O ecrã táctil do seu iPhone ou iPad não responde ao toque? Pretende enviar o equipamento para assistência sem os seus dados?

31 07 2019

Recentemente o meu iPhone ficou com um problema no ecrã que impedia qualquer interação com o equipamento. O ecrã táctil não respondia ao toque. O iPhone já não estava no período de garantia e por esse motivo, em vez de tratar do assunto diretamente com a Apple ou com um Centro de assistência autorizado deste fabricante, contactei uma empresa especializada que repara este tipo de equipamentos electrónicos.

 

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Na página Preparar o iPhone, iPad ou iPod touch para a assistência a Apple explica o que deve ser feito nos seus equipamentos antes de estes serem enviados para um centro de reparação. No entanto, a maior parte dos procedimentos implicam que o utilizador consiga aceder ao equipamento, o que, no meu caso, não era possível.

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Pretende manter ficheiros em modo offline num iPhone ou iPad?

25 05 2019

… Pode ser uma tarefa complicada se utilizar o iCloud.

 

A Apple é uma das empresas tecnológicas mais inovadoras e de maior sucesso em todo o mundo. No entanto também é conhecida por motivos menos bons, nomeadamente por manter limitações demasiado básicas nos seus produtos, que nem sempre são facilmente compreendidas pelos seus utilizadores, mais ainda quando as funcionalidades pretendidas pelos utilizadores existem muitas das vezes há vários anos em produtos concorrentes.

 

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Recentemente tive necessidade de manter vários ficheiros guardados localmente no meu iPad e iPhone, nomeadamente ficheiros PDF, para consulta numa formação, em que não tinha conectividade com a Internet, nem via rede WiFi nem via dados móveis. Sim, ainda existem muitas situações em que não é possível ou pretendido estar constantemente ligado à Internet, nem que seja por uma questão de poupar bateria, mantendo as ligações WiFi e dados móveis desativadas, por uma questão de custo ou tarifário, ou simplesmente porque existem locais sem redes WiFi por perto e ao mesmo tempo ligações a dados móveis lentas e instáveis.

 

Inicialmente comecei por guardar esses ficheiros na App Files, da Apple, no entanto facilmente encontrei dois “problemas”. O primeiro é que esta App é um simples gestor de ficheiros que, embora tenha a pasta “On My iPhone”, que guarda dados localmente no dispositivo sem os sincronizar com a cloud, não permite que o utilizador crie as suas próprias pastas na raiz da pasta em questão. O utilizador apenas pode colocar os seus dados dentro das pastas que eventualmente tenham sido criadas por Aplicações. Poderá não ser boa ideia porque pode levar a que quando a App que criou a pasta for removida, eventualmente todas as pastas e ficheiros criados pelo utilizador possam ser removidos sem aviso prévio. Depois, porque a App Files, embora abra ficheiros PDF, não permite efetuar pesquisas e anotações nos ficheiros, algo muito comum em documentos de texto.

 

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Posteriormente procurei uma alternativa, sem recorrer a aplicações de terceiros. Rapidamente cheguei à App Books, ou Livros, em Português, também da Apple. Esta App permite ler e ouvir audiolivros (pagos ou gratuitos), que podem ser descarregados numa loja própria da Apple e ser organizados na Biblioteca da App. Também tem como objetivo ser um repositório de ficheiros PDF que o utilizador queira colocar dentro da App para consulta posterior. Pensava ter encontrado aqui a solução para o meu problema, no entanto após algumas horas de utilização rapidamente percebi que existem vários problemas. Ficheiros que descarreguei pensando que ficariam disponíveis para acesso mesmo quando não estivesse ligado à Internet, sem razão aparente e sem que se perceba muito bem porquê, deixam de ficar disponíveis localmente, quer no iPad, quer no iPhone.

 

Nas imagens em baixo (da esquerda para a direita) é possível verificar que com o passar do tempo, alguns dias para ser mais preciso, os 12 ficheiros que descarreguei na App Books, no iPhone, foram desaparecendo inexplicavelmente da pasta Downloaded.

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WorkOutDoors-Uma excelente App para monitorizar atividade física no Apple Watch

10 02 2019

xrWebDdX_400x400Apesar do Apple Watch ser um smartwatch caro, direcionado para o segmento mais alto deste mercado, a verdade é que deixa a desejar em alguns aspetos, nomeadamente ao nível de software. Algumas das aplicações da Apple são muito limitadas nas suas funções. Estas falhas são colmatadas muitas das vezes por aplicações de terceiros.

 

É o caso da App WorkOutDoors, uma aplicação (disponível apenas para iOS) para registar exercício físico, que tem a particularidade de ser a única App que utiliza um mapa (do mundo inteiro). Este mapa, ou melhor, uma parte dele, pode ser descarregado para o Apple Watch, o que faz com que a aplicação não dependa nem de uma ligação à Internet, nem do iPhone por perto. A App funciona com todos os modelos do Apple Watch, embora no S0 e S1, como não têm GPS, dependem do iPhone.

