permitem derreter plástico, as ponteiras permitem efetuar os mais diversos trabalhos de finalização. O AMIGO 3D tem ainda com um led que se mostra bastante útil em situações de menor luminosidade.

 

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A Moebyus Machines enviou-me um AMIGO 3D para análise.

O aparelho é muito robusto. O seu corpo é construído em plástico (área preta) e também numa borracha (área azul) que faz com que o AMIGO 3D não escorregue da mão enquanto está a ser utilizado. O AMIGO 3D cumpre a norma CE.

 

A utilização do AMIGO 3D é muito simples. Depois de colocar as pilhas e a ponteira desejada basta mover o botão preto, de OFF para ON, e posteriormente carregar no botão azul. São apenas necessários alguns segundos para que a ponteira tenha temperatura suficiente para a poder começar a utilizar. No final basta mover o botão para OFF, se não pretender utilizar mais o equipamento no imediato. A troca de ponteiras deve ser efetuada depois de estas arrefecerem. É fornecida um pequena peça para ajudar a retirar as ponteiras.

 

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Ao contrário de outros equipamentos semelhantes, como o MODIFI3D e o Retouch3D, o AMIGO 3D funciona com 3 pilhas alcalinas AA de 1.5 V (não incluídas), o que lhe confere bastante mobilidade.

 

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E-reader BQ Cervantes 4-Análise

6 04 2018

Com a massificação dos tablets não é muito comum encontrar e-readers à venda nem alguém que utilize este tipo de equipamentos. Embora sejam parecidos fisicamente com os tablets, os e-readers têm a especificidade de estarem orientados para a leitura de livros digitais (e-books) e outros conteúdos relacionados, apesar de muitos e-readers irem além destas funções. A grande diferença entre um tablet e um e-reader está na tecnologia do ecrã (e-ink) que simula o papel e também na autonomia que vai muito para além da autonomia de um tablet.

 

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Comparativamente a um tablet, o principal objetivo de um e-reader é que o utilizador não fique com a vista cansada em leituras mais prolongadas, como na leitura de um livro por exemplo. Olhar para um tablet sob a luz direta do sol pode ser uma tarefa complicada e desconfortável. É por esta razão e por outras que muitas pessoas preferem comprar livros em papel, apesar de já existirem livros em formatos digitais, normalmente com custo inferior.

Nos e-readers, derivado à tecnologia que utilizam, a leitura de um livro não causa tanto impacto negativo na visão, nomeadamente fadiga ocular.

 

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No mercado existem vários fabricantes a produzir e-readers, sendo os mais comuns, pelo menos no mercado Ibérico, a BQ com o Cervantes, o Kindle da Amazon e o KOBO da FNAC. Muitos outros e-readers existentes pelo mundo fora são muitas vezes comercializados por grandes livrarias online, sendo um canal privilegiado para venderem os seus conteúdos  digitais.

O Cervantes, tal como grande parte ou mesmo a totalidade dos produtos da BQ, é desenvolvido internamente por este fabricante, tanto ao nível de hardware como de software. Embora seja mais conhecida pelos seus smartphones e impressoras 3D,  a BQ detém uma vasta experiencia em e-readers. Para este review a BQ enviou-me o Cervantes 4 para análise.

 

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EGG PowerStation-Análise

2 04 2018

Muitos dos problemas que enfrentamos no dia a dia têm muitas das vezes soluções simples e ao mesmo tempo elegantes. É o caso da EGG PowerStation, um produto projetado e produzido em Portugal pela startup portuguesa EGG Electronics, que visa eliminar duas das características do comum bloco de tomadas que todos conhecemos – o seu aspecto deselegante e o facto de em determinadas situações não ser possível tirar total proveito de todas as tomadas. Algumas fichas e transformadores por vezes podem bloquear a utilização das tomadas do lado.

O Blog recebeu uma unidade deste revolucionário produto para ser analisado.

 

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De design personalizável (patenteado) através das capas que podem ser trocadas pelo utilizador de forma rápida e fácil (sem parafusos), a EGG PowerStation permite que sejam ligados 15 dispositivos em simultâneo, em qualquer direção (horizontal e vertical), desde que possuam ficha Europlug tipo C. Este tipo de ficha é normalmente utilizada em dispositivos de baixo consumo energético como carregadores de smartphones e tablets, portáteis mais recentes, power banks, smartwatches, entre outros equipamentos semelhantes. As fichas Europlug tipo E e F, usualmente presentes em equipamentos que necessitam de muita energia, como aquecedores, micro-ondas, portáteis mais antigos e outros equipamentos semelhantes, não são suportados.

