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7 12 2016

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NOWO-Novo tarifário pré-pago de 5 Euros

19 07 2018

De todas as operadoras de telecomunicações presentes em Portugal a NOWO (lê-se “novo”) será certamente a menos conhecida. Não só por ter uma oferta e uma quota de mercado menores, mas também por ter uma área de abrangência mais reduzida, quando comparada com a MEO, Vodafone e NOS. Nascida da Cabovisão, a NOWO existe desde 2016 e oferece os serviços de Televisão, Internet, Voz e Móvel.

 

Recentemente a NOWO deu a conhecer novos serviços de comunicações móveis, mais concretamente tarifários pré e pós-pagos, que podem ser subscritos por clientes que não tenham aderido a nenhum outro serviço da NOWO.

 

A campanha publicitária, que tem o Nilton como protagonista, destaca o valor da mensalidade do serviço móvel. É sem dúvida um valor bastante interessante face ao que toda a concorrência oferece, nomeadamente a MEO, Vodafone e NOS, mas também os operadores low cost como a UZO, Lycamobile, Phone-ix, entre outros.

 

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Muitas pessoas não necessitam de pacotes de telecomunicações com muitas comunicações incluídas nem muito complexos. Privilegiam o facto de não existirem fidelizações, contratos, carregamentos obrigatórios, e sobretudo a simplicidade de saberem que pagam sempre o mesmo valor se telefonarem ou enviarem um SMS para qualquer rede, e em qualquer dia e hora da semana. Por outro lado, não valorizam muito a conectividade à Internet e têm como objetivo pagar o mínimo possível, porque na realidade, não fazem muitas chamadas.

 

Qualquer um dos vários operadores em Portugal disponibiliza estes tarifários simplificados, sendo que a UZO, que é um Operador Móvel Virtual (MVNO) que utiliza a  que infra-estrutura  da MEO, ganha, na minha opinião, vantagem sobre os restantes.

 

Um dos novos tarifários da NOWO é o pré-pago de 5 EUR por mês que inclui 250 MB de dados e 500 minutos/SMS para qualquer rede nacional. Bastante interessante tendo em conta que por exemplo na UZO o carregamento mínimo de 7,5 EUR permite efetuar comunicações para qualquer rede, e enviar SMS, por 0,099 EUR (9,9 cêntimos) por minuto/SMS. Fazendo os cálculos necessários dá precisamente 75,75 minutos/SMS, um valor bastante inferior face aos 500 minutos/SMS da NOWO. Quanto à Internet, a UZO disponibiliza atualmente em cada carregamento 500 MB de Internet.

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Como utilizar o serviço IPTV numa Smart TV Samsung

5 07 2018

As televisões modernas são autênticos computadores. Ligam-se diretamente à Internet, têm uma loja de aplicações, têm um navegador web, ligações WiFi, Bluetooth e Ethernet, entre outras tecnologias e interfaces. Para a sua função principal, transmitir canais de televisão, algumas Smart TVs, para além do interface HDMI (que permite a habitual conexão de uma tradicional BOX de um operador assim como de outros equipamentos), têm outros interfaces, para ligar por exemplo, um cabo coaxial que permite também visualizar alguns canais que são disponibilizados para clientes sem uma BOX.

 

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Algumas Smart TVs de alguns fabricantes, nomeadamente da Samsung e LG, permitem ainda, sem a necessidade de utilizar equipamentos adicionais, aceder a serviços de IPTV (Internet Protocol Television-Televisão por IP), através de uma aplicação instalada na TV. Basta apenas ligar a TV à Internet e configurar a mesma para o efeito. Estes serviços disponibilizam normalmente centenas de canais televisivos, muitos deles não disponíveis na oferta dos vários operadores em Portugal, como a NOS, MEO, Vodafone e NOWO. Dependendo do serviço, podem ser disponibilizados canais dos mais variados países como USA, Espanha, França, Alemanha, Itália, Canadá, Iraque, Arábia Saudita, Ucrânia, Macedónia,  Nepal, Malásia, Coreia do Sul, Malta, Israel, Indonésia, Finlândia, Estónia, Singapura, Suriname, Lituânia, China, Eslovénia, Inglaterra, Cabo Verde, Angola, Bélgica, Rússia, entre outros.