 

Outra das funcionalidades mais interessantes desta aplicação é a sua capacidade de personalização. Conforme o tipo de exercício que o utilizador pretende fazer, poderá configurar a informação mostrada pelo relógio, utilizando para isso métricas, gráficos e botões. Os mapas são baseados no OpenStreetMap. O preço da App, 5,49 EUR, inclui o acesso a todas as zonas do globo, não existindo nenhuma funcionalidade dentro da App que seja paga.

 

 

Imagens da App no iPhone

A App Workouts é utilizada apenas para analisar os dados das atividades físicas, configurar os ecrãs da App do relógio, importar rotas e descarregar mapas para o relógio. 

No primeiro ecrã da App, em Workouts, é mostrada a lista de sessões de atividade física. Ao selecionar uma sessão de exercício é possível aceder aos seus detalhes (imagem à direita). Neste exemplo, uma caminhada, é  possível visualizar todos os detalhes, como o percurso realizado, a velocidade, elevação, calorias, passos, etc..

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Apesar de não ter testado, a App permite a exportação e  importação de ficheiros em formato GPX. Estes ficheiros são utilizados para a transferência de dados entre aplicações e dispositivos GPS e guardam rotas, percursos, trilhas e waypoints. Se já participou em provas de BTT, ou outras provas que impliquem algum tipo de orientação, provavelmente estará familiarizado com estes ficheiros. É muito comum os organizadores de uma determinada prova de desporto, de BTT por exemplo, disponibilizarem este ficheiro com o percurso que os participantes devem seguir. A App também permite fazer o upload de dados para o Strava, uma das Apps mais populares para o registo de atividades fisicas.

Na opção Screens são mostrados todos os ecrãs que podem ser utilizados nos vários tipos de exercícios (imagem à esquerda). Estes ecrãs são totalmente configuráveis pelo utilizador. Esta é uma das grandes vantagens desta App. Tudo, ou quase tudo, é personalizável. Desde o layout e tamanho do texto, até à escolha das métricas, que são mais de 160, que são mostradas em cada ecrã (imagem maior).

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Na opção Map Downloads o utilizador pode selecionar uma área no mapa que será descarregada para o relógio (primeira imagem). A vantagem é poder ter acesso ao mapa, no relógio, sem depender de Internet e de uma ligação ao iPhone. Simplesmente pode sair para fazer exercício físico apenas com o Apple Watch.

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Imagens da App no Apple Watch

Nas 2 imagens seguintes podemos visualizar a App no Apple Watch. Na imagem à esquerda é mostrado o ecrã da caminhada. Na imagem da direita é mostrado o mapa, sem nenhuma outra informação, para quando o utilizador quer visualizar o mapa sem iniciar nenhum exercício. Para aceder a esta funcionalidade basta escolher a primeira opção da App: “Map – just a map – no workout”.

O mapa vai rodando automaticamente à medida do percurso. Esta é uma funcionalidade muito importante para o utilizador conseguir interpretar o mesmo de forma rápida e clara. Uma vez que a App utiliza um mapa vetorial, o utilizador pode mover o mapa, com um só dedo no ecrã e fazer zoom, com a coroa do relógio.

Não foram esquecidos os indicadores da percentagem da bateria e do sinal GPS (5 barras na parte superior do ecrã), que até disponibiliza a precisão, em metros, conforme o sinal detetado a cada momento.

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Apple Pay em Portugal? Sim, já é possível utilizar…

14 10 2018

Recentemente o Macnifico, um site português dedicado ao mundo Apple, publicou o artigo Boon: A aplicação que permite usar o Apple Pay em Portugal que explica como utilizar a tecnologia de pagamentos da Apple em Portugal.

 

Esta tecnologia permite utilizar um dispositivo Apple, como um iPhone ou Apple Watch, para efetuar pagamentos em qualquer terminal que esteja preparado para o efeito, isto é, que aceite pagamentos contactless*. Portanto, onde for possível pagar com um cartão contactless, em que não é necessário introduzir o cartão no terminal de pagamento automático (TPA) nem colocar o PIN, deverá será possível utilizar o Apple Pay**. Não é necessária conectividade com a Internet para efetuar um pagamento, o que é uma grande vantagem. O Apple Pay pode ser utilizado em lojas físicas (apenas para pagamentos com o iPhone e Watch), mas também em transportes públicos, compras através da Internet e também na App Store da Apple, sempre que essa possibilidade for disponibilizada.

 

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Nem todos os dispositivos Apple estão preparados para o Apple Pay. No que diz respeito ao iPhone, apenas o SE ou modelos posteriores são compatíveis. Quanto a outros equipamentos Apple, nomeadamente iPad, Apple Watch e Mac, consulte a lista aqui.

