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7 12 2016

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Entrevista a Sérgio Sereno da PrimaveraBSS

20 02 2018

Entrevista a Sérgio Sereno, Technical Manager da PrimaveraBSS.

 

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Carlos Moreira – Sérgio, o que fazes atualmente na Primavera e em que sentido participas na construção do produto que chega até ao cliente final?

Sérgio Sereno – Atualmente desempenho as funções de Technical Manager, onde estou responsável pela coordenação da equipa que está a construir a nova oferta do ERP da PRIMAVERA para a cloud.

 

 

CM – Sentes que a Cloud ainda continua a ser temida e ter pouca atenção por parte das organizações devido a questões relacionadas com a privacidade?

SS – Penso que o problema de adoção de soluções cloud nativas por parte das medias e grandes organizações está por um lado no receio dos dados ficarem de certa forma mais expostos e fora do controlo. Obviamente que isto e a perceção que temos, pois estando toda a informação dentro de portas existem mais riscos do que na cloud, isto porque muitas organizações não tem tão boas soluções de redundância, backup e controlo de intrusão como uma plataforma como Microsoft Azure, Amazon ou Google Cloud tem. Por outro lado porque existe muito investimento já feito hoje em hardware e software que é necessário rentabilizar, sendo que a troca do software nativo por cloud irá acontecer naturalmente quando se colocar a renovação das infraestruturas.

 

 

CM – Com a tecnologia a evoluir a um ritmo alucinante, como imaginas que será o software ERP daqui por 10 anos e em que sentido tecnologias como a Inteligência Artificial, IoT, Cloud, Mobile, Blockchain e Social Business podem contribuir para a sua evolução?

SS – Penso que passaremos de um modelo passive para um pró-activo. Isto é, hoje temos muito informação nos sistemas de informação que nos ajudam a extrair informação sobre o passado da empresa, o chamado histórico. No futuro vamos ter modelos que vão aprender com as ações dos utilizadores e os vão alertar para as consequências e impactos de decisões tomadas hoje terão no futuro, aos mesmo tempo que propõe soluções.

 

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CM – Portugal estará certamente na linha da frente no que diz respeito à legislação que as aplicações de faturação e os ERPs têm que cumprir e dar resposta. Achas que o futuro passará por ser a própria Autoridade Tributária e outros organismos estatais a criar e fornecer as ferramentas necessárias às organizações, passando o software de gestão desenvolvido pelos fabricantes tradicionais a ser visto como opcional?

SS – Não. Acho que caminhamos para um modelo colaborativo, onde os ERP’s dos vários fabricantes podem consumir e alimentar diretamente serviços que a própria AT irá disponibilizar.

 

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BQ Witbox Go!–Análise

13 02 2018

A BQ, experiente na área de impressão 3D, anunciou há alguns meses a nova impressora Witbox Go!. Esta impressora, que chegou recentemente ao mercado, promete simplificar esta tecnologia elevando a experiencia de utilização a outro patamar. A BQ enviou-me uma Witbox Go!, completamente nova, para ser analisada no Blog. Agradeço à BQ e à Sandra Coelho do departamento de Marketing.

 

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O que acrescenta esta nova impressora ao mercado? Bem, muitas coisas. A começar pelo seu design extremamente apelativo com traços minimalistas. Nada de cabos à vista, ventoinhas, parafusos, transformadores, motores e correias. Esta impressora é muito atraente. Apenas tem um botão e um led que muda de cor conforme a operação que está em curso. Encaixa bem em qualquer sala de estar ou escritório transmitindo uma imagem moderna e inovadora. Prova do seu design é o premio internacional de design Red Dot, que lhe foi atribuído.

 

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Facilmente se perceberá, até porque a BQ tem outras impressoras disponíveis no mercado, que a Witbox Go! é uma impressora focada num determinado segmento de mercado e não entra em guerra direta com outros modelos orientados para outro tipo de utilizadores. A BQ Witbox Go! não é de todo focada no universo de makers. Esta impressora é fechada a modificações e por isso foca-se essencialmente a quem privilegia o design, a simplicidade de utilização e não se incomoda com as suas características e limitações.

