MEO-O seu tarifário sofreu um aumento durante o período do contrato de fidelização? Pode ser possível ser compensado por isso…

18 03 2019

facebook-meoHá alguns meses atrás publiquei o artigo NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros, onde descrevi que durante o processo de adesão a um tarifário de voz da NOWO, que implicava portar o meu número de telemóvel da UZO (que pertence à MEO), acabei por mudar para a MEO, que me propôs a adesão ao tarifário Unlimited L Light. Pelo valor de 5,99 EUR por mês, durante 24 meses, teria acesso a 4000 minutos, 4000 SMS’s, 500 MB de Internet e outras vantagens.  De facto é um tarifário com um custo/beneficio fora de série, que é (ou foi…) proposto a clientes, por um departamento de retenção, quando  estes ameaçam mudar de operador ou quando o processo de portabilidade de serviços já está em curso. A lógica deste departamento, na maior parte das vezes, é propor serviços com valores inferiores aos valores de mercado (normalmente através da atribuição de descontos), que são aplicados a novos clientes ou novos contratos, por forma a levar o cliente a mudar de intenções, retendo-o. A margem de lucro é afetada, no entanto, para estas empresas, mais vale “ganhar pouco” do que perder tudo.

 

Até ao momento estava muito satisfeito com o serviço, até receber a última fatura, com um valor superior, de 6,49 EUR. Questionei a MEO relativamente a este assunto, já que tinha a certeza não ter efetuado comunicações extra-plafond. A resposta chegou através de uma chamada telefónica, em que me foi explicado que este aumento estava previsto nos termos do contrato, e que fui informado, com possibilidade de rescisão, na fatura de Novembro de 2018. Segundo as informações que me foram transmitidas, este aumento, que está a ser aplicado a partir de 1 de Janeiro de 2019, está relacionado com a inflação, é variável de contrato para contrato e não foi aplicado a todos os clientes. Aumentos indexados à inflação são uma prática comum na economia, em empresas de telecomunicações e em outras empresas de outros sectores de atividade. Tenho um outro serviço contratualizado com a MEO, de TV, Internet e Voz, ainda dentro do período de fidelização, e o valor não sofreu alterações. Portanto, como a MEO considerou que pagava muito pouco por um serviço que em condições normais custa várias vezes mais, achou que deveria passar a pagar um valor superior. Aliciam o cliente com tarifários muito atrativos, para não o deixar partir para empresas concorrentes, e depois de o cliente aderir aumentam o valor e argumentam que este estava a usufruir de um desconto muito elevado! É uma técnica eficaz, quando funciona!

 

Por norma, os únicos dados que valido nas várias faturas que recebo, é o valor a pagar, à exceção de uma ou outra situação mais especifica. Como recebo as faturas da MEO em formato digital, por email, por vezes nem chego a abrir as mesmas, já que no corpo do email é indicado o valor a pagar. Foi o caso da fatura da MEO em que existia a informação relativa à alteração das condições. Não li esta mensagem, em que é dada a possibilidade de rescindir o contrato entre 01/12 e 15/12. É curioso que ainda tem que ser o cliente a ir à procura de informações sobre o novo valor que vai pagar.

 

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No caso da NOS, a informação transmitida a vários clientes foi:

“A 1/jan/2019, os preços dos serviços serão atualizados, conforme previsto na cláusula 5.3 das condições de serviço, em 1,4% que corresponde à última taxa de inflação anual (taxa de variação média do IPC) publicada pelo INE (disponível em nos.pt/INE). Consulte o detalhe em nos.pt/tlv.”

 

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Portanto, se a legislação permite este tipo de alterações (não me dei ao trabalho de ir confirmar), se a alteração me foi comunicada antecipadamente e se me foi dada a possibilidade de rescisão, sem custos, caso não concordasse com as condições (entretanto o prazo tinha expirado), não havia muito a fazer para reverter a situação. Desconhecia por completo que fosse possível alterar as condições de um contrato, nomeadamente o valor a pagar, durante a vigência do mesmo. Sempre pensei que este tipo de aumentos fossem aplicados apenas para novas adesões e contratos. Em momento algum, durante os vários contactos com a MEO, na fase de subscrição do serviço, me foi informado que o valor a pagar durante os 24 meses pudesse ser alterado. Este contrato foi efetuado verbalmente, através de contacto telefónico com a MEO, sem assinar qualquer documento. Claro que existe a possibilidade de a qualquer momento terminar o contrato antes do término do período de fidelização, mas isso tem um encargo por incumprimento, que ascende a várias dezenas (ou mesmo centenas) de Euros neste caso em concreto.

