Feira TECHNOLOGY HUB em Milão-Mini guia para visitantes

20 06 2018

Decorreu de 17 a 19 de Maio de 2018, em Milão, a TECHNOLOGY HUB. Esta feira tecnológica tem um grande enfoque na inovação, tecnologia e no design. A maior parte dos expositores estão relacionados com  a área da tecnologia de impressão aditiva  (Impressão 3D), mas também em tecnologias como drones, iOT, realidade virtual, realidade aumentada, Industria 4.0, robótica entre outras. Para além de encontrar nesta feira muitas empresas que nos seus expositores dão a conhecer a sua área de atuação e os seus produtos e serviços, poderá ainda participar nos mais variados workshops e conferencias (todos, ou quase todos, em italiano).

 

A edição que agora terminou teve 7.353 visitantes, 147 expositores e 112 workshops. A edição de 2019 da TECHNOLOGY HUB ainda não tem data definida, no entanto, tal como nas edições anteriores, deverá realizar-se entre os meses de Abril e Junho.

 

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O acesso ao evento é gratuito se fizer o registo no site do mesmo. Basta imprimir o ticket, que tem um QR Code, e mostrar o mesmo na entrada. Se não fizer o registo, o bilhete terá um custo de 15 EUR para 1 dia. Estudantes universitários têm acesso gratuito de qualquer forma. Basta mostrar o cartão de estudante e preencher um formulário à entrada.

 

 

 

Algumas fotos do evento

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Plano de 13 passos RGPD (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados)

3 04 2018

Fonte: www.sage.pt

 

O que é o RGPD?

O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) é uma das maiores alterações de sempre relativamente à forma como deve ser realizado o tratamento de dados pessoais.

Aplica-se a empresas, mas também qualquer pessoa singular, organização, autoridade pública, agência ou outro organismo que proceda ao tratamento de dados de pessoais e que esteja e/ou faça negócios com a EU. Entra em vigor no dia 25 de maio de 2018 na União Europeia (UE) e prevalece sobre quaisquer leis nacionais.
O RGPD tem um impacto enorme em todos os departamentos de inúmeras empresas em todo o mundo e é muito provável que a maioria necessite de implementar práticas e salvaguardas suplementares, sendo altamente recomendável a realização de uma auditoria por especialistas devidamente qualificados.

 
A aplicação de coimas que podem ir até 4% do volume de negócios global

 

Para mais informações sobre o RGPD, visite esta página.

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Primavera factura 22 milhões e vai contratar 70 pessoas

28 03 2018

Fonte: www.jornaldenegocios.pt

 

A tecnológica Primavera BSS, que gera mais de um terço da facturação nos mercados internacionais, emprega cerca de 300 pessoas, das quais 232 em Portugal, e prevê contratar mais sete dezenas este ano.

 

Primavera factura 22 milhões e vai contratar 70 pessoas

José Dionísio, co-CEO da Primavera

 

Nasceu em Braga, em 1993, com o objectivo de disponibilizar ao mercado um software de gestão para ambiente Windows. "Numa época em que o mercado nacional não utilizava este sistema operativo e, mesmo noutros países europeus, a implementação era quase inexistente, esta foi uma decisão disruptiva, que deu origem àquele que viria a ser o primeiro produto Windows para profissionais de contabilidade, o Contalib", recorda José Dionísio, co-CEO da Primavera BSS (Business Software Solutions), em entrevista ao Negócios.

Esta aplicação, que foi produzida "em apenas quatro meses, na casa do Jorge Batista", o outro co-CEO e sócio de José Dionísio, "viria a ser um grande ‘bestseller’ e o pontapé de saída para um futuro que foi de crescimento contínuo".

A "software house" bracarense fechou o último exercício com "um volume de negócios de mais de 22 milhões, correspondentes a um crescimento de 12% face ao ano anterior", com o exterior "a representar 35% do total, sendo Angola o principal mercado de vendas internacionais do grupo".

Já o exercício em curso "está a correr bem e dentro das expectativas", prevendo um crescimento da facturação da ordem dos 10%.

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Entrevista a Sérgio Sereno da PrimaveraBSS

20 02 2018

Entrevista a Sérgio Sereno, Technical Manager da PrimaveraBSS.

