10 factos sobre o futuro da impressão 3D

20 06 2020

Fonte: www.tca.pt

 

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A evolução tecnológica da impressão 3D  transformou o que eram máquinas de prototipagem rápida em ferramentas / impressoras 3D capazes de produzir produtos finais. O que podemos esperar desta indústria no futuro?
 

 

1. “ADEUS CHINA”

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“Made in China”. Parece que tudo que temos tem este rótulo. No futuro, os fabricantes chineses vão perder para a produção local, perto do cliente. Há alguns anos atrás a Harvard Business Review publicou um artigo chamado: “A impressão 3D vai mudar o mundo” onde previa que a impressão 3D ia devolver as vantagens do mundo da produção de volta às empresas que pensam e desenvolvem os próprios produtos.

 

2. PERSONALIZAÇÃO DE PRODUTOS

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Pandemia vs Fabrico aditivo – Uma nova revolução na indústria

26 04 2020

Fonte: Exame Informática

 

"Quase por ironia, poderíamos dizer que a ‘pandemia’ é ‘amiga’ do desenvolvimento tecnológico pois incita nos investigadores, nas indústrias, nos empresários e mesmo na sociedade a alteração de comportamentos e no recentrar de prioridades". A opinião de Pedro Matias, presidente do ISQ.

A tendência é global. O fabrico aditivo é um dos pilares da Indústria 4.0 e está a alterar a lógica dos processos industriais ao transformar o modo como os produtos são fabricados, com ganhos económicos, de eficácia e de sustentabilidade.

Também conhecido genericamente como impressão 3D, o Fabrico Aditivo (FA) assume hoje uma importância indiscutível para o futuro de vários setores da industria: saúde, energia, automóvel, moldes, arquitetura, aeronáutica, tecnologias da informação e comunicação ou mesmo arte, sendo cada vez mais comum o uso de impressoras 3D na produção de diversos produtos, com os mais variados materiais (plástico, resina, cerâmica ou metal) e com ganhos evidentes: redução de resíduos e eficiência de custos, com maior qualidade e produtividade.

 

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Por exemplo, no sector dos ‘moldes’, em que Portugal é altamente competitivo e forte, a impressão 3D vai revolucionar por completo toda esta fileira na medida em que muitos dos componentes que hoje em dia são feitos com moldes e injeção, passarão a ser literalmente ‘impressos’ diretamente nas linhas de produção do cliente final.

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BEEVERYCREATIVE e Blocks Technology–Novas Impressoras 3D a caminho

11 09 2018

Reconhecidos pela qualidade e fiabilidade seus produtos, os 2 fabricantes portugueses de Impressoras 3D, BEEVERYCREATIVE e Blocks Technology preparam-se para lançar em breve novas Impressoras 3D.

 

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Estas novas Impressoras, que são uma evolução dos modelos atuais, trazem várias novidades que, apesar de parecerem insignificantes, acabam por representar passos importantes rumo à simplificação desta tecnologia. As melhorias e as novas funcionalidades permitem não só melhorar a experiencia de utilização, que é ainda um entrave que impede que esta tecnologia chegue a mais consumidores, mas também aumentar a qualidade final dos projetos e ao mesmo tempo reduzir os tempos de impressão.

 

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Estas Impressoras, que vão passar a ser os modelos mais avançados de ambos os fabricantes, têm grandes melhorias relativamente aos modelos anteriores. Destaco o sistema de auto-calibração da plataforma de impressão e o sensor de filamento. Duas novas funcionalidades que acrescentam mais valor.

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Livro O Mundo da Impressão 3D e o Fabrico Digital

27 08 2018

O primeiro livro sobre Impressão 3D editado em Portugal já se encontra no mercado. O Mundo da Impressão 3D e o Fabrico Digital, do autor Carlos Relvas, poderá ser adquirido na loja online Booki. O custo é de cerca de 25 Euros.

 

Clique na imagem em baixo para consultar alguns excertos do livro. Em alternativa clique aqui para descarregar um ficheiro PDF.

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Fonte: www.booki.pt

 

Ficha técnica

ISBN: 9789898927026

Autor: Carlos Alberto Moura Relvas

Editora: PUBLINDUSTRIA

Número de Páginas: 294

Idioma: Português

Data Edição: 2018

 

 

Sinopse

A impressão 3D é o aspeto mais conhecido do fabrico digital e está a revolucionar as nossas vidas e a romper com o que hoje estabelecemos para o processo de design e fabrico. Esta tecnologia pode ser usada para criar protótipos, peças simples ou produtos finais altamente sofisticados, como peças de engenharia, implantes médicos e até órgãos artificiais.

Com a impressão 3D é possível sonhar, projetar e construir em qualquer lugar ou circunstância, até na nossa própria casa, bastando um computador e uma impressora.

O livro “o mundo da impressão 3D” apresenta a tecnologia de impressão 3D e todo o seu potencial, a história e o seu aparecimento, os processos, materiais e equipamentos. Também não foram esquecidos os aspetos mais técnicos, nomeadamente os relacionados com as recomendações de fabrico e preparação do modelo digital para garantir a obtenção de bons resultados. Porque quando se fala de fabrico digital, fala-se também de maquinagem CNC e a maquinagem de alta-velocidade e estes ainda são os processos de eleição na indústria.

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Retouch3D–Análise

27 07 2018

Artigo relacionado: Moebyus AMIGO 3D – Retouching Tool

 

Muitas das vezes existe a necessidade de efetuar pequenos retoques nas impressões 3D, como retirar suportes, fundir plástico, eliminar imperfeições, perfurar, alisar ou cortar. Desenvolvido pela empresa 3D 2.0 Ltd, sediada no Reino Unido, o Retouch3D custa 135 Euros e é uma ferramenta que permite efetuar todas essas operações de forma fácil e rápida.

 

O aparelho traz consigo 5 ponteiras que podem ser fácil e rapidamente trocadas. Com o aquecimento, a temperaturas que permitem derreter plástico, as ponteiras permitem efetuar os mais diversos trabalhos de finalização. A grande diferença entre este aparelho e outros do género, como o AMIGO 3D e o MODIFI3D, é que o Retouch3D permite ao utilizador escolher a intensidade do aquecimento, através de 2 botões e de um pequeno display. Além disso, este equipamento também se diferencia dos restantes que anteriormente referi porque se liga diretamente a uma tomada eléctrica e tem um maior numero de ponteiras.

 

A 3D 2.0 Ltd enviou-me uma unidade do equipamento para análise no Blog.

 

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Pelo preço do equipamento, quase a custar tanto como uma impressora 3D low cost (como por exemplo a Anet A8) seria espectável ficar surpreendido com o produto, a todos os níveis. O equipamento vem muito bem embalado numa caixa retangular, muito cuidada. Para além do equipamento propriamente dito, vem também incluído um manual, muito bem detalhado e em várias línguas (português não faz parte) com as especificações do produto, instruções de operação e manutenção, etc.

 

Além do Retouch3D também está incluída uma peça para ajudar a trocar as ponteiras e uma base de apoio. Se pretender uma outra base, para acomodar as ponteiras, o  Retouch3D e o acessório de troca de ponteiras, poderá descarregar e imprimir este ficheiro, que foi modelado por Mark Durham e está disponível no repositório www.myminifactory.com.

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O transformador pode ser utilizado em várias regiões, nomeadamente Europa, Reino Unido e América, já que tem 3 fichas diferentes que podem ser facilmente trocadas.

