Assista à gravação do Webinar Novidades Pssst! e Tlim

11 05 2019

Artigo relacionado: Primavera Pssst! e Tlim-Novidades v8.30 SR7

 

Se não assistiu em direto ao Webinar sobre as novidades da versão 8.30 SR7 do Pssst! e Tlim tem agora a oportunidade de visualizar a gravação do mesmo.

 

Webinar Novidades Pssst! e Tlim

 

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Parrot Bebop 2-Um drone com uma relação qualidade/preço imbatível

30 04 2019

Muito embora o Parrot Bebop 2 seja um drone relativamente antigo, este modelo continua a dar cartas no mercado não só pelas suas especificações, mas também pela relação qualidade/preço imbatível. Atualmente o Bebop 2, sem comando, pode ser encontrado a cerca de 200 Euros, conforme os dias e as promoções em vigor. Na Amazon.es já esteve a 199 EUR, e em lojas nacionais como na Worten, Fnac e outras, o mesmo drone pode ser regularmente encontrado a cerca de 230 EUR. É um excelente preço, tendo em conta que este modelo, ao contrário do Parrot Disco, ainda não foi descontinuado pela Parrot. Quando foi lançado, sensivelmente no final de 2015, este modelo (só o drone) custava à volta de 600 EUR e desde então o preço tem vindo a descer. Este drone também pode ser comprado na edição FPV, (edição normal e edição Power), em que, para além do drone, também vem o comando Parrot Skycontroller 2 e os óculos Parrot Cockpitglasses. Neste caso o custo atualmente situa-se entre os 500 e os 600 EUR.

 

O seu rival mais direto, DJI Spark, entre outras características, fica a ganhar em portabilidade e qualidade de imagem. Perde no entanto ao nível autonomia de voo, que é bastante inferior em relação ao Bebop 2, e, claro, na relação qualidade/preço. A câmara do Bebop 2, que é igual à câmara do Parrot Disco, é atualmente a sua característica que mais fica a perder face a muitos outros drones mais recentes. A qualidade das imagens obtidas estão longe da perfeição e a diferença é notória.

 

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Primavera Pssst! e Tlim-Novidades v8.30 SR7

24 04 2019

Foi disponibilizada recentemente pela Primavera a Service Release 7 (SR7) da versão 8.30 do Pssst! e Tlim. Para além de várias novidades relacionadas com a produtividade, segurança e auditoria, esta versão tem várias funcionalidades com impacto na área fiscal, nomeadamente para os mercados de Portugal, Angola e Cabo Verde.

 

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Inscreva-se no Webinar gratuito que vai decorrer no próximo dia 8 de Maio, para ficar a conhecer em detalhe as novidades da nova versão. Clique na imagem em baixo para efetuar o registo.

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Apple iOS-Erro ao ligar a um Hotspot pessoal?

19 04 2019

A funcionalidade Hotspot Pessoal do iOS permite partilhar uma ligação de dados móveis do iPhone ou iPad (apenas algumas versões) com outros dispositivos que não tenham acesso a uma rede Wi-Fi ou ligação a dados móveis. Imagine que se encontra numa zona rural, distante, em que não existem redes Wi-Fi por perto, e necessita de partilhar a ligação à Internet, que tem no iPhone, com outros equipamentos, como por exemplo um iPad. Com o Hotspot, o iPhone, que está ligado à Internet através do operador de telecomunicações (dados móveis), partilha, via Wi-Fi, a ligação com outros dispositivos. É como se o iPhone fosse um router, ou um access point, com a vantagem de ambos os equipamentos poderem utilizar a ligação simultaneamente. Quando um iPhone ou iPad tem o hotspot ativado, está a disponibilizar a ligação a outros equipamentos e existem ligações ativas, não é possível ligar-se a uma rede Wi-Fi sem desconectar os utilizadores do hotspot. No caso de um Mac, PC, ou outros equipamentos de terceiros, também é possível aceder a um Hotspot pessoal através de uma conexão Bluetooth. A ligação via cabo USB também pode ser utilizada, mas apenas com Mac e PC. Mais detalhes aqui.

