Vendus-Software de faturação online

26 05 2017

Desenvolvido pela empresa Nex, o Vendus é uma aplicação de faturação para pontos de venda (POS), online, compatível com várias plataformas, nomeadamente Windows, Linux, macOS, Android e iOS e com vários tipos de dispositivos como tablet, desktop ou smartphone.

Uma vez que o Vendus está alojado na Cloud, apenas necessita de criar uma conta e começar a utilizar. O Vendus poderá ser utilizado em várias áreas de negócio, nomeadamente Retalho, Restauração e similares. Ao contrário de outros sistemas de faturação online, o Vendus apenas tem uma edição, no valor de 10 EUR/mês ou 96 EUR/ano por ponto de venda (valores sem IVA). Não existem limites de documentos ou utilizadores. Simples e “descomplicado”!

 

Software de facturação compatível com Impressora Talões, Tablet, Smartphone, Portátil, Impressora A4 em Windows, Mac, Linux, Android, IOS

 

O facto de ser um sistema na Cloud, faz com que atualizações, cópias de segurança suporte e alocação de recursos de processamento sejam da responsabilidade do fabricante, o que permite custos extremamente baixos e complexidade reduzida para o utilizador já que está tudo incluído na mensalidade. O Vendus é constituído por um Back-Office, onde tem acesso a relatórios, configurações, etc., assim como pelo módulo POS, que através de um interface prático e simplista, permite que as operações de registo de vendas sejam efetuadas de forma simples e muito rápida. O Vendus responde integralmente à legislação portuguesa, sendo um software certificado pela AT (Nº 2230), exporta o ficheiro SAF-T e ficheiro de Inventário de Existências, assim como permite a comunicação de documentos de transporte.

A aplicação é multi-loja, o que significa que está preparado para gerir várias lojas, com caixas, armazéns e configurações diferenciadas. Conseguirá de forma centralizada e integrada ter acesso a todos os dados, nomeadamente valores de vendas por loja, stocks por loja, etc..

 

POS Restaurante

 

Comparando com outras aplicações de faturação existentes na Cloud, o Vendus destaca-se por estar mais orientado para o ponto de venda, sendo que a sua grande vantagem face a outros concorrentes, para além do seu custo reduzido e de não ter limite de faturação, é a sua versatilidade. A tecnologia utilizada no desenvolvimento deste sistema permite que ele possa evoluir no tempo e não ficar “agarrado” a tecnologias descontinuadas e limitadas. Um dos concorrentes diretos do Vendus é o Wintouch Cloud (assente em tecnologia Microsoft Silverlight), também orientado para o Retalho e Restauração. Para além de ter custos superiores e limites de faturação em vários planos, não possui aplicações para dispositivos móveis o que faz com que não o consiga levar “no bolso”.

 

 

 

Algumas imagens do Vendus a ser executado em Windows:

Wizard de configuração inicial

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Configurações

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Ambiente do POS em modo Retalho

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Ambiente do POS em modo Restauração (em ecrã completo)

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Possibilidade de edição da quantidade, preço, IVA e desconto, em cada linha de artigo que está a ser faturada

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Exemplo de uma fatura electrónica em formato PDF (com o certificado digital que garante que este documento tem validade fiscal, ao abrigo da legislação atual)

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XD STARTUP-Review

6 10 2016

 

imageA XD é uma empresa portuguesa, sediada no Porto, com filiais em Espanha e no Brasil, marcando presença no mercado dos PALOP. Desenvolve software de gestão e está focada nos sectores do retalho, restauração e similares, apostando igualmente em outras áreas de negócio (stands, oficinas, empresas de informática e reparações).

Procurando constantemente a inovação, algumas aplicações estão disponíveis para vários sistemas operativos, como Windows, Linux e OS X, Android e iOS.

Ao nível da tecnologia de bases de dados as soluções da XD estão preparadas para utilizar Sqlite, MySQL e MariaDB.

 

Uma das soluções disponibilizadas pela XD é o XD STARTUP, versão gratuita para empresários com faturação trimestral até 7.500€  e máximo de 30.000€ / ano.

Trata-se de uma aplicação monoposto, mono-utilizador e funciona exclusivamente com base de dados local.

Ao nível das funcionalidades não inclui Avenças, Configurador de Documentos, Comissões e Séries de Documentos. Em contrapartida, e em comparação com outras aplicações gratuitas, gere Fornecedores e Compras.