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Para além do PLA, que é o material mais utilizado na Impressão 3D, o Retouch3D pode ser também utilizado com outros materiais como ABS, materiais baseados em resinas e entre outros. O facto de o utilizador poder definir a intensidade da temperatura, entre 10 níveis diferentes, permite utilizar o aparelho num leque muito alargado de materiais, até mesmo em outras áreas que não a Impressão 3D.

 

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Comparativamente ao AMIGO 3D e ao MODIFI3D, o Retouch3D é mais robusto,  consistente e ergonómico. A grande vantagem está mesmo na possibilidade de definir a intensidade da temperatura das ponteiras, para além de ter a possibilidade de ligar diretamente à corrente elétrica e assim não depender nem de pilhas nem de uma porta USB. Comparativamente aos seus concorrentes, que custam várias vezes menos (quer o AMIGO 3D quer o MODIFI3D custam cerca de 30 Euros), o Retouch3D tem, na minha opinião, um preço algo exagerado. Apesar das suas claras vantagens face aos outros dois produtos concorrentes que já testei, o Retouch3D deveria ser mais barato.

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O Retouch3D pesa 100g e tem as dimensões de 170mm X 43mm X 32mm.

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BQ Witbox Go!–Análise

13 02 2018

A BQ, experiente na área de impressão 3D, anunciou há alguns meses a nova impressora Witbox Go!. Esta impressora, que chegou recentemente ao mercado, promete simplificar esta tecnologia elevando a experiencia de utilização a outro patamar. A BQ enviou-me uma Witbox Go!, completamente nova, para ser analisada no Blog. Agradeço à BQ e à Sandra Coelho do departamento de Marketing.

 

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O que acrescenta esta nova impressora ao mercado? Bem, muitas coisas. A começar pelo seu design extremamente apelativo com traços minimalistas. Nada de cabos à vista, ventoinhas, parafusos, transformadores, motores e correias. Esta impressora é muito atraente. Apenas tem um botão e um led que muda de cor conforme a operação que está em curso. Encaixa bem em qualquer sala de estar ou escritório transmitindo uma imagem moderna e inovadora. Prova do seu design é o premio internacional de design Red Dot, que lhe foi atribuído.

 

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Facilmente se perceberá, até porque a BQ tem outras impressoras disponíveis no mercado, que a Witbox Go! é uma impressora focada num determinado segmento de mercado e não entra em guerra direta com outros modelos orientados para outro tipo de utilizadores. A BQ Witbox Go! não é de todo focada no universo de makers. Esta impressora é fechada a modificações e por isso foca-se essencialmente a quem privilegia o design, a simplicidade de utilização e não se incomoda com as suas características e limitações.

 

Esta impressora provavelmente será uma das impressoras mais simples que atualmente existirá no mercado. Vem completamente montada e o objetivo é que em poucos minutos o utilizador possa começar a imprimir sem grandes complicações.

 

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A Witbox Go! é pequena e leve, pesando apenas 5 Kg. Incorpora Android como sistema operativo/firmware, o que permitiu à BQ melhorar e simplificar a experiencia de utilização. As novidades não se ficam por aqui. A impressora liga-se à rede domestica, via WiFi e possui tecnologia NFC para identificar as bobinas que são colocadas na impressora e a quantidade de filamento disponível. Tudo, claro está, para facilitar a sua utilização. Apesar de não encontrar evidenciado no site da BQ, a impressora também tem um interface Bluetooth que, pelo que pude perceber, é utilizado apenas para a configuração inicial da impressora, através de um smartphone ou tablet com Android, quando esta ainda não está ligada à rede Wi-Fi.

 

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Embalamento e conteúdo da caixa

O embalamento da impressora é exemplar sendo notória a atenção que a BQ dedica a esta questão. É fácil retirar a impressora e os acessórios da caixa. A impressora vem devidamente protegida, com o modo de transporte ativado, para evitar problemas durante o transporte. Na caixa tudo está no no seu devido lugar. Juntamente com a máquina e plataforma de impressão vem um cabo USB para ligar a impressora ao computador, uma bobina de filamento, um modelo 3D exemplo (um barco que é utilizado como benchmark), um guia de iniciação, documentação sobre a garantia, uma espátula e um adaptador para tomadas dos EUA. O processo inverso, de colocar a impressora e todos os restantes itens dentro da caixa, também é muito simples e rápido, sendo necessário previamente voltar a colocar a impressora no modo de transporte. Neste modo a plataforma sobe totalmente e por baixo dela é colocada a caixa que contém tudo o resto.

 

 

 

Software – Instalação, inicialização da impressora e utilização

A BQ produziu internamente uma aplicação, denominada de Zetup, para Windows, Linux e Android. Não existe, pelo menos por agora, aplicação para iOS, o que dificulta a vida a quem utilizar equipamentos Apple, que é o meu caso. Como não tenho nenhum equipamento com Android, comecei inicialmente por utilizar o Windows. A experiencia com o software não foi das melhores, principalmente em Windows e Linux. Isso explica o porquê de ter imprimido vários barquinhos iguais, que é possível ver nas várias imagens deste artigo. Nas primeiras horas, sem ter a possibilidade de enviar para a impressora novos modelos, apenas conseguia imprimir o barco, já que este é o único modelo que vem na memória da impressora.

 

Após descarregar o Zetup do site da BQ, o processo de instalação não foi pacifico já que o instalador não passava dos 88%, mesmo após aguardar bastante tempo. Repeti o processo mais de uma vez e, por mais tempo que esperasse, não era concluído. Para tentar ultrapassar, tentei alguns procedimentos como executar o instalador com outro utilizador do Windows, renomear a pasta criada pelo instalador, executar o instalador “como Administrador”, alterar permissões na pasta. Não sei exatamente qual era o problema, mas após tentar novamente, o instalador acabou por avançar até aos 100%. Problemas resolvidos … pensava eu :) Posteriormente, após executar a aplicação foi mostrado o assistente que permite configurar a impressora para posteriormente adicionar a mesma à rede WiFi. Este assistente necessita que exista uma conexão por cabo USB, com a impressora. Aqui também não correu muito bem. A impressora não era detetada no Windows. O gestor de dispositivos mostrava um dispositivo com problemas. Não culpando o software da BQ, até porque muitas das vezes o problema está na instabilidade e especificações do sistema do utilizador (no meu caso utilizo Windows 7 que para além de não estar inicialmente atualizado ao máximo estava algo instável derivado da instalação ter vários anos), a impressora acabou de ser detetada após instalar os drivers ADB (que também estão disponíveis no site da BQ) e o “habitual“ ligar e desligar o equipamento, trocar de porta USB, etc.. Não sei se era obrigatório instalar os drivers ou se era suposto o software Zetup tratar deste passo. O que é certo é que mais este problema foi ultrapassado. A impressora passou a ser detetada via cabo USB.

 

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Impressão 3D – Uma revolução tão grande como foi a Internet

2 02 2018

Excelente artigo do jornalista Edgar Caetano, do jornal electrónico Observador, sobre Impressão 3D e o impacto que esta tecnologia tem e que se estima que virá a ter na industria, economia e na nossa sociedade. Este artigo é um excelente overview sobre esta tecnologia, de onde destaco:

 

“… o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia …”

“… podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países …”.

 

 

 

Fonte: observador.pt

O investimento em impressão 3D está a crescer ao triplo da velocidade da produção tradicional na indústria. A "revolução" está a chegar, garantem especialistas citados num relatório do banco ING.

