Apple Pay passou a estar disponível no ActivoBank

15 06 2020

O Apple Pay (AP) está timidamente a entrar em Portugal, com poucos bancos "tradicionais" a terem aderido até ao momento. Esta é a lista das entidades bancárias aderentes em Portugal:

 

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Nos últimos dias a novidade que o Millennium BCP passou a disponibilizar AP chegou, e por consequência, também o ActivoBank (AB), que pertence ao grupo do Millennium BCP, passou também a permitir a utilização do AP em todos os seus cartões, quer de débito quer de crédito. Apesar do AB não constar da lista, é possível adicionar cartões desta entidade bancária à Wallet, através da última opção: “Add a Different Card”. Segundo Rita Waite, diretora de Desenvolvimento, Negócio e Inovação do Millennium BCP, no futuro o AB irá figurar da lista de entidades aderentes ao AP, quer na App Wallet, quer no próprio site da Apple.

O Millennium BCP é assim um dos primeiros bancos tradicionais, a par do Crédito Agrícola, a aderir ao AP.

 

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Qual é a vantagem do AP e porque é tão aguardado? De uma forma muito resumida o AP é um meio de pagamento que funciona de forma nativa no iPhone, iPad, Apple Watch ou Mac, sem que seja necessário recorrer a aplicações de terceiros. Depois tem também a vantagem que não depende de uma ligação à Internet, como acontece com o MB Way (quanto utilizado em equipamento Apple), que é o meio de pagamento digital mais conhecido e utilizado em Portugal. Como a Apple restringe e limita a Apps de terceiros o acesso à tecnologia NFC presente nos seus equipamentos, o MB Way recorre a um método alternativo, que passa por ler um QR Code apresentado pelo terminal de pagamento. Pouco prático e demorado. O AP é muito mais rápido e seguro, para além de que pode ser utilizado em todo o mundo, ao contrário do MB Way que é suportado apenas em Portugal.

É ainda importante referir que ao contrário dos pagamentos com cartão físico contactless, que atualmente podem ser utilizados para pagamentos até 50 EUR (quando utilizada a tecnologia sem contacto), com o AP poderá efetuar pagamentos sem qualquer limite de valor.

 

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Apesar de alguns problemas iniciais, em que não era possível adicionar alguns cartões do AB ao AP, julgo que agora, quando já passaram alguns dias, esses problemas estejas resolvidos. Tenho 2 cartões deste banco e numa primeira fase só foi possível adicionar um deles, que era o mais antigo. Dias depois já consegui adicionar o segundo sem nenhum problema.

 

Conversas Activo – Apple Pay, com Rita Waite

 

O ActivoBank posiciona-se assim na linha da frente dos bancos mais digitais em Portugal, com uma grande vantagem que é o facto de ter passado a ser, desde há uns meses a esta parte, o único banco em Portugal que não cobra nem manutenção de conta, nem disponibilização cartões de débito e crédito. Isto depois de o Banco CTT ter passado a cobrar pela disponibilização de cartões, ainda que apenas em determinadas condições. Esta alteração de tarifário certamente deverá ter levado ao cancelamento massivo de contas e consequente migração para o ActivoBank, como foi o meu caso.

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O ecrã táctil do seu iPhone ou iPad não responde ao toque? Pretende enviar o equipamento para assistência sem os seus dados?

31 07 2019

Recentemente o meu iPhone ficou com um problema no ecrã que impedia qualquer interação com o equipamento. O ecrã táctil não respondia ao toque. O iPhone já não estava no período de garantia e por esse motivo, em vez de tratar do assunto diretamente com a Apple ou com um Centro de assistência autorizado deste fabricante, contactei uma empresa especializada que repara este tipo de equipamentos electrónicos.

 

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Na página Preparar o iPhone, iPad ou iPod touch para a assistência a Apple explica o que deve ser feito nos seus equipamentos antes de estes serem enviados para um centro de reparação. No entanto, a maior parte dos procedimentos implicam que o utilizador consiga aceder ao equipamento, o que, no meu caso, não era possível.

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Pretende manter ficheiros em modo offline num iPhone ou iPad?

25 05 2019

… Pode ser uma tarefa complicada se utilizar o iCloud.