Faça o download do software aqui. Poderá também solicitar a licença, através de preenchimento do formulário. A licença é necessária para a utilização da aplicação em modo “real”. Após o download, a instalação da aplicação é muito simples, até porque instala de forma integrada o motor da base de dados. No assistente de instalação, para utilizadores menos experientes, todas as opções apresentadas não devem ser alteradas.

 

 

 

Passo 1

Após a instalação escolher o idioma da aplicação.

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Passo 2

Escolher o template da empresa.

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Passo 3

Partindo do principio que não existiram alterações às opções presentes no assistente de instalação, é efetuada a conexão com o servidor de base de dados.

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Passo 4

Escolher um utilizador e alterar a password.

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Passo 5

Deve permitir o acesso caso surja uma mensagem da Firewall do Windows.

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Passo 6

Poderá surgir uma outra mensagem relacionada com o facto de o Active Protection não estar ativo, uma vez que a aplicação ainda não está licenciada. Basta fechar este aviso no canto superior direito.

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Assim que a licença for importada, o serviço XD ACTIVE PROTECION ficará ativo por um ano, o que permitirá atualizar a aplicação, quer para receber novas funcionalidades “funcionais” e fiscais, assim como atualizações que incorporam resolução de anomalias e melhorias.

 

Por fim, tem agora acesso ao ambiente de trabalho da aplicação, que de resto é muito agradável e intuitivo.

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“Preços Impossíveis” nas aplicações de faturação

3 09 2016

 

Em determinadas circunstâncias, nas aplicações de faturação e ERPs, o valor total dos documentos de venda pode divergir, em cêntimos, do valor espectável. Esta situação pode ocorrer como resultado de um conjunto de configurações existentes, nomeadamente quando o documento e/ou a série estão configurados para não incluir o IVA.

 

Por norma, em determinados sectores de atividade onde são utilizadas aplicações  de faturação orientadas para ponto de venda (POS), são utilizados preços com IVA incluído como preço de referencia, já que maioritariamente os clientes são “consumidores finais” e é o preço com IVA que é relevante, não existindo para este tipo de clientes grande interesse em conhecer o preço sem IVA. Desta forma, independentemente da taxa de IVA associada ao artigo, o seu PVP é sempre o mesmo. No entanto, em outras áreas de negócio, principalmente quando são utilizadas aplicações de back-office, é muito comum utilizarem-se preços sem IVA incluído. A utilização de um método ou de outro não altera de forma nenhuma o preço dos artigos (na sua ficha), no entanto pode fazer com que o total do documento possa divergir como resultado dos cálculos efetuados pelas aplicações e das configurações existentes.

 

 

Exemplos:

Artigo A

  • PVP = 25,00
  • IVA = 23%
  • Base = 25/1,23 = round(20,325, 2) <=> 20,33
  • PVP = 20,33*1,23 = round(25,005, 2) <=> 25,01

 

Artigo B

  • PVP = 0,88
  • IVA =  23%
  • Base = 0,88/1,23 = round(0,715, 2) <=> 0,72
  • PVP = 0,72*1,23 = round(0,885, 2) <=> 0,89

 

Artigo C

  • PVP = 1,52
  • IVA =  23%
  • Base = 1,52/1,23 = round(1,235, 2) <=> 1,24
  • PVP = 1,24*1,23 = round(1,525, 2) <=> 1,53

 

 

Nos 3 exemplos existe 1 cêntimo de diferença quando se calcula o valor base e multiplica novamente pela taxa de IVA. Por norma esta situação não constitui um erro nem uma anomalia, uma vez que se prende com o método de cálculo do IVA utilizado (Ofício-Circulado 53314, de 09/06/1988 – Direcção de Serviços do IVA). No mesmo sistema, se existir essa funcionalidade, podem existir documentos/séries configurados de uma forma (IVA incluído), por exemplo para utilização num sistema de POS, e outros configurados de outra forma (IVA excluído), para faturação em back-office.

 

 

 

Exemplos práticos (Documento/Série sem IVA incluído):

Primavera Pssst ao facturar um artigo em que o PVP foi definido como 25 Euros, utilizando um documento configurado com a opção “Considerar IVA não incluído” ativada.

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ERP Wintouch, no editor de Vendas do Comercial.

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PingWin-Hotel

11 07 2016

O PingWin, desenvolvido pelo GrupoPIE, pode assumir diversas “personalidades”, conforme a área de negócio e respetivas especificidades onde a aplicação está a ser utilizada (sapatarias, talhos, mini mercados, etc.). Uma dessas personalidades é a “Hotel” que permite que a aplicação possa tratar as especificidades deste sector, nomeadamente a gestão de reservas, processos de check-in e check-out, tabelas de preços, exportação de dados para o SEF, etc..

