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7 12 2016

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Banco CTT

18 10 2017

Existem a operar no mercado português uma série de entidades bancárias para todos os gostos e feitios. Uns são mais direcionados e focados no retalho (clientes particulares), outros no segmento empresarial e outros em investimento. O Banco CTT que terá sido o último, ou um dos últimos a entrar em cena, promete ser um banco simples, descomplicado, e com custos muito reduzidos para os seus clientes.

 

“Os cinco maiores bancos nacionais cobram aos clientes, em média, 5,28 euros por mês, despesa que pode ser reduzida mediante o cumprimento de algumas condições, como a domiciliação do salário ou elevado património financeiro, o que varia de banco para banco. ”

in www.sabado.pt

 

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Todos sabemos que os Bancos são empresas e que têm como objetivo o lucro. Também sabemos que este tipo de organizações têm custos operacionais gigantescos maioritariamente originados pelos custos de manutenção das agências e custos com remuneração de colaboradores. Para manter estas máquinas complexas em laboração os Bancos necessitam de receitas, receitas essas que certamente têm como origem, em parte,  nas comissões bancárias, taxas, despesas “disto e daquilo”, seguros, cartões e 1001 outros serviços :) Muitos clientes dos mais diversos Bancos não pagam por serviços bancários porque normalmente têm X produtos ou serviços associados, ou seja, grosso modo “não pagam o serviço X mas pagam o serviço Y”. O exemplo típico é a isenção de pagamento de anuidade de um determinado cartão de crédito/débito se forem efetuadas compras/pagamentos de um determinado montante. Mesmo na tipologia “conta ordenado”, em que o Banco isentava ou diminuía certos custos pelo facto de manter o cliente fidelizado (por este depositar todos os meses o seu salário) e por esta via obter maior liquidez nos seus cofres, começam a ser agora aplicados ou aumentados os custos associados a estas contas.

 

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Grande parte dos custos que são imputados pelos Bancos aos seus clientes passam muitas das vezes despercebidos, principalmente porque são quantias relativamente pequenas, às vezes de cêntimos e outras de maiores montantes, relacionadas com anuidades de cartões de débito e/ou crédito, despesas de manutenção da conta, etc. Apenas clientes mais atentos que verificam extratos periodicamente, que ativam alertas por SMS e/ou email sempre que é efetuado um débito/crédito ou utilizam aplicações de gestão de finanças pessoais como o Boonzi (já referido várias vezes neste blog) conseguem detetar e contabilizar estes custos. Por razões óbvias os Bancos não evidenciam essa informação claramente junto dos clientes, para que estes não se “assustem” com os montantes pagos durante meses/anos/décadas, façam 1001 questões e ponderem mudar para outros Bancos. Basicamente é uma máquina de faturar que atua de forma silenciosa e muito discreta :)

 

Atenção também ao facto de os Bancos e outras entidades financeiras estarem a utilizar uma técnica que permite que estas empresas atribuam outras designações operações que estamos habituados a conhecer por determinados nomes. Um exemplo é um Banco atrair a atenção de um potencial cliente e informar que não cobra comissões de manutenção. “Ótimo!” – pensa o cliente. Isto até que finalmente percebe que não cobra aquela comissão, mas cobra outra com um nome mais bonito: “comissões de gestão”.

 

 

A Banca Tradicional Está a Subir As Comissões

Numa primeira análise (e rápida) é fácil perceber que a banca tradicional está constantemente a aumentar as comissões praticadas. Desde a última comparação, assistimos a um aumento das comissões de manutenção (que alguns bancos habilidosamente chamam de comissões de gestão) e ao aumento das comissões dos cartões de débito (que todos temos de utilizar).

in www.reorganiza.pt

 

A questão é que os Bancos não nos estão a “roubar nada”…estão simplesmente a cumprir os tarifários em vigor e as condições que contratualizaram com os clientes (exceção feita para erros e débitos indevidos, acontecimentos raros pela minha experiencia). Nada mais simples. Os seus tarifários estão, por imposição do regulador do sector (Banco de Portugal), afixados nos balcões e disponíveis na Internet. Nunca esquecer que por norma as pessoas não leem o que assinam, nomeadamente condições contratuais e muito menos as “letrinhas pequeninas”, e têm como resultado surpresas normalmente desagradáveis.

