E.FREE Eticadata

6 11 2017

Conforme publicado anteriormente neste artigo, a Eticadata disponibilizou recentemente o E.FREE, um software de faturação sem custos de licenciamento, orientado para as micro e pequenas empresas. Trata-se de uma aplicação desktop (não disponível em ambiente Cloud) que tem como limite de faturação anual o valor de 35.000 Euros e limite de uma empresa por sistema. Para além de Portugal, o E.FREE está igualmente disponível para outros mercados como Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Colômbia, Espanha e S. Tomé e Príncipe.

Ainda que o software possa ser bom (não testei…), todo o processo que vai desde preencher o formulário para demonstrar o interesse na aplicação, ser contactado pela Eticadata e posteriormente por um parceiro, até começar a utilizar a aplicação pode ser moroso e complexo para o utilizador comum (no caso de não ter ajuda do parceiro).  Podem ainda existir custos relacionados com a instalação, configuração e formação (conforme está explícito na página do produto) que podem inviabilizar todo o processo no caso de o utilizador considerar o custo proposto como sendo elevado e não justificado.

 

 

Ao contrário da tendência da industria que tem evoluído para o software alojado na Cloud, que entre outras vantagens, dispensa instalação e reduz o tempo necessário para começar a utilizar as aplicações (Jasmin e Wintouch Cloud são dois bons exemplos-possuem planos gratuitos), assim como de outras aplicações de faturação, em ambiente Desktop e a custo 0, disponibilizadas por outras empresas, como por exemplo o Primavera Express, XD STARTUP, Projecto Colibri FREE, que são simples de instalar, atualizar e utilizar e não implicam o contacto com um parceiro (pelo menos numa primeira fase), nem exigem conhecimentos avançados, o E.FREE tem grau de exigência muito maior para que possa começar a utilizar o software.

 

Num cenário em que são disponibilizados (por um parceiro Eticadata) ao utilizador todos os instaladores (SQL Server e ERP) e outros ficheiros que eventualmente sejam necessários, muito dificilmente este consegue colocar o software a funcionar sem necessitar de ajuda. Por norma o utilizador final não tem conhecimentos suficientes, nem disponibilidade de tempo para o fazer. É necessário instalar o ERP e também o SQL Server, de forma manual e desintegrada. Posteriormente é necessário inicializar a plataforma e muito provavelmente será necessário criar uma nova empresa (base de dados) e efetuar várias configurações iniciais. A “alternativa”, conforme a Eticadata indica, implica que o utilizador eventualmente tenha custos relacionados com a instalação, configuração e formação, após contactar um parceiro deste fabricante. Muito provavelmente também será necessário contactar um parceiro Eticadata para instalar atualizações sempre que estas sejam disponibilizadas, mais uma vez com a probabilidade de existirem custos associados.

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Primavera Express–Nova atualizaçao importante

4 11 2017

Foi disponibilizada ontem uma nova versão do Primavera Express (07.6000.1287) que traz consigo o novo certificado emitido pela AT (o certificado atual é válido até dia 18-11-2017). O certificado em questão é apenas utilizado em clientes que comuniquem documentos de venda e/ou transporte diretamente à AT, em tempo real, via web service. A comunicação de dados via ficheiro SAFT não sofre qualquer impacto derivado da expiração do certificado que atualmente está em vigor.

 

Para a esmagadora maioria dos utilizadores do Primavera Express a nova versão criará certamente mais impacto no facto de, a partir de agora, e dando resposta à Portaria 302/2016 de 2 de dezembro de 2016, passarem a estar sujeitos às regras da certificação de software novos tipos de documentos como Orçamento, Fatura Pró-Forma, Cotação e outros documentos que possam ser equivalentes. Após a instalação da última versão, deixará de poder alterar determinados dados de documentos já gravados (preços, descontos, quantidades, etc.), tal como já acontecia anteriormente com os documentos financeiros.

 

No Primavera Express, em Tabelas > Vendas > Documentos, poderá consultar em cada documento qual o seu tipo. São afetados por esta alteração documentos com o campo “Tipo Doc.” definido como “Pedido Cotação” e “Cotação”.

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Comunicado da Primavera enviado dia 03-11-2017

Fonte: PrimaveraBSS

 

Atualize o PRIMAVERA EXPRESS até 18/11/2017!

