Apple iOS-Erro ao ligar a um Hotspot pessoal?

19 04 2019

A funcionalidade Hotspot Pessoal do iOS permite partilhar uma ligação de dados móveis do iPhone ou iPad (apenas algumas versões) com outros dispositivos que não tenham acesso a uma rede Wi-Fi ou ligação a dados móveis. Imagine que se encontra numa zona rural, distante, em que não existem redes Wi-Fi por perto, e necessita de partilhar a ligação à Internet, que tem no iPhone, com outros equipamentos, como por exemplo um iPad. Com o Hotspot, o iPhone, que está ligado à Internet através do operador de telecomunicações (dados móveis), partilha, via Wi-Fi, a ligação com outros dispositivos. É como se o iPhone fosse um router, ou um access point, com a vantagem de ambos os equipamentos poderem utilizar a ligação simultaneamente. Quando um iPhone ou iPad tem o hotspot ativado, está a disponibilizar a ligação a outros equipamentos e existem ligações ativas, não é possível ligar-se a uma rede Wi-Fi sem desconectar os utilizadores do hotspot. No caso de um Mac, PC, ou outros equipamentos de terceiros, também é possível aceder a um Hotspot pessoal através de uma conexão Bluetooth. A ligação via cabo USB também pode ser utilizada, mas apenas com Mac e PC. Mais detalhes aqui.

 

Em determinadas circunstâncias poderá ser mostrado um erro que impede a conexão de um dispositivo (neste exemplo um iPad) a um hotspot que foi configurado num iPhone ou iPad. Neste caso o meu iPad estava a tentar aceder ao hotspot que tinha configurado no iPhone.

 

Remote Hotspot Failure

Unable to start personal hotspot “nome_do_hotspot”

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Apple Pay em Portugal? Sim, já é possível utilizar…

14 10 2018

Recentemente o Macnifico, um site português dedicado ao mundo Apple, publicou o artigo Boon: A aplicação que permite usar o Apple Pay em Portugal que explica como utilizar a tecnologia de pagamentos da Apple em Portugal.

 

Esta tecnologia permite utilizar um dispositivo Apple, como um iPhone ou Apple Watch, para efetuar pagamentos em qualquer terminal que esteja preparado para o efeito, isto é, que aceite pagamentos contactless*. Portanto, onde for possível pagar com um cartão contactless, em que não é necessário introduzir o cartão no terminal de pagamento automático (TPA) nem colocar o PIN, deverá será possível utilizar o Apple Pay**. Não é necessária conectividade com a Internet para efetuar um pagamento, o que é uma grande vantagem. O Apple Pay pode ser utilizado em lojas físicas (apenas para pagamentos com o iPhone e Watch), mas também em transportes públicos, compras através da Internet e também na App Store da Apple, sempre que essa possibilidade for disponibilizada.

 

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Nem todos os dispositivos Apple estão preparados para o Apple Pay. No que diz respeito ao iPhone, apenas o SE ou modelos posteriores são compatíveis. Quanto a outros equipamentos Apple, nomeadamente iPad, Apple Watch e Mac, consulte a lista aqui.

 

Oficialmente o Apple Pay não está ainda disponível em Portugal. Nesta página da Apple poderá conhecer todas as entidades financeiras, por país, que suportam o Apple Pay. Esta tecnologia, a par de outras, como a Siri em português de Portugal por exemplo, ainda não são disponibilizadas no nosso país o que acaba por ser frustrante para muitos utilizadores Apple. O facto de Portugal não constar da lista de países onde já é possível utilizar o Apple Pay não significa que esta tecnologia não possa ser utilizada neste momento. Ou seja, é uma meia verdade. Isto porque já é possível utilizar o Apple Pay, mas não com nenhum cartão bancário de nenhuma entidade financeira portuguesa. Essa é a questão. Ou por falta de interesse da Apple, ou das entidades financeiras portuguesas, ou de ambas, o facto é que esta tecnologia tarda em chegar a Portugal.

 

No artigo da Macnifico é explicado, e muito bem, como contornar esta questão. Para isso é utilizado um cartão virtual, designado boon.. Portanto, em vez de o Apple Pay utilizar os dados de um cartão físico de uma entidade financeira portuguesa, utiliza os dados de um cartão virtual, de uma entidade financeira de outro país. É utilizada a tecnologia NFC (Near Field Communication) que permite a troca de dados entre dois dispositivos que estejam próximos um do outro, não necessitando de qualquer ligação à Internet por parte do equipamento da Apple.  Esta tecnologia já é utilizada em muitos cartões bancários contactless, cada vez mais usuais no mercado português. Para além de cartões pré-pagos, como é o caso do boon. (boon. by Wirecard), também é possível adicionar cartões de crédito e débito ao Apple Pay.