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SuaOpiniãoConta–Responda a questionários da Marktest e ganhe vales para utilizar em lojas e hipermercados

10 10 2018

A Marktest é uma empresa que atua no mercado português há vários anos, sendo uma referência na área dos estudos de mercado. SuaOpiniãoConta, da Marktest, dedica-se a recolher e a tratar dados estatísticos, recolhidos através dos inquéritos efetuados aos membros deste painel de estudos de mercado.

 

Após o registo no site, sempre que o seu perfil se enquadrar com um questionário, receberá um email com um link para aceder ao mesmo. Estes questionários podem ser sobre os mais variados assuntos, como por exemplo detergentes, automóveis, auto-estradas, rádio, café, bancos, seguradoras, refrigerantes, entre outros. No máximo, segundo a Marktest, são enviados 2 questionários por mês. O email tem, para além do numero de pontos a atribuir, a data limite para completar o questionário.

A cada questionário preenchido será atribuído um determinado numero de pontos, que pode variar entre 75 e 2000, que são acumulados (não têm validade) e podem ser utilizados para a troca por prémios. Na adesão ao painel são atribuídos 300 pontos. O saldo de pontos pode ser consultado no site SuaOpiniãoConta a qualquer momento. Apesar de ser possível não responder aos questionários, por falta de tempo por exemplo, se o fizer por 6 meses, a contar da última resposta, o seu perfil fica inativo e perde os pontos que tinha acumulados.

 

A cada 2000 pontos poderá solicitar um Cartão Oferta Fnac, no valor de 10 Euros, para ser utilizado nas lojas FNAC em Portugal e no site www.fnac.pt. A outra opção é o Cartão Dá, de igual valor, para ser utilizado em Portugal e Espanha nas lojas Continente, Worten, Worten Mobile, Zippy, MO, Sport Zone, GeoStar, Well’s, Bom Bocado, Bagga, note! e na loja online www.continente.pt. Estas são as ofertas atuais. No passado existiram outros prémios, nomeadamente vales da Euroticket, que podiam ser utilizados em outras lojas, hipermercados, etc..

 

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Desde que me registei (ano 2010 sensivelmente), poucos foram os questionários que não respondi, ou porque deixei passar o prazo ou porque não era elegível para alguns questionários. Por exemplo, se for enviado um questionário sobre motosserras, provavelmente a primeira pergunta que irá ser feita é se possui alguma motosserra. No caso de responder de forma negativa, o mais certo é que o questionário termine logo ali, sem que sejam atribuídos os pontos.

 

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Para ser aceite como membro do painel deverá reunir algumas condições. É necessário que resida em Portugal há pelo menos 5 anos, que não faça parte de nenhum outro painel de estudos de mercado e que não trabalhe, ou tenha familiares próximos que trabalhem em empresas de estudos de mercado, agências ou centrais de compra de publicidade, ou órgãos de comunicação social. Na realidade não existe forma de a Marktest validar todas estas condições pelo que não deverá existir nenhum impedimento no caso de não cumprir com as condições.

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Google Flights-A melhor forma de pesquisar e encontrar voos

25 09 2018

Viajar desde o Porto até à Polónia por 40 Euros? Sim, é possível e este é apenas um pequeno exemplo do que é possível encontrar no Google Flights.

 

Disponibilizado pela Google há vários anos, só mais recentemente o serviço Google Flights, um serviço gratuito, ficou disponível em Portugal. A diferença entre utilizar este serviço para pesquisar voos e utilizar o serviço de pesquisa de cada companhia aérea é que o Google Flights faz uma pesquisa em todas as companhias aéreas ao mesmo tempo. É muito mais rápido e desta forma poderá fazer comparações de forma simplificada. Não só comparar preços, mas também horários entre outras características dos voos. Por exemplo, se pretender voar do Porto para Madrid, numa determinada data, primeiramente teria que saber que companhias operam neste trajeto e depois teria que aceder ao site de cada uma para fazer a pesquisa. O Google Flights simplifica tudo isto, de forma brilhante.