 

Daqui a menos de 20 anos, um em cada dois produtos industriais será impresso em 3D. Isto diz-lhe pouco? Pois: “quando a Internet foi inventada, poucas pessoas imaginaram o impacto enorme que ela teria na forma como vivemos e trabalhamos. A impressão 3D pode ser uma repetição da História“. A frase é de um economista do banco holandês ING que elaborou um relatório aprofundado sobre a impressão 3D e sobre as últimas inovações nesta área, capazes de levar esta tecnologia da “infância” atual para uma revolução comparável à Internet. Uma preocupação fundamental do relatório é a seguinte: quando tudo for impresso em 3D, localmente, o que é que vai ser do comércio entre os países ou, por outras palavras, com que é que se vai encher os navios-contentores?

 

 

Em entrevista por telefone com o Observador, Raoul Leering, economista do ING especializado em comércio internacional e autor do relatório, afirma que com a impressão 3D podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países — não só as que viajam em navios-contentores mas por qualquer outra via. Se a impressão 3D evoluir tão rapidamente quanto se prevê no estudo, quase metade dos produtos irá deixar de ser fabricada num país e, depois, viajar até mais perto do consumidor final. Vão passar a ser impressos muito mais perto do local onde vão ser consumidos — desde peças de automóveis até comida, passando por roupa e calçado, próteses de ossos ou, mesmo, órgãos internos.

 

Imagine o seguinte cenário, muito simples: o leitor comprou um smartphone novo e precisou de uma capa protetora. Foi a um centro comercial, a uma retalhista ligada à tecnologia e escolheu uma capa que lhe pareceu ser robusta e com um design de que gostou, embora não tenha sido concebida a pensar em si. Alguém que nunca irá conhecer na vida desenhou aquela capa com o objetivo de atrair o maior número de pessoas, investiu-se na criação de um molde, o produto foi fabricado aos milhares, no modelo tradicional, num qualquer país longínquo, e aquele modelo viajou até à sua mão (e, também, até à mão do cliente seguinte, que também gostou daquela capa).

 

Num modelo clássico de economia linear, vai andar com a capa protetora até ela se estragar ou até se fartar dela, e aí o processo volta ao início. Num futuro em que a impressão 3D é dominante, as coisas vão mudar.

 

Com a impressão 3D, em vez de ir à loja (física ou online) e escolher uma capa entre aquelas de que há stock, a única coisa de que precisa é de um ficheiro que pode encontrar nas dezenas de sites que já existem de modelos para impressão 3D, como o Thingiverse.com, e fazer o mesmo que faz quando quer imprimir um conjunto de fotografias: vai ao mesmo centro comercial mas em vez de escolher uma capa entre o stock disponível, dirige-se a uma loja onde a sua capa favorita pode ser impressa em poucas horas. Melhor: com o crescimento deste mercado e das apps associadas, não será preciso um curso de engenharia para saber criar uma capa ao seu gosto ou, pelo menos, fazer adaptações personalizadas que vão torná-la verdadeiramente única.

 

E até poderá nem precisar de sair de casa para receber aquela capa. Nos últimos anos, impressoras 3D que não custam mais do que algumas centenas de euros passaram a poder ser compradas lá para casa, já com alguma capacidade para criar produtos com qualidade razoável. Contudo, não será tanto por aí, para já, segundo o diretor-geral da HP Portugal, uma das empresas mais conhecidas na área das impressoras não só industriais mas, também, domésticas. Para José Correia, o modelo dos service providers, os prestadores de serviço como a impressão de fotografias, é o que faz mais sentido no curto prazo e no paradigma de consumo que hoje existe, diferente de há algumas décadas, em que mais se contrata serviços do que se compra produtos.

 

 

Apesar de a tecnologia já existir há várias décadas, nos últimos anos têm-se registado várias inovações técnicas e uma multiplicação do investimento neste segmento, um indicador de que a tecnologia está finalmente a dar “o salto”. “A impressão 3D ainda está na infância, pelo que ainda tem um impacto pequeno no comércio internacional, mas isto vai mudar quando a impressão 3D de alta velocidade fizer com que passe a ser viável a produção em grande escala com impressoras 3D“, afirma Raoul Leering, acrescentando que esse momento está iminente: “os primeiros passos técnicos já foram dados”.

 

Numa apresentação a um grupo de jornalistas, em Oeiras, na semana passada, o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia, no dia em que celebrou uma parceria com uma empresa da Marinha Grande — a 3D Ever — para ser o primeiro revendedor autorizado da gama de impressoras 3D industriais da HP, a tecnologia MultiJet Fusion.

 

“A HP está atenta ao mercado da impressão 3D há muito tempo”, assinalou José Correia. Mas, reconhece o diretor-geral da HP Portugal, “demorámos algum tempo porque acreditámos que a tecnologia que existia naquele momento não era a tecnologia que nós víamos para desenvolver esta área”. Isso está agora a mudar, e a HP Portugal tem vindo a apresentar vários modelos de impressoras 3D que vão ajudar a trilhar o caminho até a uma maior massificação deste modo de produção revolucionário. Isso passa não só pelas máquinas mas, também, pelos materiais cada vez mais polivalentes e acessíveis.

 

Materiais mais polivalentes, mais resistentes e mais baratos. E técnicas de impressão cada vez mais sofisticadas, incluindo de peças móveis. FOTO: Edgar Caetano/OBSERVADOR

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AS MÁQUINAS DE IMPRESSÃO 3D DA HP CHEGARAM FINALMENTE A PORTUGAL

26 01 2018

Fonte: FUTURE BEHIND

RUI DA ROCHA FERREIRA – JANEIRO 23, 2018

 

A intenção de entrar no mercado da impressão 3D foi assinalada pela primeira vez em 2014, pela voz da diretora executiva, Meg Whitman. Mas foi preciso esperar dois anos para ver materializada a estratégia da Hewlett-Packard relativamente à impressão 3D. A expectativa sempre foi muito grande: no final de contas estamos a falar de uma das empresas com maior tradição e volume de vendas no sector da impressão.

 

 

Provavelmente os consumidores gostariam de ver uma marca conhecida a criar um produto numa área que nos últimos anos mostrou potencial. Acontece que a HP disse logo à partida que este não seria o seu jogo – a tecnológica iria focar-se no mercado empresarial e seria nesse domínio no qual tentaria acrescentar valor.

Agora a aposta da HP neste segmento está finalmente disponível em Portugal – a tecnológica anunciou hoje, 23 de janeiro, o seu primeiro revendedor oficial para o mercado português. A empresa 3D Ever tem disponíveis os três modelos de impressoras 3D da HP – as Jet Fusion 3D 3200, 4200 e 4210.

A gestora de produto da 3D Ever, Carina Ramos, confirmou que em Portugal já foram vendidas três impressoras 3D da HP, mas os equipamentos ainda não foram instalados e por isso não estão ativas. Segundo a responsável do parceiro de canal da HP, demora cerca de 30 dias entre o processo de contactar a empresa, fazer os primeiros testes, avançar para a compra e para a posterior instalação da impressora.

“Dificilmente conseguimos imaginar hoje em dia uma tecnologia que vai ter uma repercussão tão grande na indústria da produção. A impressão 3D vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, salientou em conferência o diretor-geral da HP Portugal, José Correia.

“A HP está atenta à tecnologia 3D há muito tempo. Demorámos algum tempo porque acreditávamos que a tecnologia que existia não era a tecnologia com a qual nos víamos a desenvolver toda esta área”, reforçou o executivo.

