SAF-T: novo prazo de envio em 2017!

16 01 2017

Fonte: www.sydfact.com

Entre as várias alterações legais impostas pelo orçamento de estado de 2017, está a alteração da data de envio do ficheiro SAF-T.

 

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Até 2016 este ficheiro devia ser submetido obrigatoriamente até dia 25 do mês seguinte ao mês da emissão das faturas. Com a nova alteração, o ficheiro SAF-T passa a ser de envio obrigatório até dia 20 do mês seguinte ao mês da emissão das faturas.

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Prepare-se para a nova estrutura de dados SAF-T (PT)

4 01 2017

Fonte: www.computerworld.com.pt

 

O catálogo de produtos e tipos de serviços utilizados no sistema de facturação tem de ser adaptados para gerar os ficheiros de acordo com as novas normas a partir de 1 de Julho de 2017.

 

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A portaria n.º 302/2016, de 2 de Dezembro, que redefine a estrutura de dados do ficheiro SAF-T (PT), está em vigor desde domingo. A estrutura de dados prevista no diploma tem de ser aplicada a partir de 1 de julho de 2017.

 

Com base nas novas regras, foi necessário “proceder ao ajustamento da estrutura do ficheiro SAF -T (PT) com a criação de taxonomias (…) que permitam a caracterização das contas de acordo com o normativo contabilístico (…) permitindo simplificar o preenchimento dos Anexos A e I da IES”, explica a portaria.

Foram ainda acrescentados “novos campos relativos aos Impostos Especiais de Consumo (IABA, ISP, IT) e aos Impostos Aduaneiros”, assinala a consultora Baker Tilly.

As empresas estão familiarizadas com os ficheiros SAF-T (PT), em utilização há cerca de uma década, e que se tem revelado um instrumento “excelente para a obtenção de informação pelos serviços de inspecção e cuja estrutura de dados tem vindo a ser adaptada em função das alterações de natureza contabilística ou fiscal”, consideram as autoridades fiscais na portaria.

A experiência obrigou agora à renovação da estrutura do ficheiro para permitir “uma completa compreensão e controlo da informação relativa à contabilidade, em virtude da flexibilidade existente na utilização das contas pelas diferentes entidades”, nota o diploma.

Deste modo, segundo  a portaria, o preenchimento do ficheiro SAF-T (PT) terá de ser efectuado com referência às taxonomias constantes dos anexos II e III. Estas taxonomias definem, designadamente, o catálogo de produtos e tipos de serviços utilizados no sistema de facturação que foram objecto de movimentação pela empresa, e os registos movimentados no período de tributação.

A Baker Tilly alerta  que a aplicação daqueles anexos varia consoante os registos efectuados pela empresa durante o período de tributação.

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Software de gestão: a transformação de um produto em serviço e o impacto na Contabilidade

20 12 2016

Um artigo muito interessante sobre a evolução da industria do software de gestão…

 

Fonte: Toconline

 

Artigo na revista Contabilista de Novembro 2016

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Os produtos em DOS:

A grande massificação da utilização do software de gestão empresarial ocorreu nas décadas de 80 e 90, com a banalização da micro informática e a utilização de redes locais com maior fiabilidade, que passaram a permitir o trabalho colaborativo. Os sistemas eram na sua generalidade pouco integrados e os documentos chegavam quase na sua totalidade aos escritórios de contabilidade em papel para serem processados manualmente. Os operadores realizavam quase a totalidade das operações recorrendo apenas ao teclado do computador, a utilização do rato neste tipo de interfaces era quase residual.  

 

 

O aparecimento do Windows:

A primeira grande transformação da forma de trabalho com o software de gestão empresarial surge com a possibilidade de utilização do rato e a mudança do sistema operativo DOS para Windows na década de 90. Esta mudança de sistema operativo tornou possível a utilização de ambientes gráficos de maior resolução, acabando definitivamente com a limitação da conhecida matriz 80×25.