Caro(a) Cliente,

A PRIMAVERA informa que deverá atualizar a versão do PRIMAVERA EXPRESS por duas razões:

1) Para proceder à atualização do Certificado emitido pela Autoridade Tributária até 18/11/2017, data a partir da qual expira o certificado atualmente em vigor. Caso esta data de validade seja ultrapassada, o PRIMAVERA Express não será capaz de efetuar a comunicação online de faturas nem a emissão de documentos de transporte.

2) Para dar resposta à Portaria 302/2016 de 2 de dezembro de 2016, que prevê um novo formato de assinatura e comunicação de documentos do tipo Working Documents (Pedido de Cotação e Cotação).

No ponto 2, informamos que estas alterações têm implicações apenas nesses tipos de documentos, onde os mesmos passam a ser sempre assinados e cumprem com os pressupostos definidos pela Autoridade Tributária (AT) no que respeita à assinatura de documentos, tal como já acontece com os documentos Financeiros.

Como na mesma série não podem coexistir documentos assinados e documentos não assinados, irá implicar a criação de novas séries para estes tipos de documentos. Pode consultar o artigo de ajuda para criação de séries aqui.

Poderá efetuar a atualização do seu software, seguindo a mensagem que será disponibilizada diretamente no produto, tal como ilustrado abaixo.

 

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Poly!-A micro Impressora 3D versátil, made in Italy

2 11 2017

Enquanto os fabricantes ligados à impressão convencional, como por exemplo a HP, Epson, Canon, entre outros, não entram no mercado de Impressão 3D “de consumo”, isto é, segmento doméstico, várias empresas por todo o mundo, muitas delas startups, vão explorando e desenvolvendo a tecnologia de impressão 3D trazendo-a até aos consumidores finais e às suas casas.

 

Por razões históricas a HP é, para muitas pessoas, sinónimo de impressoras (embora fabrique muitos outros produtos). Este fabricante  atua desde há vários anos na área do 3D, mas apenas no segmento empresarial (mais detalhes aqui). Foi precisamente uma Impressora 3D da HP, do tamanho de um frigorifico, que cativou toda a minha atenção e entusiasmo, numa feira de tecnologia, SIMO, que visitei seguramente há mais de 10 anos em Madrid. Cativou a minha atenção e seguramente a de muitos outros visitantes da feira, que acompanhavam com “olhos de criança que assiste a um espetáculo de magia”, todo o processo de impressão, em que  camada a camada, a impressora estava a construir, se não estou em erro, uma maquete de uma casa.

 

 

Nas grandes cadeias de distribuição de informática de consumo, como por exemplo a Worten, Media Markt, Fnac, não encontramos “ainda” Impressoras 3D desenvolvidas pelos mesmos fabricantes das impressoras comuns (papel), mas começamos a encontrar, de forma muito discreta e com pouca oferta, impressoras e filamentos de empresas mais recentes e menos conhecidas da globalidade dos consumidores. No dia em que a HP colocar no mercado uma Impressora 3D “de levar para casa”, aí sim, certamente irá ser o momento em que a revolução 3D irá acelerar provavelmente a passos largos. Neste momento o crescimento e a propagação desta tecnologia no segmento domestico é lento uma vez que é uma tecnologia que ainda não é para as massas mas sim principalmente para os makers/curiosos e para profissionais que necessitam de alguma forma de efetuar prototipagem rápida a baixo custo.

 

Em Portugal temos o exemplo a BEEVERYCREATIVE e a Blocks Technology que desenvolvem produtos e serviços de excelência, mas de certa forma semelhantes e equivalentes. Em Espanha, a BQ têm evoluído muito na área 3D, com uma gama ampla de produtos 3D, não só impressoras mas também filamentos. Um pouco por todo o mundo outras startups tentam ir mais além e destacar-se com produtos diferenciadores, com custos cada vez mais baixos e cada vez menos complexos. Um desses exemplos é o caso da 3DRap, uma empresa Italiana, sediada em Avellino, que está a desenvolver a Poly! Conheci esta impressora numa das visitas que fiz à feira Technology Hub que tem decorrido anualmente em Milão. Em 2018 esta feira irá ter lugar de 17 a 19 de Maio.

