NOWO-Tarifário móvel pós-pago de 5 Euros

19 07 2020

Apesar de a MEO, NOS e Vodafone dominarem quase por completo o mercado de telecomunicações em Portugal, existem outros operadores de menor dimensão, como a NOWO, com uma oferta muito diferenciadora e competitiva.

 

Se procura um tarifário de voz de baixo custo, o tarifário NOWO, pós-pago de 5 EUR, poderá ser uma escolha acertada. Inclui 1000 minutos/SMSs por mês, assim como 1GB de tráfego de Internet. Este tarifário implica um contrato de permanência de 24 meses e inclui a oferta da primeira mensalidade. Para muitos utilizadores, como é o meu caso, esta oferta é mais do que suficiente tendo em conta as necessidades.

 

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Anteriormente, em 2018, iniciei o processo de portabilidade da UZO para a NOWO, que na altura oferecia, no tarifário pré-pago de 5 EUR por mês,  500minutos/SMSs para qualquer rede, assim como 250 MB. Uma vez que pedi portabilidade, por forma a manter o mesmo numero, fui contactado pela MEO, que me propôs o tarifário MEO Unlimited L Light (ler artigo NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros), pós-pago, pelo valor de 5,99 EUR, que dava direito a 4000 minutos + 4000 SMSs + 500MB de Internet.

 

Essa oferta levou-me cancelar a portabilidade para a NOWO e ficar na UZO. A UZO é um Operador Móvel Virtual (MVNO) da MEO, que utiliza a infra-estrutura  desta, tal como a NOWO. Apesar de pagar mais 99 cêntimos do que pagaria se tivesse mantido a decisão inicial de migrar para a NOWO, e apesar de 4000 minutos + 4000 SMSs estarem muito acima das minhas necessidades, na realidade, o valor de 5,99 EUR era fora de série. Tão fora de série que não era um valor “de tabela” e só era apresentado aos clientes como último recurso, por forma a desistirem da ideia de migrar para outros operadores. O grande problema foi que durante os 24 meses do contrato a MEO alterou o valor definido, por 2 vezes (uma por ano), em 50 cêntimos, ficando a pagar no final do contrato 6,99 EUR por mês. Quando optei por fazer um contrato de permanência com a MEO estava muito longe de imaginar que fosse possível o operador alterar o valor da mensalidade (baseado na inflação), mas de facto a legislação prevê que isso possa ser feito. Sobre esse assunto escrevi o artigo MEO-O seu tarifário sofreu um aumento durante o período do contrato de fidelização? Pode ser possível ser compensado por isso…

 

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Agora em 2020, perto do final do contrato, recebi um telefonema da MEO a informar sobre a data final do mesmo e a sugerir a alteração de tarifário já que este estava descontinuado. Quer mantivesse este tarifário ou optasse para outro, iria pagar bastante mais do que os 6,99 EUR que estava a pagar. Após nova análise à oferta existente no mercado, rapidamente voltei a constatar que a NOWO continua a ter os tarifários de tabela com valores mais baixos do mercado e com plafonds suficientes para as minhas necessidades e certamente para as necessidades de muitos outros clientes, o que me levou novamente a equacionar avançar com o processo de migração para este operador, com portabilidade do meu numero. Ao contrário de 2018, como neste momento não está disponível nenhum tarifário pré-pago de 5 EUR, teria agora que escolher a opção pós-pago. Relativamente ao tarifário que escolhi em 2018, este tem o dobro dos minutos/SMSs e quatro vezes mais trafego de Internet, pelo mesmo valor.

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10 factos sobre o futuro da impressão 3D

20 06 2020

Fonte: www.tca.pt

 

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A evolução tecnológica da impressão 3D  transformou o que eram máquinas de prototipagem rápida em ferramentas / impressoras 3D capazes de produzir produtos finais. O que podemos esperar desta indústria no futuro?
 

 

1. “ADEUS CHINA”

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“Made in China”. Parece que tudo que temos tem este rótulo. No futuro, os fabricantes chineses vão perder para a produção local, perto do cliente. Há alguns anos atrás a Harvard Business Review publicou um artigo chamado: “A impressão 3D vai mudar o mundo” onde previa que a impressão 3D ia devolver as vantagens do mundo da produção de volta às empresas que pensam e desenvolvem os próprios produtos.

 

2. PERSONALIZAÇÃO DE PRODUTOS

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Pandemia vs Fabrico aditivo – Uma nova revolução na indústria

26 04 2020

Fonte: Exame Informática

 

"Quase por ironia, poderíamos dizer que a ‘pandemia’ é ‘amiga’ do desenvolvimento tecnológico pois incita nos investigadores, nas indústrias, nos empresários e mesmo na sociedade a alteração de comportamentos e no recentrar de prioridades". A opinião de Pedro Matias, presidente do ISQ.

A tendência é global. O fabrico aditivo é um dos pilares da Indústria 4.0 e está a alterar a lógica dos processos industriais ao transformar o modo como os produtos são fabricados, com ganhos económicos, de eficácia e de sustentabilidade.

Também conhecido genericamente como impressão 3D, o Fabrico Aditivo (FA) assume hoje uma importância indiscutível para o futuro de vários setores da industria: saúde, energia, automóvel, moldes, arquitetura, aeronáutica, tecnologias da informação e comunicação ou mesmo arte, sendo cada vez mais comum o uso de impressoras 3D na produção de diversos produtos, com os mais variados materiais (plástico, resina, cerâmica ou metal) e com ganhos evidentes: redução de resíduos e eficiência de custos, com maior qualidade e produtividade.