 

Esta impressora provavelmente será uma das impressoras mais simples que atualmente existirá no mercado. Vem completamente montada e o objetivo é que em poucos minutos o utilizador possa começar a imprimir sem grandes complicações.

 

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A Witbox Go! é pequena e leve, pesando apenas 5 Kg. Incorpora Android como sistema operativo/firmware, o que permitiu à BQ melhorar e simplificar a experiencia de utilização. As novidades não se ficam por aqui. A impressora liga-se à rede domestica, via WiFi e possui tecnologia NFC para identificar as bobinas que são colocadas na impressora e a quantidade de filamento disponível. Tudo, claro está, para facilitar a sua utilização. Apesar de não encontrar evidenciado no site da BQ, a impressora também tem um interface Bluetooth que, pelo que pude perceber, é utilizado apenas para a configuração inicial da impressora, através de um smartphone ou tablet com Android, quando esta ainda não está ligada à rede Wi-Fi.

 

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Embalamento e conteúdo da caixa

O embalamento da impressora é exemplar sendo notória a atenção que a BQ dedica a esta questão. É fácil retirar a impressora e os acessórios da caixa. A impressora vem devidamente protegida, com o modo de transporte ativado, para evitar problemas durante o transporte. Na caixa tudo está no no seu devido lugar. Juntamente com a máquina e plataforma de impressão vem um cabo USB para ligar a impressora ao computador, uma bobina de filamento, um modelo 3D exemplo (um barco que é utilizado como benchmark), um guia de iniciação, documentação sobre a garantia, uma espátula e um adaptador para tomadas dos EUA. O processo inverso, de colocar a impressora e todos os restantes itens dentro da caixa, também é muito simples e rápido, sendo necessário previamente voltar a colocar a impressora no modo de transporte. Neste modo a plataforma sobe totalmente e por baixo dela é colocada a caixa que contém tudo o resto.

 

 

 

Software – Instalação, inicialização da impressora e utilização

A BQ produziu internamente uma aplicação, denominada de Zetup, para Windows, Linux e Android. Não existe, pelo menos por agora, aplicação para iOS, o que dificulta a vida a quem utilizar equipamentos Apple, que é o meu caso. Como não tenho nenhum equipamento com Android, comecei inicialmente por utilizar o Windows. A experiencia com o software não foi das melhores, principalmente em Windows e Linux. Isso explica o porquê de ter imprimido vários barquinhos iguais, que é possível ver nas várias imagens deste artigo. Nas primeiras horas, sem ter a possibilidade de enviar para a impressora novos modelos, apenas conseguia imprimir o barco, já que este é o único modelo que vem na memória da impressora.

 

Após descarregar o Zetup do site da BQ, o processo de instalação não foi pacifico já que o instalador não passava dos 88%, mesmo após aguardar bastante tempo. Repeti o processo mais de uma vez e, por mais tempo que esperasse, não era concluído. Para tentar ultrapassar, tentei alguns procedimentos como executar o instalador com outro utilizador do Windows, renomear a pasta criada pelo instalador, executar o instalador “como Administrador”, alterar permissões na pasta. Não sei exatamente qual era o problema, mas após tentar novamente, o instalador acabou por avançar até aos 100%. Problemas resolvidos … pensava eu :) Posteriormente, após executar a aplicação foi mostrado o assistente que permite configurar a impressora para posteriormente adicionar a mesma à rede WiFi. Este assistente necessita que exista uma conexão por cabo USB, com a impressora. Aqui também não correu muito bem. A impressora não era detetada no Windows. O gestor de dispositivos mostrava um dispositivo com problemas. Não culpando o software da BQ, até porque muitas das vezes o problema está na instabilidade e especificações do sistema do utilizador (no meu caso utilizo Windows 7 que para além de não estar inicialmente atualizado ao máximo estava algo instável derivado da instalação ter vários anos), a impressora acabou de ser detetada após instalar os drivers ADB (que também estão disponíveis no site da BQ) e o “habitual“ ligar e desligar o equipamento, trocar de porta USB, etc.. Não sei se era obrigatório instalar os drivers ou se era suposto o software Zetup tratar deste passo. O que é certo é que mais este problema foi ultrapassado. A impressora passou a ser detetada via cabo USB.