 

 

A Poly! é uma (micro) impressora construída com algumas peças impressas em outra Impressora 3D, portátil (pesa menos de 1 Kg), que para além de imprimir em 3D, pode ser utilizada (após a troca de determinado(s) componente(s)) para gravação a laser (para gravar em madeira e papel por exemplo), impressão com chocolate em vez de plástico, desenho em papel (utilizando uma caneta). Conta ainda com uma bateria que permite utilizar a impressora sem uma tomada de energia por perto. A dimensão da área de impressão, como seria de esperar, é de apenas 66mm x 60mm x 60mm. Permite imprimir por exemplo porta-chaves, legos e outros projetos de dimensão reduzida. Seguramente não será o suficiente para imprimir uma capa para telemóvel, um suporte para sabonetes ou uma jarra para colar na sala (que seja minimamente visível).

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Não sendo uma impressora em KIT (o que obrigaria a montar a impressora peça a peça), a Poly! tem como desígnio ser uma impressora para todos, desde os entusiastas, curiosos, crianças, designers, makers, e obviamente para o sector da Educação. A Poly!  tem conectividade com o computador, tem ainda um interface micro SD e também pode receber ordens de impressão via smartphone (apenas Android) já que está equipada com um interface Bluetooth. A Poly! conta ainda com um sistema magnético (pouco comum em impressoras de baixo custo) que vai permitir trocar de forma fácil e rápida o(s) componente(s) que permitem que a impressora assuma as várias funcionalidades que anteriormente indiquei.

 

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Primavera Elevation EXPRESS será descontinuado a 31 de março de 2018

30 10 2017

A Primavera emitiu hoje um comunicado a informar que o produto Elevation EXPRESS será descontinuado em 31 de Março de 2018. Este produto será substituído pelo Jasmin Express (que também é um software de faturação cloudbased) assente em tecnologias mais modernas, como HTML5, que se destaca pela sua performance, mobilidade e usabilidade.

A tecnologia pode limitar e muitas das vezes inviabilizar o crescimento e a manutenção de um determinado produto. É o caso do Primavera Elevation, baseado em  Microsoft Silverlight, tecnologia que tem vindo a ser descontinuada gradualmente quer pela própria Microsoft quer pela restante industria.

O Jasmin, para além de ter muitos pontos positivos quando comparado com o Elevation, tem logo uma grande vantagem que é a adaptabilidade a vários dispositivos como smartphones e tablets, permitindo uma mobilidade sem precedentes. Já imaginou poder gravar e enviar uma fatura para um cliente, num simples iPhone, em qualquer local?

 

Como é que o Jasmin se diferencia do ELEVATION EXPRESS?

 

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Fonte: www.primaverabss.com

Caro(a) Cliente,

A PRIMAVERA informa que irá descontinuar, a 31 de março de 2018, a oferta Elevation EXPRESS, a solução que utiliza neste momento.

Relembramos que a PRIMAVERA disponibilizou há 9 meses a oferta Jasmin, que tem uma cobertura funcional bastante semelhante à do produto que utiliza, mas que se diferencia pela performance e User Experience, até porque assenta em tecnologia HTML5, a tecnologia que vai marcar o futuro da oferta Cloud da PRIMAVERA.

A oferta Jasmin tem sido muito apreciada pelos milhares de utilizadores que hoje em dia já assentam a sua gestão neste produto diferenciador, apresentando índices de satisfação extremamente elevados (9 em 10).

 

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Banco CTT

18 10 2017

Existem a operar no mercado português uma série de entidades bancárias para todos os gostos e feitios. Uns são mais direcionados e focados no retalho (clientes particulares), outros no segmento empresarial e outros em investimento. O Banco CTT que terá sido o último, ou um dos últimos a entrar em cena, promete ser um banco simples, descomplicado, e com custos muito reduzidos para os seus clientes.

 

“Os cinco maiores bancos nacionais cobram aos clientes, em média, 5,28 euros por mês, despesa que pode ser reduzida mediante o cumprimento de algumas condições, como a domiciliação do salário ou elevado património financeiro, o que varia de banco para banco. ”

in www.sabado.pt

 