 

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Com o Google Flights poderá encontrar voos muito baratos. A pesquisa tem em conta uma série de fatores que podem ser alterados. Se mesmo assim não encontrar o que procura, pelo menos ao valor que está disponível a pagar, ative as notificações e aguarde a eventualidade de o preço baixar ao longo do tempo.

 

Porto Airport

 

Comparativamente a outros motores de busca de voos, o Google Flights não tem como objetivo vender voos (ainda que possa ter uma comissão junto das companhias aéreas). Quando seleciona um voo e pretende avançar para a reserva, a Google irá derirecciona-lo para o site da companhia aérea, diretamente para a página que já tem todos os dados do voo em questão.

 

DHL avisa que impasse no terminal no aeroporto de Lisboa pode custar investimento de 10 milhões

 

O Google Flights foi renovado à vários meses. Agora tem um interface melhorado e uma série de novidades. Neste artigo vou demonstrar algumas das funcionalidades que considero mais interessantes.

 

 

 

Pesquisa de voos

As pesquisas no Google Flights permitem ao utilizador a definição de uma série de condições. Neste caso defini que quero voos de ida e volta, para 1 passageiro, em classe económica. Em baixo, para além de definir a origem, o destino e as datas, defini também que apenas quero voos diretos, sem escalas. Quanto ao valor, indiquei que apenas quero visualizar resultados cujo total (ida e volta) seja inferior a 200 Euros. Adicionalmente indiquei que quero partir entre as 00:00 e as 10:00 e regressar entre as 17:00 e as 00:00.

 

Os resultados da pesquisa podem ser apresentados de várias formas, para facilitar a análise. Por vezes basta antecipar ou adiar uma viagem um ou dois dias e os valores passam a ser inferiores.

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Instantaneamente foram mostrados todos os resultados que satisfazem os critérios. Neste caso existem 3 voos de 3 companhias diferentes.

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Se escolher cada um dos voos, carregando em cima dos mesmos, poderá visualizar os detalhes do voo de regresso.

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Banco CTT

18 10 2017

Existem a operar no mercado português uma série de entidades bancárias para todos os gostos e feitios. Uns são mais direcionados e focados no retalho (clientes particulares), outros no segmento empresarial e outros em investimento. O Banco CTT que terá sido o último, ou um dos últimos a entrar em cena, promete ser um banco simples, descomplicado, e com custos muito reduzidos para os seus clientes.

 

“Os cinco maiores bancos nacionais cobram aos clientes, em média, 5,28 euros por mês, despesa que pode ser reduzida mediante o cumprimento de algumas condições, como a domiciliação do salário ou elevado património financeiro, o que varia de banco para banco. ”

in www.sabado.pt

 

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Todos sabemos que os Bancos são empresas e que têm como objetivo o lucro. Também sabemos que este tipo de organizações têm custos operacionais gigantescos maioritariamente originados pelos custos de manutenção das agências e custos com remuneração de colaboradores. Para manter estas máquinas complexas em laboração os Bancos necessitam de receitas, receitas essas que certamente têm como origem, em parte,  nas comissões bancárias, taxas, despesas “disto e daquilo”, seguros, cartões e 1001 outros serviços :) Muitos clientes dos mais diversos Bancos não pagam por serviços bancários porque normalmente têm X produtos ou serviços associados, ou seja, grosso modo “não pagam o serviço X mas pagam o serviço Y”. O exemplo típico é a isenção de pagamento de anuidade de um determinado cartão de crédito/débito se forem efetuadas compras/pagamentos de um determinado montante. Mesmo na tipologia “conta ordenado”, em que o Banco isentava ou diminuía certos custos pelo facto de manter o cliente fidelizado (por este depositar todos os meses o seu salário) e por esta via obter maior liquidez nos seus cofres, começam a ser agora aplicados ou aumentados os custos associados a estas contas.