A responsável de canal da HP para a Península Ibérica no segmento da impressão 3D, Inma Vazquez, admitiu que este ainda é um mercado de pouco volume, mas é um mercado que pode ajudar a tecnológica a fincar pé no sector da produção e da manufatura, que a nível global está avaliado em 12 biliões de dólares.

“O nosso objetivo é chegar à manufatura, à produção de peças de plástico”, defendeu Inma Vazquez.

 

Exemplo de um modelo de um coração impresso a três dimensões e que pode ajudar os médicos a prepararem melhor as suas operações. #Crédito: Future Behind

 

Atualmente as impressoras 3D da HP só imprimem em plástico, plástico esse que pode ter diferentes propriedades mediante a adição de componentes com propriedades específicas ao material de impressão. No entanto foi revelado que ainda este ano a gigante norte-americana vai anunciar uma impressora 3D capaz de imprimir metal.

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Blocks Zero–1 ano a imprimir

13 01 2018

Faz precisamente um ano que comprei a Impressora Blocks Zero, da Blocks Technology. Se ainda não conhece esta Impressora 3D, leia este artigo.

Após todo este tempo a imprimir, seguramente a máquina já terá acumuladas mais de 1000 horas de funcionamento (a uma média de 3 horas por dia) e já imprimiu algumas centenas  que demoraram de modelos, desde simples,apenas alguns minutos, até modelos mais complexos que demoraram várias horas para serem completados. Foram utilizados vários tipos de filamento, desde PLA “normal”, até madeira, filamento flexível, fluorescente, cobre, entre outros.

É impressionante a fiabilidade que uma impressora com um custo tão reduzido, de aproximadamente 350 Euros, consegue ter. Passado um ano esta impressora ainda continua a ser uma excelente opção a ter em conta. Primeiro pela sua fiabilidade, mas também pela relação qualidade/preço, que é imbatível.

 

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Apesar de ter sido maioritariamente pensada para o universo dos makers, já que normalmente é vendida em KIT para ser posteriormente montada pelo utilizador, se este não estiver familiarizado com projetos DIY (Do It Yourself/Faça você mesmo), recomendo fortemente que questione a Blocks Technology se pode enviar a impressora já montada. Penso que no meu caso, que comprei a impressora já montada por não estar assim tão interessado no processo de montagem, foi o segredo do sucesso. Apesar de o processo de montagem estar muito bem documentado e ser aparentemente rápido e fácil, a verdade é que muitos utilizadores não estão propriamente interessados nele. Querem apenas começar a imprimir com a melhor qualidade possível, logo depois de tirar a impressora da caixa.

Por acompanhar vários grupos do Facebook relacionados com impressão 3D, noto que muitos utilizadores, principalmente com as impressoras em KIT, passam mais tempo no processo de montar/desmontar, afinar e trocar componentes, do que propriamente a imprimir. Pelo menos com esta impressora isso não acontece. Imprime (bem) logo ao sair da caixa (no caso de comprar montada), e a qualidade de impressão é constante ao longo do tempo.

 

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Devido ao facto de a Blocks Technology ter muito pouca expressão no mercado, nomeadamente no mercado mundial, a comunidade de utilizadores é muito reduzida e daí resulta que não exista interação e partilha de recursos. Veja-se o caso da impressora Monoprice MP Select Mini 3D Printer, muito popular nos EUA devido à sua relação qualidade/preço imbatível. Esta impressora (versão 2), que custa pouco mais de 200 Dólares (178 Euros sensivelmente), vem completamente montada e pronta e utilizar. Possui muita tecnologia que vai desde mesa aquecida, WiFi e até um ecrã a cores. A gigantesca comunidade de utilizadores partilham recursos e criam vários grupos de entreajuda no Facebook e outras páginas como esta que possui de tudo um pouco, desde manuais, melhorias, firmware, tutoriais, resolução de problemas, perfis para software de slicing, ente outros.

 

Após 1 ano a impressora continua tão precisa e consistente como inicialmente. Nunca tive sequer que apertar um parafuso ou fazer qualquer tipo de alteração à impressora. Em baixo, fruto da minha experiencia com esta impressora, evidencio alguns aspectos positivos e menos positivos, sugestões de melhoria, assim como alguns problemas enfrentados.

 

 

Aspectos positivos

  • Só foi necessário calibrar a impressora uma ou duas vezes durante todo este tempo. Mesmo após transportar a impressora ou mover a mesma de sitio, não foi necessário logo naquele momento calibrar a plataforma de impressão.
  • A fiabilidade e precisão continua impecável, depois de todo este tempo.
  • Existiram pelo menos três atualizações de firmware, que optimizaram o processo de load/unload do filamento entre outras melhorias, assim como corrigiram alguns problemas. Detalhes aqui.
  • Muito raramente a impressora teve comportamentos erráticos. Desligar a impressora, voltar a ligar e repetir a impressão resolveram o problema.

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Análise-Filamento para Impressoras 3D EUMAKERS

3 01 2018

Artigo relacionado: Eumakers-Fabricante Italiano de Filamento para Impressoras 3D

 

O filamento produzido pela EUMAKERS, em Itália, é um filamento de qualidade premium que utiliza materiais food-safe.

A bobina de 1 kg vem embalada a vácuo, selada numa embalagem de plástico, contendo no seu interior uma saqueta de sílica para absorver a humidade. A bobina vem dentro de uma caixa de papelão, que inclui ainda um saco de armazenamento, com fecho, para colocar a  bobina sempre que esta não for utilizada.

Durante a utilização dos vários filamentos que me foram enviados para análise (diâmetro de 1,75 mm) não detetei nenhum problema com o produto, nomeadamente no que diz respeito à  aderência do filamento à plataforma de impressão, nem deformação (warping). As impressões ficaram bastante consistentes e com qualidade uniforme.

 

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Na bobina de 1 kg de filamento, com 4 cores (250 g x 4), apenas detetei um pequeno contratempo derivado do facto de numa das várias impressões que fiz a impressora não ter conseguido continuar a puxar o filamento, o que fez com que uma impressão que já tinha iniciado à várias horas, tenha ficado completamente inutilizada. A impressora “imprimiu” várias camadas, sem filamento. É necessário referir que esta bobina tem 4 filamentos distintos, de cores diferentes. Apesar das extremidades de cada um dos filamentos estarem devidamente “presas” com autocolante, para evitar o entrelaçamento, esta situação ocorreu. Nada de grave, no entanto algumas horas de impressão foram perdidas. Não sendo muito comum, esta situação também acontece com filamentos de outros fabricantes. Ou porque o filamento não foi devidamente alinhado durante a sua colocação na bobina ou, mais comum, quando é necessário guardar uma bobina depois de ter sido parcialmente utilizada, não existindo o cuidado de prender a extremidade.

 

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A impressora utilizada para testar o filamento da EUMAKERS foi a Blocks Zero e as configurações utilizadas no Cura (versão 15.02.1) foram: layer 0.2 mm (à exceção do barco vermelho em que a impressão foi efetuada com layer de 0.1 mm); velocidade de 40 mm/s ou inferior (velocidade recomendada pela EUMAKERS para a grande maioria dos filamentos que produz); sem plataforma de impressão aquecida. Apesar de a temperatura de impressão recomenda se situar entre os 190 °C e os 210 °C, imprimi, como normalmente, a 220 °C.