 

Embora seja possível aceder a conteúdos IPTV de forma gratuita, em sites que disponibilizam listas de canais televisivos e outros conteúdos, muitos dos serviços e conteúdos IPTV de qualidade são pagos. Nestes serviços pagos estão normalmente incluídos canais premium, como canais desportivos, caça e pesca, entretenimento, cinema, entre outros. Além disso, muitos fornecedores de serviços IPTV garantem níveis mínimos de disponibilidade e qualidade, e para além de canais televisivos, incluem também rádios e video on demand (VOD), em que é possível ter acesso a filmes e séries. Tal como nos serviços oferecidos pelos operadores, são normalmente disponibilizados canais televisivos em várias resoluções, SD, HD, Ultra HD (4K).

 

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A vantagem de utilizar um serviço IPTV diretamente numa aplicação de uma Smart TV, é que não é necessário comprar nenhum outro equipamento, como uma BOX por exemplo, para o efeito. Desta forma é menos um equipamento a consumir energia, menos um comando (uma vez que o comando da TV irá controlar o serviço IPTV) e logicamente menos complexidade. Por depender apenas de uma ligação à Internet, que deve ser suficientemente rápida e estável, os serviços de IPTV podem também ser acedidos em outros equipamentos com Android e iOS como tablets, smartphones e Box’s, computadores, equipamentos dedicados, Raspberry Pi, etc..

 

Nas Smart TVs da Samsung pode ser utilizada a aplicação Smart IPTV (desconheço se existem outras). Esta aplicação, que também está disponível para outras plataformas, permite a utilização gratuita durante 7 dias. Depois disso obriga ao pagamento de 5,49 Euros para continuar a funcionar. Se a App não estiver instalada, procure na loja de aplicações da TV e instale. Em televisões Samsung esta aplicação só está disponível para determinados modelos. Segundo a página da mesma:  “… The application works only on TVs starting from E series. It doesn’t work on C or D series TVs …” No caso da minha TV, modelo UE49MU6505 está disponível.

 

O pagamento  da aplicação poderá ser efetuado dentro da App, após fornecer os dados do cartão de pagamento. Existe outra forma de efetuar o pagamento, através desta página. No meu caso fiz o pagamento diretamente na App e correu tudo bem. É mais fácil e rápido.

 

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A aplicação e o interface são muito simples. Esta inclui apenas alguns canais de teste. O pagamento da aplicação serve apenas para continuar a utilizar a mesma após os 7 dias. Não é disponibilizado qualquer serviço IPTV nem canais adicionais após o pagamento.

 

Através da página siptv.eu é possível enviar as listas de canais para a TV, especificando o MAC address da mesma (que é único para cada TV) que é mostrado na App, em diversos locais. Esta operação pode ser efetuada remotamente pelo prestador do serviço (após o utilizador indicar o endereço MAC da TV ao prestador do serviço), ou pelo próprio utilizador, especificando um ficheiro ou um URL. Neste exemplo enviei para a minha TV um ficheiro de teste.

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Feira TECHNOLOGY HUB em Milão-Mini guia para visitantes

20 06 2018

Decorreu de 17 a 19 de Maio de 2018, em Milão, a TECHNOLOGY HUB. Esta feira tecnológica tem um grande enfoque na inovação, tecnologia e no design. A maior parte dos expositores estão relacionados com  a área da tecnologia de impressão aditiva  (Impressão 3D), mas também em tecnologias como drones, iOT, realidade virtual, realidade aumentada, Industria 4.0, robótica entre outras. Para além de encontrar nesta feira muitas empresas que nos seus expositores dão a conhecer a sua área de atuação e os seus produtos e serviços, poderá ainda participar nos mais variados workshops e conferencias (todos, ou quase todos, em italiano).

 

A edição que agora terminou teve 7.353 visitantes, 147 expositores e 112 workshops. A edição de 2019 da TECHNOLOGY HUB ainda não tem data definida, no entanto, tal como nas edições anteriores, deverá realizar-se entre os meses de Abril e Junho.

 

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O acesso ao evento é gratuito se fizer o registo no site do mesmo. Basta imprimir o ticket, que tem um QR Code, e mostrar o mesmo na entrada. Se não fizer o registo, o bilhete terá um custo de 15 EUR para 1 dia. Estudantes universitários têm acesso gratuito de qualquer forma. Basta mostrar o cartão de estudante e preencher um formulário à entrada.

 

 

 

Algumas fotos do evento

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SIMPLEX+2018: Impacto nos sistemas de faturação

11 06 2018

Apresentado recentemente, o SIMPLEX+2018 vem trazer mais novidades nas operações das organizações no que diz respeito à emissão de documentos de venda  e comunicação dos mesmos à Autoridade Tributária.

 

As 3 alterações estão relacionadas com a dispensa de impressão de faturas em papel, a utilização de um QR Code para a identificação dos documentos e a alteração do prazo de comunicação de faturas ao fisco. Em baixo poderá ler um excerto do artigo publicado pelo Dinheiro Vivo e pelo Expresso.