 

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Grande parte dos custos que são imputados pelos Bancos aos seus clientes passam muitas das vezes despercebidos, principalmente porque são quantias relativamente pequenas, às vezes de cêntimos e outras de maiores montantes, relacionadas com anuidades de cartões de débito e/ou crédito, despesas de manutenção da conta, etc. Apenas clientes mais atentos que verificam extratos periodicamente, que ativam alertas por SMS e/ou email sempre que é efetuado um débito/crédito ou utilizam aplicações de gestão de finanças pessoais como o Boonzi (já referido várias vezes neste blog) conseguem detetar e contabilizar estes custos. Por razões óbvias os Bancos não evidenciam essa informação claramente junto dos clientes, para que estes não se “assustem” com os montantes pagos durante meses/anos/décadas, façam 1001 questões e ponderem mudar para outros Bancos. Basicamente é uma máquina de faturar que atua de forma silenciosa e muito discreta :)

 

Atenção também ao facto de os Bancos e outras entidades financeiras estarem a utilizar uma técnica que permite que estas empresas atribuam outras designações operações que estamos habituados a conhecer por determinados nomes. Um exemplo é um Banco atrair a atenção de um potencial cliente e informar que não cobra comissões de manutenção. “Ótimo!” – pensa o cliente. Isto até que finalmente percebe que não cobra aquela comissão, mas cobra outra com um nome mais bonito: “comissões de gestão”.

 

 

A Banca Tradicional Está a Subir As Comissões

Numa primeira análise (e rápida) é fácil perceber que a banca tradicional está constantemente a aumentar as comissões praticadas. Desde a última comparação, assistimos a um aumento das comissões de manutenção (que alguns bancos habilidosamente chamam de comissões de gestão) e ao aumento das comissões dos cartões de débito (que todos temos de utilizar).

in www.reorganiza.pt

 

A questão é que os Bancos não nos estão a “roubar nada”…estão simplesmente a cumprir os tarifários em vigor e as condições que contratualizaram com os clientes (exceção feita para erros e débitos indevidos, acontecimentos raros pela minha experiencia). Nada mais simples. Os seus tarifários estão, por imposição do regulador do sector (Banco de Portugal), afixados nos balcões e disponíveis na Internet. Nunca esquecer que por norma as pessoas não leem o que assinam, nomeadamente condições contratuais e muito menos as “letrinhas pequeninas”, e têm como resultado surpresas normalmente desagradáveis.

 

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O Banco CTT

O Banco CTT surgiu “recentemente” no mercado com condições muito boas face aos restantes Bancos tradicionais e também Bancos que atuam maioritariamente online ao não cobrarem comissões de manutenção de contas nem anuidades dos cartões de débito e crédito. Também as transferências nacionais  online não têm custos. Em outros Bancos, como por exemplo a Caixa Geral de Depósitos e o Santander Totta  (outros mais farão igual ou semelhante) cobram uma série de serviços e comissões por tudo e por nada. Para o cliente não pagar, ou pagar valores inferiores, tem que subscrever outros serviços, efetuar outras operações, ter o seguro Y, ter um património de X valor, etc. Complicado e burocrático na maior parte das vezes para grande parte dos clientes. Claro está que estou a falar na generalidade dos casos já que o que os Bancos cobram aos clientes depende, como disse anteriormente, de vários factores nomeadamente dos produtos que os clientes têm, das condições contratuais assumidas, da própria legislação em vigor (exemplo do Imposto de Selo que o banco cobra em determinadas operações mas que posteriormente terá que entregar ao Estado), etc.

 

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O Simplex definitivamente ainda não passou pela Banca tradicional nem por muitos dos produtos que comercializam! Após abrir conta no Banco CTT desloquei-me novamente ao balcão do Santander Totta (já o tinha feito à alguns meses atrás), onde está sediada a minha conta, para tentar novamente perceber se existiria forma de reduzir os custos anuais que tenho com a anuidade de 2 cartões (quase 40 EUR) assim como para me isentarem do custo das transferências interbancárias (cerca de 1,30 EUR por cada transferência para outro banco) . Resposta negativa. A colaboradora que me atendeu remeteu novamente para o produto Mundo 123. Pelo que percebi a ideia é encaminhar os clientes (novos e atuais) para este novo Mundo :) Na prática (segundo o Banco) este produto tem como objetivo o cliente poupar no dia-a-dia e tem vários benefícios. Quanto custam todas estas maravilhas? Pois bem, uma mensalidade que pode chegar aos 5,75 EUR em determinadas circunstâncias. As poupanças (reembolsos) estão dependentes de compras com o cartão, utilização da Via Verde, Combustíveis Repsol, IMI, eletricidade, água, gás e comunicações com X regras e limites. O simulador está disponível aqui. Basta aceder e verificar que para quem pretende algo simples, não é de todo a melhor opção. Quase que é necessário contratar um Contabilista para gerir e garantir que no Mundo 123 tudo está a decorrer como é suposto, tais são condições, cálculos e regras impostas por este produto.