 

  

Especificações técnicas do PLA Basic

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Fotos de impressões efetuadas com o filamento PLA Basic Multi-color

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Impressão 3D–Lista de recursos

7 12 2017

Neste artigo pretendo reunir e centralizar um conjunto de vários recursos relacionados com a Impressão 3D, desde fabricantes de impressoras e filamentos, sites para descarregar modelos e para modelar, feiras, workshops, entre outros. Principalmente para iniciantes neste mundo que é a impressão 3D este artigo é de leitura obrigatória uma vez que pretende dar a conhecer tudo o que é necessário para a iniciação nesta tecnologia e para potenciar a sua utilização.

 

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Esta lista não tem por objetivo ser extensa, mas sim uma lista minimalista que procura principalmente divulgar alguns dos recursos com os quais já tive contacto, nomeadamente fabricantes, produtos, feiras, workshops, software, sites, etc..

 

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Os recursos aqui disponibilizados estão relacionados principalmente com a tecnologia de impressão 3D mais comum, FFF (Fused Filament Fabrication), em que é depositado plástico fundido, camada sobre camada, para formar um objeto tridimensional.

 

 

 

O que é a impressão 3D?

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Expresso – Impressão 3D: faça você mesmo

CODI – Impressão 3D

Observador – Vai uma impressão 3D neste Natal?

Wikipédia – Impressão 3D

 

 

 

Fabricantes de impressoras

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BEEVERYCREATIVE – Fabricante português que desenvolve a premiada impressora BEETHEFIRST, assim como outros modelos que surgiram depois desta. Leia um review à BEETHEFIRST neste artigo.

Blocks Technology – Outro fabricante português que desenvolve impressoras de baixo custo como a BLOCKS ZERO e BLOCKS ONE. Desenvolve ainda impressoras à medida, assim como presta serviços de consultoria. Leia este artigo relacionado com a BLOCKS ZERO.

BQ – A Espanhola BQ foi um dos primeiros fabricantes do mundo a conceber, desenvolver, produzir e comercializar impressoras 3D em larga escala. Atualmente tem disponíveis 4 modelos de impressoras.

MakerBot – Fabricante norte americano que faz parte dos líderes do sector a nível mundial.

Ultimaker – Fabricante holandês que faz parte dos líderes do sector a nível mundial.

Poly! – Sediada em Itália, a Poly ainda não tem um produto no mercado mas espera vir a ter em breve após a campanha de financiamento coletivo que decorre no Kickstarter. A micro impressora destaca-se pelas suas várias facetas que vão para além da impressão 3D. Mais informações aqui.

Anet – Este fabricante asiático é atualmente muito popular entre os entusiastas da impressão 3D, nomeadamente iniciados nesta tecnologia, uma vez que disponibiliza no mercado impressoras com uma impressionante relação qualidade preço. É o caso do modelo Anet A8, uma impressora que “em peças” que o utilizador tem que montar. É possível comprar esta impressora em várias lojas online como na Gearbest, por valores que se sitiam habitualmente entre os 100 e os 150 Euros (com custos de envio reduzidos ou inexistentes). Tem uma área de impressão de 220 x 220 x 240 mm, mesa aquecida, LCD entre outras características normalmente presentes em impressoras mais caras. Mais informações aqui e aqui.

Este excelente guia da 3D Hubs, atualizado frequentemente, organiza várias impressoras em várias categorias, num ranking baseado em vários critérios. Consulta obrigatória que obriga a escolher o modelo ideal com base no que pretende e no orçamento disponível.

 

 

 

Slicing software

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Cura – Software gratuito que acompanha as impressoras de alguns fabricantes. Pode ser descarregado no site da Ultimaker.

Simplify3D – Software pago (149 USD) de qualidade excepcional. O numero de configurações impressiona pela positiva. O problema é que nem todos os fabricantes de impressoras disponibilizam perfis (configurações) para este software, o que dificulta ou impossibilita a utilização com impressoras menos conhecidas no mercado. A lista de impressoras compatíveis pode ser consultada aqui.

 

 

 

Fabricantes/Marcas de filamento

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A seguinte lista enumera alguns fabricantes de filamento e empresas que, não sendo fabricantes, vendem filamento com marca própria (produzido por terceiros).

Portugal:

Tucab

BEEVERYCREATIVE

Evolt

Filkemp

 

Espanha:

BQ

Sakata

Wonderprint

EOLAS PRINTS

 

Itália:

EUMAKERS

 

 

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Eumakers-Fabricante Italiano de Filamento para Impressoras 3D

20 11 2017

Sediada em Itália a Eumakers é um fabricante de filamento para Impressão 3D que se tem destacado pela variedade da sua oferta em relação aos seus concorrentes. Produz 92 filamentos diferentes que se dividem nas categorias Basic (PLA “normal”), Fluorescent, Pearly, Metallized, Metallic, Iridescent, Glossy, Glitter, Photoluminescent e Recycled/Bio. A variedade da oferta é realmente impressionante. Neste momento a Eumakers possui a maior variedade de cores no mercado.

 

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Como termo de comparação, a BEEVERYCREATIVE, fabricante português,  tem disponíveis 13 cores de PLA, 3 de TPU-FLEX, 2 cores PETG e 3 cores de NYLON (no total disponibiliza 21 produtos). A BQ, espanhola, oferece 17 cores de PLA, não produzindo filamento de outros materiais. Estes 2 fabricantes apenas produzem filamento de 1.75mm, algo que é perfeitamente compreensível já que, para além do filamento, desenvolvem e comercializam impressoras que apenas estão preparadas para este diâmetro. A Eumakers mais uma vez se destaca já que para além de 1.75mm, disponibiliza também filamento com diâmetro de 2.85mm. Embora não fabrique, a Eumakers vende impressoras de vários fabricantes como Ultimaker, BQ, BEEVERYCREATIVE e WASP sendo que alguns dos modelos comercializados estão preparadas para utilizar filamento com diâmetro 2.85mm. Outra diferença em relação a outros fabricantes de filamento está no facto de a Eumakers produzir bobinas de PLA Basic com 2 cores (de 500g cada) e com 4 cores (de 250g cada).

Interessado em vender filamento com a sua marca e o seu logótipo? A Eumakers também fabrica filamento para outras empresas que não tenham capacidade produtiva mas que desejem ter filamento com marca própria.

 

Outra das particularidades da Eumakers é o facto de parte das peças de algumas bobinas  poderem ser reaproveitadas para construir diversos objetos, juntamente com a impressão de modelos 3D (ficheiros STL) que são disponibilizados. Um conceito muitíssimo interessante que permite dar uma nova vida às bobinas que, sem filamento, têm pouca ou nenhuma utilidade (exemplos na imagem em baixo e também aqui). Outro detalhe que não foi deixado ao acaso é o facto de, para além da saqueta de sílica gel (que é habitual encontrar nas bobinas de outros fabricantes), ser também enviado um saco de armazenamento, com fecho, para colocar a  bobina sempre que esta não for utilizada. O PLA é um material que pode ver as suas propriedades alteradas quer pela temperatura quer pela humidade. A atenção ao detalhe vai ainda mais longe. Existem tabelas com a temperatura ideal a que cada produto deve ser utilizado nas impressoras dos fabricantes Ultimaker e WASP assim como estão disponíveis perfis do Cura, otimizados para a utilização de filamento da Eumakers nas impressoras BQ Witbox e Hephestos.

 

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Em Portugal o filamento da Eumakers pode ser encontrado na Ponto Z, think3D, Diverte e na Print4fun3D. Poderá também comprar filamento diretamente à Eumakers, no entanto há que ter em conta o eventual custo dos portes de envio e a demora na entrega (neste momento existe a oferta da entrega no caso da compra de 4 ou mais bobinas).