 

ApplePay

 

O modo de funcionamento é semelhante à funcionalidade de pagamentos do MB WAY. A questão é que o MB WAY só permite fazer pagamentos contactless, utilizando o NFC, em equipamentos Android. A Apple restringe a utilização da tecnologia NFC dos seus equipamentos ao Apple Pay. O sistema MB WAY também permite efetuar pagamentos com equipamentos Apple em terminais de pagamento, mas recorre a um sistema que utiliza o sistema QR Code ao invés do NFC, pelas razões que expliquei em cima.

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Problemas com a App do Apple Watch após as mais recentes atualizações do iOS e watchOS?

13 10 2018

A App Watch é a aplicação que permite configurar o relógio da Apple, o Apple Watch. Em determinadas circunstâncias esta App pode informar o utilizador que não se encontra ligado à Internet. Este aviso pode ser mostrado ao procurar por atualizações do watchOS ou ao aceder à App Store, dentro da App Watch.

 

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No meu caso este problema passou a acontecer depois de ter atualizado o iOS para  a versão 12.0.1 e o watchOS para a versão 5.0.1. Logicamente que o iPhone estava conectado à Internet. Apenas esta App em concreto estava a reportar que não havia conectividade. Todas as tentativas de desligar o interface WiFi e voltar a ligar, ou ligar a uma rede diferente, eram infrutíferas.

 

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“Unable to Check for Update

Checking for a software update failed because you are not connected to the Internet.”

 

Apesar de parecer óbvio para qualquer utilizador de tecnologia, o simples desligar e voltar a ligar um equipamento numa primeira tentativa de resolução de um problema, pode ser das últimas coisas que um utilizador dos dispositivos da Apple se lembra de fazer. Isto pode ter uma razão de ser. É que o hardware e o software da Apple estão de tal forma optimizados um para o outro, que é muito raro existirem problemas que são resolvidos desta forma. Aliás, reiniciar o iPhone (ou qualquer outro equipamento Apple) para muitos utilizadores é um procedimento executado raramente. Por norma o equipamento é desligado apenas quando fica sem bateria.

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Offload App-Uma funcionalidade dos equipamentos da Apple que pode ser perigosa

19 09 2018

A funcionalidade Offload App, que surgiu com o iOS 11 em 2017, introduziu a possibilidade de desinstalar uma aplicação mantendo os seus dados para uma eventual reinstalação futura. De facto esta funcionalidade é extremamente útil para libertar espaço nos dispositivos da Apple. No meu caso, que tenho um iPhone SE com 16GB, existe uma luta constante contra a falta de espaço, o que obriga a utilizar a funcionalidade Offload App constantemente.

 

A grande diferença entre desinstalar uma app e colocar a mesma em  modo Offload é que se desinstalar uma aplicação, ela é eliminada ao mesmo tempo que são eliminados todos os dados do utilizador, preferências e configurações. O ícone da app também é removido. Colocar uma app em offload apaga somente a app e mantem os dados desta no dispositivo, com o intuito de o utilizador reinstalar posteriormente a aplicação. O ícone da app permanece no sistema, porém é colocado o símbolo de uma nuvem atrás da descrição da App precisamente para distinguir estas apps das que estão efetivamente instaladas. Quando o utilizador carrega no ícone de uma app que está em modo offload, ela é descarregada naquele momento e passa a ficar sempre disponível a não ser que o utilizador volte a colocar a app novamente em modo offload.

 

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Até aqui tudo bem. A ideia é excelente e tudo funciona na perfeição. Até mesmo quando existe uma versão mais recente na App Store comparativamente à que estava instalada. Neste caso é descarregada a versão que estava instalada e não a última. O problema é quando a empresa ou o programador que desenvolveu a app decide retirar a mesma da App Store ou existe alguma outra situação que provoque que isso aconteça. Quando o utilizador pressionar o ícone da app vai ser informado que a app deixou de estar disponível para download. Sim, mesmo que tenha pago a mesma ou que tenha feito uma compra dentro da aplicação (inapp purchase). Se isto poderá não ser particularmente grave em aplicações que não guardam dados do utilizador, poderá passar a ser extremamente critico quando a app em questão permitia o acesso a dados que se encontram no equipamento e não existe aplicação alternativa para abrir esses dados que se podem encontrar num formato “proprietário”.