 

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Autenticação através das veias da palma da mão chega em breve ao Windows 10 Pro

10 02 2018

Resultado de imagem para fujitsu palmsecureDepois de a autenticação biométrica através da impressão digital e do rosto se terem massificado em vários dispositivos de vários fabricantes, a tecnologia PalmSecure, da Fujitsu, vai dar mais um passo em frente após a Microsoft e a Fujitsu terem criado uma parceria que vai permitir que os utilizadores do Windows 10 Pro possam passar a autenticar-se através da leitura do desenho das veias da palma da mão. Esta tecnologia de autenticação contactless  existe há vários anos e está presente em alguns equipamentos de gama empresarial onde a segurança é um fator primordial.

  

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Fonte: tek.sapo.pt

A parceria entre a Microsoft e a Fujitsu significa que os utilizadores do Windows 10 Pro vão poder usar a tecnologia PalmSecure para aceder aos seus computadores com o Windows Hello.

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O sistema de autenticação PalmSecure recorre a tecnologia de segurança biométrica que captura a imagem do desenho das veias da palma da mão através do reflexo da emissão de ondas de frequência curta. Uma vez que a hemoglobina desoxidada do sangue absorve parte das ondas emitidas é possível reduzir o rácio de reflexo e fazer com que as veias apareçam sob forma de padrão numa imagem capturada.

Como os padrões das veias são únicos e têm caraterísticas detalhadas, é comparado com um padrão pré-registado para autenticar o indivíduo.

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Business Intelligence no SQL Server

7 02 2018

Do autor Alberto Magalhães, este livro da Editora FCA é uma introdução do Business Intelligence no SQL Server.

Gostaria de ganhar este livro? Juntamente com a FCA, o Blog tem um livro para oferecer. Consulte as regras do passatempo no final deste artigo.

 

“O recurso mais valioso do mundo já não é petróleo, mas dados“

 

 Fonte: FCA.PT

No mundo dos negócios, as bases de dados, por si só, não são a ferramenta ideal como suporte à tomada de decisões, sejam estas táticas, estratégicas ou operacionais. Todas as decisões necessitam dos dados certos, à hora certa e no formato certo. Ao processo de preparação, interpretação e apresentação desses dados dá-se o nome de Business Intelligence e o SQL Server é uma das tecnologias que permite, através de um vasto conjunto de ferramentas que o compõem, o desenvolvimento e o suporte de aplicações ao Business Intelligence.

 

Capa Business Intelligence no SQL Server_22.20 euros

  
Longe de ser um manual exaustivo, este livro é uma introdução ao Business Intelligence no SQL Server. Baseado na versão mais recente do SQL Server, a 2016, apresenta um conjunto de ferramentas tecnológicas da Microsoft que permitem transformar grandes quantidades de dados brutos em informação útil para a tomada de decisões estratégicas.

  
Trata-se, assim, de uma obra fundamental para todos aqueles que estejam a iniciar-se no Business Intelligence, especialmente através do Analysis Services do SQL Server, e também para quem já tenha conhecimentos de Business Intelligence, mas queira aprender a utilizar as ferramentas oferecidas pelo SQL Server e necessite de um guia para o fazer.

 

  

O que pode encontrar neste livro?

  • Uma introdução e visão geral acerca do Data Warehouse;
  • O Analysis Services como uma ferramenta de processamento de dados e subsequente análise;
  • A modelação e análise de dados feita através de programas externos como o Excel, o Power View e o Power BI;
  • O Data Analysis Expressions (DAX) como linguagem de fórmulas que permite a criação de cálculos básicos para resolver problemas de análise de dados;
  • O Integration Services como ferramenta de extração e transformação de dados;
  • O Reporting Services como gerador de relatórios.