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Todos sabemos que os Bancos são empresas e que têm como objetivo o lucro. Também sabemos que este tipo de organizações têm custos operacionais gigantescos maioritariamente originados pelos custos de manutenção das agências e custos com remuneração de colaboradores. Para manter estas máquinas complexas em laboração os Bancos necessitam de receitas, receitas essas que certamente têm como origem, em parte,  nas comissões bancárias, taxas, despesas “disto e daquilo”, seguros, cartões e 1001 outros serviços :) Muitos clientes dos mais diversos Bancos não pagam por serviços bancários porque normalmente têm X produtos ou serviços associados, ou seja, grosso modo “não pagam o serviço X mas pagam o serviço Y”. O exemplo típico é a isenção de pagamento de anuidade de um determinado cartão de crédito/débito se forem efetuadas compras/pagamentos de um determinado montante. Mesmo na tipologia “conta ordenado”, em que o Banco isentava ou diminuía certos custos pelo facto de manter o cliente fidelizado (por este depositar todos os meses o seu salário) e por esta via obter maior liquidez nos seus cofres, começam a ser agora aplicados ou aumentados os custos associados a estas contas.

 

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Grande parte dos custos que são imputados pelos Bancos aos seus clientes passam muitas das vezes despercebidos, principalmente porque são quantias relativamente pequenas, às vezes de cêntimos e outras de maiores montantes, relacionadas com anuidades de cartões de débito e/ou crédito, despesas de manutenção da conta, etc. Apenas clientes mais atentos que verificam extratos periodicamente, que ativam alertas por SMS e/ou email sempre que é efetuado um débito/crédito ou utilizam aplicações de gestão de finanças pessoais como o Boonzi (já referido várias vezes neste blog) conseguem detetar e contabilizar estes custos. Por razões óbvias os Bancos não evidenciam essa informação claramente junto dos clientes, para que estes não se “assustem” com os montantes pagos durante meses/anos/décadas, façam 1001 questões e ponderem mudar para outros Bancos. Basicamente é uma máquina de faturar que atua de forma silenciosa e muito discreta :)

 

Atenção também ao facto de os Bancos e outras entidades financeiras estarem a utilizar uma técnica que permite que estas empresas atribuam outras designações operações que estamos habituados a conhecer por determinados nomes. Um exemplo é um Banco atrair a atenção de um potencial cliente e informar que não cobra comissões de manutenção. “Ótimo!” – pensa o cliente. Isto até que finalmente percebe que não cobra aquela comissão, mas cobra outra com um nome mais bonito: “comissões de gestão”.

 

 

A Banca Tradicional Está a Subir As Comissões

Numa primeira análise (e rápida) é fácil perceber que a banca tradicional está constantemente a aumentar as comissões praticadas. Desde a última comparação, assistimos a um aumento das comissões de manutenção (que alguns bancos habilidosamente chamam de comissões de gestão) e ao aumento das comissões dos cartões de débito (que todos temos de utilizar).

in www.reorganiza.pt

 

A questão é que os Bancos não nos estão a “roubar nada”…estão simplesmente a cumprir os tarifários em vigor e as condições que contratualizaram com os clientes (exceção feita para erros e débitos indevidos, acontecimentos raros pela minha experiencia). Nada mais simples. Os seus tarifários estão, por imposição do regulador do sector (Banco de Portugal), afixados nos balcões e disponíveis na Internet. Nunca esquecer que por norma as pessoas não leem o que assinam, nomeadamente condições contratuais e muito menos as “letrinhas pequeninas”, e têm como resultado surpresas normalmente desagradáveis.

 

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O Banco CTT

O Banco CTT surgiu “recentemente” no mercado com condições muito boas face aos restantes Bancos tradicionais e também Bancos que atuam maioritariamente online ao não cobrarem comissões de manutenção de contas nem anuidades dos cartões de débito e crédito. Também as transferências nacionais  online não têm custos. Em outros Bancos, como por exemplo a Caixa Geral de Depósitos e o Santander Totta  (outros mais farão igual ou semelhante) cobram uma série de serviços e comissões por tudo e por nada. Para o cliente não pagar, ou pagar valores inferiores, tem que subscrever outros serviços, efetuar outras operações, ter o seguro Y, ter um património de X valor, etc. Complicado e burocrático na maior parte das vezes para grande parte dos clientes. Claro está que estou a falar na generalidade dos casos já que o que os Bancos cobram aos clientes depende, como disse anteriormente, de vários factores nomeadamente dos produtos que os clientes têm, das condições contratuais assumidas, da própria legislação em vigor (exemplo do Imposto de Selo que o banco cobra em determinadas operações mas que posteriormente terá que entregar ao Estado), etc.

