WorkOutDoors-Uma excelente App para monitorizar atividade física no Apple Watch

10 02 2019

xrWebDdX_400x400Apesar do Apple Watch ser um smartwatch caro, direcionado para o segmento mais alto deste mercado, a verdade é que deixa a desejar em alguns aspetos, nomeadamente ao nível de software. Algumas das aplicações da Apple são muito limitadas nas suas funções. Estas falhas são colmatadas muitas das vezes por aplicações de terceiros.

 

É o caso da App WorkOutDoors, uma aplicação (disponível apenas para iOS) para registar exercício físico, que tem a particularidade de ser a única App que utiliza um mapa (do mundo inteiro). Este mapa, ou melhor, uma parte dele, pode ser descarregado para o Apple Watch, o que faz com que a aplicação não dependa nem de uma ligação à Internet, nem do iPhone por perto. A App funciona com todos os modelos do Apple Watch, embora no S0 e S1, como não têm GPS, dependem do iPhone.

 

Outra das funcionalidades mais interessantes desta aplicação é a sua capacidade de personalização. Conforme o tipo de exercício que o utilizador pretende fazer, poderá configurar a informação mostrada pelo relógio, utilizando para isso métricas, gráficos e botões. Os mapas são baseados no OpenStreetMap. O preço da App, 5,49 EUR, inclui o acesso a todas as zonas do globo, não existindo nenhuma funcionalidade dentro da App que seja paga.

 

 

Imagens da App no iPhone

A App Workouts é utilizada apenas para analisar os dados das atividades físicas, configurar os ecrãs da App do relógio, importar rotas e descarregar mapas para o relógio. 

No primeiro ecrã da App, em Workouts, é mostrada a lista de sessões de atividade física. Ao selecionar uma sessão de exercício é possível aceder aos seus detalhes (imagem à direita). Neste exemplo, uma caminhada, é  possível visualizar todos os detalhes, como o percurso realizado, a velocidade, elevação, calorias, passos, etc..

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Apesar de não ter testado, a App permite a exportação e  importação de ficheiros em formato GPX. Estes ficheiros são utilizados para a transferência de dados entre aplicações e dispositivos GPS e guardam rotas, percursos, trilhas e waypoints. Se já participou em provas de BTT, ou outras provas que impliquem algum tipo de orientação, provavelmente estará familiarizado com estes ficheiros. É muito comum os organizadores de uma determinada prova de desporto, de BTT por exemplo, disponibilizarem este ficheiro com o percurso que os participantes devem seguir. A App também permite fazer o upload de dados para o Strava, uma das Apps mais populares para o registo de atividades fisicas.

Na opção Screens são mostrados todos os ecrãs que podem ser utilizados nos vários tipos de exercícios (imagem à esquerda). Estes ecrãs são totalmente configuráveis pelo utilizador. Esta é uma das grandes vantagens desta App. Tudo, ou quase tudo, é personalizável. Desde o layout e tamanho do texto, até à escolha das métricas, que são mais de 160, que são mostradas em cada ecrã (imagem maior).

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Na opção Map Downloads o utilizador pode selecionar uma área no mapa que será descarregada para o relógio (primeira imagem). A vantagem é poder ter acesso ao mapa, no relógio, sem depender de Internet e de uma ligação ao iPhone. Simplesmente pode sair para fazer exercício físico apenas com o Apple Watch.

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Imagens da App no Apple Watch

Nas 2 imagens seguintes podemos visualizar a App no Apple Watch. Na imagem à esquerda é mostrado o ecrã da caminhada. Na imagem da direita é mostrado o mapa, sem nenhuma outra informação, para quando o utilizador quer visualizar o mapa sem iniciar nenhum exercício. Para aceder a esta funcionalidade basta escolher a primeira opção da App: “Map – just a map – no workout”.

O mapa vai rodando automaticamente à medida do percurso. Esta é uma funcionalidade muito importante para o utilizador conseguir interpretar o mesmo de forma rápida e clara. Uma vez que a App utiliza um mapa vetorial, o utilizador pode mover o mapa, com um só dedo no ecrã e fazer zoom, com a coroa do relógio.

Não foram esquecidos os indicadores da percentagem da bateria e do sinal GPS (5 barras na parte superior do ecrã), que até disponibiliza a precisão, em metros, conforme o sinal detetado a cada momento.

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Apple Pay em Portugal? Sim, já é possível utilizar…

14 10 2018

Recentemente o Macnifico, um site português dedicado ao mundo Apple, publicou o artigo Boon: A aplicação que permite usar o Apple Pay em Portugal que explica como utilizar a tecnologia de pagamentos da Apple em Portugal.

 

Esta tecnologia permite utilizar um dispositivo Apple, como um iPhone ou Apple Watch, para efetuar pagamentos em qualquer terminal que esteja preparado para o efeito, isto é, que aceite pagamentos contactless*. Portanto, onde for possível pagar com um cartão contactless, em que não é necessário introduzir o cartão no terminal de pagamento automático (TPA) nem colocar o PIN, deverá será possível utilizar o Apple Pay**. Não é necessária conectividade com a Internet para efetuar um pagamento, o que é uma grande vantagem. O Apple Pay pode ser utilizado em lojas físicas (apenas para pagamentos com o iPhone e Watch), mas também em transportes públicos, compras através da Internet e também na App Store da Apple, sempre que essa possibilidade for disponibilizada.

 

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Nem todos os dispositivos Apple estão preparados para o Apple Pay. No que diz respeito ao iPhone, apenas o SE ou modelos posteriores são compatíveis. Quanto a outros equipamentos Apple, nomeadamente iPad, Apple Watch e Mac, consulte a lista aqui.