 

 

PUBLICO ALVO

  • Iniciantes no estudo de Business Intelligence;
  • Profissionais com conhecimento de Business Intelligence que queiram usar as ferramentas do SQL Server.

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Apple Watch – Bracelete de elos

3 02 2018

imageO Apple Watch é um relógio fantástico, não só por toda a tecnologia que incorpora, mas também pelas várias possibilidades de personalização que permitem alterar o seu visual, de mais desportivo a mais clássico, em poucos segundos. A combinação entre mostradores e braceletes permite ter um relógio diferente todos os dias.

 

A Apple dispõe de uma oferta muito alargada de braceletes, ao nível das cores, formatos e materiais. A mais barata, de tecido de nylon, tem o custo de 59 EUR e as mais caras, de elos,  custam 509 e 609 EUR, conforme a cor escolhida. Não questionando a qualidade e a sofisticação das mesmas, pagar mais de 500 EUR por uma bracelete, mais até que o preço do próprio relógio, leva certamente os utilizadores a pensar 2 vezes.

 

Pela sua sofisticação, design, e por fazer aproximar um smartwatch a um relógio “normal”, a bracelete de elos é objeto de desejo para muitos possuidores do relógio da Apple. Felizmente muitos outros fabricantes têm vindo a criar braceletes diferentes e também imitações das originais, sendo certamente as braceletes de elos uma das imitações mais difíceis de conseguir, pelo menos com qualidade aceitável. Afinal não é por acaso que estas braceletes custam mais de 500 Euros.

 

Para apertar a bracelete de elos, aproxime as extremidades com as dobradiças até ficarem fixas.

 

Construída com liga de aço inoxidável, uma bracelete de elos (original) tem mais de 100 componentes e durante o seu processo de fabrico, segundo a Apple, são necessárias mais de 9 horas apenas para cortar os elos de forma extremamente precisa. Esta bracelete conta ainda com um fecho em borboleta e com um mecanismo, presente em alguns elos, que permite adicionar ou remover os mesmos sem recorrer a qualquer relojoaria ou a qualquer ferramenta especial. Se tiver um pulso muito largo, que exceda os 205 mm, a Apple disponibiliza ainda um pack de 6 elos que aumentam em 40 mm esta bracelete.

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Impressão 3D – Uma revolução tão grande como foi a Internet

2 02 2018

Excelente artigo do jornalista Edgar Caetano, do jornal electrónico Observador, sobre Impressão 3D e o impacto que esta tecnologia tem e que se estima que virá a ter na industria, economia e na nossa sociedade. Este artigo é um excelente overview sobre esta tecnologia, de onde destaco:

 

“… o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia …”

“… podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países …”.

 

 

Fonte: observador.pt

O investimento em impressão 3D está a crescer ao triplo da velocidade da produção tradicional na indústria. A "revolução" está a chegar, garantem especialistas citados num relatório do banco ING.

Daqui a menos de 20 anos, um em cada dois produtos industriais será impresso em 3D. Isto diz-lhe pouco? Pois: “quando a Internet foi inventada, poucas pessoas imaginaram o impacto enorme que ela teria na forma como vivemos e trabalhamos. A impressão 3D pode ser uma repetição da História“. A frase é de um economista do banco holandês ING que elaborou um relatório aprofundado sobre a impressão 3D e sobre as últimas inovações nesta área, capazes de levar esta tecnologia da “infância” atual para uma revolução comparável à Internet. Uma preocupação fundamental do relatório é a seguinte: quando tudo for impresso em 3D, localmente, o que é que vai ser do comércio entre os países ou, por outras palavras, com que é que se vai encher os navios-contentores?

