Impressão 3D – Uma revolução tão grande como foi a Internet

2 02 2018

Excelente artigo do jornalista Edgar Caetano, do jornal electrónico Observador, sobre Impressão 3D e o impacto que esta tecnologia tem e que se estima que virá a ter na industria, economia e na nossa sociedade. Este artigo é um excelente overview sobre esta tecnologia, de onde destaco:

 

“… o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia …”

“… podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países …”.

 

 

 

Fonte: observador.pt

O investimento em impressão 3D está a crescer ao triplo da velocidade da produção tradicional na indústria. A "revolução" está a chegar, garantem especialistas citados num relatório do banco ING.

 

Daqui a menos de 20 anos, um em cada dois produtos industriais será impresso em 3D. Isto diz-lhe pouco? Pois: “quando a Internet foi inventada, poucas pessoas imaginaram o impacto enorme que ela teria na forma como vivemos e trabalhamos. A impressão 3D pode ser uma repetição da História“. A frase é de um economista do banco holandês ING que elaborou um relatório aprofundado sobre a impressão 3D e sobre as últimas inovações nesta área, capazes de levar esta tecnologia da “infância” atual para uma revolução comparável à Internet. Uma preocupação fundamental do relatório é a seguinte: quando tudo for impresso em 3D, localmente, o que é que vai ser do comércio entre os países ou, por outras palavras, com que é que se vai encher os navios-contentores?

 

 

Em entrevista por telefone com o Observador, Raoul Leering, economista do ING especializado em comércio internacional e autor do relatório, afirma que com a impressão 3D podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países — não só as que viajam em navios-contentores mas por qualquer outra via. Se a impressão 3D evoluir tão rapidamente quanto se prevê no estudo, quase metade dos produtos irá deixar de ser fabricada num país e, depois, viajar até mais perto do consumidor final. Vão passar a ser impressos muito mais perto do local onde vão ser consumidos — desde peças de automóveis até comida, passando por roupa e calçado, próteses de ossos ou, mesmo, órgãos internos.

 

Imagine o seguinte cenário, muito simples: o leitor comprou um smartphone novo e precisou de uma capa protetora. Foi a um centro comercial, a uma retalhista ligada à tecnologia e escolheu uma capa que lhe pareceu ser robusta e com um design de que gostou, embora não tenha sido concebida a pensar em si. Alguém que nunca irá conhecer na vida desenhou aquela capa com o objetivo de atrair o maior número de pessoas, investiu-se na criação de um molde, o produto foi fabricado aos milhares, no modelo tradicional, num qualquer país longínquo, e aquele modelo viajou até à sua mão (e, também, até à mão do cliente seguinte, que também gostou daquela capa).

 

Num modelo clássico de economia linear, vai andar com a capa protetora até ela se estragar ou até se fartar dela, e aí o processo volta ao início. Num futuro em que a impressão 3D é dominante, as coisas vão mudar.

 

Com a impressão 3D, em vez de ir à loja (física ou online) e escolher uma capa entre aquelas de que há stock, a única coisa de que precisa é de um ficheiro que pode encontrar nas dezenas de sites que já existem de modelos para impressão 3D, como o Thingiverse.com, e fazer o mesmo que faz quando quer imprimir um conjunto de fotografias: vai ao mesmo centro comercial mas em vez de escolher uma capa entre o stock disponível, dirige-se a uma loja onde a sua capa favorita pode ser impressa em poucas horas. Melhor: com o crescimento deste mercado e das apps associadas, não será preciso um curso de engenharia para saber criar uma capa ao seu gosto ou, pelo menos, fazer adaptações personalizadas que vão torná-la verdadeiramente única.

 

E até poderá nem precisar de sair de casa para receber aquela capa. Nos últimos anos, impressoras 3D que não custam mais do que algumas centenas de euros passaram a poder ser compradas lá para casa, já com alguma capacidade para criar produtos com qualidade razoável. Contudo, não será tanto por aí, para já, segundo o diretor-geral da HP Portugal, uma das empresas mais conhecidas na área das impressoras não só industriais mas, também, domésticas. Para José Correia, o modelo dos service providers, os prestadores de serviço como a impressão de fotografias, é o que faz mais sentido no curto prazo e no paradigma de consumo que hoje existe, diferente de há algumas décadas, em que mais se contrata serviços do que se compra produtos.

 

 

Apesar de a tecnologia já existir há várias décadas, nos últimos anos têm-se registado várias inovações técnicas e uma multiplicação do investimento neste segmento, um indicador de que a tecnologia está finalmente a dar “o salto”. “A impressão 3D ainda está na infância, pelo que ainda tem um impacto pequeno no comércio internacional, mas isto vai mudar quando a impressão 3D de alta velocidade fizer com que passe a ser viável a produção em grande escala com impressoras 3D“, afirma Raoul Leering, acrescentando que esse momento está iminente: “os primeiros passos técnicos já foram dados”.