 

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O Banco CTT

O Banco CTT surgiu “recentemente” no mercado com condições muito boas face aos restantes Bancos tradicionais e também Bancos que atuam maioritariamente online ao não cobrarem comissões de manutenção de contas nem anuidades dos cartões de débito e crédito. Também as transferências nacionais  online não têm custos. Em outros Bancos, como por exemplo a Caixa Geral de Depósitos e o Santander Totta  (outros mais farão igual ou semelhante) cobram uma série de serviços e comissões por tudo e por nada. Para o cliente não pagar, ou pagar valores inferiores, tem que subscrever outros serviços, efetuar outras operações, ter o seguro Y, ter um património de X valor, etc. Complicado e burocrático na maior parte das vezes para grande parte dos clientes. Claro está que estou a falar na generalidade dos casos já que o que os Bancos cobram aos clientes depende, como disse anteriormente, de vários factores nomeadamente dos produtos que os clientes têm, das condições contratuais assumidas, da própria legislação em vigor (exemplo do Imposto de Selo que o banco cobra em determinadas operações mas que posteriormente terá que entregar ao Estado), etc.

 

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O Simplex definitivamente ainda não passou pela Banca tradicional nem por muitos dos produtos que comercializam! Após abrir conta no Banco CTT desloquei-me novamente ao balcão do Santander Totta (já o tinha feito à alguns meses atrás), onde está sediada a minha conta, para tentar novamente perceber se existiria forma de reduzir os custos anuais que tenho com a anuidade de 2 cartões (quase 40 EUR) assim como para me isentarem do custo das transferências interbancárias (cerca de 1,30 EUR por cada transferência para outro banco) . Resposta negativa. A colaboradora que me atendeu remeteu novamente para o produto Mundo 123. Pelo que percebi a ideia é encaminhar os clientes (novos e atuais) para este novo Mundo :) Na prática (segundo o Banco) este produto tem como objetivo o cliente poupar no dia-a-dia e tem vários benefícios. Quanto custam todas estas maravilhas? Pois bem, uma mensalidade que pode chegar aos 5,75 EUR em determinadas circunstâncias. As poupanças (reembolsos) estão dependentes de compras com o cartão, utilização da Via Verde, Combustíveis Repsol, IMI, eletricidade, água, gás e comunicações com X regras e limites. O simulador está disponível aqui. Basta aceder e verificar que para quem pretende algo simples, não é de todo a melhor opção. Quase que é necessário contratar um Contabilista para gerir e garantir que no Mundo 123 tudo está a decorrer como é suposto, tais são condições, cálculos e regras impostas por este produto.

 

É o que se costuma dizer em bom português “dar com uma mão e tirar com a outra”. Afinal de contas a grande maioria das pessoas, principalmente aquelas mais jovens, com pouco património e que não são investidores nem têm crédito à habitação apenas pretendem ter uma conta à ordem e um cartão de débito. Nada mais! Porquê optar por produtos mais complexos, mais burocráticos e com custos superiores? Na prática, e com o argumento real de que todos os Bancos começam cada vez mais a cobrar uma “espécie” de mensalidade, o Banco propõe-se a, em troco dessa mensalidade, dar alguns benefícios para de certa forma justificar este pagamento mensal. Exemplo pático sem qualquer rigor: o cliente paga 5 EUROS para usar X serviços, e em troco o banco isenta esses serviços de um custo e ainda reembolsa 1 EURO se o cliente cumprir N condições que o banco define. É um negócio muito bem calculado em que, em qualquer circunstância o Banco fica sempre a ganhar :)

 

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Certo é que já existem vários Bancos a operar quase em exclusivo no canal online, como o Banco Best, Banco Big, entre outros, que já isentam os clientes de encargos relacionados com manutenção das contas, mas continuam normalmente a cobrar por cartões (exceção feita para o ActivoBank que é, pela minha análise, o que mais de aproxima do Banco CTT).

 

Como o Banco CTT consegue ter estas condições que está a oferecer? Primeiramente porque é um banco novo e certamente quer ganhar quota de mercado para se começar a afirmar. Depois porque certamente tem uma estrutura de custos mais baixa quando comparada com os Bancos concorrentes. Afinal de contas não teve que abrir balcões novos (com todos os custos associados que isso implica) e porque os colaboradores deste Banco, maioritariamente são colaboradores que já se encontravam nos CTT em outras funções como atendimento no balcão (basta ver que sempre que os Bancos querem reduzir custos para além de outras operações começam sempre por fechar balcões e dispensar colaboradores).

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Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD)

4 10 2017

Este artigo tem como objetivo reunir alguma informação sobre o novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) que será aplicável em maio de 2018.

 

 

 

 

Documento (PDF) da Consultora PKF

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Documento (PDF) da Comissão Nacional de Protecção de Dados

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Documento (PDF) da Consultora BDO

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Webinar (vídeo) da Alvo

Webinar LEI PROTEÇÃO DE DADOS

 

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Vendus–Gestão de tamanhos e cores

28 09 2017

Já analisado neste artigo do Blog, o Vendus passou a gerir variações de artigos (“dimensões”). Esta funcionalidade é muito importante na gestão do inventário em  determinados setores de negócio como por exemplo lojas de roupa e sapatarias uma vez que permite gerir tamanhos e cores, resultando assim que possa ter preços, gestão de existências e códigos de barras diferenciados por combinação tamanho/cor.