 

A Apple é uma das empresas tecnológicas mais inovadoras e de maior sucesso em todo o mundo. No entanto também é conhecida por motivos menos bons, nomeadamente por manter limitações demasiado básicas nos seus produtos, que nem sempre são facilmente compreendidas pelos seus utilizadores, mais ainda quando as funcionalidades pretendidas pelos utilizadores existem muitas das vezes há vários anos em produtos concorrentes.

 

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Recentemente tive necessidade de manter vários ficheiros guardados localmente no meu iPad e iPhone, nomeadamente ficheiros PDF, para consulta numa formação, em que não tinha conectividade com a Internet, nem via rede WiFi nem via dados móveis. Sim, ainda existem muitas situações em que não é possível ou pretendido estar constantemente ligado à Internet, nem que seja por uma questão de poupar bateria, mantendo as ligações WiFi e dados móveis desativadas, por uma questão de custo ou tarifário, ou simplesmente porque existem locais sem redes WiFi por perto e ao mesmo tempo ligações a dados móveis lentas e instáveis.

 

Inicialmente comecei por guardar esses ficheiros na App Files, da Apple, no entanto facilmente encontrei dois “problemas”. O primeiro é que esta App é um simples gestor de ficheiros que, embora tenha a pasta “On My iPhone”, que guarda dados localmente no dispositivo sem os sincronizar com a cloud, não permite que o utilizador crie as suas próprias pastas na raiz da pasta em questão. O utilizador apenas pode colocar os seus dados dentro das pastas que eventualmente tenham sido criadas por Aplicações. Poderá não ser boa ideia porque pode levar a que quando a App que criou a pasta for removida, eventualmente todas as pastas e ficheiros criados pelo utilizador possam ser removidos sem aviso prévio. Depois, porque a App Files, embora abra ficheiros PDF, não permite efetuar pesquisas e anotações nos ficheiros, algo muito comum em documentos de texto.

 

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Posteriormente procurei uma alternativa, sem recorrer a aplicações de terceiros. Rapidamente cheguei à App Books, ou Livros, em Português, também da Apple. Esta App permite ler e ouvir audiolivros (pagos ou gratuitos), que podem ser descarregados numa loja própria da Apple e ser organizados na Biblioteca da App. Também tem como objetivo ser um repositório de ficheiros PDF que o utilizador queira colocar dentro da App para consulta posterior. Pensava ter encontrado aqui a solução para o meu problema, no entanto após algumas horas de utilização rapidamente percebi que existem vários problemas. Ficheiros que descarreguei pensando que ficariam disponíveis para acesso mesmo quando não estivesse ligado à Internet, sem razão aparente e sem que se perceba muito bem porquê, deixam de ficar disponíveis localmente, quer no iPad, quer no iPhone.

 

Nas imagens em baixo (da esquerda para a direita) é possível verificar que com o passar do tempo, alguns dias para ser mais preciso, os 12 ficheiros que descarreguei na App Books, no iPhone, foram desaparecendo inexplicavelmente da pasta Downloaded.

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Apple iOS-Erro ao ligar a um Hotspot pessoal?

19 04 2019

A funcionalidade Hotspot Pessoal do iOS permite partilhar uma ligação de dados móveis do iPhone ou iPad (apenas algumas versões) com outros dispositivos que não tenham acesso a uma rede Wi-Fi ou ligação a dados móveis. Imagine que se encontra numa zona rural, distante, em que não existem redes Wi-Fi por perto, e necessita de partilhar a ligação à Internet, que tem no iPhone, com outros equipamentos, como por exemplo um iPad. Com o Hotspot, o iPhone, que está ligado à Internet através do operador de telecomunicações (dados móveis), partilha, via Wi-Fi, a ligação com outros dispositivos. É como se o iPhone fosse um router, ou um access point, com a vantagem de ambos os equipamentos poderem utilizar a ligação simultaneamente. Quando um iPhone ou iPad tem o hotspot ativado, está a disponibilizar a ligação a outros equipamentos e existem ligações ativas, não é possível ligar-se a uma rede Wi-Fi sem desconectar os utilizadores do hotspot. No caso de um Mac, PC, ou outros equipamentos de terceiros, também é possível aceder a um Hotspot pessoal através de uma conexão Bluetooth. A ligação via cabo USB também pode ser utilizada, mas apenas com Mac e PC. Mais detalhes aqui.