 

Em determinadas circunstâncias poderá ser mostrado um erro que impede a conexão de um dispositivo (neste exemplo um iPad) a um hotspot que foi configurado num iPhone ou iPad. Neste caso o meu iPad estava a tentar aceder ao hotspot que tinha configurado no iPhone.

 

Remote Hotspot Failure

Unable to start personal hotspot “nome_do_hotspot”

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MEO-O seu tarifário sofreu um aumento durante o período do contrato de fidelização? Pode ser possível ser compensado por isso…

18 03 2019

facebook-meoHá alguns meses atrás publiquei o artigo NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros, onde descrevi que durante o processo de adesão a um tarifário de voz da NOWO, que implicava portar o meu número de telemóvel da UZO (que pertence à MEO), acabei por mudar para a MEO, que me propôs a adesão ao tarifário Unlimited L Light. Pelo valor de 5,99 EUR por mês, durante 24 meses, teria acesso a 4000 minutos, 4000 SMS’s, 500 MB de Internet e outras vantagens.  De facto é um tarifário com um custo/beneficio fora de série, que é (ou foi…) proposto a clientes, por um departamento de retenção, quando  estes ameaçam mudar de operador ou quando o processo de portabilidade de serviços já está em curso. A lógica deste departamento, na maior parte das vezes, é propor serviços com valores inferiores aos valores de mercado (normalmente através da atribuição de descontos), que são aplicados a novos clientes ou novos contratos, por forma a levar o cliente a mudar de intenções, retendo-o. A margem de lucro é afetada, no entanto, para estas empresas, mais vale “ganhar pouco” do que perder tudo.

 

Até ao momento estava muito satisfeito com o serviço, até receber a última fatura, com um valor superior, de 6,49 EUR. Questionei a MEO relativamente a este assunto, já que tinha a certeza não ter efetuado comunicações extra-plafond. A resposta chegou através de uma chamada telefónica, em que me foi explicado que este aumento estava previsto nos termos do contrato, e que fui informado, com possibilidade de rescisão, na fatura de Novembro de 2018. Segundo as informações que me foram transmitidas, este aumento, que está a ser aplicado a partir de 1 de Janeiro de 2019, está relacionado com a inflação, é variável de contrato para contrato e não foi aplicado a todos os clientes. Aumentos indexados à inflação são uma prática comum na economia, em empresas de telecomunicações e em outras empresas de outros sectores de atividade. Tenho um outro serviço contratualizado com a MEO, de TV, Internet e Voz, ainda dentro do período de fidelização, e o valor não sofreu alterações. Portanto, como a MEO considerou que pagava muito pouco por um serviço que em condições normais custa várias vezes mais, achou que deveria passar a pagar um valor superior. Aliciam o cliente com tarifários muito atrativos, para não o deixar partir para empresas concorrentes, e depois de o cliente aderir aumentam o valor e argumentam que este estava a usufruir de um desconto muito elevado! É uma técnica eficaz, quando funciona!

 

Por norma, os únicos dados que valido nas várias faturas que recebo, é o valor a pagar, à exceção de uma ou outra situação mais especifica. Como recebo as faturas da MEO em formato digital, por email, por vezes nem chego a abrir as mesmas, já que no corpo do email é indicado o valor a pagar. Foi o caso da fatura da MEO em que existia a informação relativa à alteração das condições. Não li esta mensagem, em que é dada a possibilidade de rescindir o contrato entre 01/12 e 15/12. É curioso que ainda tem que ser o cliente a ir à procura de informações sobre o novo valor que vai pagar.

 

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No caso da NOS, a informação transmitida a vários clientes foi:

“A 1/jan/2019, os preços dos serviços serão atualizados, conforme previsto na cláusula 5.3 das condições de serviço, em 1,4% que corresponde à última taxa de inflação anual (taxa de variação média do IPC) publicada pelo INE (disponível em nos.pt/INE). Consulte o detalhe em nos.pt/tlv.”