 

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Carlos Moreira – Sérgio, o que fazes atualmente na Primavera e em que sentido participas na construção do produto que chega até ao cliente final?

Sérgio Sereno – Atualmente desempenho as funções de Technical Manager, onde estou responsável pela coordenação da equipa que está a construir a nova oferta do ERP da PRIMAVERA para a cloud.

 

 

CM – Sentes que a Cloud ainda continua a ser temida e ter pouca atenção por parte das organizações devido a questões relacionadas com a privacidade?

SS – Penso que o problema de adoção de soluções cloud nativas por parte das medias e grandes organizações está por um lado no receio dos dados ficarem de certa forma mais expostos e fora do controlo. Obviamente que isto e a perceção que temos, pois estando toda a informação dentro de portas existem mais riscos do que na cloud, isto porque muitas organizações não tem tão boas soluções de redundância, backup e controlo de intrusão como uma plataforma como Microsoft Azure, Amazon ou Google Cloud tem. Por outro lado porque existe muito investimento já feito hoje em hardware e software que é necessário rentabilizar, sendo que a troca do software nativo por cloud irá acontecer naturalmente quando se colocar a renovação das infraestruturas.

 

 

CM – Com a tecnologia a evoluir a um ritmo alucinante, como imaginas que será o software ERP daqui por 10 anos e em que sentido tecnologias como a Inteligência Artificial, IoT, Cloud, Mobile, Blockchain e Social Business podem contribuir para a sua evolução?

SS – Penso que passaremos de um modelo passive para um pró-activo. Isto é, hoje temos muito informação nos sistemas de informação que nos ajudam a extrair informação sobre o passado da empresa, o chamado histórico. No futuro vamos ter modelos que vão aprender com as ações dos utilizadores e os vão alertar para as consequências e impactos de decisões tomadas hoje terão no futuro, aos mesmo tempo que propõe soluções.

 

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CM – Portugal estará certamente na linha da frente no que diz respeito à legislação que as aplicações de faturação e os ERPs têm que cumprir e dar resposta. Achas que o futuro passará por ser a própria Autoridade Tributária e outros organismos estatais a criar e fornecer as ferramentas necessárias às organizações, passando o software de gestão desenvolvido pelos fabricantes tradicionais a ser visto como opcional?

SS – Não. Acho que caminhamos para um modelo colaborativo, onde os ERP’s dos vários fabricantes podem consumir e alimentar diretamente serviços que a própria AT irá disponibilizar.

 

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Impressão 3D – Uma revolução tão grande como foi a Internet

2 02 2018

Excelente artigo do jornalista Edgar Caetano, do jornal electrónico Observador, sobre Impressão 3D e o impacto que esta tecnologia tem e que se estima que virá a ter na industria, economia e na nossa sociedade. Este artigo é um excelente overview sobre esta tecnologia, de onde destaco:

 

“… o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia …”

“… podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países …”.

 

 

 

Fonte: observador.pt

O investimento em impressão 3D está a crescer ao triplo da velocidade da produção tradicional na indústria. A "revolução" está a chegar, garantem especialistas citados num relatório do banco ING.

 

Daqui a menos de 20 anos, um em cada dois produtos industriais será impresso em 3D. Isto diz-lhe pouco? Pois: “quando a Internet foi inventada, poucas pessoas imaginaram o impacto enorme que ela teria na forma como vivemos e trabalhamos. A impressão 3D pode ser uma repetição da História“. A frase é de um economista do banco holandês ING que elaborou um relatório aprofundado sobre a impressão 3D e sobre as últimas inovações nesta área, capazes de levar esta tecnologia da “infância” atual para uma revolução comparável à Internet. Uma preocupação fundamental do relatório é a seguinte: quando tudo for impresso em 3D, localmente, o que é que vai ser do comércio entre os países ou, por outras palavras, com que é que se vai encher os navios-contentores?