A EGG PowerStation conta ainda com 2 portas USB para carregar equipamentos por esta via (saída máxima 10 Watts).

 

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Com um custo a rondar os 40 Euros sem capa personalizada ou cerca de 50 Euros com capa personalizada, a EGG PowerStation é um objeto que agora, em vez de querermos esconder devido ao seu aspecto, queremos que fique bem visível, fruto do seu design inovador e atraente. Facilmente se enquadra em cima de uma secretária ou mesa de apoio na sala de estar. As capas podem ser adquiridas individualmente pelo valor aproximado de 12 Euros.

 

Embora possa parecer um valor algo exagerado, o valor de 40 ou 50 Euros pode ser facilmente justificado pelo facto de ser necessário comprar vários blocos de tomadas comuns, que se encontram em qualquer loja e superfície comercial, para permitir 15 tomadas em simultâneo. Por exemplo, se comprar-mos 2 blocos de 6 tomadas sem portas USB, mais um bloco de 6 tomadas com 2 portas USB e sabendo que das 18 tomadas vão ser utilizadas 2 para ligar os blocos entre si, sobram 16 tomadas livres. Se tivermos em conta que um bloco de 6 tomadas sem portas USB poderá custar, em média, entre 5 e 10 Euros (das mais baratas em que por vezes a qualidade é questionável) e que um bloco de 6 tomadas com 2 portas USB pode custar à volta de 20 Euros,  estamos a falar de, no mínimo dos mínimos, 30 Euros no total. Embora seja um valor inferior ao valor da EGG, e mesmo sabendo que esta apenas é compatível com algumas fichas (Europlug tipo C) o impacto visual que é causado por 3 blocos ligados em cascata é grande, se estes estiverem à vista.

 

EGG PowerStation HD / Meet the EGG

 

As portas USB são extremamente úteis nos dias de hoje, até porque muitos equipamentos electrónicos modernos são carregados por esta via e muitas das vezes apenas é fornecido pelo fabricante um cabo USB sem o carregador.

A EGG PowerStation tem um cabo com 1,5 metros de comprimento que permite colocar este dispositivo num lugar conveniente. Tem ainda um sistema de proteção contra sobrecargas de energia que permite que o utilizador fique mais descansado relativamente a esta questão. Sempre que a potencia máxima for atingida a EGG fica inativa. Para a reativar basta inserir um clip num pequeno orifício lateral e pressionar um botão. Na parte frontal do equipamento existem 2 discretos indicadores luminosos de cor azul e a base tem 4 úteis “borrachas” para ajudar a imobilizar a PowerStation em qualquer superfície.

Quando se trata de equipamentos elétricos,  nem sempre é boa ideia comprar “o mais barato possível”, dado os riscos que um equipamento que poderá não ser seguro o suficiente e não estar de acordo com as certificações e normas poderá comportar.

 

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Ainda relativamente às capas que dão vida a este dispositivo, existe a possibilidade de criar novas capas personalizadas para criar equipamentos únicos de merchandising por exemplo. Já existem capas personalizadas do ACP, Vitória SC, EDP, hotéis, entre outras entidades.

 

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Carista-Faça diagnósticos e alterações no seu carro

27 03 2018

Muitos dos veículos que atualmente circulam nas estradas têm um conector, denominado de OBD2, que permite comunicar com os vários módulos de uma viatura, quer para recolher e visualizar dados em tempo real, com base nos sensores, mas também para efetuar diagnósticos e alterações ao nível de comportamento dos vários equipamentos.

Qualquer oficina minimamente moderna dispõe atualmente de aparelhos de diagnóstico, normalmente complexos e caros, que se conectam a este sistema, que é standard da industria e é comum a várias marcas.

 

 

Através de “simples” adaptadores OBD que estão disponíveis no mercado a um custo normalmente muito reduzido (na maior parte dos casos 20 Euros ou menos) e com determinadas aplicações existentes para dispositivos móveis como smartphones e tablets é possível utilizar utilizar o sistema OBD de forma simplificada.