 

Numa apresentação a um grupo de jornalistas, em Oeiras, na semana passada, o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia, no dia em que celebrou uma parceria com uma empresa da Marinha Grande — a 3D Ever — para ser o primeiro revendedor autorizado da gama de impressoras 3D industriais da HP, a tecnologia MultiJet Fusion.

 

“A HP está atenta ao mercado da impressão 3D há muito tempo”, assinalou José Correia. Mas, reconhece o diretor-geral da HP Portugal, “demorámos algum tempo porque acreditámos que a tecnologia que existia naquele momento não era a tecnologia que nós víamos para desenvolver esta área”. Isso está agora a mudar, e a HP Portugal tem vindo a apresentar vários modelos de impressoras 3D que vão ajudar a trilhar o caminho até a uma maior massificação deste modo de produção revolucionário. Isso passa não só pelas máquinas mas, também, pelos materiais cada vez mais polivalentes e acessíveis.

 

Materiais mais polivalentes, mais resistentes e mais baratos. E técnicas de impressão cada vez mais sofisticadas, incluindo de peças móveis. FOTO: Edgar Caetano/OBSERVADOR

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Tribunal dá razão à Ordem dos Contabilistas em processo sobre venda de ‘software’

18 01 2018

Fonte: www.jornaldenegocios.pt

Mais de três dezenas de empresas avançaram com providência cautelar para impedir a ordem dos Contabilistas Certificados de vender ‘software’ próprio aos membros e pedindo uma indemnização de 11,75 milhões de euros. O tribunal não lhes deu razão e indeferiu a providência cautelar.

 

Tribunal dá razão à Ordem dos Contabilistas em processo sobre venda de ‘software’

 

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa decidiu indeferir a providência cautelar interposta contra a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) por venda de ‘software’ internamente, anunciou a OCC em nota na sua página da internet.  Em causa estava uma acção interposta há cerca de um ano por 32 empresas que pretendiam que a Ordem fosse impedida de vender ou disponibilizar as licenças de utilização e outras prestações de serviços relacionados com o ‘software’ TOConline, disponibilizado aos membros. Pediam também que a OCC deixasse de poder publicitar o TOConline, de dar formação sobre o seu funcionamento ou de sequer prestar apoio telefónico aos utilizadores. E, ainda, uma indemnização de 11,75 milhões de euros.

"Fomos agora notificados pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, que a providência cautelar foi indeferida" pelo que "a Ordem pode continuar a disponibilizar a ferramenta informática TOConline, para apoiar o trabalho dos Contabilistas Certificados", refere a bastonária da OCC, Filomena Moreira, na nota divulgada esta manhã.

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11 dúvidas de quem muda de Software de Faturação

5 12 2017

Fonte: www.vendus.pt

 

11 dúvidas de quem muda de Software de Faturação

 

Autoridade Tributária

Posso mudar de programa de faturação a qualquer altura?
Sim. Não necessita aguardar pelo final do mês ou do ano fiscal para o fazer.

O que devo ter em atenção obrigatoriamente quando mudar de software?
Verifique se:

    • O programa de faturação é certificado pela AT (consulte a lista);
    • Dispõe das funcionalidades que necessita (ex: gestão de stocks, conta corrente de clientes, entre outros);
    • Se adapta ao seu equipamento.

    Muitos softwares permitem que experimente de forma gratuita por um período de tempo. Peça uma demonstração ou crie uma conta e experimente emitindo, se possível, faturas teste (sem validade fiscal).

     

     

     

    SAF-T

    Posso ter mais do que um software de faturação?
    Sim. Pode emitir documento a partir de mais do que um software, com o mesmo NIF. No entanto, confirme que ambos são certificados e as séries de faturação são diferentes.

     

    Como se processa o envio do SAF-T junto das Finanças, nesse caso?
    Poderá continuar a comunicar as faturas no E-fatura do mesmo modo. Submeta um SAF-T de cada vez. A AT permite que submeta vários SAF-T.

     

     

     

    Séries de Faturação e Documentos

    Ao mudar de software, a série deve começar no 1 ou continuar a partir do último documento emitido no software anterior?
    Deverá sempre começar a partir do número 1, certificando-se de que as séries são diferentes. Deverá verificar se o número após a identificação do documento é diferente da série que tem agora. No Vendus, por exemplo, para uma fatura emitida com o número FT 01P2017/1, o código da série é 01P2017 (deverá ser diferente entre softwares). Alguns softwares permitem que crie as suas séries. Outros criam automaticamente. Neste último caso, se verificar que o número de série é igual, peça à equipa técnica para alterar.