 

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Portanto, se a legislação permite este tipo de alterações (não me dei ao trabalho de ir confirmar), se a alteração me foi comunicada antecipadamente e se me foi dada a possibilidade de rescisão, sem custos, caso não concordasse com as condições (entretanto o prazo tinha expirado), não havia muito a fazer para reverter a situação. Desconhecia por completo que fosse possível alterar as condições de um contrato, nomeadamente o valor a pagar, durante a vigência do mesmo. Sempre pensei que este tipo de aumentos fossem aplicados apenas para novas adesões e contratos. Em momento algum, durante os vários contactos com a MEO, na fase de subscrição do serviço, me foi informado que o valor a pagar durante os 24 meses pudesse ser alterado. Este contrato foi efetuado verbalmente, através de contacto telefónico com a MEO, sem assinar qualquer documento. Claro que existe a possibilidade de a qualquer momento terminar o contrato antes do término do período de fidelização, mas isso tem um encargo por incumprimento, que ascende a várias dezenas (ou mesmo centenas) de Euros neste caso em concreto.

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PRIMAVERA realiza webinar gratuito para esclarecer sobre as faturas sem papel

5 03 2019

A emissão de faturas electrónicas, até ao momento mais comum em empresas de serviços que emitem faturação regular, como distribuição de água, eletricidade, gás e comunicações, chega agora a outros sectores de atividade, como o retalho. As empresas deste sector, um dos mais representativos na nossa economia, certamente são recordistas no que diz respeito ao número de faturas emitidas por ano.

 

A recente alteração da legislação em vigor veio promover a desmaterialização de documentos e ao mesmo tempo uma redução na utilização do papel (e outros custos relacionados como tinteiros, tonners, envelopes, etc.). No sector do retalho, depois do Continente, também o Pingo Doce já permite que o cliente adira à fatura electrónica e passe a receber todas as faturas no e-mail. No caso do Continente, os documentos também podem ser acedidos através da aplicação “Cartão Continente”.

 

A faturação electrónica tem claros benefícios, principalmente em sectores como o retalho e restauração por exemplo. Por um lado permite reduzir os custos com o papel e por outro permite aumentar a rapidez no atendimento. O operador não terá que aguardar que a impressora termine de imprimir o documento para passar para o cliente seguinte. Por vezes, principalmente nos hipermercados, “perdem-se” segundos preciosos neste processo. Ou porque o talão é grande, ou porque é necessário imprimir mais do que uma via do mesmo documento, ou ainda quando a impressora ou o processo de impressão é lento.

 

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Se pretende ficar a conhecer mais sobre a faturação electrónica, assista ao Webinar gratuito “Faturas sem Papel”, promovido pela PrimaveraBSS. Esta sessão de esclarecimentos vai decorrer online, no próximo dia 8 de março, pelas 10:00 horas. Consulte os detalhes e faça a sua inscrição em baixo.

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Novas regras e obrigações fiscais

28 02 2019

A Wisedat, uma empresa nacional dedicada ao desenvolvimento de software empresarial, disponibilizou no seu Blog um excelente artigo que reúne um conjunto de novas regras e obrigações fiscais que se aplicam aos sujeitos passivos e demais contribuintes.

 

 

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Fonte: WISEDAT

18 Fevereiro, 2019 por Andreia Petornilho

 

Foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 28/2019 de 15 de fevereiro, que impõem um conjunto de alterações para os sujeitos passivos e demais contribuintes.

 

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São abordados diversos temas entre os quais destacamos:

  • A “fatura sem papel” e a fatura eletrónica;
  • Alterações/reajustamento nos Programas de faturação;
  • Conservação e o arquivo de documentos com relevância fiscal;
  • Novas regras e obrigações no contexto de fiscalização.

 

 

Combate à fraude

De forma a combater a economia informal, a fraude e a evasão fiscal, estão previstos os seguintes mecanismos:

  • Identificação do programa de faturação;
  • Estabelecimentos onde estão instalados terminais de faturação;
  • Obrigação de as faturas emitidas passarem a conter um código único de documento;
  • Identificação do local onde decorre a operação económica.

 

 

Obrigação de utilização de programa certificado

Estão obrigados a utilizar, exclusivamente programas informáticos certificados:

  • Tenham tido, no ano civil anterior, um volume de negócio superior a 75 000€ (em vigor durante o ano de 2019) e um volume de negócio superior a 50 000€ a partir do ano de 2020;
  • Utilizem programas informáticos de faturação;
  • Sejam obrigados a dispor de contabilidade organizada.

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