 

Em determinadas circunstâncias poderá ser mostrado um erro que impede a conexão de um dispositivo (neste exemplo um iPad) a um hotspot que foi configurado num iPhone ou iPad. Neste caso o meu iPad estava a tentar aceder ao hotspot que tinha configurado no iPhone.

 

Remote Hotspot Failure

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Apple Pay em Portugal? Sim, já é possível utilizar…

14 10 2018

Recentemente o Macnifico, um site português dedicado ao mundo Apple, publicou o artigo Boon: A aplicação que permite usar o Apple Pay em Portugal que explica como utilizar a tecnologia de pagamentos da Apple em Portugal.

 

Esta tecnologia permite utilizar um dispositivo Apple, como um iPhone ou Apple Watch, para efetuar pagamentos em qualquer terminal que esteja preparado para o efeito, isto é, que aceite pagamentos contactless*. Portanto, onde for possível pagar com um cartão contactless, em que não é necessário introduzir o cartão no terminal de pagamento automático (TPA) nem colocar o PIN, deverá será possível utilizar o Apple Pay**. Não é necessária conectividade com a Internet para efetuar um pagamento, o que é uma grande vantagem. O Apple Pay pode ser utilizado em lojas físicas (apenas para pagamentos com o iPhone e Watch), mas também em transportes públicos, compras através da Internet e também na App Store da Apple, sempre que essa possibilidade for disponibilizada.

 

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Nem todos os dispositivos Apple estão preparados para o Apple Pay. No que diz respeito ao iPhone, apenas o SE ou modelos posteriores são compatíveis. Quanto a outros equipamentos Apple, nomeadamente iPad, Apple Watch e Mac, consulte a lista aqui.

 

Oficialmente o Apple Pay não está ainda disponível em Portugal. Nesta página da Apple poderá conhecer todas as entidades financeiras, por país, que suportam o Apple Pay. Esta tecnologia, a par de outras, como a Siri em português de Portugal por exemplo, ainda não são disponibilizadas no nosso país o que acaba por ser frustrante para muitos utilizadores Apple. O facto de Portugal não constar da lista de países onde já é possível utilizar o Apple Pay não significa que esta tecnologia não possa ser utilizada neste momento. Ou seja, é uma meia verdade. Isto porque já é possível utilizar o Apple Pay, mas não com nenhum cartão bancário de nenhuma entidade financeira portuguesa. Essa é a questão. Ou por falta de interesse da Apple, ou das entidades financeiras portuguesas, ou de ambas, o facto é que esta tecnologia tarda em chegar a Portugal.

 

No artigo da Macnifico é explicado, e muito bem, como contornar esta questão. Para isso é utilizado um cartão virtual, designado boon.. Portanto, em vez de o Apple Pay utilizar os dados de um cartão físico de uma entidade financeira portuguesa, utiliza os dados de um cartão virtual, de uma entidade financeira de outro país. É utilizada a tecnologia NFC (Near Field Communication) que permite a troca de dados entre dois dispositivos que estejam próximos um do outro, não necessitando de qualquer ligação à Internet por parte do equipamento da Apple.  Esta tecnologia já é utilizada em muitos cartões bancários contactless, cada vez mais usuais no mercado português. Para além de cartões pré-pagos, como é o caso do boon. (boon. by Wirecard), também é possível adicionar cartões de crédito e débito ao Apple Pay.

 

ApplePay

 

O modo de funcionamento é semelhante à funcionalidade de pagamentos do MB WAY. A questão é que o MB WAY só permite fazer pagamentos contactless, utilizando o NFC, em equipamentos Android. A Apple restringe a utilização da tecnologia NFC dos seus equipamentos ao Apple Pay. O sistema MB WAY também permite efetuar pagamentos com equipamentos Apple em terminais de pagamento, mas recorre a um sistema que utiliza o sistema QR Code ao invés do NFC, pelas razões que expliquei em cima.

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Problemas com a App do Apple Watch após as mais recentes atualizações do iOS e watchOS?