 

Ainda que estes adaptadores possam não ter tantas funcionalidades nem serem compatíveis com tantas marcas e modelos  comparativamente com os aparelhos utilizados nas oficinas,  esta poderá ser uma ótima opção já que poderá permitir poupar tempo e dinheiro. Existe muita oferta destes adaptadores. A grande diferença entre entre eles normalmente está no tipo de comunicação de dados (WiFi, Bluetooth, USB), protocolo de comunicação e compatibilidade com os vários sistemas operativos.  Os mais utilizados são os adaptadores genéricos ELM327 que são compatíveis com muitas aplicações, nomeadamente com a Carista (tenha em mente que existem adaptadores contrafeitos que podem criar alguns problemas).

 

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A Carista é compatível com vários modelos das marcas Toyota, BMW, Lexus, Mini, Scion, Subaru, SEAT, Skoda, Volkswagen e Audi (pode verificar aqui se o seu veiculo é suportado e que funcionalidades são compatíveis com ele) e distingue-se das demais aplicações (pelo menos das várias que testei) porque não apresenta dados em tempo real (como por exemplo consumos, temperaturas, velocidade, etc..). Em contrapartida a Carista permite efetuar alterações ao comportamento de vários equipamentos de uma viatura como às luzes, fecho central, vidros, etc. Esta App permite ainda “limpar” erros e avisos ativos no painel de bordo como o aviso de revisão e óleo.

 

No meu caso, que tenho um Volkswagen Golf 5, consigo configurar a possibilidade de o carro trancar todas as portas depois de começar a andar, desbloquear todas as portas automaticamente depois de retirar a chave da ignição, abrir/fechar os vidros através de toques prolongados nos botões do comando, alterar a língua do painel de instrumentos entre outras configurações. Claro está que tudo vai depender também dos extras que o carro tem. Por exemplo, como o meu carro não tem sensores de estacionamento, não vou conseguir configurar opções relacionadas.

 

How to use the Carista app to personalize your car and check for faults

 

 

A Carista (disponível em Inglês, Alemão, Russo e Espanhol) está disponível para iOS (iPhone e iPad) e sistemas Android. Embora seja uma aplicação gratuita, tem funcionalidades pagas. Gratuitamente estão apenas disponíveis diagnósticos e serviço básicos. Alterações, diagnósticos  e serviços avançados têm um custo de 10,99 Euros para uma semana ou 44,99 Euros para um ano. Embora tenha um valor que poderá ser difícil de justificar para muitos dos utilizadores, para outros poderá ser um valor mais do que aceitável, principalmente tendo em conta o valor normalmente cobrado pelas oficinas para efetuar o que esta aplicação faz. Convém referir que a subscrição do serviço que tem todas as funcionalidades não é comum às plataformas iOS e Android, o que significa que se pretender utilizar o Carista nos 2 sistemas terá que pagar duas vezes.

 

A aplicação funciona quer com o adaptador da Carista (que custa 19,99 Euros), mas também com qualquer outro adaptador desde que seja compatível com ELM327 (v1.4). No caso de optar pelo adaptador da Carista, tem a vantagem de ter 1 mês de oferta para a utilização de todas as funcionalidades pagas. Este adaptador é compatível quer com sistemas Android quer com iOS e pode ser utilizado com outras aplicações de terceiros, disponíveis na Google Play e App Store, que têm funcionalidades que o Carista não tem, como ler dados em tempo real.

Carista OBD2 Adapter

 

No meu caso comprei um adaptador com WiFi no OLX (ainda não conhecia a Carista), por cerca de 14 Euros, que é compatível com sistema iOS. Pela análise que fiz, apenas são compatíveis com iOS os adaptadores com WiFi, ao contrário do sistema Android que aceita adaptadores com WiFi ou Bluetooth. Por este motivo tenha atenção no momento da escolha de um adaptador.

 

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A utilização do Carista e de outras aplicações do mesmo género é muito semelhante. Normalmente basta ligar o adaptador ao carro, na porta OBD (que se situa em muitos modelos, algures debaixo do volante), colocar a chave na ignição do carro, ligar o interface WiFi (o adaptador cria uma rede WiFi) ou Bluetooth do equipamento que vai utilizar para conectar ao adaptador (tablet, smartphone, PC), conforme o caso, e estabelecer a conexão ao adaptador. Depois resta abrir a aplicação e seguir as instruções no caso de a conexão não ser efetuada automaticamente.

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