 

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Por exemplo, no sector dos ‘moldes’, em que Portugal é altamente competitivo e forte, a impressão 3D vai revolucionar por completo toda esta fileira na medida em que muitos dos componentes que hoje em dia são feitos com moldes e injeção, passarão a ser literalmente ‘impressos’ diretamente nas linhas de produção do cliente final.

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3D ADDITIVE EXPO-Feira de Impressão 3D e fabrico aditivo

19 02 2020

Irá ter lugar na ExpoSalão, na Batalha, entre os dias 19 a 21 de Março de 2020 (das 10h às 19h), a 3D ADDITIVE EXPO, uma feira dedicada à Impressão 3D e ao fabrico aditivo. Esta feira, totalmente dedicada a esta tecnologia, pode ser visitada por profissionais e por não profissionais, sendo que neste último caso o preço do bilhete é de 6 EUR (interdita a entrada a crianças menores de 12 anos).

 

Em baixo partilho o press release.

 

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Fonte: ExpoSalão

 

Decorrerá de 19 a 21 de Março, na ExpoSalão, Batalha  uma feira do foro industrial e tecnológico, com 2 temas distintos, mas complementares: A impressão 3D e a industria 4.0.

A 3D ADDITIVE EXPO será a primeira feira realizada em Portugal dedicada em exclusivamente ao fabrico aditivo e à impressão 3D e promete surpreender os mais diversos sectores onde tem aplicações, que vai desde a indústria dos plásticos e moldes, engenharia automóvel e aeroespacial, produtos de electrónica de consumo, sector médico e odontológico até à joalharia e relojoaria.

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MEO-O seu tarifário sofreu um aumento durante o período do contrato de fidelização? Pode ser possível ser compensado por isso…

18 03 2019

facebook-meoHá alguns meses atrás publiquei o artigo NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros, onde descrevi que durante o processo de adesão a um tarifário de voz da NOWO, que implicava portar o meu número de telemóvel da UZO (que pertence à MEO), acabei por mudar para a MEO, que me propôs a adesão ao tarifário Unlimited L Light. Pelo valor de 5,99 EUR por mês, durante 24 meses, teria acesso a 4000 minutos, 4000 SMS’s, 500 MB de Internet e outras vantagens.  De facto é um tarifário com um custo/beneficio fora de série, que é (ou foi…) proposto a clientes, por um departamento de retenção, quando  estes ameaçam mudar de operador ou quando o processo de portabilidade de serviços já está em curso. A lógica deste departamento, na maior parte das vezes, é propor serviços com valores inferiores aos valores de mercado (normalmente através da atribuição de descontos), que são aplicados a novos clientes ou novos contratos, por forma a levar o cliente a mudar de intenções, retendo-o. A margem de lucro é afetada, no entanto, para estas empresas, mais vale “ganhar pouco” do que perder tudo.

 

Até ao momento estava muito satisfeito com o serviço, até receber a última fatura, com um valor superior, de 6,49 EUR. Questionei a MEO relativamente a este assunto, já que tinha a certeza não ter efetuado comunicações extra-plafond. A resposta chegou através de uma chamada telefónica, em que me foi explicado que este aumento estava previsto nos termos do contrato, e que fui informado, com possibilidade de rescisão, na fatura de Novembro de 2018. Segundo as informações que me foram transmitidas, este aumento, que está a ser aplicado a partir de 1 de Janeiro de 2019, está relacionado com a inflação, é variável de contrato para contrato e não foi aplicado a todos os clientes. Aumentos indexados à inflação são uma prática comum na economia, em empresas de telecomunicações e em outras empresas de outros sectores de atividade. Tenho um outro serviço contratualizado com a MEO, de TV, Internet e Voz, ainda dentro do período de fidelização, e o valor não sofreu alterações. Portanto, como a MEO considerou que pagava muito pouco por um serviço que em condições normais custa várias vezes mais, achou que deveria passar a pagar um valor superior. Aliciam o cliente com tarifários muito atrativos, para não o deixar partir para empresas concorrentes, e depois de o cliente aderir aumentam o valor e argumentam que este estava a usufruir de um desconto muito elevado! É uma técnica eficaz, quando funciona!

 

Por norma, os únicos dados que valido nas várias faturas que recebo, é o valor a pagar, à exceção de uma ou outra situação mais especifica. Como recebo as faturas da MEO em formato digital, por email, por vezes nem chego a abrir as mesmas, já que no corpo do email é indicado o valor a pagar. Foi o caso da fatura da MEO em que existia a informação relativa à alteração das condições. Não li esta mensagem, em que é dada a possibilidade de rescindir o contrato entre 01/12 e 15/12. É curioso que ainda tem que ser o cliente a ir à procura de informações sobre o novo valor que vai pagar.

 

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No caso da NOS, a informação transmitida a vários clientes foi:

“A 1/jan/2019, os preços dos serviços serão atualizados, conforme previsto na cláusula 5.3 das condições de serviço, em 1,4% que corresponde à última taxa de inflação anual (taxa de variação média do IPC) publicada pelo INE (disponível em nos.pt/INE). Consulte o detalhe em nos.pt/tlv.”