 

Vendus - Tamanhos e Cores

 

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Spin-off da PRIMAVERA avança para a América Latina e mercado europeu

16 09 2017

Fonte: PrimaveraBSS

A Valuekeep, spin-off do grupo PRIMAVERA BSS, e a Totum Service acabam de estabelecer um acordo para o fornecimento exclusivo da solução de gestão de manutenção de ativos da tecnológica portuguesa para todos os projetos da consultora internacional em curso por toda a Europa e América Latina, com especial incidência em mercados como o Brasil, Chile e Espanha.

A Totum Service tem mais de 20 anos de experiência na área de serviços de manutenção e, com esta parceria estratégica, pretende elevar a sua oferta de serviços para clientes atuais e potenciais nas áreas de otimização da gestão da manutenção diária de ativos e reforçar o processo de expansão territorial por toda a Europa e América Latina.

 

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Para Miguel Pardo, CEO da Totum Service, "com uma solução de gestão da manutenção de ativos como a Valuekeep estamos preparados para otimizar o processo de gestão da manutenção dos nossos clientes, independentemente da localização dos projetos. O nosso portfólio carecia de uma solução global que aportasse flexibilidade e mobilidade aos nossos projetos. Esta parceria com a Valuekeep permite-nos realmente dar um passo importante rumo à revolução industrial 4.0”.

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HP e Deloitte colaboram na impressão 3D

8 09 2017

Fonte: www.computerworld.com.pt

 

A HP e Deloitte Consulting anunciaram uma parceria para acelerar a transformação digital do sector da indústria fabril à escala mundial. As duas empresas vão colaborar na implementação dos sistemas de impressão 3D da HP em ambientes de produção de grande dimensão, aplicando a sua experiência sobre operações digitais.

O valor acrescentado proposto inclui a aceleração de processos de desenho e produção de artigos, a criação de uma cadeia de abastecimento mais versátil, o aumento da eficiência em todo o ciclo de vida da produção.

 

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A parceria irá associar as soluções e ferramentas da tecnologia Jet Fusion 3D Printing da HP, ao ecossistema de parceiros e às capacidades de condução de transformações industriais digitais da Deloitte. As soluções de impressão 3D da HP, estão melhorar as operações de uma crescente lista de empresas líderes mundiais, incluindo o BMW Group, a Jabil, a Johnson & Johnson, a Nike entre muitas outras, bem como uma grande variedade
de agências de serviços de produção na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico, diz um comunicado.

A impressão em 3D dá liberdade ao design e permite, à partida, uma maior personalização de produtos. Ao mesmo tempo pode servir para criar uma linha digital de transformação das cadeias de abastecimento e abrir portas à fabricação distribuída, afirma John Dulchinos, vice-presidente de fabricação digital da Jabil.

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ETICADATA lança E.FREE, uma versão do seu ERP sem qualquer custo de licenciamento

23 08 2017

Fonte: Eticadata Software

 

Gerir o seu negócio nunca foi tão fácil, tão eficiente, tão intuitivo… nem tão barato…
 
O E.FREE é uma solução ideal para suprir as necessidades das micro e pequenas empresas, ajudando-as a crescer tendo por base o ERP ETICADATA, solução que conta já com mais de 40.000 aplicações instaladas, distribuídas por diversas áreas de negócio nos quatros cantos do globo.

 

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Uma relação próxima do utilizador aliada à experiencia de mais de 27 de anos possibilitou o desenvolvimento de um ERP intuitivo e realmente simples de usar.
O ERP eticadata foi concebido para que o utilizador consiga executar, de forma intuitiva, as suas tarefas com o mínimo de esforço e dificuldade.
E.FREE é composto pelos módulos GCE BASIC: Compras, Vendas, Stocks e Contas Correntes, e correspondentes funcionalidades, abrangendo processos baseados nas melhores práticas de gestão utilizadas por grandes empresas, estando disponível em Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Colômbia, Espanha e S. Tomé e Príncipe.

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Blocks Zero

7 08 2017

Encontrei este excelente review (em português) da impressora 3D Blocks Zero, no blog As TIC em 3D/Fab@rts, que agora partilho. Este artigo de opinião foi escrito em contexto pedagógico de utilização desta impressora, nomeadamente nas escolas. O blog em questão é um projeto desenvolvido no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro e pretende explorar o tema das potencialidades da tecnologia 3D na educação, mas também da robótica, programação, utilização de drones entre outras tecnologias.