 

 

Em entrevista por telefone com o Observador, Raoul Leering, economista do ING especializado em comércio internacional e autor do relatório, afirma que com a impressão 3D podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países — não só as que viajam em navios-contentores mas por qualquer outra via. Se a impressão 3D evoluir tão rapidamente quanto se prevê no estudo, quase metade dos produtos irá deixar de ser fabricada num país e, depois, viajar até mais perto do consumidor final. Vão passar a ser impressos muito mais perto do local onde vão ser consumidos — desde peças de automóveis até comida, passando por roupa e calçado, próteses de ossos ou, mesmo, órgãos internos.

 

Imagine o seguinte cenário, muito simples: o leitor comprou um smartphone novo e precisou de uma capa protetora. Foi a um centro comercial, a uma retalhista ligada à tecnologia e escolheu uma capa que lhe pareceu ser robusta e com um design de que gostou, embora não tenha sido concebida a pensar em si. Alguém que nunca irá conhecer na vida desenhou aquela capa com o objetivo de atrair o maior número de pessoas, investiu-se na criação de um molde, o produto foi fabricado aos milhares, no modelo tradicional, num qualquer país longínquo, e aquele modelo viajou até à sua mão (e, também, até à mão do cliente seguinte, que também gostou daquela capa).

 

Num modelo clássico de economia linear, vai andar com a capa protetora até ela se estragar ou até se fartar dela, e aí o processo volta ao início. Num futuro em que a impressão 3D é dominante, as coisas vão mudar.

 

Com a impressão 3D, em vez de ir à loja (física ou online) e escolher uma capa entre aquelas de que há stock, a única coisa de que precisa é de um ficheiro que pode encontrar nas dezenas de sites que já existem de modelos para impressão 3D, como o Thingiverse.com, e fazer o mesmo que faz quando quer imprimir um conjunto de fotografias: vai ao mesmo centro comercial mas em vez de escolher uma capa entre o stock disponível, dirige-se a uma loja onde a sua capa favorita pode ser impressa em poucas horas. Melhor: com o crescimento deste mercado e das apps associadas, não será preciso um curso de engenharia para saber criar uma capa ao seu gosto ou, pelo menos, fazer adaptações personalizadas que vão torná-la verdadeiramente única.

 

E até poderá nem precisar de sair de casa para receber aquela capa. Nos últimos anos, impressoras 3D que não custam mais do que algumas centenas de euros passaram a poder ser compradas lá para casa, já com alguma capacidade para criar produtos com qualidade razoável. Contudo, não será tanto por aí, para já, segundo o diretor-geral da HP Portugal, uma das empresas mais conhecidas na área das impressoras não só industriais mas, também, domésticas. Para José Correia, o modelo dos service providers, os prestadores de serviço como a impressão de fotografias, é o que faz mais sentido no curto prazo e no paradigma de consumo que hoje existe, diferente de há algumas décadas, em que mais se contrata serviços do que se compra produtos.

 

 

Apesar de a tecnologia já existir há várias décadas, nos últimos anos têm-se registado várias inovações técnicas e uma multiplicação do investimento neste segmento, um indicador de que a tecnologia está finalmente a dar “o salto”. “A impressão 3D ainda está na infância, pelo que ainda tem um impacto pequeno no comércio internacional, mas isto vai mudar quando a impressão 3D de alta velocidade fizer com que passe a ser viável a produção em grande escala com impressoras 3D“, afirma Raoul Leering, acrescentando que esse momento está iminente: “os primeiros passos técnicos já foram dados”.

 

Numa apresentação a um grupo de jornalistas, em Oeiras, na semana passada, o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia, no dia em que celebrou uma parceria com uma empresa da Marinha Grande — a 3D Ever — para ser o primeiro revendedor autorizado da gama de impressoras 3D industriais da HP, a tecnologia MultiJet Fusion.

 

“A HP está atenta ao mercado da impressão 3D há muito tempo”, assinalou José Correia. Mas, reconhece o diretor-geral da HP Portugal, “demorámos algum tempo porque acreditámos que a tecnologia que existia naquele momento não era a tecnologia que nós víamos para desenvolver esta área”. Isso está agora a mudar, e a HP Portugal tem vindo a apresentar vários modelos de impressoras 3D que vão ajudar a trilhar o caminho até a uma maior massificação deste modo de produção revolucionário. Isso passa não só pelas máquinas mas, também, pelos materiais cada vez mais polivalentes e acessíveis.