 

 

Em entrevista por telefone com o Observador, Raoul Leering, economista do ING especializado em comércio internacional e autor do relatório, afirma que com a impressão 3D podem evaporar-se até 40% das trocas comerciais entre os países — não só as que viajam em navios-contentores mas por qualquer outra via. Se a impressão 3D evoluir tão rapidamente quanto se prevê no estudo, quase metade dos produtos irá deixar de ser fabricada num país e, depois, viajar até mais perto do consumidor final. Vão passar a ser impressos muito mais perto do local onde vão ser consumidos — desde peças de automóveis até comida, passando por roupa e calçado, próteses de ossos ou, mesmo, órgãos internos.

Imagine o seguinte cenário, muito simples: o leitor comprou um smartphone novo e precisou de uma capa protetora. Foi a um centro comercial, a uma retalhista ligada à tecnologia e escolheu uma capa que lhe pareceu ser robusta e com um design de que gostou, embora não tenha sido concebida a pensar em si. Alguém que nunca irá conhecer na vida desenhou aquela capa com o objetivo de atrair o maior número de pessoas, investiu-se na criação de um molde, o produto foi fabricado aos milhares, no modelo tradicional, num qualquer país longínquo, e aquele modelo viajou até à sua mão (e, também, até à mão do cliente seguinte, que também gostou daquela capa).

Num modelo clássico de economia linear, vai andar com a capa protetora até ela se estragar ou até se fartar dela, e aí o processo volta ao início. Num futuro em que a impressão 3D é dominante, as coisas vão mudar.

Com a impressão 3D, em vez de ir à loja (física ou online) e escolher uma capa entre aquelas de que há stock, a única coisa de que precisa é de um ficheiro que pode encontrar nas dezenas de sites que já existem de modelos para impressão 3D, como o Thingiverse.com, e fazer o mesmo que faz quando quer imprimir um conjunto de fotografias: vai ao mesmo centro comercial mas em vez de escolher uma capa entre o stock disponível, dirige-se a uma loja onde a sua capa favorita pode ser impressa em poucas horas. Melhor: com o crescimento deste mercado e das apps associadas, não será preciso um curso de engenharia para saber criar uma capa ao seu gosto ou, pelo menos, fazer adaptações personalizadas que vão torná-la verdadeiramente única.

E até poderá nem precisar de sair de casa para receber aquela capa. Nos últimos anos, impressoras 3D que não custam mais do que algumas centenas de euros passaram a poder ser compradas lá para casa, já com alguma capacidade para criar produtos com qualidade razoável. Contudo, não será tanto por aí, para já, segundo o diretor-geral da HP Portugal, uma das empresas mais conhecidas na área das impressoras não só industriais mas, também, domésticas. Para José Correia, o modelo dos service providers, os prestadores de serviço como a impressão de fotografias, é o que faz mais sentido no curto prazo e no paradigma de consumo que hoje existe, diferente de há algumas décadas, em que mais se contrata serviços do que se compra produtos.

 

 

Apesar de a tecnologia já existir há várias décadas, nos últimos anos têm-se registado várias inovações técnicas e uma multiplicação do investimento neste segmento, um indicador de que a tecnologia está finalmente a dar “o salto”. “A impressão 3D ainda está na infância, pelo que ainda tem um impacto pequeno no comércio internacional, mas isto vai mudar quando a impressão 3D de alta velocidade fizer com que passe a ser viável a produção em grande escala com impressoras 3D“, afirma Raoul Leering, acrescentando que esse momento está iminente: “os primeiros passos técnicos já foram dados”.

Numa apresentação a um grupo de jornalistas, em Oeiras, na semana passada, o diretor-geral da HP Portugal afirmou que “dificilmente conseguimos imaginar, nos dias de hoje, uma tecnologia que vá ter uma repercussão tão grande na economia e na indústria de produção como a impressão 3D”. “Vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, afirmou José Correia, no dia em que celebrou uma parceria com uma empresa da Marinha Grande — a 3D Ever — para ser o primeiro revendedor autorizado da gama de impressoras 3D industriais da HP, a tecnologia MultiJet Fusion.