 

Foi precisamente isto que me aconteceu. Para conseguir instalar o iOS 12, que foi recentemente disponibilizado, devido à quantidade de espaço livre necessário para o processo vi-me obrigado a colocar todas as apps em modo offload, incluindo uma app que tinha instalado antes de Março de 2017. Nessa altura fiz uma compra dentro da app para desbloquear funcionalidades. Ainda assim, como o processo de update do iOS não estava a ser completado e era mostrado um erro, suspeitei que a origem do erro estivesse relacionada com o espaço disponível e acabei por instalar o iTunes e fazer o update através do computador. Já depois de ter o iOS 12 instalado, ao carregar em todas as aplicações que estavam em modo offload e que queria reinstalar, recebi uma mensagem a informar que não era possível instalar a aplicação em causa já que esta não estava mais disponível na App Store. Tinha sido a primeira vez que tinha colocado esta app em modo offload.

 

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“Unable To Install “Photo Vault” The app is no longer available in the App Store.”

“Não foi possível instalar “iVault” A aplicação deixou de estar disponível na App Store.”

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Apple Watch – Bracelete de elos

3 02 2018

imageO Apple Watch é um relógio fantástico, não só por toda a tecnologia que incorpora, mas também pelas várias possibilidades de personalização que permitem alterar o seu visual, de mais desportivo a mais clássico, em poucos segundos. A combinação entre mostradores e braceletes permite ter um relógio diferente todos os dias.

 

A Apple dispõe de uma oferta muito alargada de braceletes, ao nível das cores, formatos e materiais. A mais barata, de tecido de nylon, tem o custo de 59 EUR e as mais caras, de elos,  custam 509 e 609 EUR, conforme a cor escolhida. Não questionando a qualidade e a sofisticação das mesmas, pagar mais de 500 EUR por uma bracelete, mais até que o preço do próprio relógio, leva certamente os utilizadores a pensar 2 vezes.

 

Pela sua sofisticação, design, e por fazer aproximar um smartwatch a um relógio “normal”, a bracelete de elos é objeto de desejo para muitos possuidores do relógio da Apple. Felizmente muitos outros fabricantes têm vindo a criar braceletes diferentes e também imitações das originais, sendo certamente as braceletes de elos uma das imitações mais difíceis de conseguir, pelo menos com qualidade aceitável. Afinal não é por acaso que estas braceletes custam mais de 500 Euros.

 

Construída com liga de aço inoxidável, uma bracelete de elos (original) tem mais de 100 componentes e durante o seu processo de fabrico, segundo a Apple, são necessárias mais de 9 horas apenas para cortar os elos de forma extremamente precisa. Esta bracelete conta ainda com um fecho em borboleta e com um mecanismo, presente em alguns elos, que permite adicionar ou remover os mesmos sem recorrer a qualquer relojoaria ou a qualquer ferramenta especial. Se tiver um pulso muito largo, que exceda os 205 mm, a Apple disponibiliza ainda um pack de 6 elos que aumentam em 40 mm esta bracelete.

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Falha de segurança no Mac OS X: CVE-2015-5833

26 10 2015

O que acontece quando se descobre uma falha de segurança (relativamente grave) no OS X, se reporta à Apple, e esta reconhece essa falha?

 

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Sim, o nosso nome fica associado à falha/vulnerabilidade encontrada, e é publicado no site da Apple assim que é disponibilizado um Security Update, como o que foi publicado à algumas semanas atrás, aquando da disponibilização do OS X El Capitan (10.11).

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Boonzi chegou à Cloud

7 01 2014

Excelentes noticias para os utilizadores da aplicação de gestão de finanças pessoais, made in Portugal, Boonzi. O inicio deste novo ano trouxe a integração do Boonzi com a Cloud, e isto significa que os dados da aplicação passam a estar disponíveis de forma centralizada para que todos os dispositivos do mesmo utilizador acedam à mesma informação. Este é um passo fundamental para as tão aguardadas apps móveis que vão permitir levar o Boonzi no nosso smartphone e inserir “em tempo real” todas as nossas despesas do dia a dia, por mais pequenas que sejam, sem que seja necessário ter que anotar algures para inserir mais tarde na aplicação.

 

Até agora o Boonzi tem utilizado como argumento principal, a possibilidade de importar dados para a aplicação, directamente através de um extracto bancário, no entanto, para muitos utilizadores, esta funcionalidade acaba por não ter assim tanta importância, porque a maioria, ou a quase totalidade das transcações, são efectuadas em dinheiro e logicamente não são registadas no extracto bancário. A Cloud, e por conseguinte as aplicações mobile vêm complementar todas as funcionalidades já existentes no Boonzi, fazendo dele um produto muito mais completo, útil e obrigatório.

 

boonzi

 

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