Esta grande transformação, criou uma oportunidade para novas empresas entrarem no mercado com produtos de software de gestão mais apelativos e fáceis utilizar. Os novos produtos, representavam também relatórios impressos de maior qualidade gráfica e um aspeto bastante mais profissional. Alguns dos produtores, com a inércia normal da atividade demoraram a reagir, e perderam terreno, abrindo oportunidades para o aparecimento de novas empresas no mercado.

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Fisco faz novo raide a programas de faturação

27 10 2016

Fonte: www.dinheirovivo.pt

 

A AT voltou ao terreno para inspecionar programas de faturação, tendo anulado as certificações do "CR Mais e WinPlus".

O raide do fisco – denominado “Ação Buffet” – decorreu na terça-feira, abrangeu 1500 estabelecimentos comerciais e culminou na instauração de 100 autos de notícia por utilização de programas de faturação anulados.

 

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Num comunicado emitido esta quinta-feira, o Ministério das Finanças acentua que na sequência destas ações “e, tendo o Ministério Público comunicado à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) que os programas de faturação “CR Mais” e “WinPlus” (certificados n.º 1422 e 1751) se encontravam dotados de um conjunto de funcionalidades concebidas para permitir ao utilizador a eliminação dos registos de vendas e prestações de serviços, foram anuladas as certificações outorgadas pelos referidos programa”.

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XD STARTUP-Review

6 10 2016

 

imageA XD é uma empresa portuguesa, sediada no Porto, com filiais em Espanha e no Brasil, marcando presença no mercado dos PALOP. Desenvolve software de gestão e está focada nos sectores do retalho, restauração e similares, apostando igualmente em outras áreas de negócio (stands, oficinas, empresas de informática e reparações).

Procurando constantemente a inovação, algumas aplicações estão disponíveis para vários sistemas operativos, como Windows, Linux e OS X, Android e iOS.

Ao nível da tecnologia de bases de dados as soluções da XD estão preparadas para utilizar Sqlite, MySQL e MariaDB.

 

Uma das soluções disponibilizadas pela XD é o XD STARTUP, versão gratuita para empresários com faturação trimestral até 7.500€  e máximo de 30.000€ / ano.

Trata-se de uma aplicação monoposto, mono-utilizador e funciona exclusivamente com base de dados local.

Ao nível das funcionalidades não inclui Avenças, Configurador de Documentos, Comissões e Séries de Documentos. Em contrapartida, e em comparação com outras aplicações gratuitas, gere Fornecedores e Compras.

Faça o download do software aqui. Poderá também solicitar a licença, através de preenchimento do formulário. A licença é necessária para a utilização da aplicação em modo “real”. Após o download, a instalação da aplicação é muito simples, até porque instala de forma integrada o motor da base de dados. No assistente de instalação, para utilizadores menos experientes, todas as opções apresentadas não devem ser alteradas.

 

 

 

Passo 1

Após a instalação escolher o idioma da aplicação.

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Passo 2

Escolher o template da empresa.

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Passo 3

Partindo do principio que não existiram alterações às opções presentes no assistente de instalação, é efetuada a conexão com o servidor de base de dados.

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Passo 4

Escolher um utilizador e alterar a password.

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Passo 5

Deve permitir o acesso caso surja uma mensagem da Firewall do Windows.

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Passo 6

Poderá surgir uma outra mensagem relacionada com o facto de o Active Protection não estar ativo, uma vez que a aplicação ainda não está licenciada. Basta fechar este aviso no canto superior direito.

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Assim que a licença for importada, o serviço XD ACTIVE PROTECION ficará ativo por um ano, o que permitirá atualizar a aplicação, quer para receber novas funcionalidades “funcionais” e fiscais, assim como atualizações que incorporam resolução de anomalias e melhorias.

 

Por fim, tem agora acesso ao ambiente de trabalho da aplicação, que de resto é muito agradável e intuitivo.