 

Materiais mais polivalentes, mais resistentes e mais baratos. E técnicas de impressão cada vez mais sofisticadas, incluindo de peças móveis. FOTO: Edgar Caetano/OBSERVADOR

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Tribunal dá razão à Ordem dos Contabilistas em processo sobre venda de ‘software’

18 01 2018

Fonte: www.jornaldenegocios.pt

Mais de três dezenas de empresas avançaram com providência cautelar para impedir a ordem dos Contabilistas Certificados de vender ‘software’ próprio aos membros e pedindo uma indemnização de 11,75 milhões de euros. O tribunal não lhes deu razão e indeferiu a providência cautelar.

 

Tribunal dá razão à Ordem dos Contabilistas em processo sobre venda de ‘software’

 

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa decidiu indeferir a providência cautelar interposta contra a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) por venda de ‘software’ internamente, anunciou a OCC em nota na sua página da internet.  Em causa estava uma acção interposta há cerca de um ano por 32 empresas que pretendiam que a Ordem fosse impedida de vender ou disponibilizar as licenças de utilização e outras prestações de serviços relacionados com o ‘software’ TOConline, disponibilizado aos membros. Pediam também que a OCC deixasse de poder publicitar o TOConline, de dar formação sobre o seu funcionamento ou de sequer prestar apoio telefónico aos utilizadores. E, ainda, uma indemnização de 11,75 milhões de euros.

"Fomos agora notificados pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, que a providência cautelar foi indeferida" pelo que "a Ordem pode continuar a disponibilizar a ferramenta informática TOConline, para apoiar o trabalho dos Contabilistas Certificados", refere a bastonária da OCC, Filomena Moreira, na nota divulgada esta manhã.

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11 dúvidas de quem muda de Software de Faturação

5 12 2017

Fonte: www.vendus.pt

 

11 dúvidas de quem muda de Software de Faturação

 

Autoridade Tributária

Posso mudar de programa de faturação a qualquer altura?
Sim. Não necessita aguardar pelo final do mês ou do ano fiscal para o fazer.

O que devo ter em atenção obrigatoriamente quando mudar de software?
Verifique se:

    • O programa de faturação é certificado pela AT (consulte a lista);
    • Dispõe das funcionalidades que necessita (ex: gestão de stocks, conta corrente de clientes, entre outros);
    • Se adapta ao seu equipamento.

    Muitos softwares permitem que experimente de forma gratuita por um período de tempo. Peça uma demonstração ou crie uma conta e experimente emitindo, se possível, faturas teste (sem validade fiscal).

     

     

     

    SAF-T

    Posso ter mais do que um software de faturação?
    Sim. Pode emitir documento a partir de mais do que um software, com o mesmo NIF. No entanto, confirme que ambos são certificados e as séries de faturação são diferentes.

     

    Como se processa o envio do SAF-T junto das Finanças, nesse caso?
    Poderá continuar a comunicar as faturas no E-fatura do mesmo modo. Submeta um SAF-T de cada vez. A AT permite que submeta vários SAF-T.

     

     

     

    Séries de Faturação e Documentos

    Ao mudar de software, a série deve começar no 1 ou continuar a partir do último documento emitido no software anterior?
    Deverá sempre começar a partir do número 1, certificando-se de que as séries são diferentes. Deverá verificar se o número após a identificação do documento é diferente da série que tem agora. No Vendus, por exemplo, para uma fatura emitida com o número FT 01P2017/1, o código da série é 01P2017 (deverá ser diferente entre softwares). Alguns softwares permitem que crie as suas séries. Outros criam automaticamente. Neste último caso, se verificar que o número de série é igual, peça à equipa técnica para alterar.

     

    Posso ter mais do que uma série de faturação?
    Sim. O número das séries pode diferir por localização e software de faturação. Isto significa que poderá acontecer em 2 casos:

    • Ter mais do que um software de faturação;
    • Ter mais do que uma loja.

     

    Preciso retificar uma fatura emitida do software anterior. Como faço?
    Poderá emitir uma Nota de Crédito no novo software, indicando nas Observações a que fatura se refere. Poderá também emitir uma fatura manual.

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