 

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Portanto, se a legislação permite este tipo de alterações (não me dei ao trabalho de ir confirmar), se a alteração me foi comunicada antecipadamente e se me foi dada a possibilidade de rescisão, sem custos, caso não concordasse com as condições (entretanto o prazo tinha expirado), não havia muito a fazer para reverter a situação. Desconhecia por completo que fosse possível alterar as condições de um contrato, nomeadamente o valor a pagar, durante a vigência do mesmo. Sempre pensei que este tipo de aumentos fossem aplicados apenas para novas adesões e contratos. Em momento algum, durante os vários contactos com a MEO, na fase de subscrição do serviço, me foi informado que o valor a pagar durante os 24 meses pudesse ser alterado. Este contrato foi efetuado verbalmente, através de contacto telefónico com a MEO, sem assinar qualquer documento. Claro que existe a possibilidade de a qualquer momento terminar o contrato antes do término do período de fidelização, mas isso tem um encargo por incumprimento, que ascende a várias dezenas (ou mesmo centenas) de Euros neste caso em concreto.

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BEEVERYCREATIVE e Blocks Technology–Novas Impressoras 3D a caminho

11 09 2018

Reconhecidos pela qualidade e fiabilidade seus produtos, os 2 fabricantes portugueses de Impressoras 3D, BEEVERYCREATIVE e Blocks Technology preparam-se para lançar em breve novas Impressoras 3D.

 

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Estas novas Impressoras, que são uma evolução dos modelos atuais, trazem várias novidades que, apesar de parecerem insignificantes, acabam por representar passos importantes rumo à simplificação desta tecnologia. As melhorias e as novas funcionalidades permitem não só melhorar a experiencia de utilização, que é ainda um entrave que impede que esta tecnologia chegue a mais consumidores, mas também aumentar a qualidade final dos projetos e ao mesmo tempo reduzir os tempos de impressão.

 

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Estas Impressoras, que vão passar a ser os modelos mais avançados de ambos os fabricantes, têm grandes melhorias relativamente aos modelos anteriores. Destaco o sistema de auto-calibração da plataforma de impressão e o sensor de filamento. Duas novas funcionalidades que acrescentam mais valor.

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NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros

19 07 2018

De todas as operadoras de telecomunicações presentes em Portugal a NOWO (lê-se “novo”) será certamente a menos conhecida. Não só por ter uma oferta e uma quota de mercado menores, mas também por ter uma área de abrangência mais reduzida, quando comparada com a MEO, Vodafone e NOS. Nascida da Cabovisão, a NOWO existe desde 2016 e oferece os serviços de Televisão, Internet, Voz e Móvel.

 

Recentemente a NOWO deu a conhecer novos serviços de comunicações móveis, mais concretamente tarifários pré e pós-pagos, que podem ser subscritos por clientes que não tenham aderido a nenhum outro serviço da NOWO.

 

A campanha publicitária, que tem o Nilton como protagonista, destaca o valor da mensalidade do serviço móvel. É sem dúvida um valor bastante interessante face ao que toda a concorrência oferece, nomeadamente a MEO, Vodafone e NOS, mas também os operadores low cost como a UZO, Lycamobile, Phone-ix, entre outros.

 

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Muitas pessoas não necessitam de pacotes de telecomunicações com muitas comunicações incluídas nem muito complexos. Privilegiam o facto de não existirem fidelizações, contratos, carregamentos obrigatórios, e sobretudo a simplicidade de saberem que pagam sempre o mesmo valor se telefonarem ou enviarem um SMS para qualquer rede, e em qualquer dia e hora da semana. Por outro lado, não valorizam muito a conectividade à Internet e têm como objetivo pagar o mínimo possível, porque na realidade, não fazem muitas chamadas.

 

Qualquer um dos vários operadores em Portugal disponibiliza estes tarifários simplificados, sendo que a UZO, que é um Operador Móvel Virtual (MVNO) que utiliza a infra-estrutura  da MEO, ganha, na minha opinião, vantagem sobre os restantes.

 

Um dos novos tarifários da NOWO é o pré-pago de 5 EUR por mês que inclui 250 MB de dados e 500 minutos/SMS para qualquer rede nacional. Bastante interessante tendo em conta que por exemplo na UZO o carregamento mínimo de 7,5 EUR permite efetuar comunicações para qualquer rede por 0,099 EUR (9,9 cêntimos) por minuto/SMS. Fazendo os cálculos necessários dá precisamente 75,75 minutos/SMS, um valor bastante inferior face aos 500 minutos/SMS da NOWO. Quanto à Internet, a UZO disponibiliza atualmente em cada carregamento 500 MB de Internet.

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Feira TECHNOLOGY HUB em Milão-Mini guia para visitantes

20 06 2018

Decorreu de 17 a 19 de Maio de 2018, em Milão, a TECHNOLOGY HUB. Esta feira tecnológica tem um grande enfoque na inovação, tecnologia e no design. A maior parte dos expositores estão relacionados com  a área da tecnologia de impressão aditiva  (Impressão 3D), mas também em tecnologias como drones, iOT, realidade virtual, realidade aumentada, Industria 4.0, robótica entre outras. Para além de encontrar nesta feira muitas empresas que nos seus expositores dão a conhecer a sua área de atuação e os seus produtos e serviços, poderá ainda participar nos mais variados workshops e conferencias (todos, ou quase todos, em italiano).

 

A edição que agora terminou teve 7.353 visitantes, 147 expositores e 112 workshops. A edição de 2019 da TECHNOLOGY HUB ainda não tem data definida, no entanto, tal como nas edições anteriores, deverá realizar-se entre os meses de Abril e Junho.