“A HP está atenta ao mercado da impressão 3D há muito tempo”, assinalou José Correia. Mas, reconhece o diretor-geral da HP Portugal, “demorámos algum tempo porque acreditámos que a tecnologia que existia naquele momento não era a tecnologia que nós víamos para desenvolver esta área”. Isso está agora a mudar, e a HP Portugal tem vindo a apresentar vários modelos de impressoras 3D que vão ajudar a trilhar o caminho até a uma maior massificação deste modo de produção revolucionário. Isso passa não só pelas máquinas mas, também, pelos materiais cada vez mais polivalentes e acessíveis.

 

Materiais mais polivalentes, mais resistentes e mais baratos. E técnicas de impressão cada vez mais sofisticadas, incluindo de peças móveis. FOTO: Edgar Caetano/OBSERVADOR

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AS MÁQUINAS DE IMPRESSÃO 3D DA HP CHEGARAM FINALMENTE A PORTUGAL

26 01 2018

Fonte: FUTURE BEHIND

RUI DA ROCHA FERREIRA – JANEIRO 23, 2018

 

A intenção de entrar no mercado da impressão 3D foi assinalada pela primeira vez em 2014, pela voz da diretora executiva, Meg Whitman. Mas foi preciso esperar dois anos para ver materializada a estratégia da Hewlett-Packard relativamente à impressão 3D. A expectativa sempre foi muito grande: no final de contas estamos a falar de uma das empresas com maior tradição e volume de vendas no sector da impressão.

 

 

Provavelmente os consumidores gostariam de ver uma marca conhecida a criar um produto numa área que nos últimos anos mostrou potencial. Acontece que a HP disse logo à partida que este não seria o seu jogo – a tecnológica iria focar-se no mercado empresarial e seria nesse domínio no qual tentaria acrescentar valor.

Agora a aposta da HP neste segmento está finalmente disponível em Portugal – a tecnológica anunciou hoje, 23 de janeiro, o seu primeiro revendedor oficial para o mercado português. A empresa 3D Ever tem disponíveis os três modelos de impressoras 3D da HP – as Jet Fusion 3D 3200, 4200 e 4210.

A gestora de produto da 3D Ever, Carina Ramos, confirmou que em Portugal já foram vendidas três impressoras 3D da HP, mas os equipamentos ainda não foram instalados e por isso não estão ativas. Segundo a responsável do parceiro de canal da HP, demora cerca de 30 dias entre o processo de contactar a empresa, fazer os primeiros testes, avançar para a compra e para a posterior instalação da impressora.

“Dificilmente conseguimos imaginar hoje em dia uma tecnologia que vai ter uma repercussão tão grande na indústria da produção. A impressão 3D vai ser um dos grandes impulsionadores da quarta revolução industrial”, salientou em conferência o diretor-geral da HP Portugal, José Correia.

“A HP está atenta à tecnologia 3D há muito tempo. Demorámos algum tempo porque acreditávamos que a tecnologia que existia não era a tecnologia com a qual nos víamos a desenvolver toda esta área”, reforçou o executivo.

A responsável de canal da HP para a Península Ibérica no segmento da impressão 3D, Inma Vazquez, admitiu que este ainda é um mercado de pouco volume, mas é um mercado que pode ajudar a tecnológica a fincar pé no sector da produção e da manufatura, que a nível global está avaliado em 12 biliões de dólares.

“O nosso objetivo é chegar à manufatura, à produção de peças de plástico”, defendeu Inma Vazquez.

 

Exemplo de um modelo de um coração impresso a três dimensões e que pode ajudar os médicos a prepararem melhor as suas operações. #Crédito: Future Behind

 

Atualmente as impressoras 3D da HP só imprimem em plástico, plástico esse que pode ter diferentes propriedades mediante a adição de componentes com propriedades específicas ao material de impressão. No entanto foi revelado que ainda este ano a gigante norte-americana vai anunciar uma impressora 3D capaz de imprimir metal.

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