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Tem uma PME? Não se fique pelos programas de facturação

6 09 2016

Fonte: www.artsoft.pt

 

Muitas vezes as empresas de menor dimensão procuram programas de facturação simples que respondam às suas obrigações legais. Geralmente disponíveis em pacotes e preços acessíveis, estes programas de facturação são também fáceis de utilizar.

Contudo, e independentemente do tamanho da empresa, o gestor deve sempre considerar a hipótese de adquirir um ERP (Enterprise Resource Planning), uma solução que vai além dos programas de facturação, e que pode representar uma vantagem competitiva face à concorrência.

Muitas vezes as empresas de menor dimensão procuram programas de facturação simples que respondam às suas obrigações legais. Geralmente disponíveis em pacotes e preços acessíveis, estes programas de facturação são também fáceis de utilizar.

Contudo, e independentemente do tamanho da empresa, o gestor deve sempre considerar a hipótese de adquirir um ERP (Enterprise Resource Planning), uma solução que vai além dos programas de facturação, e que pode representar uma vantagem competitiva face à concorrência.

 

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“Preços Impossíveis” nas aplicações de faturação

3 09 2016

 

Em determinadas circunstâncias, nas aplicações de faturação e ERPs, o valor total dos documentos de venda pode divergir, em cêntimos, do valor espectável. Esta situação pode ocorrer como resultado de um conjunto de configurações existentes, nomeadamente quando o documento e/ou a série estão configurados para não incluir o IVA.

 

Por norma, em determinados sectores de atividade onde são utilizadas aplicações  de faturação orientadas para ponto de venda (POS), são utilizados preços com IVA incluído como preço de referencia, já que maioritariamente os clientes são “consumidores finais” e é o preço com IVA que é relevante, não existindo para este tipo de clientes grande interesse em conhecer o preço sem IVA. Desta forma, independentemente da taxa de IVA associada ao artigo, o seu PVP é sempre o mesmo. No entanto, em outras áreas de negócio, principalmente quando são utilizadas aplicações de back-office, é muito comum utilizarem-se preços sem IVA incluído. A utilização de um método ou de outro não altera de forma nenhuma o preço dos artigos (na sua ficha), no entanto pode fazer com que o total do documento possa divergir como resultado dos cálculos efetuados pelas aplicações e das configurações existentes.

 

 

Exemplos:

Artigo A

  • PVP = 25,00
  • IVA = 23%
  • Base = 25/1,23 = round(20,325, 2) <=> 20,33
  • PVP = 20,33*1,23 = round(25,005, 2) <=> 25,01

 

Artigo B

  • PVP = 0,88
  • IVA =  23%
  • Base = 0,88/1,23 = round(0,715, 2) <=> 0,72
  • PVP = 0,72*1,23 = round(0,885, 2) <=> 0,89

 

Artigo C

  • PVP = 1,52
  • IVA =  23%
  • Base = 1,52/1,23 = round(1,235, 2) <=> 1,24
  • PVP = 1,24*1,23 = round(1,525, 2) <=> 1,53

 

 

Nos 3 exemplos existe 1 cêntimo de diferença quando se calcula o valor base e multiplica novamente pela taxa de IVA. Por norma esta situação não constitui um erro nem uma anomalia, uma vez que se prende com o método de cálculo do IVA utilizado (Ofício-Circulado 53314, de 09/06/1988 – Direcção de Serviços do IVA). No mesmo sistema, se existir essa funcionalidade, podem existir documentos/séries configurados de uma forma (IVA incluído), por exemplo para utilização num sistema de POS, e outros configurados de outra forma (IVA excluído), para faturação em back-office.

 

 

 

Exemplos práticos (Documento/Série sem IVA incluído):

Primavera Pssst ao facturar um artigo em que o PVP foi definido como 25 Euros, utilizando um documento configurado com a opção “Considerar IVA não incluído” ativada.

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ERP Wintouch, no editor de Vendas do Comercial.

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