 

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O acesso ao evento é gratuito se fizer o registo no site do mesmo. Basta imprimir o ticket, que tem um QR Code, e mostrar o mesmo na entrada. Se não fizer o registo, o bilhete terá um custo de 15 EUR para 1 dia. Estudantes universitários têm acesso gratuito de qualquer forma. Basta mostrar o cartão de estudante e preencher um formulário à entrada.

 

 

 

Algumas fotos do evento

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Plano de 13 passos RGPD (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados)

3 04 2018

Fonte: www.sage.pt

 

O que é o RGPD?

O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) é uma das maiores alterações de sempre relativamente à forma como deve ser realizado o tratamento de dados pessoais.

Aplica-se a empresas, mas também qualquer pessoa singular, organização, autoridade pública, agência ou outro organismo que proceda ao tratamento de dados de pessoais e que esteja e/ou faça negócios com a EU. Entra em vigor no dia 25 de maio de 2018 na União Europeia (UE) e prevalece sobre quaisquer leis nacionais.
O RGPD tem um impacto enorme em todos os departamentos de inúmeras empresas em todo o mundo e é muito provável que a maioria necessite de implementar práticas e salvaguardas suplementares, sendo altamente recomendável a realização de uma auditoria por especialistas devidamente qualificados.

 
A aplicação de coimas que podem ir até 4% do volume de negócios global

 

Para mais informações sobre o RGPD, visite esta página.

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Primavera factura 22 milhões e vai contratar 70 pessoas

28 03 2018

Fonte: www.jornaldenegocios.pt

 

A tecnológica Primavera BSS, que gera mais de um terço da facturação nos mercados internacionais, emprega cerca de 300 pessoas, das quais 232 em Portugal, e prevê contratar mais sete dezenas este ano.

 

Primavera factura 22 milhões e vai contratar 70 pessoas

José Dionísio, co-CEO da Primavera

 

Nasceu em Braga, em 1993, com o objectivo de disponibilizar ao mercado um software de gestão para ambiente Windows. "Numa época em que o mercado nacional não utilizava este sistema operativo e, mesmo noutros países europeus, a implementação era quase inexistente, esta foi uma decisão disruptiva, que deu origem àquele que viria a ser o primeiro produto Windows para profissionais de contabilidade, o Contalib", recorda José Dionísio, co-CEO da Primavera BSS (Business Software Solutions), em entrevista ao Negócios.

Esta aplicação, que foi produzida "em apenas quatro meses, na casa do Jorge Batista", o outro co-CEO e sócio de José Dionísio, "viria a ser um grande ‘bestseller’ e o pontapé de saída para um futuro que foi de crescimento contínuo".

A "software house" bracarense fechou o último exercício com "um volume de negócios de mais de 22 milhões, correspondentes a um crescimento de 12% face ao ano anterior", com o exterior "a representar 35% do total, sendo Angola o principal mercado de vendas internacionais do grupo".

Já o exercício em curso "está a correr bem e dentro das expectativas", prevendo um crescimento da facturação da ordem dos 10%.

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Entrevista a Sérgio Sereno da PrimaveraBSS

20 02 2018

Entrevista a Sérgio Sereno, Technical Manager da PrimaveraBSS.

 

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Carlos Moreira – Sérgio, o que fazes atualmente na Primavera e em que sentido participas na construção do produto que chega até ao cliente final?

Sérgio Sereno – Atualmente desempenho as funções de Technical Manager, onde estou responsável pela coordenação da equipa que está a construir a nova oferta do ERP da PRIMAVERA para a cloud.

 

 

CM – Sentes que a Cloud ainda continua a ser temida e ter pouca atenção por parte das organizações devido a questões relacionadas com a privacidade?

SS – Penso que o problema de adoção de soluções cloud nativas por parte das medias e grandes organizações está por um lado no receio dos dados ficarem de certa forma mais expostos e fora do controlo. Obviamente que isto e a perceção que temos, pois estando toda a informação dentro de portas existem mais riscos do que na cloud, isto porque muitas organizações não tem tão boas soluções de redundância, backup e controlo de intrusão como uma plataforma como Microsoft Azure, Amazon ou Google Cloud tem. Por outro lado porque existe muito investimento já feito hoje em hardware e software que é necessário rentabilizar, sendo que a troca do software nativo por cloud irá acontecer naturalmente quando se colocar a renovação das infraestruturas.

 

 

CM – Com a tecnologia a evoluir a um ritmo alucinante, como imaginas que será o software ERP daqui por 10 anos e em que sentido tecnologias como a Inteligência Artificial, IoT, Cloud, Mobile, Blockchain e Social Business podem contribuir para a sua evolução?

SS – Penso que passaremos de um modelo passive para um pró-activo. Isto é, hoje temos muito informação nos sistemas de informação que nos ajudam a extrair informação sobre o passado da empresa, o chamado histórico. No futuro vamos ter modelos que vão aprender com as ações dos utilizadores e os vão alertar para as consequências e impactos de decisões tomadas hoje terão no futuro, aos mesmo tempo que propõe soluções.

 

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CM – Portugal estará certamente na linha da frente no que diz respeito à legislação que as aplicações de faturação e os ERPs têm que cumprir e dar resposta. Achas que o futuro passará por ser a própria Autoridade Tributária e outros organismos estatais a criar e fornecer as ferramentas necessárias às organizações, passando o software de gestão desenvolvido pelos fabricantes tradicionais a ser visto como opcional?