Na loja online da Eumakers o preço de 1 bobina de PLA Basic (1 Kg) é de 29.50 Euros + impostos o que perfaz o valor de €35.99. Não esquecer que podem ainda ser adicionados a este valor os portes de envio (que variam entre 17.05 e 24.99 Euros no caso de envio para Portugal). Na Ponto Z o valor de cada bobina é de 36.29 Euros. A diferença de valor, que é mínima, acaba por compensar a compra na Ponto Z já que poderá adquirir diretamente na loja (que se situa em Viseu) ou através do envio por transportadora GLS ou CTT, com valor de portes muito inferior ao valor praticado pela Eumakers.

 

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Poly!-A micro Impressora 3D versátil, made in Italy

2 11 2017

Enquanto os fabricantes ligados à impressão convencional, como por exemplo a HP, Epson, Canon, entre outros, não entram no mercado de Impressão 3D “de consumo”, isto é, segmento doméstico, várias empresas por todo o mundo, muitas delas startups, vão explorando e desenvolvendo a tecnologia de impressão 3D trazendo-a até aos consumidores finais e às suas casas.

 

Por razões históricas a HP é, para muitas pessoas, sinónimo de impressoras (embora fabrique muitos outros produtos). Este fabricante  atua desde há vários anos na área do 3D, mas apenas no segmento empresarial (mais detalhes aqui). Foi precisamente uma Impressora 3D da HP, do tamanho de um frigorifico, que cativou toda a minha atenção e entusiasmo, numa feira de tecnologia, SIMO, que visitei seguramente há mais de 10 anos em Madrid. Cativou a minha atenção e seguramente a de muitos outros visitantes da feira, que acompanhavam com “olhos de criança que assiste a um espetáculo de magia”, todo o processo de impressão, em que  camada a camada, a impressora estava a construir, se não estou em erro, uma maquete de uma casa.

 

 

Nas grandes cadeias de distribuição de informática de consumo, como por exemplo a Worten, Media Markt, Fnac, não encontramos “ainda” Impressoras 3D desenvolvidas pelos mesmos fabricantes das impressoras comuns (papel), mas começamos a encontrar, de forma muito discreta e com pouca oferta, impressoras e filamentos de empresas mais recentes e menos conhecidas da globalidade dos consumidores. No dia em que a HP colocar no mercado uma Impressora 3D “de levar para casa”, aí sim, certamente irá ser o momento em que a revolução 3D irá acelerar provavelmente a passos largos. Neste momento o crescimento e a propagação desta tecnologia no segmento domestico é lento uma vez que é uma tecnologia que ainda não é para as massas mas sim principalmente para os makers/curiosos e para profissionais que necessitam de alguma forma de efetuar prototipagem rápida a baixo custo.

 

Em Portugal temos o exemplo a BEEVERYCREATIVE e a Blocks Technology que desenvolvem produtos e serviços de excelência, mas de certa forma semelhantes e equivalentes. Em Espanha, a BQ têm evoluído muito na área 3D, com uma gama ampla de produtos 3D, não só impressoras mas também filamentos. Um pouco por todo o mundo outras startups tentam ir mais além e destacar-se com produtos diferenciadores, com custos cada vez mais baixos e cada vez menos complexos. Um desses exemplos é o caso da 3DRap, uma empresa Italiana, sediada em Avellino, que está a desenvolver a Poly! Conheci esta impressora numa das visitas que fiz à feira Technology Hub que tem decorrido anualmente em Milão. Em 2018 esta feira irá ter lugar de 17 a 19 de Maio.

 

 

A Poly! é uma (micro) impressora construída com algumas peças impressas em outra Impressora 3D, portátil (pesa menos de 1 Kg), que para além de imprimir em 3D, pode ser utilizada (após a troca de determinado(s) componente(s)) para gravação a laser (para gravar em madeira e papel por exemplo), impressão com chocolate em vez de plástico, desenho em papel (utilizando uma caneta). Conta ainda com uma bateria que permite utilizar a impressora sem uma tomada de energia por perto. A dimensão da área de impressão, como seria de esperar, é de apenas 66mm x 60mm x 60mm. Permite imprimir por exemplo porta-chaves, legos e outros projetos de dimensão reduzida. Seguramente não será o suficiente para imprimir uma capa para telemóvel, um suporte para sabonetes ou uma jarra para colar na sala (que seja minimamente visível).

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Não sendo uma impressora em KIT (o que obrigaria a montar a impressora peça a peça), a Poly! tem como desígnio ser uma impressora para todos, desde os entusiastas, curiosos, crianças, designers, makers, e obviamente para o sector da Educação. A Poly!  tem conectividade com o computador, tem ainda um interface micro SD e também pode receber ordens de impressão via smartphone (apenas Android) já que está equipada com um interface Bluetooth. A Poly! conta ainda com um sistema magnético (pouco comum em impressoras de baixo custo) que vai permitir trocar de forma fácil e rápida o(s) componente(s) que permitem que a impressora assuma as várias funcionalidades que anteriormente indiquei.

 

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Blocks Zero

7 08 2017

Encontrei este excelente review (em português) da impressora 3D Blocks Zero, no blog As TIC em 3D/Fab@rts, que agora partilho. Este artigo de opinião foi escrito em contexto pedagógico de utilização desta impressora, nomeadamente nas escolas. O blog em questão é um projeto desenvolvido no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro e pretende explorar o tema das potencialidades da tecnologia 3D na educação, mas também da robótica, programação, utilização de drones entre outras tecnologias.

O blog As TIC em 3D/Fab@rts é definitivamente um ponto de paragem para todos os aficionados pela impressão 3D. Existem muitos conteúdos relacionados com esta tecnologia, deste análise a equipamentos, modelação 3D, vídeos, apresentação de Workshops, etc..

 

Fonte: http://3dalpha.blogspot.pt/2017/05/blocks-zero.html

 

 

Passámos a última semana a testar e experimentar uma impressora 3D Blocks Zero. Pelo preço e tamanho, pareceu-nos ser uma boa solução para aumentar o parque de impressoras e ter um equipamento fácil de transportar para workshops e sessões de divulgação. Não que as impressoras da Beeverycreative não sejam também fáceis de transportar, mas não nos cabem na mala do carro… pelo menos em pé, e nós somos muito cuidadosos com o seu transporte.

Este teste foi possibilitado pela ANPRI, que nos cedeu temporariamente esta impressora. Calhou-nos o seu unboxing.

 

 

A Blocks Zero é uma impressora de kit, mas a que experimentámos vinha já montada. Felizmente. Sem querer desvalorizar as impressoras de kit, como professores o que queremos é trabalhar competências de modelação 3D e explorar projectos. Do nosso ponto de vista, o tempo gasto em assemblar impressoras de kit é tempo perdido, que atrasa a implementação de projetos pedágógicos. É um ponto de vista, sublinhamos. A montagem de uma impressora 3D, com a aprendizagem rigorosa e experimental que requer, pode também ser um excelente projeto.

 

 

E, logo a seguir, imprimir? Não, não é bem assim. A Blocks Zero é uma impressora cartesiana normal, sem o nível de integração e usabilidade a que estamos habituados na Beeverycreative. Não há um software especializado que simplifica o processo de impressão, ou perfis específicos de filamento. A impressão faz-se através de um cartão SD (também nos pareceu ser possível com ligação USB ao computador, mas suspeitámos que esta impressora não tinha modo de impressão autónomo e não quisemos empatar o nosso computador numa impressão), com ficheiros Gcode gerados pelo Cura. Não estando tão simplificado como o Beesoft, o Cura pode parecer intimidante a quem se inicia na impressão 3D, mas tem algum cuidado em simplificar o processo para os menos conhecedores como um modo simples. Os mais conhecedores podem gerir, testar e modificar todos os parâmetros no modo avançado.