     

    Posso ter mais do que uma série de faturação?
    Sim. O número das séries pode diferir por localização e software de faturação. Isto significa que poderá acontecer em 2 casos:

    • Ter mais do que um software de faturação;
    • Ter mais do que uma loja.

     

    Preciso retificar uma fatura emitida do software anterior. Como faço?
    Poderá emitir uma Nota de Crédito no novo software, indicando nas Observações a que fatura se refere. Poderá também emitir uma fatura manual.

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    Poly!-A micro Impressora 3D versátil, made in Italy

    2 11 2017

    Enquanto os fabricantes ligados à impressão convencional, como por exemplo a HP, Epson, Canon, entre outros, não entram no mercado de Impressão 3D “de consumo”, isto é, segmento doméstico, várias empresas por todo o mundo, muitas delas startups, vão explorando e desenvolvendo a tecnologia de impressão 3D trazendo-a até aos consumidores finais e às suas casas.

     

    Por razões históricas a HP é, para muitas pessoas, sinónimo de impressoras (embora fabrique muitos outros produtos). Este fabricante  atua desde há vários anos na área do 3D, mas apenas no segmento empresarial (mais detalhes aqui). Foi precisamente uma Impressora 3D da HP, do tamanho de um frigorifico, que cativou toda a minha atenção e entusiasmo, numa feira de tecnologia, SIMO, que visitei seguramente há mais de 10 anos em Madrid. Cativou a minha atenção e seguramente a de muitos outros visitantes da feira, que acompanhavam com “olhos de criança que assiste a um espetáculo de magia”, todo o processo de impressão, em que  camada a camada, a impressora estava a construir, se não estou em erro, uma maquete de uma casa.

     

     

    Nas grandes cadeias de distribuição de informática de consumo, como por exemplo a Worten, Media Markt, Fnac, não encontramos “ainda” Impressoras 3D desenvolvidas pelos mesmos fabricantes das impressoras comuns (papel), mas começamos a encontrar, de forma muito discreta e com pouca oferta, impressoras e filamentos de empresas mais recentes e menos conhecidas da globalidade dos consumidores. No dia em que a HP colocar no mercado uma Impressora 3D “de levar para casa”, aí sim, certamente irá ser o momento em que a revolução 3D irá acelerar provavelmente a passos largos. Neste momento o crescimento e a propagação desta tecnologia no segmento domestico é lento uma vez que é uma tecnologia que ainda não é para as massas mas sim principalmente para os makers/curiosos e para profissionais que necessitam de alguma forma de efetuar prototipagem rápida a baixo custo.

     

    Em Portugal temos o exemplo a BEEVERYCREATIVE e a Blocks Technology que desenvolvem produtos e serviços de excelência, mas de certa forma semelhantes e equivalentes. Em Espanha, a BQ têm evoluído muito na área 3D, com uma gama ampla de produtos 3D, não só impressoras mas também filamentos. Um pouco por todo o mundo outras startups tentam ir mais além e destacar-se com produtos diferenciadores, com custos cada vez mais baixos e cada vez menos complexos. Um desses exemplos é o caso da 3DRap, uma empresa Italiana, sediada em Avellino, que está a desenvolver a Poly! Conheci esta impressora numa das visitas que fiz à feira Technology Hub que tem decorrido anualmente em Milão. Em 2018 esta feira irá ter lugar de 17 a 19 de Maio.

     

     

    A Poly! é uma (micro) impressora construída com algumas peças impressas em outra Impressora 3D, portátil (pesa menos de 1 Kg), que para além de imprimir em 3D, pode ser utilizada (após a troca de determinado(s) componente(s)) para gravação a laser (para gravar em madeira e papel por exemplo), impressão com chocolate em vez de plástico, desenho em papel (utilizando uma caneta). Conta ainda com uma bateria que permite utilizar a impressora sem uma tomada de energia por perto. A dimensão da área de impressão, como seria de esperar, é de apenas 66mm x 60mm x 60mm. Permite imprimir por exemplo porta-chaves, legos e outros projetos de dimensão reduzida. Seguramente não será o suficiente para imprimir uma capa para telemóvel, um suporte para sabonetes ou uma jarra para colar na sala (que seja minimamente visível).

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    Não sendo uma impressora em KIT (o que obrigaria a montar a impressora peça a peça), a Poly! tem como desígnio ser uma impressora para todos, desde os entusiastas, curiosos, crianças, designers, makers, e obviamente para o sector da Educação. A Poly!  tem conectividade com o computador, tem ainda um interface micro SD e também pode receber ordens de impressão via smartphone (apenas Android) já que está equipada com um interface Bluetooth. A Poly! conta ainda com um sistema magnético (pouco comum em impressoras de baixo custo) que vai permitir trocar de forma fácil e rápida o(s) componente(s) que permitem que a impressora assuma as várias funcionalidades que anteriormente indiquei.