 

Fotografia: MIGUEL A. LOPES/LUSA

 

Farto de ter de indicar o seu NIF e de guardar as faturas até verificar se elas entraram no Portal do e-fatura? O Simplex + promete acabar com esta relação em papel dos contribuintes com as faturas, sem que estes percam qualquer dedução no IRS.

 

A nova versão da relação entre os contribuintes e o fisco com as faturas (fatura 2.0) também vai mudar, já que o Simplex +, em resposta às sugestões que empresas e particulares lhe fizeram chegar, inclui uma medida (para ser ainda regulamentada) que prevê a dispensa da impressão as faturas em papel. O direito à dedução por parte do contribuinte não se perde uma vez que, através do seu telemóvel, poderá guardar a fatura. Só que em vez de esta ter o seu NIF será identificada por QR Code, o que lhe permitirá mais tarde verificar se foi devidamente comunicada. As empresas também terão a vida facilitada no processo de envio das faturas ao fisco (ainda que deixem de poder usar o NIF dos consumidores para avaliar se têm ou não qualquer hipótese de apagar uma fatura do sistema) e o prazo para o fazerem deverá, de novo, reduzir-se.

 

As faturas vão passar a ter um QR Code que permite o seu envio direto para o e-fatura. Objetivo: evita a cedência de dados pessoais e cria incerteza ao comerciante sobre quais as faturas que chegam ao Fisco. Prazos para a comunicação dos ficheiros com a faturação das empresas também vão encurtar.

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Blocks tem novas impressoras 3D e vão ser controladas pelo smartphone

10 06 2018

Fonte: www.dinheirovivo.pt

 

Empresa está a trabalhar em aplicações móveis para tentar facilitar ainda mais o uso das impressoras 3D.

 

A startup portuguesa Blocks vai lançar novas impressoras 3D no mercado em breve: o principal modelo da marca, a Blocks One, vai ter uma segunda versão, e a empresa também vai lançar versões focadas no mercado empresarial. Os planos para os novos modelos já existiam, mas o investimento de 350 mil euros da Digidelta ajudou a acelerar o plano.

 

Duarte Vasconcelos, à esquerda, segura a impressora Blocks One MKII e Alexandre Guerreiro, à direita, segura o modelo 'low cost' Blocks Zero. Foto: Carlos Costa / Global ImagensDuarte Vasconcelos, à esquerda, segura a impressora Blocks One MKII e Alexandre Guerreiro, à direita, segura o modelo ‘low cost’ Blocks Zero. Foto: Carlos Costa / Global Imagens

 

No início de julho vai ficar à venda a Blocks One MKII. O diretor executivo da startup, Duarte Freire e Vasconcelos, explicou ao Dinheiro Vivo quais as grandes diferenças relativamente ao modelo anterior.

Em primeiro lugar a impressora tem um sistema de autocalibração, o que significa que não é necessário o utilizador afinar à mão a base de impressão sempre que quer produzir algo novo. A Blocks One MKII também tem um sensor de fim de filamento – se o plástico de impressão acabar, a máquina entra em pausa e não imprime ‘em seco’. Por fim o ecrã da impressora vai apresentar um interface mais simples e fácil de usar.

Também há melhorias na construção da própria impressora: a estrutura é em dibond, um composto de alumínio, que deverá traduzir-se numa máquina mais robusta e mais precisa.

Numa pré-venda, a Blocks já comercializou 40 unidades da Blocks One MKII e no início de julho a venda vai ser feita exclusivamente através da internet. Mas até ao final do ano a Blocks pretende ter esta impressora 3D em lojas como a Worten, Media Markt e Jumbo Box – este modelo vai custar 980 euros.

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Infinitebook-Análise ao caderno inovador made in Portugal

6 06 2018

Embora algumas pessoas já tenham esquecido os cadernos tradicionais e passado a utilizar quase em exclusivo os equipamentos digitais como tablets e smartphones, os cadernos ainda são amplamente utilizados no nosso dia a dia. São baratos, leves e práticos. Também têm a vantagem de a bateria não acabar, não ficarem sem espaço de armazenamento e também não existirem erros de software :)

 

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O Infinitebook (anteriormente denominado de EcoBook) é uma evolução do caderno tradicional. Nunca acaba, podendo ser reutilizado sem limites já que em vez de papel utiliza o mesmo material utilizado pelos quadros brancos, comuns por exemplo nas salas de aula e salas de reuniões. Depois de escrever, com um marcador especial, a tinta, que é à base de água, poderá ser facilmente eliminada. Simples, eficaz, eficiente e ecológico porque permite poupar muito papel.