13 10 2018

A App Watch é a aplicação que permite configurar o relógio da Apple, o Apple Watch. Em determinadas circunstâncias esta App pode informar o utilizador que não se encontra ligado à Internet. Este aviso pode ser mostrado ao procurar por atualizações do watchOS ou ao aceder à App Store, dentro da App Watch.

 

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No meu caso este problema passou a acontecer depois de ter atualizado o iOS para  a versão 12.0.1 e o watchOS para a versão 5.0.1. Logicamente que o iPhone estava conectado à Internet. Apenas esta App em concreto estava a reportar que não havia conectividade. Todas as tentativas de desligar o interface WiFi e voltar a ligar, ou ligar a uma rede diferente, eram infrutíferas.

 

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“Unable to Check for Update

Checking for a software update failed because you are not connected to the Internet.”

 

Apesar de parecer óbvio para qualquer utilizador de tecnologia, o simples desligar e voltar a ligar um equipamento numa primeira tentativa de resolução de um problema, pode ser das últimas coisas que um utilizador dos dispositivos da Apple se lembra de fazer. Isto pode ter uma razão de ser. É que o hardware e o software da Apple estão de tal forma optimizados um para o outro, que é muito raro existirem problemas que são resolvidos desta forma. Aliás, reiniciar o iPhone (ou qualquer outro equipamento Apple) para muitos utilizadores é um procedimento executado raramente. Por norma o equipamento é desligado apenas quando fica sem bateria.

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Offload App-Uma funcionalidade dos equipamentos da Apple que pode ser perigosa

19 09 2018

A funcionalidade Offload App, que surgiu com o iOS 11 em 2017, introduziu a possibilidade de desinstalar uma aplicação mantendo os seus dados para uma eventual reinstalação futura. De facto esta funcionalidade é extremamente útil para libertar espaço nos dispositivos da Apple. No meu caso, que tenho um iPhone SE com 16GB, existe uma luta constante contra a falta de espaço, o que obriga a utilizar a funcionalidade Offload App constantemente.

 

A grande diferença entre desinstalar uma app e colocar a mesma em  modo Offload é que se desinstalar uma aplicação, ela é eliminada ao mesmo tempo que são eliminados todos os dados do utilizador, preferências e configurações. O ícone da app também é removido. Colocar uma app em offload apaga somente a app e mantem os dados desta no dispositivo, com o intuito de o utilizador reinstalar posteriormente a aplicação. O ícone da app permanece no sistema, porém é colocado o símbolo de uma nuvem atrás da descrição da App precisamente para distinguir estas apps das que estão efetivamente instaladas. Quando o utilizador carrega no ícone de uma app que está em modo offload, ela é descarregada naquele momento e passa a ficar sempre disponível a não ser que o utilizador volte a colocar a app novamente em modo offload.

 

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Até aqui tudo bem. A ideia é excelente e tudo funciona na perfeição. Até mesmo quando existe uma versão mais recente na App Store comparativamente à que estava instalada. Neste caso é descarregada a versão que estava instalada e não a última. O problema é quando a empresa ou o programador que desenvolveu a app decide retirar a mesma da App Store ou existe alguma outra situação que provoque que isso aconteça. Quando o utilizador pressionar o ícone da app vai ser informado que a app deixou de estar disponível para download. Sim, mesmo que tenha pago a mesma ou que tenha feito uma compra dentro da aplicação (inapp purchase). Se isto poderá não ser particularmente grave em aplicações que não guardam dados do utilizador, poderá passar a ser extremamente critico quando a app em questão permitia o acesso a dados que se encontram no equipamento e não existe aplicação alternativa para abrir esses dados que se podem encontrar num formato “proprietário”.

 

Foi precisamente isto que me aconteceu. Para conseguir instalar o iOS 12, que foi recentemente disponibilizado, devido à quantidade de espaço livre necessário para o processo vi-me obrigado a colocar todas as apps em modo offload, incluindo uma app que tinha instalado antes de Março de 2017. Nessa altura fiz uma compra dentro da app para desbloquear funcionalidades. Ainda assim, como o processo de update do iOS não estava a ser completado e era mostrado um erro, suspeitei que a origem do erro estivesse relacionada com o espaço disponível e acabei por instalar o iTunes e fazer o update através do computador. Já depois de ter o iOS 12 instalado, ao carregar em todas as aplicações que estavam em modo offload e que queria reinstalar, recebi uma mensagem a informar que não era possível instalar a aplicação em causa já que esta não estava mais disponível na App Store. Tinha sido a primeira vez que tinha colocado esta app em modo offload.