 

Oficialmente o Apple Pay não está ainda disponível em Portugal. Nesta página da Apple poderá conhecer todas as entidades financeiras, por país, que suportam o Apple Pay. Esta tecnologia, a par de outras, como a Siri em português de Portugal por exemplo, ainda não são disponibilizadas no nosso país o que acaba por ser frustrante para muitos utilizadores Apple. O facto de Portugal não constar da lista de países onde já é possível utilizar o Apple Pay não significa que esta tecnologia não possa ser utilizada neste momento. Ou seja, é uma meia verdade. Isto porque já é possível utilizar o Apple Pay, mas não com nenhum cartão bancário de nenhuma entidade financeira portuguesa. Essa é a questão. Ou por falta de interesse da Apple, ou das entidades financeiras portuguesas, ou de ambas, o facto é que esta tecnologia tarda em chegar a Portugal.

 

No artigo da Macnifico é explicado, e muito bem, como contornar esta questão. Para isso é utilizado um cartão virtual, designado boon.. Portanto, em vez de o Apple Pay utilizar os dados de um cartão físico de uma entidade financeira portuguesa, utiliza os dados de um cartão virtual, de uma entidade financeira de outro país. É utilizada a tecnologia NFC (Near Field Communication) que permite a troca de dados entre dois dispositivos que estejam próximos um do outro, não necessitando de qualquer ligação à Internet por parte do equipamento da Apple.  Esta tecnologia já é utilizada em muitos cartões bancários contactless, cada vez mais usuais no mercado português. Para além de cartões pré-pagos, como é o caso do boon. (boon. by Wirecard), também é possível adicionar cartões de crédito e débito ao Apple Pay.

 

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O modo de funcionamento é semelhante à funcionalidade de pagamentos do MB WAY. A questão é que o MB WAY só permite fazer pagamentos contactless, utilizando o NFC, em equipamentos Android. A Apple restringe a utilização da tecnologia NFC dos seus equipamentos ao Apple Pay. O sistema MB WAY também permite efetuar pagamentos com equipamentos Apple em terminais de pagamento, mas recorre a um sistema que utiliza o sistema QR Code ao invés do NFC, pelas razões que expliquei em cima.

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Offload App-Uma funcionalidade dos equipamentos da Apple que pode ser perigosa

19 09 2018

A funcionalidade Offload App, que surgiu com o iOS 11 em 2017, introduziu a possibilidade de desinstalar uma aplicação mantendo os seus dados para uma eventual reinstalação futura. De facto esta funcionalidade é extremamente útil para libertar espaço nos dispositivos da Apple. No meu caso, que tenho um iPhone SE com 16GB, existe uma luta constante contra a falta de espaço, o que obriga a utilizar a funcionalidade Offload App constantemente.

 

A grande diferença entre desinstalar uma app e colocar a mesma em  modo Offload é que se desinstalar uma aplicação, ela é eliminada ao mesmo tempo que são eliminados todos os dados do utilizador, preferências e configurações. O ícone da app também é removido. Colocar uma app em offload apaga somente a app e mantem os dados desta no dispositivo, com o intuito de o utilizador reinstalar posteriormente a aplicação. O ícone da app permanece no sistema, porém é colocado o símbolo de uma nuvem atrás da descrição da App precisamente para distinguir estas apps das que estão efetivamente instaladas. Quando o utilizador carrega no ícone de uma app que está em modo offload, ela é descarregada naquele momento e passa a ficar sempre disponível a não ser que o utilizador volte a colocar a app novamente em modo offload.

 

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Até aqui tudo bem. A ideia é excelente e tudo funciona na perfeição. Até mesmo quando existe uma versão mais recente na App Store comparativamente à que estava instalada. Neste caso é descarregada a versão que estava instalada e não a última. O problema é quando a empresa ou o programador que desenvolveu a app decide retirar a mesma da App Store ou existe alguma outra situação que provoque que isso aconteça. Quando o utilizador pressionar o ícone da app vai ser informado que a app deixou de estar disponível para download. Sim, mesmo que tenha pago a mesma ou que tenha feito uma compra dentro da aplicação (inapp purchase). Se isto poderá não ser particularmente grave em aplicações que não guardam dados do utilizador, poderá passar a ser extremamente critico quando a app em questão permitia o acesso a dados que se encontram no equipamento e não existe aplicação alternativa para abrir esses dados que se podem encontrar num formato “proprietário”.

 

Foi precisamente isto que me aconteceu. Para conseguir instalar o iOS 12, que foi recentemente disponibilizado, devido à quantidade de espaço livre necessário para o processo vi-me obrigado a colocar todas as apps em modo offload, incluindo uma app que tinha instalado antes de Março de 2017. Nessa altura fiz uma compra dentro da app para desbloquear funcionalidades. Ainda assim, como o processo de update do iOS não estava a ser completado e era mostrado um erro, suspeitei que a origem do erro estivesse relacionada com o espaço disponível e acabei por instalar o iTunes e fazer o update através do computador. Já depois de ter o iOS 12 instalado, ao carregar em todas as aplicações que estavam em modo offload e que queria reinstalar, recebi uma mensagem a informar que não era possível instalar a aplicação em causa já que esta não estava mais disponível na App Store. Tinha sido a primeira vez que tinha colocado esta app em modo offload.

 

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“Unable To Install “Photo Vault” The app is no longer available in the App Store.”

“Não foi possível instalar “iVault” A aplicação deixou de estar disponível na App Store.”

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