 

Oficialmente o Apple Pay não está ainda disponível em Portugal. Nesta página da Apple poderá conhecer todas as entidades financeiras, por país, que suportam o Apple Pay. Esta tecnologia, a par de outras, como a Siri em português de Portugal por exemplo, ainda não são disponibilizadas no nosso país o que acaba por ser frustrante para muitos utilizadores Apple. O facto de Portugal não constar da lista de países onde já é possível utilizar o Apple Pay não significa que esta tecnologia não possa ser utilizada neste momento. Ou seja, é uma meia verdade. Isto porque já é possível utilizar o Apple Pay, mas não com nenhum cartão bancário de nenhuma entidade financeira portuguesa. Essa é a questão. Ou por falta de interesse da Apple, ou das entidades financeiras portuguesas, ou de ambas, o facto é que esta tecnologia tarda em chegar a Portugal.

 

No artigo da Macnifico é explicado, e muito bem, como contornar esta questão. Para isso é utilizado um cartão virtual, designado boon.. Portanto, em vez de o Apple Pay utilizar os dados de um cartão físico de uma entidade financeira portuguesa, utiliza os dados de um cartão virtual, de uma entidade financeira de outro país. É utilizada a tecnologia NFC (Near Field Communication) que permite a troca de dados entre dois dispositivos que estejam próximos um do outro, não necessitando de qualquer ligação à Internet por parte do equipamento da Apple.  Esta tecnologia já é utilizada em muitos cartões bancários contactless, cada vez mais usuais no mercado português. Para além de cartões pré-pagos, como é o caso do boon. (boon. by Wirecard), também é possível adicionar cartões de crédito e débito ao Apple Pay.

 

ApplePay

 

O modo de funcionamento é semelhante à funcionalidade de pagamentos do MB WAY. A questão é que o MB WAY só permite fazer pagamentos contactless, utilizando o NFC, em equipamentos Android. A Apple restringe a utilização da tecnologia NFC dos seus equipamentos ao Apple Pay. O sistema MB WAY também permite efetuar pagamentos com equipamentos Apple em terminais de pagamento, mas recorre a um sistema que utiliza o sistema QR Code ao invés do NFC, pelas razões que expliquei em cima.

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Problemas com a App do Apple Watch após as mais recentes atualizações do iOS e watchOS?

13 10 2018

A App Watch é a aplicação que permite configurar o relógio da Apple, o Apple Watch. Em determinadas circunstâncias esta App pode informar o utilizador que não se encontra ligado à Internet. Este aviso pode ser mostrado ao procurar por atualizações do watchOS ou ao aceder à App Store, dentro da App Watch.

 

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No meu caso este problema passou a acontecer depois de ter atualizado o iOS para  a versão 12.0.1 e o watchOS para a versão 5.0.1. Logicamente que o iPhone estava conectado à Internet. Apenas esta App em concreto estava a reportar que não havia conectividade. Todas as tentativas de desligar o interface WiFi e voltar a ligar, ou ligar a uma rede diferente, eram infrutíferas.

 

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“Unable to Check for Update

Checking for a software update failed because you are not connected to the Internet.”

 

Apesar de parecer óbvio para qualquer utilizador de tecnologia, o simples desligar e voltar a ligar um equipamento numa primeira tentativa de resolução de um problema, pode ser das últimas coisas que um utilizador dos dispositivos da Apple se lembra de fazer. Isto pode ter uma razão de ser. É que o hardware e o software da Apple estão de tal forma optimizados um para o outro, que é muito raro existirem problemas que são resolvidos desta forma. Aliás, reiniciar o iPhone (ou qualquer outro equipamento Apple) para muitos utilizadores é um procedimento executado raramente. Por norma o equipamento é desligado apenas quando fica sem bateria.

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Apple Watch – Bracelete de elos

3 02 2018

imageO Apple Watch é um relógio fantástico, não só por toda a tecnologia que incorpora, mas também pelas várias possibilidades de personalização que permitem alterar o seu visual, de mais desportivo a mais clássico, em poucos segundos. A combinação entre mostradores e braceletes permite ter um relógio diferente todos os dias.

 

A Apple dispõe de uma oferta muito alargada de braceletes, ao nível das cores, formatos e materiais. A mais barata, de tecido de nylon, tem o custo de 59 EUR e as mais caras, de elos,  custam 509 e 609 EUR, conforme a cor escolhida. Não questionando a qualidade e a sofisticação das mesmas, pagar mais de 500 EUR por uma bracelete, mais até que o preço do próprio relógio, leva certamente os utilizadores a pensar 2 vezes.

 

Pela sua sofisticação, design, e por fazer aproximar um smartwatch a um relógio “normal”, a bracelete de elos é objeto de desejo para muitos possuidores do relógio da Apple. Felizmente muitos outros fabricantes têm vindo a criar braceletes diferentes e também imitações das originais, sendo certamente as braceletes de elos uma das imitações mais difíceis de conseguir, pelo menos com qualidade aceitável. Afinal não é por acaso que estas braceletes custam mais de 500 Euros.

 

Construída com liga de aço inoxidável, uma bracelete de elos (original) tem mais de 100 componentes e durante o seu processo de fabrico, segundo a Apple, são necessárias mais de 9 horas apenas para cortar os elos de forma extremamente precisa. Esta bracelete conta ainda com um fecho em borboleta e com um mecanismo, presente em alguns elos, que permite adicionar ou remover os mesmos sem recorrer a qualquer relojoaria ou a qualquer ferramenta especial. Se tiver um pulso muito largo, que exceda os 205 mm, a Apple disponibiliza ainda um pack de 6 elos que aumentam em 40 mm esta bracelete.

Resultado de imagem para apple link band site:apple.com

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