 

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“Unable To Install “Photo Vault” The app is no longer available in the App Store.”

“Não foi possível instalar “iVault” A aplicação deixou de estar disponível na App Store.”

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Apple Watch – Bracelete de elos

3 02 2018

imageO Apple Watch é um relógio fantástico, não só por toda a tecnologia que incorpora, mas também pelas várias possibilidades de personalização que permitem alterar o seu visual, de mais desportivo a mais clássico, em poucos segundos. A combinação entre mostradores e braceletes permite ter um relógio diferente todos os dias.

 

A Apple dispõe de uma oferta muito alargada de braceletes, ao nível das cores, formatos e materiais. A mais barata, de tecido de nylon, tem o custo de 59 EUR e as mais caras, de elos,  custam 509 e 609 EUR, conforme a cor escolhida. Não questionando a qualidade e a sofisticação das mesmas, pagar mais de 500 EUR por uma bracelete, mais até que o preço do próprio relógio, leva certamente os utilizadores a pensar 2 vezes.

 

Pela sua sofisticação, design, e por fazer aproximar um smartwatch a um relógio “normal”, a bracelete de elos é objeto de desejo para muitos possuidores do relógio da Apple. Felizmente muitos outros fabricantes têm vindo a criar braceletes diferentes e também imitações das originais, sendo certamente as braceletes de elos uma das imitações mais difíceis de conseguir, pelo menos com qualidade aceitável. Afinal não é por acaso que estas braceletes custam mais de 500 Euros.

 

Construída com liga de aço inoxidável, uma bracelete de elos (original) tem mais de 100 componentes e durante o seu processo de fabrico, segundo a Apple, são necessárias mais de 9 horas apenas para cortar os elos de forma extremamente precisa. Esta bracelete conta ainda com um fecho em borboleta e com um mecanismo, presente em alguns elos, que permite adicionar ou remover os mesmos sem recorrer a qualquer relojoaria ou a qualquer ferramenta especial. Se tiver um pulso muito largo, que exceda os 205 mm, a Apple disponibiliza ainda um pack de 6 elos que aumentam em 40 mm esta bracelete.

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Falha de segurança no Mac OS X: CVE-2015-5833

26 10 2015

O que acontece quando se descobre uma falha de segurança (relativamente grave) no OS X, se reporta à Apple, e esta reconhece essa falha?

 

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Sim, o nosso nome fica associado à falha/vulnerabilidade encontrada, e é publicado no site da Apple assim que é disponibilizado um Security Update, como o que foi publicado à algumas semanas atrás, aquando da disponibilização do OS X El Capitan (10.11).

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Boonzi chegou à Cloud

7 01 2014

Excelentes noticias para os utilizadores da aplicação de gestão de finanças pessoais, made in Portugal, Boonzi. O inicio deste novo ano trouxe a integração do Boonzi com a Cloud, e isto significa que os dados da aplicação passam a estar disponíveis de forma centralizada para que todos os dispositivos do mesmo utilizador acedam à mesma informação. Este é um passo fundamental para as tão aguardadas apps móveis que vão permitir levar o Boonzi no nosso smartphone e inserir “em tempo real” todas as nossas despesas do dia a dia, por mais pequenas que sejam, sem que seja necessário ter que anotar algures para inserir mais tarde na aplicação.

 

Até agora o Boonzi tem utilizado como argumento principal, a possibilidade de importar dados para a aplicação, directamente através de um extracto bancário, no entanto, para muitos utilizadores, esta funcionalidade acaba por não ter assim tanta importância, porque a maioria, ou a quase totalidade das transcações, são efectuadas em dinheiro e logicamente não são registadas no extracto bancário. A Cloud, e por conseguinte as aplicações mobile vêm complementar todas as funcionalidades já existentes no Boonzi, fazendo dele um produto muito mais completo, útil e obrigatório.