SS – Não. Acho que caminhamos para um modelo colaborativo, onde os ERP’s dos vários fabricantes podem consumir e alimentar diretamente serviços que a própria AT irá disponibilizar.

 

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Impressão 3D – Uma revolução tão grande como foi a Internet

2 02 2018

Excelente artigo do jornalista Edgar Caetano, do jornal electrónico Observador, sobre Impressão 3D e o impacto que esta tecnologia tem e que se estima que virá a ter na industria, economia e na nossa sociedade. Este artigo é um excelente overview sobre esta tecnologia, de onde destaco:

 

“… o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia …”

“… podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países …”.

 

 

 

Fonte: observador.pt

O investimento em impressão 3D está a crescer ao triplo da velocidade da produção tradicional na indústria. A "revolução" está a chegar, garantem especialistas citados num relatório do banco ING.

 

Daqui a menos de 20 anos, um em cada dois produtos industriais será impresso em 3D. Isto diz-lhe pouco? Pois: “quando a Internet foi inventada, poucas pessoas imaginaram o impacto enorme que ela teria na forma como vivemos e trabalhamos. A impressão 3D pode ser uma repetição da História“. A frase é de um economista do banco holandês ING que elaborou um relatório aprofundado sobre a impressão 3D e sobre as últimas inovações nesta área, capazes de levar esta tecnologia da “infância” atual para uma revolução comparável à Internet. Uma preocupação fundamental do relatório é a seguinte: quando tudo for impresso em 3D, localmente, o que é que vai ser do comércio entre os países ou, por outras palavras, com que é que se vai encher os navios-contentores?

 

 

Em entrevista por telefone com o Observador, Raoul Leering, economista do ING especializado em comércio internacional e autor do relatório, afirma que com a impressão 3D podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países — não só as que viajam em navios-contentores mas por qualquer outra via. Se a impressão 3D evoluir tão rapidamente quanto se prevê no estudo, quase metade dos produtos irá deixar de ser fabricada num país e, depois, viajar até mais perto do consumidor final. Vão passar a ser impressos muito mais perto do local onde vão ser consumidos — desde peças de automóveis até comida, passando por roupa e calçado, próteses de ossos ou, mesmo, órgãos internos.

 

Imagine o seguinte cenário, muito simples: o leitor comprou um smartphone novo e precisou de uma capa protetora. Foi a um centro comercial, a uma retalhista ligada à tecnologia e escolheu uma capa que lhe pareceu ser robusta e com um design de que gostou, embora não tenha sido concebida a pensar em si. Alguém que nunca irá conhecer na vida desenhou aquela capa com o objetivo de atrair o maior número de pessoas, investiu-se na criação de um molde, o produto foi fabricado aos milhares, no modelo tradicional, num qualquer país longínquo, e aquele modelo viajou até à sua mão (e, também, até à mão do cliente seguinte, que também gostou daquela capa).

 

Num modelo clássico de economia linear, vai andar com a capa protetora até ela se estragar ou até se fartar dela, e aí o processo volta ao início. Num futuro em que a impressão 3D é dominante, as coisas vão mudar.

 

Com a impressão 3D, em vez de ir à loja (física ou online) e escolher uma capa entre aquelas de que há stock, a única coisa de que precisa é de um ficheiro que pode encontrar nas dezenas de sites que já existem de modelos para impressão 3D, como o Thingiverse.com, e fazer o mesmo que faz quando quer imprimir um conjunto de fotografias: vai ao mesmo centro comercial mas em vez de escolher uma capa entre o stock disponível, dirige-se a uma loja onde a sua capa favorita pode ser impressa em poucas horas. Melhor: com o crescimento deste mercado e das apps associadas, não será preciso um curso de engenharia para saber criar uma capa ao seu gosto ou, pelo menos, fazer adaptações personalizadas que vão torná-la verdadeiramente única.

 

E até poderá nem precisar de sair de casa para receber aquela capa. Nos últimos anos, impressoras 3D que não custam mais do que algumas centenas de euros passaram a poder ser compradas lá para casa, já com alguma capacidade para criar produtos com qualidade razoável. Contudo, não será tanto por aí, para já, segundo o diretor-geral da HP Portugal, uma das empresas mais conhecidas na área das impressoras não só industriais mas, também, domésticas. Para José Correia, o modelo dos service providers, os prestadores de serviço como a impressão de fotografias, é o que faz mais sentido no curto prazo e no paradigma de consumo que hoje existe, diferente de há algumas décadas, em que mais se contrata serviços do que se compra produtos.

 

 

Apesar de a tecnologia já existir há várias décadas, nos últimos anos têm-se registado várias inovações técnicas e uma multiplicação do investimento neste segmento, um indicador de que a tecnologia está finalmente a dar “o salto”. “A impressão 3D ainda está na infância, pelo que ainda tem um impacto pequeno no comércio internacional, mas isto vai mudar quando a impressão 3D de alta velocidade fizer com que passe a ser viável a produção em grande escala com impressoras 3D“, afirma Raoul Leering, acrescentando que esse momento está iminente: “os primeiros passos técnicos já foram dados”.

 

Numa apresentação a um grupo de jornalistas, em Oeiras, na semana passada, o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia, no dia em que celebrou uma parceria com uma empresa da Marinha Grande — a 3D Ever — para ser o primeiro revendedor autorizado da gama de impressoras 3D industriais da HP, a tecnologia MultiJet Fusion.