 

Infinitebook: Um quadro na sua mochila

 

Uma das primeiras coisas em que pensamos quando utilizamos o Infinitebook  é: “mas como é que ninguém se tinha lembrado disto antes?”. Pedro Lopes, co-fundador, com 17 anos, criou uma solução para um problema e daí nasceu este fantástico produto made in Portugal, que viu a luz do dia através do financiamento coletivo (mais conhecido como crowdfunding) e desde então tem evoluído constantemente. O Infinitebook tem tido uma aceitação muito boa quer no mercado nacional quer no exterior. Prova disso são os muitos prémios atribuídos que lhe foram atribuídos.

 

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O Infinitebook pode ser utilizado para muitas coisas. Desde desenhar, criar listas de tarefas, listas de compras, anotações, brainstorming, mindmapping, jogos (jogo da forca por exemplo), rascunhos temporários, etc..

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Sakata3D – Análise ao filamento PLA CHROMA-850 e PLA 850

28 05 2018

No seguimento do artigo Sakata3D – Filamento para Impressão 3D (que deve ler como introdução a este artigo), testei o filamento PLA que a Sakata3D me enviou, que foi utilizado para a impressão de algumas dezenas de modelos. Cada uma das 2 bobinas, PLA CHROMA-850 e PLA 850, tem o peso de 1 Kg e o filamento tem 1,75 mm de diâmetro (este poderá variar +/- 0,03mm).

 

O PLA é o material mais utilizado na impressão 3D doméstica que utiliza tecnologia FDM. É seguro porque tem como base materiais orgânicos renováveis, não produz odores e está disponível numa variedade muito alargada de cores. O grau de dificuldade na sua utilização é muito reduzido. Não é necessária plataforma de impressão aquecida e o warping (deformação/contração) é mais reduzido comparativamente a outros materiais. Também o baixo custo, comparativamente a outros materiais mais avançados, é uma vantagem do PLA. Este material também tem a vantagem de ser amigo do ambiente, já que é biodegradável (em determinadas condições de compostagem) tendo assim um baixo impacto ambiental.

 

O PLA da Sakata3D, baseado na matéria prima Ingeo PLA 3D850, é um PLA avançado, com melhores propriedades térmicas e mecânicas, comparativamente ao PLA standard.

 

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Nas 2 bobinas não encontrei nenhum problema relacionado com o enrolamento do filamento. Nenhuma das impressões foi abortada por problemas relacionados com esta questão.

 

No que diz respeito à aderência do filamento à plataforma de impressão e ao warping, mais uma vez nada a registar. A minha impressora, uma Blocks Zero, não tem plataforma de impressão aquecida e todas as impressões foram efetuadas sem problemas. Embora não seja obrigatório quando estamos a utilizar PLA, uma plataforma de impressão aquecida pode ser útil em determinadas situações, nomeadamente em modelos com dimensões maiores onde existe tendência para warping nas extremidades. Assim, se a sua impressora possuir uma mesa aquecida e se a pretender utilizar com este filamento, a temperatura desta deverá situar-se entre os 50°C e 70°C.

 

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Apesar deste filamento poder ser utilizado até velocidades na ordem dos 200mm/s, quase sempre imprimo, em média, a 40mm/s, o que também aconteceu com este filamento. A aderência das camadas entre si é perfeita. A quase totalidade das impressões foram efetuadas com layer de 0,2mm.

 

Quanto à temperatura do extrusor, a Sakata3D recomenda que esta se situe entre 190ºC e 230ºC. Escolhi a temperatura de 225ºC que me pareceu ser a mais adequada e que aparentemente permitiu obter melhores resultados. Apesar de não ter efetuado qualquer teste com rigor científico, fiquei com a sensação que o PLA que testei é bastante rígido.

 

 

 

 

Algumas fotos dos artigos que imprimi com o filamento PLA CHROMA-850

Relativamente a esta bobina importa referir que a minha impressora tem uma área de impressão relativamente reduzida (12cm x 14cm x 12cm) e que por esse motivo pode ser difícil de “acertar“ nas impressões escolhidas para ver o resultado em que a cor transita de uma para outra na mesma impressão. O cenário perfeito para utilizar este filamento seria utilizar uma impressora com uma grande área de impressão, nomeadamente em altura (eixo Z), e imprimir modelos suficientemente altos para utilizar várias tonalidades do filamento.

 

Nesta imagem poderá visualizar a diferença de tonalidades das cores, entre as várias camadas da bobina.

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