 

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Standard Accounts 7.2 PRT – 7.2.190000

6 01 2014

Foi disponibilizada recentemente uma nova actualização para a aplicação de facturação gratuita Standard Accounts, para a plataforma OS X.

 

Novidades da versão 7.2.190000:

  • Alterações conforme portaria 340/2013
  • SAFT de acordo com formato portaria 274/2013 de 21 de Agosto
  • Parâmetros para 2014
  • Pequenas correções

 

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Kit de ligação de câmara para iPad-Nenhuma fotografia para importar

28 12 2013

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O Kit de ligação de câmara para iPad permite importar fotografias e vídeos para o iPad, a partir de uma câmara com coneção USB, ou a partir de um cartão de memória SD.

 

 

 

 

Em determinadas circunstâncias, ao utilizar este kit, poderá ser erradamente mostrada a seguinte mensagem “Nenhuma fotografia para importar” / “No photos to import”.

 

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Standard Accounts 7.2 para OSX actualizado para a nova versão do ficheiro SAFT

17 12 2013

No passado dia 13 de Dezembro, foi disponibilizada na Mac App Store a versão 7.2.170001 do Standard Accounts. Esta actualização, para além das habituais pequenas correções, dá suporte à nova versão 1.03 do ficheiro SAFT (Portaria 243/2013).

 

Esta aplicação, desenvolvida pela HansaWorld, é gratuita e está disponível para o sistema operativo OS X, da Apple. É de resto uma das poucas aplicações de facturação disponíveis para este sistema, que estão de acordo com a realidade fiscal Portuguesa, no que diz respeito à certificação de software e emissão do ficheiro SAFT.

 

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VMware Fusion 6

8 09 2013

Foi disponibilizada nos últimos dias a versão 6 do VMware Fusion.

Para os actuais utilizadores de versões anteriores é mostrado um alerta de actualização. As melhorias estão sobretudo relacionadas com a compatibilidade com os novos sistemas operativos OS X Mavericks e Windows 8.1, optimização para os últimos Macs, para além das habituais melhorias relacionadas com a performance. Ao todo são cerca de 50 melhorias.

 

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Designed by Apple in California

7 09 2013

A poucos dias do próximo evento onde a Apple irá apresentar novos produtos, partilho neste artigo alguns vídeos que demonstram como esta empresa se empenha em conceber, inovar e produzir produtos que levam até às pessoas, empresas,  escolas, universidades, organizações e pessoas com necessidades especiais, a oportunidade de  interagir, evoluir, divertir e aprender.

 

Apple – Designed By Apple – Intention

 

 

 

Apple – TV Ad – Our Signature

 

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OS X Mavericks

18 08 2013

Previsto para o próximo Outono, o OS X Mavericks (10.9) é a próxima versão do sistema operativo da Apple, para computadores.

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A introdução de novas funcionalidades e aplicações, algumas delas apenas disponíveis  até agora em exclusivo no iOS, como o iBooks, Mapas, e a introdução de melhorias no Calendário, Safari, utilização de múltiplos ecrãs e Finder, fazem com que o Mavericks esta a ser aguardado com bastante entusiasmo pela comunidade de utilizadores do OS X.

O iCloud Keychain é outra das novas funcionalidades anunciadas que vai permitir ao utilizador, guardar na cloud da Apple as suas credenciais de acesso aos diversos sites que visita, e permitir que essas credenciais possam ser utilizadas em outros dispositivos do mesmo utilizador, como o iPad e iPhone.

 

 

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Adicionalmente, a Apple fez esforços para melhorar ainda mais o desempenho e eficiência energética do OS X, recorrendo a várias técnicas denominadas de Timer Coalescing, App Nap, e Memória Comprimida.

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iPad-Gestplus Faturação Mobile

18 08 2013

A Apple AppStore tem disponível mais uma aplicação de facturação made in Portugal, desenvolvida pela empresa Microplus, adaptada à realidade fiscal portuguesa. O Gestplus Faturação Mobile é uma aplicação desenvolvida para iPhone e iPad, preparada para emitir facturas certificadas (programa certificado nº 986), comunicação de documentos de venda à AT, assim como, mais recentemente, comunicação de documentos de transporte em tempo real (portaria 161/2013) à Autoridade Tributária e Aduaneira.