     

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    Primavera Elevation EXPRESS será descontinuado a 31 de março de 2018

    30 10 2017

    A Primavera emitiu hoje um comunicado a informar que o produto Elevation EXPRESS será descontinuado em 31 de Março de 2018. Este produto será substituído pelo Jasmin Express (que também é um software de faturação cloudbased) assente em tecnologias mais modernas, como HTML5, que se destaca pela sua performance, mobilidade e usabilidade.

    A tecnologia pode limitar e muitas das vezes inviabilizar o crescimento e a manutenção de um determinado produto. É o caso do Primavera Elevation, baseado em  Microsoft Silverlight, tecnologia que tem vindo a ser descontinuada gradualmente quer pela própria Microsoft quer pela restante industria.

    O Jasmin, para além de ter muitos pontos positivos quando comparado com o Elevation, tem logo uma grande vantagem que é a adaptabilidade a vários dispositivos como smartphones e tablets, permitindo uma mobilidade sem precedentes. Já imaginou poder gravar e enviar uma fatura para um cliente, num simples iPhone, em qualquer local?

     

    Como é que o Jasmin se diferencia do ELEVATION EXPRESS?

     

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    Fonte: www.primaverabss.com

    Caro(a) Cliente,

    A PRIMAVERA informa que irá descontinuar, a 31 de março de 2018, a oferta Elevation EXPRESS, a solução que utiliza neste momento.

    Relembramos que a PRIMAVERA disponibilizou há 9 meses a oferta Jasmin, que tem uma cobertura funcional bastante semelhante à do produto que utiliza, mas que se diferencia pela performance e User Experience, até porque assenta em tecnologia HTML5, a tecnologia que vai marcar o futuro da oferta Cloud da PRIMAVERA.

    A oferta Jasmin tem sido muito apreciada pelos milhares de utilizadores que hoje em dia já assentam a sua gestão neste produto diferenciador, apresentando índices de satisfação extremamente elevados (9 em 10).

     

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    Spin-off da PRIMAVERA avança para a América Latina e mercado europeu

    16 09 2017

    Fonte: PrimaveraBSS

    A Valuekeep, spin-off do grupo PRIMAVERA BSS, e a Totum Service acabam de estabelecer um acordo para o fornecimento exclusivo da solução de gestão de manutenção de ativos da tecnológica portuguesa para todos os projetos da consultora internacional em curso por toda a Europa e América Latina, com especial incidência em mercados como o Brasil, Chile e Espanha.

    A Totum Service tem mais de 20 anos de experiência na área de serviços de manutenção e, com esta parceria estratégica, pretende elevar a sua oferta de serviços para clientes atuais e potenciais nas áreas de otimização da gestão da manutenção diária de ativos e reforçar o processo de expansão territorial por toda a Europa e América Latina.

     

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    Para Miguel Pardo, CEO da Totum Service, "com uma solução de gestão da manutenção de ativos como a Valuekeep estamos preparados para otimizar o processo de gestão da manutenção dos nossos clientes, independentemente da localização dos projetos. O nosso portfólio carecia de uma solução global que aportasse flexibilidade e mobilidade aos nossos projetos. Esta parceria com a Valuekeep permite-nos realmente dar um passo importante rumo à revolução industrial 4.0”.

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    HP e Deloitte colaboram na impressão 3D

    8 09 2017

    Fonte: www.computerworld.com.pt

     

    A HP e Deloitte Consulting anunciaram uma parceria para acelerar a transformação digital do sector da indústria fabril à escala mundial. As duas empresas vão colaborar na implementação dos sistemas de impressão 3D da HP em ambientes de produção de grande dimensão, aplicando a sua experiência sobre operações digitais.

    O valor acrescentado proposto inclui a aceleração de processos de desenho e produção de artigos, a criação de uma cadeia de abastecimento mais versátil, o aumento da eficiência em todo o ciclo de vida da produção.

     

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    A parceria irá associar as soluções e ferramentas da tecnologia Jet Fusion 3D Printing da HP, ao ecossistema de parceiros e às capacidades de condução de transformações industriais digitais da Deloitte. As soluções de impressão 3D da HP, estão melhorar as operações de uma crescente lista de empresas líderes mundiais, incluindo o BMW Group, a Jabil, a Johnson & Johnson, a Nike entre muitas outras, bem como uma grande variedade
    de agências de serviços de produção na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico, diz um comunicado.

    A impressão em 3D dá liberdade ao design e permite, à partida, uma maior personalização de produtos. Ao mesmo tempo pode servir para criar uma linha digital de transformação das cadeias de abastecimento e abrir portas à fabricação distribuída, afirma John Dulchinos, vice-presidente de fabricação digital da Jabil.

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