 

“A HP está atenta ao mercado da impressão 3D há muito tempo”, assinalou José Correia. Mas, reconhece o diretor-geral da HP Portugal, “demorámos algum tempo porque acreditámos que a tecnologia que existia naquele momento não era a tecnologia que nós víamos para desenvolver esta área”. Isso está agora a mudar, e a HP Portugal tem vindo a apresentar vários modelos de impressoras 3D que vão ajudar a trilhar o caminho até a uma maior massificação deste modo de produção revolucionário. Isso passa não só pelas máquinas mas, também, pelos materiais cada vez mais polivalentes e acessíveis.

 

Materiais mais polivalentes, mais resistentes e mais baratos. E técnicas de impressão cada vez mais sofisticadas, incluindo de peças móveis. FOTO: Edgar Caetano/OBSERVADOR

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Tribunal dá razão à Ordem dos Contabilistas em processo sobre venda de ‘software’

18 01 2018

Fonte: www.jornaldenegocios.pt

Mais de três dezenas de empresas avançaram com providência cautelar para impedir a ordem dos Contabilistas Certificados de vender ‘software’ próprio aos membros e pedindo uma indemnização de 11,75 milhões de euros. O tribunal não lhes deu razão e indeferiu a providência cautelar.

 

Tribunal dá razão à Ordem dos Contabilistas em processo sobre venda de ‘software’

 

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa decidiu indeferir a providência cautelar interposta contra a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) por venda de ‘software’ internamente, anunciou a OCC em nota na sua página da internet.  Em causa estava uma acção interposta há cerca de um ano por 32 empresas que pretendiam que a Ordem fosse impedida de vender ou disponibilizar as licenças de utilização e outras prestações de serviços relacionados com o ‘software’ TOConline, disponibilizado aos membros. Pediam também que a OCC deixasse de poder publicitar o TOConline, de dar formação sobre o seu funcionamento ou de sequer prestar apoio telefónico aos utilizadores. E, ainda, uma indemnização de 11,75 milhões de euros.

"Fomos agora notificados pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, que a providência cautelar foi indeferida" pelo que "a Ordem pode continuar a disponibilizar a ferramenta informática TOConline, para apoiar o trabalho dos Contabilistas Certificados", refere a bastonária da OCC, Filomena Moreira, na nota divulgada esta manhã.

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11 dúvidas de quem muda de Software de Faturação

5 12 2017

Fonte: www.vendus.pt

 

11 dúvidas de quem muda de Software de Faturação

 

Autoridade Tributária

Posso mudar de programa de faturação a qualquer altura?
Sim. Não necessita aguardar pelo final do mês ou do ano fiscal para o fazer.

O que devo ter em atenção obrigatoriamente quando mudar de software?
Verifique se:

    • O programa de faturação é certificado pela AT (consulte a lista);
    • Dispõe das funcionalidades que necessita (ex: gestão de stocks, conta corrente de clientes, entre outros);
    • Se adapta ao seu equipamento.

    Muitos softwares permitem que experimente de forma gratuita por um período de tempo. Peça uma demonstração ou crie uma conta e experimente emitindo, se possível, faturas teste (sem validade fiscal).

     

     

     

    SAF-T

    Posso ter mais do que um software de faturação?
    Sim. Pode emitir documento a partir de mais do que um software, com o mesmo NIF. No entanto, confirme que ambos são certificados e as séries de faturação são diferentes.

     

    Como se processa o envio do SAF-T junto das Finanças, nesse caso?
    Poderá continuar a comunicar as faturas no E-fatura do mesmo modo. Submeta um SAF-T de cada vez. A AT permite que submeta vários SAF-T.

     

     

     

    Séries de Faturação e Documentos

    Ao mudar de software, a série deve começar no 1 ou continuar a partir do último documento emitido no software anterior?
    Deverá sempre começar a partir do número 1, certificando-se de que as séries são diferentes. Deverá verificar se o número após a identificação do documento é diferente da série que tem agora. No Vendus, por exemplo, para uma fatura emitida com o número FT 01P2017/1, o código da série é 01P2017 (deverá ser diferente entre softwares). Alguns softwares permitem que crie as suas séries. Outros criam automaticamente. Neste último caso, se verificar que o número de série é igual, peça à equipa técnica para alterar.

     

    Posso ter mais do que uma série de faturação?
    Sim. O número das séries pode diferir por localização e software de faturação. Isto significa que poderá acontecer em 2 casos:

    • Ter mais do que um software de faturação;
    • Ter mais do que uma loja.

     

    Preciso retificar uma fatura emitida do software anterior. Como faço?
    Poderá emitir uma Nota de Crédito no novo software, indicando nas Observações a que fatura se refere. Poderá também emitir uma fatura manual.

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    Poly!-A micro Impressora 3D versátil, made in Italy

    2 11 2017

    Enquanto os fabricantes ligados à impressão convencional, como por exemplo a HP, Epson, Canon, entre outros, não entram no mercado de Impressão 3D “de consumo”, isto é, segmento doméstico, várias empresas por todo o mundo, muitas delas startups, vão explorando e desenvolvendo a tecnologia de impressão 3D trazendo-a até aos consumidores finais e às suas casas.