 

Ao contrário da App TapInvoice, que já mereceu destaque neste blog, o Gestplus Faturação Mobile tem uma particularidade muito importante que é o facto de depender de uma ligação à Internet permanente, já que toda a infra-estrutura está alojada na cloud, sendo o Gestplus Faturação Mobile “apenas” uma forma de aceder à informação. Existe um backoffice que permite, recorrendo a um simples navegador, ter acesso à informação. O modelo de licenciamento é SaaS, o que significa que o utilizador paga uma quantia, periodicamente, para poder utilizar o software, ao contrário do TapInvoice que  funciona no modelo clássico de licenciamento perpétuo. O utilizador paga uma só vez.

 

A aplicação está preparada para imprimir documentos para a impressora Bluetooth Zebra IMZ320, assim como para impressoras compatíveis com o sistema HP ePrint, e envio de documentos por email.

 

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Poderá descarregar a aplicação sem qualquer custo e testar as capacidades da mesma antes de se decidir a optar por um dos dois planos, Micro com valor de 15 Euros / Mês e Profissional pelo valor de 35 Euros / Mês (valores sem IVA). Poderá comparar as funcionalidades de ambos os planos nesta página.

A aplicação está preparada para funcionar quer na horizontal, quer na vertical. A navegação é muito simples e intuitiva, sendo muito rápida a inserção e edição de registos.

 

 

 

Algumas imagens do Gestplus Faturação Mobile:

Ecrã inicial de login

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Ecrã com as funcionalidades da aplicação

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TAPINVOICE-Facturação no iPad

11 08 2013

TAPINVOICE

 

O TapInvoice é uma aplicação de facturação, disponível em exclusivo para a plataforma iPad, desde 2010. Desenvolvido pela empresa portuense PracticalProject, o TapInvoice permite gerir clientes, artigos, stocks, documentos de venda e contas correntes. O custo actual da aplicação é de 4,49 €.

 

Cumpre com a actual legislação em vigor quanto à emissão do ficheiro SAFT (portaria 160/2013 que entrou em vigor em 01/07/2013) e certificação de software. Para além do idioma português, o interface esta disponível nas línguas italiano, espanhol, alemão, inglês e francês. A aplicação não se limita a utilização de empresas sediadas em Portugal, podendo ser utilizada em outros países.

 

Com bastante frequência são disponibilizadas actualizações ao produto, na AppStore, quer para correção de problemas, quer com a implementação de novas funcionalidades.

 

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Características da versão base do TapInvoice:

  • Certificado pela AT/Finanças (nº1562)
  • Emite faturas;
  • Emite recibos;
  • Emite notas de crédito;
  • Emite notas de débito;
  • Emite vendas-a-dinheiro;
  • Integrado com Paypal;
  • Multi moeda;
  • Multi utilizador;
  • Gestão de Stocks (compras, contagens, entradas e saídas);
  • Relatório diário de vendas;
  • Análise anual de vendas;
  • Agregação de vendas por trimestre;
  • Top de vendas por cliente;
  • Múltiplas taxas de I.V.A.;
  • Múltiplos idiomas – Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano e Alemão;
  • Ficheiro de clientes;
  • Morada para fatura e morada para expedir;
  • Um recibo pode pagar mais do que uma fatura;
  • Os recibos podem reconciliar notas de crédito;
  • Possibilidade de consultar as vendas diárias por cliente ou por tipo de documento;
  • Possibilidade de incluir o logótipo (imagem 150px X 100px) da empresa na factura de PDF;
  • Base de dados de produtos , contemplando o código de produto, designação, preço unitário, unidade de movimentação e taxa de imposto por defeito;
  • Possibilidade de configurar o layout do software, para funcionamento em empresas de serviços ou em empresas de produtos, ocultando a coluna de código de artigo;
  • O usuário pode criar um produto designado "horas" e facturar tempo de trabalho a um cliente;
  • Interface que permite escrever diretamente nas linhas da fatura;

 

 

A aplicação funciona totalmente em modo offline, o que significa que não é necessária uma ligação a internet.
No entanto, se tiver um conjunto de lojas esta disponível um mecanismo de backoffice para sincronização de dados através da cloud que permite analisar o negocio de forma integrada, assim como efectuar alteração de registos, como por exemplo,  preços.