Imprimir para a Blocks Zero requer configurar o Cura com as dimensões da impressora, carregar os perfis de filamento generalistas disponíveis na página da Blockstec, importar os ficheiros STL, e gravar o Gcode para o cartão de memória. Depois, tudo o resto é passado na impressora. Utilizámos o Cura 2.4.

Ao contrário das Bees a que estamos habituados, o controlo da Zero é feito na própria impressora. É uma vantagem, parece-nos, acelera um pouco o processo de iniciar o dia (ou o trabalho) de impressão. As informações e comandos são acessíveis pela combinação de display LCD e botão. Um interface que se revelou estranho para os nossos alunos, cuja tentação, mal vêem um ecrã, é tocar nele.

Carregar e descarregar filamento é um processo simples, basta dar essas ordens à impressora e colocar o filamento na entrada do extrusor. A Zero não tem um extrusor direto, usa o sistema bowden, o que significa que o filamento é empurrado a alguma distância para o hotend.  O extrusor fica mais leve, o que nos pareceu ser bem aproveitado na rapidez de impressão, mas é algo apoquentador pensar o que poderá acontecer em caso de entupimento ou quebra do filamento após entrada no extrusor.

Inicialmente, o processo de carregamento pareceu-nos gastar demasiado filamento. Após o início da descarga, a impressora continuava a deitar filamento, e se não estivéssemos com atenção depressa ficaríamos com uma bola de plástico à volta do nozzle.. Contactámos a Blocks, e disseram-nos que a versão mais recente do firmware resolvia essas questões. Essa instalação obrigou-nos a reverter o Cura para uma versão anterior, a recomendada para atualização do firmware da Blocks Zero. Após atualização, verificámos que o processo de carregamento/descarregamento ficou optimizado, com menos filamento desperdiçado no carregamento, e um descarregamento totalmente automatizado.

Imprimir é um processo simples, basta selecionar o ficheiro gcode do modelo no interface da impressora. No entanto, aquele interface de botão giratório é capaz de complicar se tivermos mais do que dois ou três ficheiros no cartão SD.

 

Imprimindo apenas em resolução média, com os perfis genéricos de PLA da Blocks, a Zero deu-nos consistentemente bons resultados.

 


 

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Polícia de Segurança Pública testa arma produzida numa Impressora 3D

4 04 2017

Fonte: Exame Informática

 

Vídeos:

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(carregue nas imagens para as abrir em tamanho maior)

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Loja Mini 3D Printing Factory-Materialize as suas ideias com a Impressão 3D

23 03 2017

Está oficialmente disponível desde hoje a nova loja online Mini 3D Printing Factory onde poderá comprar uma série de objetos impressos em tecnologia de Impressão 3D.

 

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A loja possui dezenas de artigos, sendo que a grande maioria são objetos que podem ser personalizados a vários níveis como cor, material e também a possibilidade de personalização ao nível da adição de texto e outros dados. Logicamente que alguns artigos têm como objetivo testar e demonstrar as capacidades da tecnologia de impressão 3D, numa perspectiva de prova de conceito (exemplo de uma sabrina impressa em material flexível), enquanto que outros podem mesmo ser utilizados num contexto real (como um pente por exemplo).

 

Treina uma equipa de futebol e gostaria de oferecer um porta-chaves personalizado a cada um dos jogadores? Gostaria de ter uma capa para smartphone personalizada com o seu nome e endereço de email? Um suporte para fita cola com o seu nome? Um pente com o nome do seu filho? O limite é a sua imaginação. A impressão 3D trata de materializar a sua ideia.

 

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A loja está assente numa plataforma de e-commerce moderna, que se adapta a qualquer dimensão de ecrã e dispositivo, nomeadamente dispositivos móveis. Todo o processo de compra está automatizado. Desde o registo do cliente e especificação da quantidade de compra e variáveis em cada artigo (cores, materiais, etc.), calculo de custos de expedição, avaliação de artigos e  até a possibilidade de adicionar um artigo a uma lista de desejos (Wishlist). Existe ainda um sistema de notificações a cada alteração do estado da encomenda. Existem vários métodos de pagamento, nomeadamente Multibanco, transferência bancária, PayPal, cartão de débito/crédito e pagamento “em mão”.

 

Na grande maioria das páginas dos produtos encontrará um formulário que permite efetuar um pedido especial, como seja uma cor diferente das cores disponíveis para seleção, compra em quantidade, questionar a possibilidade de imprimir o artigo com determinadas dimensões, etc.. Existem ainda páginas de artigos “especiais”, como esta, que permite que preencha um formulário se não encontrar na loja o que procura e esta no caso de ter encontrado um modelo na Internet que gostaria de imprimir.

 

Faça a sua encomenda agora e introduza o seguinte cupão na finalização da encomenda para obter 15% de desconto:

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Regras de utilização:

  • O cupão apenas é válido para compras superiores a 10 EUR.
  • O cupão é valido até dia 31-03-2017.
  • Apenas pode ser utilizado uma vez por cliente.

Adicionalmente, para encomendas superiores a 30 EUR (até 31-03-2017) são oferecidos os portes de envio.

 

Imagens de alguns artigos existentes na loja:

Porta-chaves T-shirt (personalizado ao nível das cores e texto)

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Base para telemóvel (com personalização de cores)

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Puxador de gaveta (textura e cheiro a madeira)

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Pente (personalizado nas cores e texto)

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BQ apresenta Witbox Go!, a primeira impressora 3D Android do mundo

15 03 2017

Fonte: BQ

 

Imprime com um único toque a partir do telemóvel e é a primeira impressora 3D do mundo com processador Qualcomm.

É leve, de design minimalista e fabricada em Espanha.

 

Lisboa, 15 de março de 2017

A BQ apresentou hoje a sua nova impressora 3D, a Witbox Go!. Com ela, a empresa tecnológica espanhola tira a impressão 3D do nicho de utilizadores avançados ou profissionais e procede à sua democratização, levando-a a todos os públicos, graças a um ecossistema de hardware e software que permite imprimir com um único clique. A Witbox Go! é produzida na fábrica da BQ em Noáin (Navarra), onde a empresa tecnológica prepara todos os seus produtos de impressão 3D e robótica. “As impressoras 3D têm o potencial de se transformar em ferramentas tão indispensáveis quanto os computadores chegaram a ser, mas, primeiro, temos de aproximar esta tecnologia das pessoas. Com a Witbox Go!, qualquer utilizador com entusiasmo pela impressão 3D pode a partir de agora utilizá-la.”, comenta Rodrigo Del Prado, Diretor-Geral Adjunto da BQ. A empresa é uma das que mais vende impressoras 3D no mundo e a terceira com mais vendas na Europa, o seu principal mercado.