     

    Por razões históricas a HP é, para muitas pessoas, sinónimo de impressoras (embora fabrique muitos outros produtos). Este fabricante  atua desde há vários anos na área do 3D, mas apenas no segmento empresarial (mais detalhes aqui). Foi precisamente uma Impressora 3D da HP, do tamanho de um frigorifico, que cativou toda a minha atenção e entusiasmo, numa feira de tecnologia, SIMO, que visitei seguramente há mais de 10 anos em Madrid. Cativou a minha atenção e seguramente a de muitos outros visitantes da feira, que acompanhavam com “olhos de criança que assiste a um espetáculo de magia”, todo o processo de impressão, em que  camada a camada, a impressora estava a construir, se não estou em erro, uma maquete de uma casa.

     

     

    Nas grandes cadeias de distribuição de informática de consumo, como por exemplo a Worten, Media Markt, Fnac, não encontramos “ainda” Impressoras 3D desenvolvidas pelos mesmos fabricantes das impressoras comuns (papel), mas começamos a encontrar, de forma muito discreta e com pouca oferta, impressoras e filamentos de empresas mais recentes e menos conhecidas da globalidade dos consumidores. No dia em que a HP colocar no mercado uma Impressora 3D “de levar para casa”, aí sim, certamente irá ser o momento em que a revolução 3D irá acelerar provavelmente a passos largos. Neste momento o crescimento e a propagação desta tecnologia no segmento domestico é lento uma vez que é uma tecnologia que ainda não é para as massas mas sim principalmente para os makers/curiosos e para profissionais que necessitam de alguma forma de efetuar prototipagem rápida a baixo custo.

     

    Em Portugal temos o exemplo a BEEVERYCREATIVE e a Blocks Technology que desenvolvem produtos e serviços de excelência, mas de certa forma semelhantes e equivalentes. Em Espanha, a BQ têm evoluído muito na área 3D, com uma gama ampla de produtos 3D, não só impressoras mas também filamentos. Um pouco por todo o mundo outras startups tentam ir mais além e destacar-se com produtos diferenciadores, com custos cada vez mais baixos e cada vez menos complexos. Um desses exemplos é o caso da 3DRap, uma empresa Italiana, sediada em Avellino, que está a desenvolver a Poly! Conheci esta impressora numa das visitas que fiz à feira Technology Hub que tem decorrido anualmente em Milão. Em 2018 esta feira irá ter lugar de 17 a 19 de Maio.

     

     

    A Poly! é uma (micro) impressora construída com algumas peças impressas em outra Impressora 3D, portátil (pesa menos de 1 Kg), que para além de imprimir em 3D, pode ser utilizada (após a troca de determinado(s) componente(s)) para gravação a laser (para gravar em madeira e papel por exemplo), impressão com chocolate em vez de plástico, desenho em papel (utilizando uma caneta). Conta ainda com uma bateria que permite utilizar a impressora sem uma tomada de energia por perto. A dimensão da área de impressão, como seria de esperar, é de apenas 66mm x 60mm x 60mm. Permite imprimir por exemplo porta-chaves, legos e outros projetos de dimensão reduzida. Seguramente não será o suficiente para imprimir uma capa para telemóvel, um suporte para sabonetes ou uma jarra para colar na sala (que seja minimamente visível).

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    Não sendo uma impressora em KIT (o que obrigaria a montar a impressora peça a peça), a Poly! tem como desígnio ser uma impressora para todos, desde os entusiastas, curiosos, crianças, designers, makers, e obviamente para o sector da Educação. A Poly!  tem conectividade com o computador, tem ainda um interface micro SD e também pode receber ordens de impressão via smartphone (apenas Android) já que está equipada com um interface Bluetooth. A Poly! conta ainda com um sistema magnético (pouco comum em impressoras de baixo custo) que vai permitir trocar de forma fácil e rápida o(s) componente(s) que permitem que a impressora assuma as várias funcionalidades que anteriormente indiquei.

     

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    Primavera Elevation EXPRESS será descontinuado a 31 de março de 2018

    30 10 2017

    A Primavera emitiu hoje um comunicado a informar que o produto Elevation EXPRESS será descontinuado em 31 de Março de 2018. Este produto será substituído pelo Jasmin Express (que também é um software de faturação cloudbased) assente em tecnologias mais modernas, como HTML5, que se destaca pela sua performance, mobilidade e usabilidade.

    A tecnologia pode limitar e muitas das vezes inviabilizar o crescimento e a manutenção de um determinado produto. É o caso do Primavera Elevation, baseado em  Microsoft Silverlight, tecnologia que tem vindo a ser descontinuada gradualmente quer pela própria Microsoft quer pela restante industria.

    O Jasmin, para além de ter muitos pontos positivos quando comparado com o Elevation, tem logo uma grande vantagem que é a adaptabilidade a vários dispositivos como smartphones e tablets, permitindo uma mobilidade sem precedentes. Já imaginou poder gravar e enviar uma fatura para um cliente, num simples iPhone, em qualquer local?

     

    Como é que o Jasmin se diferencia do ELEVATION EXPRESS?

     

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    Fonte: www.primaverabss.com

    Caro(a) Cliente,

    A PRIMAVERA informa que irá descontinuar, a 31 de março de 2018, a oferta Elevation EXPRESS, a solução que utiliza neste momento.

    Relembramos que a PRIMAVERA disponibilizou há 9 meses a oferta Jasmin, que tem uma cobertura funcional bastante semelhante à do produto que utiliza, mas que se diferencia pela performance e User Experience, até porque assenta em tecnologia HTML5, a tecnologia que vai marcar o futuro da oferta Cloud da PRIMAVERA.