 

 

Algumas imagens do TapInvoice:

Após a instalação da aplicação, o utilizador é obrigado a escolher o país onde está sediada a empresa.

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AirPlay no Raspberry Pi

10 08 2013

imageO Raspberry Pi, já abordado neste artigo, tem a capacidade de receber o streaming de vídeo, música e fotografias entre outros recursos multimédia, via AirPlay para um televisor ou monitor. Esta tecnologia, da Apple, permite enviar a partir de um dispositivo Apple, como iPhone e iPad e iPod (consultar dispositivos compatíveis aqui), conteúdos multimédia, como vídeo, fotos e áudio, para outro dispositivo, pela rede, sem cabos.

 

No Raspberry Pi (que em certo modo pode substituir uma Apple TV) é necessário instalar um dos sistemas XBMC, OpenELEC ou RaspBMC, sendo que apenas é necessário activar a funcionalidade AirPlay, em Sistema > Configurações > Serviços.

 

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A partir deste momento, se o dispositivo Apple e a aplicação utilizada o permitir, como a App Youtube, ou Photos por exemplo, basta escolher como destinatário do AirPlay o Raspberry Pi. É necessário que ambos os dispositivos estejam na mesma rede, para que a funcionalidade AirPlay fique disponível. Não é necessária nenhuma configuração adicional.

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Conversor USB-Serial ATEN UC232A (chip PL2303) no OS X Mountain Lion

12 06 2013

A maior parte dos computadores actuais, como portáteis e desktops, não possuem porta série uma vez que esta tecnologia tem vindo a cair em desuso especialmente no que diz respeito à informática de consumo. A tecnologia USB é actualmente o standard de mercado, no entanto nem sempre foi assim. PDAs, impressoras, cameras digitais, modems, entre outros dispositivos, utilizavam conexão série à alguns anos atrás.

 

Excepção feita a computadores POS e servidores onde a porta série ainda não foi completamente posta de lado. Nos POSs esta porta é muito utilizada para ligar periféricos como impressoras de talões, visores de cliente, balanças, leitores de códigos de barras, gavetas, terminais pagamento automático, etc. A porta série é também essencial na configuração inicial de equipamentos de rede como  CISCO, através da porta de consola, máquinas industriais, máquinas de diagnóstico, etc.

 

Existem no mercado diversos fabricantes que disponibilizam conversores USB para porta série. O modelo UC232A da ATEN é um dos mais conhecidos, e é compatível com os sistemas Windows, Linux e Mac OS X.

 

 

A instalação deste modelo em Windows, é um processo trivial. Embora os drivers estejam incluídos no CD que acompanha o conversor, é recomendado descarregar do site do fabricante pois assim tem a certeza que está a instalar a última versão, mitigando possíveis problemas. Nesta página em Resources > Software & Driver encontra os drivers para todos os sistemas compatíveis. O problema é que, no caso do Mac OS X, os drivers disponibilizados pela ATEN são antigos, e não funcionam nas versões mais recentes deste sistema operativo. A Prolific disponibiliza drivers mais recentes nesta página, no entanto não se têm mostrado fiáveis.

 

 

 

Instalação do Conversor USB-SERIAL ATEN UC232A no OS X Mountain Lion

Após ligar o conversor, verificar em System Information, em Hardware > USB, se existe o  “USB-Serial Controller D”. Em caso afirmativo o dispositivo é detectado no sistema.

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Como é possível verificar na linha “Fabricante”, a Prolific Technology Inc é a empresa por detrás da tecnologia existente no dispositivo. A ATEN é uma das empresas que comercializa um dos modelos baseados no chip Prolific PL-2303.

Tal como referi acima, a Profilic disponibiliza nesta página, o driver oficial (neste momento a versão disponível é a v1.5.0), no entanto, por alguma razão, não funciona, pelo menos no meu sistema. Adicionalmente, na mesma página são disponibilizados drivers compatíveis, desenvolvidos por terceiros. Um desses drivers, disponível nesta página, é funcional e é o que aparentemente é o mais utilizado pela sua fiabilidade e taxa de sucesso.

 

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