 

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Esta aplicação está direcionada para unidades hoteleiras de pequena dimensão. Uma das suas vantagens reside na simplicidade  e rapidez da implementação, assim como no facto de a curva de aprendizagem ser baixa, o que permite por norma custos mais reduzidos neste tipo de projetos de implementação.

Baseado no prestigiado e reconhecido WinRest, a aplicação poderá ser utilizada recorrendo exclusivamente interface touchscreen, muito comum nos sistemas POS. Outra das vantagens são os baixos requisitos de processamento, assim como a compatibilidade do PingWin com vários sistemas operativos.

 

 

Download de versão de Demonstração do PingWin

(password: invisibleflamelight.wordpress.com)

 

 

Página do Produto:

http://www.grupopie.com/hotelaria/#

 

 

Algumas imagens do PingWin Hotel

Ecrã inicial

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Acerca de

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Selecção de Personalidades

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Tabela de Quartos

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Registo de reserva

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Impressão de Reserva

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Resumo de disponibilidades

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IVA da Restauração-Alteração em 01/07/2016

22 06 2016

Este artigo tem como objetivo reunir informação diversa relativamente à alteração do IVA da Restauração, que vai entrar em vigor em 01/07/2016.

 

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Última edição do artigo: 04/07/2016

 

 

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Fonte: Gestão de Restaurantes

Infografia – O que precisa saber sobre o novo IVA da Restauração

Tags Infografia, Inovação, IVA Restauração, Negócio, Restaurante, Software Faturação, Taxa de IVA21 Junho, 2016   

O Orçamento do Estado para 2016 introduziu uma redução da taxa de IVA na restauração de 23% para 13%, com entrada em vigor a 1 de julho de 2016. O seu restaurante já está preparado para cumprir com a nova legislação e tirar o máximo partido desta alteração?
Nesta infografia, veja tudo o que precisa saber para responder às alterações do IVA da Restauração!

 

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Para além de saber o que muda, é muito importante garantir que o seu software de faturação também está pronto para refletir estas alterações. Sabia que há soluções que garantem o acompanhamento automático das alterações legais e fiscais?

 

 

 

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Orçamento de Estado para 2016 (OE2016)–Alterações no IVA

10 05 2016

 

Fonte: www.oje.pt

Limitação das bebidas na taxa de IVA da restauração: 13 ou 23%?

Limitação das bebidas na taxa de 13% aplicável à restauração não se aplica ao take away e às entregas ao domicílio.

A proposta do Orçamento do Estado para 2016 reintroduz a aplicação da taxa de 13% aos serviços de alimentação e bebidas. Contudo, por constrangimentos orçamentais, o Governo acabou por ter que limitar a sua proposta, mantendo a aplicação da taxa normal às bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras substâncias, quando servidas em restaurantes ou estabelecimentos similares.

Simultaneamente, propõe o Governo fazer regressar à taxa de 13% o usualmente denominado “take away” e as entregas de refeições ao domicílio.

IVA-na-restauração

Sucede que nestes últimos casos não se exceciona a aplicação da taxa às bebidas, pelo que, sendo a proposta aprovada nestes termos, se um consumidor consumir uma pizza e um refrigerante num restaurante terá que suportar IVA a 13% na pizza e a 23% no refrigerante, mas, se os levar para casa, suportará 13% de IVA sobre o conjunto.

Admitimos que se trate de um lapso, ainda a tempo de ser corrigido. Ainda assim, ilustra bem a complexidade que se irá introduzir na aplicação desta solução à área da restauração, com inúmeras situações que, por certo, escapam neste momento à conceção do legislador.

 

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Produtos Fitofarmacêuticos-Registo da venda

22 04 2016

A legislação atual, nomeadamente a Lei 26/2013 obriga a uma série de requisitos relacionados com as atividades de distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêutico (fitofármacos).

 

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Em concreto, o artigo Artigo 1 especifica o seguinte:

“…
Registos da venda
1 — Nos estabelecimentos de venda, o vendedor dos produtos fitofarmacêuticos deve registar, incluindo no documento comprovativo de venda, o número de autorização de exercício de atividade, a data, o nome do comprador, o nome comercial e o número de autorização de venda do produto, as respetivas quantidades e os lotes e, se for o caso, o número de identificação do aplicador especializado.
…”

 

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