 

É o que se costuma dizer em bom português “dar com uma mão e tirar com a outra”. Afinal de contas a grande maioria das pessoas, principalmente aquelas mais jovens, com pouco património e que não são investidores nem têm crédito à habitação apenas pretendem ter uma conta à ordem e um cartão de débito. Nada mais! Porquê optar por produtos mais complexos, mais burocráticos e com custos superiores? Na prática, e com o argumento real de que todos os Bancos começam cada vez mais a cobrar uma “espécie” de mensalidade, o Banco propõe-se a, em troco dessa mensalidade, dar alguns benefícios para de certa forma justificar este pagamento mensal. Exemplo pático sem qualquer rigor: o cliente paga 5 EUROS para usar X serviços, e em troco o banco isenta esses serviços de um custo e ainda reembolsa 1 EURO se o cliente cumprir N condições que o banco define. É um negócio muito bem calculado em que, em qualquer circunstância o Banco fica sempre a ganhar :)

 

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Certo é que já existem vários Bancos a operar quase em exclusivo no canal online, como o Banco Best, Banco Big, entre outros, que já isentam os clientes de encargos relacionados com manutenção das contas, mas continuam normalmente a cobrar por cartões (exceção feita para o ActivoBank que é, pela minha análise, o que mais de aproxima do Banco CTT).

 

Como o Banco CTT consegue ter estas condições que está a oferecer? Primeiramente porque é um banco novo e certamente quer ganhar quota de mercado para se começar a afirmar. Depois porque certamente tem uma estrutura de custos mais baixa quando comparada com os Bancos concorrentes. Afinal de contas não teve que abrir balcões novos (com todos os custos associados que isso implica) e porque os colaboradores deste Banco, maioritariamente são colaboradores que já se encontravam nos CTT em outras funções como atendimento no balcão (basta ver que sempre que os Bancos querem reduzir custos para além de outras operações começam sempre por fechar balcões e dispensar colaboradores).

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Já Fez o Seu Donativo?…

22 02 2010

image Se costuma acumular pontos nos cartões de  fidelização de clientes, de empresas como gasolineiras e operadores de telecomunicações móveis, já se deve ter apercebido que que salvo raras excepções, o rebate dos pontos acumulados por produtos ou descontos tem uma péssima relação pontos/vantagem, alem de que os pontos acumulados têm regra geral uma validade expirando ao fim de algum tempo.

 

Normalmente o que acontece é que têm de ser utilizados muitos pontos, para ter um desconto muito reduzido por exemplo numa entrada no cinema ou ao Jardim Zoológico, ou para receber um produto de baixo valor comercial que se encontra em qualquer loja dos chineses.

 

Uma forma alternativa de utilizar esses pontos, certamente mais útil, é convertê-los em donativos que são entregues a instituições de cariz social e humanitário. Em algumas trocas poderá ainda requerer o recibo do donativo já que é dedutível nos impostos. Este é gesto solidário e de apoio para com todas as instituições que sobrevivem de donativos e da boa vontade dos seus voluntários que trabalham em conjunto para uma causa em comum, ajudar os outros.

 

 

Fica aqui uma pequena lista com os programas de fidelização de clientes que incluem troca de pontos por donativos:

 

TMN

APPT 21; Novo Futuro; Refúgio Aboim Ascensão; Unicef; Fundação Portuguesa Comunidade Contra a Sida; AMI

200 Pontos > 5 Euros

450 Pontos > 12 Euros

750 Pontos > 20 Euros

 

 

Repsol Move

Fundação AMI: 1000 Pontos > 10 Euros

ALDEIAS DE CRIANÇAS SOS: 1000 Pontos > 10 Euros

 

 

BP Premier Plus

CAIS: 100 pontos > 0,50 Euros

Refúgio Aboim Ascensão: 100 pontos > 0,50 Euros





Steve Jobs em Discurso na Universidade de Stanford

1 10 2009

 

Uma lição de vida …

Steve Jobs, co-fundador da Apple e de outras empresas de sucesso, em discurso sobre motivação, na Universidade de Stanford, para alunos finalistas!

 

Parte I

 

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