 

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Uma impressora inteligente

A BQ levou os seus conhecimentos na área da tecnologia móvel para a sua impressora: é a primeira a ter um processador Qualcomm® SnapdragonTM, concretamente o SD410 Quad Core. Além disso, é a primeira impressora do mundo com sistema Android. Isto permite ao utilizador imprimir a partir do seu smartphone e, além disso, revoluciona a experiência de utilização porque melhora a conectividade Wi-Fi, incorpora a tecnologia NFC e facilita o processo de atualizações porque o dispositivo recebe-as por OTA. A Witbox Go! incorpora componentes de última geração (que asseguram uma impressão de alta qualidade), reduzindo ao mínimo as definições que o utilizador tem de fazer e automatiza a maioria dos processos para que imprimir seja algo muito simples. É tão fácil de utilizar que o utilizador só demora 15 minutos a lançar ça sua primeira impressão, enquanto que nas outras impressoras a média é de 2 horas. Por exemplo, se a base não estiver perfeitamente acoplada, o sensor da base impede a impressão; o sensor do extrusor coloca a impressão em pausa se o hotend estiver obstruído e o sensor da presença de filamento interrompe a impressão se o filamento tiver terminado. Além disso, não exige a definição de parâmetros porque, através da tecnologia NFC, a informação das bobinas de PLA é transferida diretamente para a impressora.

 

 

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Personalizar objetos 3D para impressão

28 01 2017

 

A impressão 3D é um “novo” mundo que traz possibilidades infinitas à nossa imaginação. Milhares de modelos estão disponíveis para impressão na Internet, em sites como www.thingiverse.com e https://pinshape.com. À distancia de um clique pode descarregar um modelo e materializar o mesmo. Este é normalmente o caminho inicial de qualquer entusiasta da impressão 3D: descarregar um modelo e imprimir. Posteriormente o passo intermédio é personalizar modelos já construídos. Por último, para utilizadores mais avançados: desenhar de raiz os seus próprios modelos e imprimir.

Neste artigo vou exemplificar como é possível, facilmente e sem grandes conhecimentos técnicos, personalizar modelos existentes. Para o efeito, vou exemplificar como personalizar uma capa para um smartphone (iPhone 5, 5s, 5c, SE), quer ao nível do modelo propriamente dito, quer nas cores utilizadas na impressão.

 

 

O modelo em questão está disponível gratuitamente em:

 http://www.thingiverse.com/thing:30973

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Após descarregar o ficheiro stl (formato normalmente utilizado em impressão 3D), é necessário importar o mesmo para o www.tinkercad.com . Esta ferramenta online(gratuita), da AutoDesk (mesmo fabricante do famoso AutoCAD), é executada no navegador Web (necessita de conexão com a Internet) e permite de uma forma fácil e extremamente simplificada modelar (desenhar) em 3D. Por esse motivo o Tinkercad tem ganho cada vez mais adeptos, sendo um aliado perfeito da impressão 3D. Algo que, para o utilizador comum, num software convencional como o AutoCAD, poderá ser complexo e moroso de executar, no Tinkercad, por norma, poderá conseguir o mesmo resultado numa fração do tempo, com muito menos complexidade e com custo 0. Em contrapartida, o Tinkercad, na medida em que é muito acessível e com complexidade muito reduzida, tem as suas limitações e logicamente não permite criar objetos mais complexos, já que está orientado para modelos geométricos.

 

 

Tinkercad – Dicas e funcionalidades :

  • Pressione o botão direito do rato numa área vazia da área de trabalho e sem deixar o botão e mova o rato permite altear a perspectiva de visualização.
  • O scroll do rato vai ser necessário para fazer zoom.
  • O navegador recomendado para executar o Tinkercad é o Chrome.
  • Existem várias combinações de teclas que pode utilizar, já conhecidas do WIndows, como ctrl+c para copiar, ctrl+v para colar, ctrl+z para desfazer, etc..
  • Se pretender poderá alterar para português a língua do Tinkercad, no canto inferior direito da página principal.

 

 

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Com o Tinkercad é possível importar um ficheiro stl. Após a importação, poderá adicionar “objetos” ao modelo principal, como texto, números, um cubo, cone, retângulo, símbolos, etc.

Neste exemplo vamos personalizar a capa do smartphone com um texto lateral (o nome do proprietário). Para o efeito vamos localizar em Basic Shapes, a opção Text, e pousar o cursor na área de trabalho. É imediatamente aberto um assistente que permite introduzir o texto pretendido, assim como definir a sua altura entre outras características relacionadas com a sua dimensão.

Dependendo do que é pretendido, podem existir várias formas de alterar a dimensão do objeto, mover, rodar, etc. A simplicidade do Tinkercad permite que não seja necessário explicar o que cada “quadradinho” e seta faz. O utilizador de forma fácil e intuitiva percebe imediatamente quais as funcionalidades existentes e como as utilizar.

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É pretendido que a traseira da capa tenha as iniciais “CR”. O passo para criar um objeto de texto é o mesmo que o anterior. Posteriormente é necessário rodar 180 graus o texto.

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Blocks Zero-Uma pequena grande impressora 3D

17 01 2017

A Blocks é uma startup portuguesa que desenvolve impressoras 3D e presta serviços relacionados com esta tecnologia. Recentemente esta empresa lançou no mercado uma nova impressora 3D, de baixo custo, extremamente apelativa pela sua relação qualidade/preço. A Blocks Zero tem um tamanho  e peso reduzido (cerca de 5 KG), o  que permite facilmente transportar a impressora e colocar a mesma em qualquer mesa ou secretária.

 

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Esta impressora tem o custo de 350 EUR (em KIT) em compra direta à Blocks. Se pretender pode comprar com um valor inferior, na plataforma de financiamento colaborativo no Indiegogo.

Por este preço, as poucas impressoras que se encontram no mercado são, por norma, modelos de inferior qualidade, em KIT, com origem na China, sendo que neste caso é necessário comprar através de um dos muitos sites como o AliExpress por exemplo, e aguardar vários dias ou semanas até receber o produto.

É possível comprar a Blocks Zero quer em KIT (em peças), como já montada. Relativamente à primeira opção, no caso de utilizadores menos experientes, poderá ser uma escolha menos acertada. Embora exista um manual de montagem (muito bem elaborado), esta tarefa exige algum tempo para ser concluída, assim, como é lógico, alguma destreza por parte do utilizador. Ainda assim, montar a Blocks Zero é extremamente fácil e rápido (a Blocks refere que é são apenas necessárias cerca de 2:30 h), quando comparado com a montagem da Anet A8 (mais de 12 horas para montar e calibrar). Pode ainda equacionar participar num workshop onde pode construir Blocks Zero a partir de um kit (mais informações aqui).

 

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A impressora não tem mesa aquecida, no entanto este não é um impedimento para imprimir nos materiais mais conhecidos, como PLA e similares. A área de impressão é de 12x14x12 cm o que permite imprimir a maior parte dos objetos disponíveis em plataformas como o Thinghiverse.

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Build a Little 3D Printer

17 01 2017

Fonte: mill.pt

 

RepRap é a família de impressoras 3D que conseguem imprimir as peças plásticas de si próprias. São impressoras 3D completamente open source, desenvolvidas por uma comunidade muito activa. Durante o fim-de-semana do workshop, vais construir a tua impressora 3D a partir de um kit. Vais aprender de A a Z como funciona a impressora, como ajustá-la, como usá-la. A impressora que vais construir é a Blocks ZERO.

 

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  • Nós fornecemos todas as peças, tu trazes as tuas ferramentas (abaixo especificadas). Vamos guiar-te através do processo de construção, passo a passo.
  • Vamos fazer os ajustes e afinações mecânicas dos movimentos para uma precisão milimétrica, aspecto muito importante para uma boa impressão. Vamos ajustar as configurações no software para obter os melhores resultados na impressão .
  • Vais compreender o fluxo de trabalho de um modelo a ser impresso. Vamos introduzir-te na comunidade RepRap e mostrar-te onde encontrar mais informações.

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