 

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O Simplex definitivamente ainda não passou pela Banca tradicional nem por muitos dos produtos que comercializam! Após abrir conta no Banco CTT desloquei-me novamente ao balcão do Santander Totta (já o tinha feito à alguns meses atrás), onde está sediada a minha conta, para tentar novamente perceber se existiria forma de reduzir os custos anuais que tenho com a anuidade de 2 cartões (quase 40 EUR) assim como para me isentarem do custo das transferências interbancárias (cerca de 1,30 EUR por cada transferência para outro banco) . Resposta negativa. A colaboradora que me atendeu remeteu novamente para o produto Mundo 123. Pelo que percebi a ideia é encaminhar os clientes (novos e atuais) para este novo Mundo :) Na prática (segundo o Banco) este produto tem como objetivo o cliente poupar no dia-a-dia e tem vários benefícios. Quanto custam todas estas maravilhas? Pois bem, uma mensalidade que pode chegar aos 5,75 EUR em determinadas circunstâncias. As poupanças (reembolsos) estão dependentes de compras com o cartão, utilização da Via Verde, Combustíveis Repsol, IMI, eletricidade, água, gás e comunicações com X regras e limites. O simulador está disponível aqui. Basta aceder e verificar que para quem pretende algo simples, não é de todo a melhor opção. Quase que é necessário contratar um Contabilista para gerir e garantir que no Mundo 123 tudo está a decorrer como é suposto, tais são condições, cálculos e regras impostas por este produto.

 

É o que se costuma dizer em bom português “dar com uma mão e tirar com a outra”. Afinal de contas a grande maioria das pessoas, principalmente aquelas mais jovens, com pouco património e que não são investidores nem têm crédito à habitação apenas pretendem ter uma conta à ordem e um cartão de débito. Nada mais! Porquê optar por produtos mais complexos, mais burocráticos e com custos superiores? Na prática, e com o argumento real de que todos os Bancos começam cada vez mais a cobrar uma “espécie” de mensalidade, o Banco propõe-se a, em troco dessa mensalidade, dar alguns benefícios para de certa forma justificar este pagamento mensal. Exemplo pático sem qualquer rigor: o cliente paga 5 EUROS para usar X serviços, e em troco o banco isenta esses serviços de um custo e ainda reembolsa 1 EURO se o cliente cumprir N condições que o banco define. É um negócio muito bem calculado em que, em qualquer circunstância o Banco fica sempre a ganhar :)

 

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Certo é que já existem vários Bancos a operar quase em exclusivo no canal online, como o Banco Best, Banco Big, entre outros, que já isentam os clientes de encargos relacionados com manutenção das contas, mas continuam normalmente a cobrar por cartões (exceção feita para o ActivoBank que é, pela minha análise, o que mais de aproxima do Banco CTT).

 

Como o Banco CTT consegue ter estas condições que está a oferecer? Primeiramente porque é um banco novo e certamente quer ganhar quota de mercado para se começar a afirmar. Depois porque certamente tem uma estrutura de custos mais baixa quando comparada com os Bancos concorrentes. Afinal de contas não teve que abrir balcões novos (com todos os custos associados que isso implica) e porque os colaboradores deste Banco, maioritariamente são colaboradores que já se encontravam nos CTT em outras funções como atendimento no balcão (basta ver que sempre que os Bancos querem reduzir custos para além de outras operações começam sempre por fechar balcões e dispensar colaboradores).

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Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD)

4 10 2017

Este artigo tem como objetivo reunir alguma informação sobre o novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) que será aplicável em maio de 2018.

 

 

 

 

Documento (PDF) da Consultora PKF

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Documento (PDF) da Comissão Nacional de Protecção de Dados

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Documento (PDF) da Consultora BDO

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Webinar (vídeo) da Alvo

Webinar LEI PROTEÇÃO DE DADOS

 

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Vendus–Gestão de tamanhos e cores

28 09 2017

Já analisado neste artigo do Blog, o Vendus passou a gerir variações de artigos (“dimensões”). Esta funcionalidade é muito importante na gestão do inventário em  determinados setores de negócio como por exemplo lojas de roupa e sapatarias uma vez que permite gerir tamanhos e cores, resultando assim que possa ter preços, gestão de existências e códigos de barras diferenciados por combinação tamanho/cor.

 

Vendus - Tamanhos e Cores

 

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