    A oferta Jasmin tem sido muito apreciada pelos milhares de utilizadores que hoje em dia já assentam a sua gestão neste produto diferenciador, apresentando índices de satisfação extremamente elevados (9 em 10).

     

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    Spin-off da PRIMAVERA avança para a América Latina e mercado europeu

    16 09 2017

    Fonte: PrimaveraBSS

    A Valuekeep, spin-off do grupo PRIMAVERA BSS, e a Totum Service acabam de estabelecer um acordo para o fornecimento exclusivo da solução de gestão de manutenção de ativos da tecnológica portuguesa para todos os projetos da consultora internacional em curso por toda a Europa e América Latina, com especial incidência em mercados como o Brasil, Chile e Espanha.

    A Totum Service tem mais de 20 anos de experiência na área de serviços de manutenção e, com esta parceria estratégica, pretende elevar a sua oferta de serviços para clientes atuais e potenciais nas áreas de otimização da gestão da manutenção diária de ativos e reforçar o processo de expansão territorial por toda a Europa e América Latina.

     

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    Para Miguel Pardo, CEO da Totum Service, "com uma solução de gestão da manutenção de ativos como a Valuekeep estamos preparados para otimizar o processo de gestão da manutenção dos nossos clientes, independentemente da localização dos projetos. O nosso portfólio carecia de uma solução global que aportasse flexibilidade e mobilidade aos nossos projetos. Esta parceria com a Valuekeep permite-nos realmente dar um passo importante rumo à revolução industrial 4.0”.

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    HP e Deloitte colaboram na impressão 3D

    8 09 2017

    Fonte: www.computerworld.com.pt

     

    A HP e Deloitte Consulting anunciaram uma parceria para acelerar a transformação digital do sector da indústria fabril à escala mundial. As duas empresas vão colaborar na implementação dos sistemas de impressão 3D da HP em ambientes de produção de grande dimensão, aplicando a sua experiência sobre operações digitais.

    O valor acrescentado proposto inclui a aceleração de processos de desenho e produção de artigos, a criação de uma cadeia de abastecimento mais versátil, o aumento da eficiência em todo o ciclo de vida da produção.

     

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    A parceria irá associar as soluções e ferramentas da tecnologia Jet Fusion 3D Printing da HP, ao ecossistema de parceiros e às capacidades de condução de transformações industriais digitais da Deloitte. As soluções de impressão 3D da HP, estão melhorar as operações de uma crescente lista de empresas líderes mundiais, incluindo o BMW Group, a Jabil, a Johnson & Johnson, a Nike entre muitas outras, bem como uma grande variedade
    de agências de serviços de produção na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico, diz um comunicado.

    A impressão em 3D dá liberdade ao design e permite, à partida, uma maior personalização de produtos. Ao mesmo tempo pode servir para criar uma linha digital de transformação das cadeias de abastecimento e abrir portas à fabricação distribuída, afirma John Dulchinos, vice-presidente de fabricação digital da Jabil.

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    PRIMAVERA e IEFP assinam protocolo para qualificação tecnológica

    24 07 2017

    Fonte: PRIMAVERA Business Software Solutions, S.A.

     

    Parceria estratégica, aplicável a todos Centros de Emprego e Formação Profissional do país, pretende combater o desemprego, formando novos profissionais para áreas tecnológicas com forte procura e potencial de crescimento. A cerimónia de assinatura decorreu esta tarde na sede da PRIMAVERA e contou com a presença do Vice-Presidente do Instituto, Paulo Feliciano.

     

    A PRIMAVERA BSS e o Instituto de Emprego e Formação Profissional – IEFP, I.P acabam de celebrar um protocolo de colaboração a nível nacional que pretende contribuir para o aumento da empregabilidade e formação tecnológica das pessoas inscritas nos diversos Centros de Emprego do país, proporcionando a aquisição de competências em soluções de gestão PRIMAVERA.

     

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    Ao abrigo deste protocolo, que surge no âmbito do projeto PRIMAVERA Education, os cursos de Gestão, Contabilidade, Ciências Empresariais e Sistemas de Informação ministrados pelo IEFP, passarão a incluir formação prática e gratuita na utilização das soluções de gestão da tecnológica portuguesa, assim como laboratórios de simulação empresarial – uma nova componente prática que permitirá aos formandos desenvolver competências nas novas ferramentas de digitalização e modernização disponíveis para os setores da Logística, Contabilidade e Gestão, Recursos Humanos, Retalho e Restauração, Construção Civil e Indústria, entre outros.

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    Abrir um Restaurante-Guia prático para o início e exercício da atividade de Restauração ou de Bebidas

    26 05 2017

     

    Integrado no programa Simplex, o guia “Abrir um Restaurante” destina-se aos interessados em abrir um restaurante ou estabelecimento similar, contendo toda a informação importante, desde os requisitos, as regras e normas a cumprir, licenças obrigatórias, entidades com as quais terá que se relacionar, legislação aplicável, etc..

     

    Fonte: www.portaldocidadao.pt

    A medida simplex “Abrir um Restaurante” contempla a disponibilização online no Portal do Cidadão de um guia para a instalação e exploração de estabelecimentos de restauração e bebidas, contendo toda a informação relevante, incluindo em matéria fiscal.

    Este guia destina-se a todos os que pretendem abrir um restaurante, café, bar, ou outro tipo de estabelecimento de restauração ou de bebidas e contém a informação que deve conhecer para abrir e explorar o seu estabelecimento.

     

    Carregue na imagem para abrir o guia (PDF)

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