O blog As TIC em 3D/Fab@rts é definitivamente um ponto de paragem para todos os aficionados pela impressão 3D. Existem muitos conteúdos relacionados com esta tecnologia, deste análise a equipamentos, modelação 3D, vídeos, apresentação de Workshops, etc..

 

Fonte: http://3dalpha.blogspot.pt/2017/05/blocks-zero.html

 

 

Passámos a última semana a testar e experimentar uma impressora 3D Blocks Zero. Pelo preço e tamanho, pareceu-nos ser uma boa solução para aumentar o parque de impressoras e ter um equipamento fácil de transportar para workshops e sessões de divulgação. Não que as impressoras da Beeverycreative não sejam também fáceis de transportar, mas não nos cabem na mala do carro… pelo menos em pé, e nós somos muito cuidadosos com o seu transporte.

Este teste foi possibilitado pela ANPRI, que nos cedeu temporariamente esta impressora. Calhou-nos o seu unboxing.

 

 

A Blocks Zero é uma impressora de kit, mas a que experimentámos vinha já montada. Felizmente. Sem querer desvalorizar as impressoras de kit, como professores o que queremos é trabalhar competências de modelação 3D e explorar projectos. Do nosso ponto de vista, o tempo gasto em assemblar impressoras de kit é tempo perdido, que atrasa a implementação de projetos pedágógicos. É um ponto de vista, sublinhamos. A montagem de uma impressora 3D, com a aprendizagem rigorosa e experimental que requer, pode também ser um excelente projeto.

 

 

E, logo a seguir, imprimir? Não, não é bem assim. A Blocks Zero é uma impressora cartesiana normal, sem o nível de integração e usabilidade a que estamos habituados na Beeverycreative. Não há um software especializado que simplifica o processo de impressão, ou perfis específicos de filamento. A impressão faz-se através de um cartão SD (também nos pareceu ser possível com ligação USB ao computador, mas suspeitámos que esta impressora não tinha modo de impressão autónomo e não quisemos empatar o nosso computador numa impressão), com ficheiros Gcode gerados pelo Cura. Não estando tão simplificado como o Beesoft, o Cura pode parecer intimidante a quem se inicia na impressão 3D, mas tem algum cuidado em simplificar o processo para os menos conhecedores como um modo simples. Os mais conhecedores podem gerir, testar e modificar todos os parâmetros no modo avançado.

Imprimir para a Blocks Zero requer configurar o Cura com as dimensões da impressora, carregar os perfis de filamento generalistas disponíveis na página da Blockstec, importar os ficheiros STL, e gravar o Gcode para o cartão de memória. Depois, tudo o resto é passado na impressora. Utilizámos o Cura 2.4.

Ao contrário das Bees a que estamos habituados, o controlo da Zero é feito na própria impressora. É uma vantagem, parece-nos, acelera um pouco o processo de iniciar o dia (ou o trabalho) de impressão. As informações e comandos são acessíveis pela combinação de display LCD e botão. Um interface que se revelou estranho para os nossos alunos, cuja tentação, mal vêem um ecrã, é tocar nele.

Carregar e descarregar filamento é um processo simples, basta dar essas ordens à impressora e colocar o filamento na entrada do extrusor. A Zero não tem um extrusor direto, usa o sistema bowden, o que significa que o filamento é empurrado a alguma distância para o hotend.  O extrusor fica mais leve, o que nos pareceu ser bem aproveitado na rapidez de impressão, mas é algo apoquentador pensar o que poderá acontecer em caso de entupimento ou quebra do filamento após entrada no extrusor.

Inicialmente, o processo de carregamento pareceu-nos gastar demasiado filamento. Após o início da descarga, a impressora continuava a deitar filamento, e se não estivéssemos com atenção depressa ficaríamos com uma bola de plástico à volta do nozzle.. Contactámos a Blocks, e disseram-nos que a versão mais recente do firmware resolvia essas questões. Essa instalação obrigou-nos a reverter o Cura para uma versão anterior, a recomendada para atualização do firmware da Blocks Zero. Após atualização, verificámos que o processo de carregamento/descarregamento ficou optimizado, com menos filamento desperdiçado no carregamento, e um descarregamento totalmente automatizado.

Imprimir é um processo simples, basta selecionar o ficheiro gcode do modelo no interface da impressora. No entanto, aquele interface de botão giratório é capaz de complicar se tivermos mais do que dois ou três ficheiros no cartão SD.

 

Imprimindo apenas em resolução média, com os perfis genéricos de PLA da Blocks, a Zero deu-nos consistentemente bons resultados.

 


 

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